terça-feira, 30 de abril de 2013

UMA HORA DE VÍDEO - AVIÕES ANTIGOS - SHUTTLEWORTH COLLECTION


INCIDENTE ASSUSTA PASSAGEIROS DE VOO DA GOL, QUE IA DE BRASÍLIA A SALVADOR

O voo 1866, que saiu de Brasília com destino a Salvador no fim da tarde desta terça-feira (30/4), teve problemas no momento do pouso no Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães. O pneu da aeronave, modelo 737, estourou e o avião teve que ser rebocado após o pouso.

De acordo com informações da Infraero, equipes de resgate foram acionadas e estiveram a postos em solo, mas não há relato de feridos.

Informações preliminares indicam que 174 passageiros estavam a bordo. Segundo relatos de passageiros, o avião teve um pneu estourado ao passar em cima de uma lâmpada, enquanto ainda taxiava no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que vai apurar as responsabilidades pelo incidente. A Gol, procurada pela reportagem, confirmou o incidente, mas ainda não encaminhou nota de esclarecimento.

fonte/CorreioBraziliense

VÍDEO DO ACIDENTE NO AFEGANISTÃO


NASA USA SMARTPHONES COMO SATÉLITES


No último fim de semana, a NASA lançou com sucesso no espaço três satélites que consistiam substancialmente em smartphones a bordo de um foguete. Os nanosatélites, chamados de PhoneSats, estão transmitindo sinais à estações em solo terrestre e vão ficar em órbita por mais duas semanas.

O foguete Antares foi lançado da base Wallops Island Flight Facility da NASA em Virgínia (EUA) contendo dois satélites PhoneSat 1.0, apelidados de Graham e Bell, e o novo protótipo do PhoneSat 2.0, chamado de Alexander. O que faz os satélites serem únicos é o uso de componentes comerciais customizados de smartphones. O PhoneSat 1.0 foi construído utilizando o HTC Nexus One, enquanto o PhoneSat 2.0 – que contém software mais avançado e mais sensores – é alimentado pelo Nexus S da Samsung.

Os smartphones possuem mais de 100 vezes o poder computacional do que os satélites, incluindo processadores rápidos, sensores múltiplos, câmeras de alta resolução, receptores de GPS e rádios. Essa é a principal razão pela qual eles foram escolhidos como microprocessadores para os PhoneSats, explica a Nasa. No entanto, alguns componentes que não integram os smartphones tiveram que ser acrescentados, incluindo uma bateria externa de lítio-íon maior e outra de rádio mais potente para enviar mensagens a partir do espaço.

Cada satélite em miniatura, medindo apenas quatro centímetros de cada lado e pesando menos de quatro quilos, custa US$ 3.500 para ser construído. A Nasa disse que seu objetivo com os PhoneSats é enviar satélites mais baratos e mais fáceis de construir para o espaço. Estima-se que o custo do lançamento feito no domingo é próximo a U$50.000. Como comparação, o custo típico de um satélite gira em torno de U$500 milhões.

“Os smartphones oferecem uma riqueza de recursos potenciais por serem pequenos, de baixo custo e por serem poderosos satélites para as ciências, comunicações ou outras aplicações espaciais”, afirma Michael Gazarik, administrador associado da NASA para a tecnologia espacial, em uma declaração escrita. “Eles também podem abrir espaço para toda uma nova geração de usuários comerciais, acadêmicos e cidadãos do espaço.”

Desde que o início do voo de demonstração, Alexander, Graham e Bell transmitiram sinais a partir da banda de rádio amador em 437,425 MHz. A NASA criou o Phonesat.org, um site onde qualquer pessoa no mundo pode fazer o upload de “pacotes” de dados que recebem dos PhoneSats. O site já recolheu mais de 200 pacotes de operadores de rádio amador que foram rastreados dos satélites.

A NASA tem trabalhado neste projeto desde 2010, buscando maneiras diferentes de usar smartphones para tornar os satélites mais inteligentes. O projeto faz parte Small Spacecraft Technology Program. Os PhoneSats foram criados por uma pequena equipe de engenheiros do Centro de Pesquisa Ames da NASA no Vale do Silício, na Califórnia.

O foguete Antares, que o parceiro comercial Orbital Sciences da Nasa está testando em órbita com as PhoneSats, será eventualmente usado para transportar experimentos e suprimentos para a Estação Espacial Internacional.

fonte/ITWeb
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DIORAMA NOTA DEZ



EMBRAER AMARGA QUEDA DE 67% NO LUCRO LÍQUIDO NO 1o. TRIMESTRE


A Embraer registrou queda de 67% no lucro líquido do primeiro trimestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2012.


Balanço financeiro divulgado ontem à noite pela companhia mostra que o lucro da empresa no período foi de R$ 61,7 milhões ante R$ 187,6 milhões na mesma base de comparação de 2012.
A receita líquida da empresa cresceu 5,6% e saltou de R$ 2,042 bilhões para R$ 2,15 bilhões no período comparado, segundo o relatório.
A empresa informa que a receita cresceu impulsionada pela desvalorização do real frente ao dólar.
No entanto, a redução do volume de entregas de aeronaves e os custos impactaram o resultado financeiro do trimestre.
O balanço mostra que os custos de mão de obra e o mix de produtos com menor valor agregado entregues no período derrubaram a rentabilidade da empresa.


Os custos cresceram 6,8%, acima do aumento da receita, o que levou a margem bruta a uma queda de 1,2 ponto percentual na comparação anual, para 22,3%.


“O mix de produtos e as receitas de diferentes segmentos de negócio, em conjunto como díssidio coletivo no final de 2012, contribuiram para uma menor Margem Bruta no primeiro trimestre de 2013”, informa o relatório financeiro.


As despesas operacionais cresceram 25,6% e somaram R$ 400,7 milhões, levando o lucro antes de juros, impostos e depreciação e amortização (Ebtda, na sigla em inglês) a um recuo de 23,8%, para R$ 200 milhões. A margem Ebtda caiu de 12,9% no primeiro trimestre do ano passado para 9,3%.
Outro fator apontado pela companhia que impactou as finanças foi o Imposto de Renda. No primeiro trimestre deste ano, a Embraer pagou R$ 4milhões de IR.


No ano passado, a companhia registrou receita de R$ 50,1 milhões com a reversão de impostos.


Segmentos. 
O balanço mostra que a receita da aviação comercial no primeiro trimestre foi de R$ 1,272 bilhão ante R$ 1,345 bilhão em igual período do ano passado.
O segmento de Defesa & e Segurança registrou crescimento de receita no período.
Os dados mostram que o setor atingiu receita de R$ 498 milhões ante R$ 404 milhões na base de comparação do ano passado.
A Aviação Executiva atingiu receita de R$ 347 milhões no primeiro trimestre deste ano. No ano passado, o segmento faturou R$ 270 milhões no período comparado.
A empresa entregou 17 aeronaves comerciais e 12 aeronaves executivas no primeiro trimestre.
Isso representa uma redução de 4 aeronaves comerciais e 1 aeronave executiva em relação ao mesmo período do ano passado.


Empresa faz acordo para venda de 30 jatos
São José dos Campos

A Embraer anunciou ontem assinatura de um contrato com a United Airlines, dos Estados Unidos, para a venda de 30 jatos Embraer 175, com opções para mais 40 aeronaves do mesmo modelo, com potencial para um total de até 70 aviões. Se todas as opções forem exercidas, a encomenda combinada tem um valor estimado de US$ 2,9 bilhões a preços de lista.


Este é o segundo maior contrato para a venda do modelo dessa aeronave efetivada este ano. Em janeiro, a companhia anunciou a venda de 47 jatos E175 para a Republic Airways, com opção para 47 unidades, em contrato que pode chegar a US$ 4 bilhões, se todas as opções foram exercidas pela aérea norte-americana.


Os E175 para a United Airlines serão operados sob a marca United Express. Os aviões serão configurados com 76 assentos e a primeira entrega está prevista para o primeiro trimestre de 2014. “Estamos muito satisfeitos com este pedido, pois reforça e amplia a nossa parceria com a United Airlines, então como Continental Airlines”, disse em Paulo Cesar Silva, presidente da Embraer Aviação Comercial.


BALANÇO FINANCEIRO
Queda
Embraer registrou recuou de 67% no lucro líquido no primeiro trimestre deste ano no comparativo com o mesmo período do ano passado

Receita
1° trimestre de 2012:
R$ 2,042 bilhões
1° trimestre de 2013:
R$ 2,156 bilhões
Alta: 5,6%

Lucro

1° trimestre de 2012
R$ 187,6 milhões
1° trimestre de 2013:
R$ 61,7 milhões
Queda: 67%

Pedidos firmes
A carteira de pedidos firmes atingiu US$ 13,3 bilhões

Aviação comercial

O faturamento da aviação comercial no primeiro trimestre deste ano foi de R$ 1,272 bilhão ante R$ 1,345 bilhão no mesmo período de 2012

Defesa & Segurança
O segmento registrou faturamento de R$ 498 milhões no período com crescimento em relação ao ano passado. No primeiro trimestre do ano passado, a receita foi de R$ 404 milhões

Aviação executiva

O segmento obteve receita de R$ 347,8 milhões no primeiro trimestre deste ano contra
R$ 270,1 milhões no comparativo com o ano anterior

Entregas

A empresa entregou 17 aeronaves comerciais e 12 executivas no trimestre, uma redução de 4 aeronaves comerciais e 1 executiva em relação ao mesmo período de 2012

Impacto
Despesas aumentaram 25,6% 

fonte/OVale

segunda-feira, 29 de abril de 2013

ACIDENTE COM AVIÃO DE CARGA NO AFEGANISTÃO

Um avião cargueiro Boeing 747-400BCF, registro N949CA, operado pela National Air Cargo, caiu na decolagem da Base Aérea de Bagram (BPM), no Afeganistão. Um porta-voz de base disse que o avião caiu em baixa altitude logo após a decolagem. Um incêndio irrompeu. A chefe de polícia local informou que todos os membros da tripulação foram mortos no acidente.
 
 A Base Aérea de Bagram tem uma única pista de concreto, 03/21 de 11.819 pés (3.602 m) de comprimento.

 
Uma tempestade com nuvens cumulonimbus se aproximava da base aérea na época do acidente.


fonte/ASN/foto/AlbertRamirez
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domingo, 28 de abril de 2013

PANE ELÉTRICA DEIXA O AEROPORTO AUGUSTO SEVERO SEM ENERGIA POR DUAS HORAS

Uma pane elétrica deixou manteve o Aeroporto Internacional Augusto Severo, em Parnamirim, fechado para pousos e decolagens durante duas horas na noite de sábado (27), segundo confirmou a Infraero via assessoria de imprensa, sem detalhar o que teria ocasionado o problema. A operação no terminal foi normalizada ainda na noite de ontem.

Passageiros que aguardavam para embarcar reclamaram que as informações, quando chegavam, eram imprecisas. A pane deixou sem funcionar o sistema de balizamento noturno — iluminação às margens das pistas, e que serve para orientação dos pilotos. A Infraero informou ainda que o incidente será investigado para apurar as causas.

fonte/TribunaDoNorte

ACESSOS AO AEROPORTO DE SÃO GONÇALO DO AMARANTE SERÃO POR VIAS SIMPLES E SEM ILUMINAÇÃO

Desde que a primeira licitação para a construção dos acessos ao Aeroporto de São Gonçalo do Amarante foi deflagrada, 14 meses se passaram e nenhum vestígio de poeira ou máquinas na pista sinaliza o início das obras. O Governo pede mais 20 dias de prazo – para acionar as máquinas – mas, além do atraso, um detalhe chama a atenção: os projetos executivos já aprovados pelo DER não contemplam a duplicação da RN-160, única via direta de acesso ao município a partir de Natal. 

Excluídos os trechos da BR-406, BR-304 e BR-101 – cerca de 10 km das rodoviais estão incluídos nos projetos - as demais vias para chegar e sair do novo aeroporto serão pistas simples e, inicialmente, sem iluminação ao longo de quase 24 km. E é provável que o terminal de cargas e passageiros, anunciado como o sétimo maior do mundo e cujo início da operacionalização a Concessionária Inframérica marcou  para abril de 2014, seja inaugurado sem que as obras adjacentes estejam prontas. 

Segundo o diretor/presidente do Departamento de Estradas de Rodagem do Rio Grande do Norte (DER/RN), Demétrio Torres, as intervenções relacionadas aos acesso ficarão prontas no final de maio do ano que vem. Um mês, portanto, após o início das atividades do novo aeroporto e às vésperas da Copa do Mundo da Fifa em Natal.  Entretanto, no entendimento do DER/RN, as obras já começaram.

“As instalações foram iniciadas e a chegada de alguns equipamentos está marcada. O levantamento topográfico está em vias de conclusão. O início das obras não se caracteriza pela poeira e máquinas operando. Isto vai começar nos próximos 20 dias”, ressalta Demétrio Torres. Sobre os 14 meses de atraso, ele justifica que a “burocracia interminável” emperrou processos, o que postergou o início das intervenções. Afora a organização da papelada referente às obras, segundo o titular do DER, foi necessário ampliar o conjunto de projetos para expandir as rotas de acesso ao novo aeroporto.

O custo foi alterado e as obras ficaram 4,8 vezes mais caras, comparado-se com o primeiro valor divulgado pelo Governo do Estado. O projeto original foi acrescido de novos empreendimentos e, em termos percentuais, sofreu um ágio de 381,32%, saltando de R$ 15 milhões para aproximadamente R$ 72,1 milhões. “Brigamos pelos projetos porque era uma oportunidade boa. A mobilidade não é só para a Copa do Mundo. O nosso projeto contempla 20 anos para a frente e é importante que se tenha um anel viário na Região Metropolitana”, defende Demétrio Torres.

Rápida execução

Demétrio Torres minimiza o tempo perdido com o procedimento burocrático e assegura que as obras em voga são de “rápida execução”. “Todos os projetos estão prontos, licitados, com os recursos garantidos. O Governo do Estado pegou dinheiro emprestado com a União para executar as obras e todas serão entregues em maio de 2014. Teremos treze meses para executá-las”, enfatiza.

Conforme esclarecido pelo titular do DER/RN, as intervenções ocorrerão, basicamente, em áreas rurais, onde não há necessidade de desapropriação de imóveis. “As desapropriações serão mínimas e em alguns casos, os donos dos terrenos pelos quais as pistas irão passar, ofereceram as terras ao Governo sem nenhum custo. Eles são conscientes do benefício da obra”, relata.

Os recursos referentes à execução das intervenções serão desembolsados pela Caixa Econômica Federal, a partir de um convênio assinado entre o Governo do Estado e o Banco no início deste mês. A execução das obras está sob a responsabilidade da Construtora Queiroz Galvão, vencedora da licitação.
  

fonte/TribunaDoNorte

sábado, 27 de abril de 2013

AZUL CRIA ÍNDICE PARA AVALIAR PILOTOS POR ECONOMIA DE COMBUSTÍVEL

A companhia aérea Azul criou um boletim mensal para  avaliar seus pilotos. Entre os critérios que compõem a nota estão pontualidade dos voos e redução do combustível buscando maior “eficiência operacional” da empresa, segundo confirmou a companhia em nota ao G1.
O “Índice de Performance” (IP), que será enviado individualmente e de forma reservada, está sendo chamado de “índice de perigo” por pilotos da empresa no blog anônimo "Pilotos da Fusão".

O índice é visto também com preocupação pelo Sindicato dos Aeronautas e por especialistas do setor, que acreditam que, indiretamente, ele pode gerar uma competição não saudável entre os pilotos e implicar em riscos à segurança. A companhia conta atualmente com 1.300 pilotos e copilotos.

Em uma das denúncias enviadas anonimamente ao Sindicato dos Aeronautas, um funcionário da Azul diz que o índice "fará com que os pilotos, acuados e com medo de perderem seus empregos, optem por encurtar rotas, evitem desvios, encurtem procedimentos, não arremetam quando não estabilizados, abasteçam a menos as aeronaves para melhorar seu índice de performance e não colocar seu emprego em risco”.

O alto custo que a querosene de aviação representa para as operações – 43% do custo das passagens, segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas – fez as companhias pedirem a Presidente Dilma Rousseff a redução de preço. Em janeiro, após prejuízo de R$ 1,5 bilhão em 2012, a Gol implementou um sistema de bonificação em dinheiro para pilotos economizarem combustível.

Um documento da Azul obtido pelo G1 e assinado pelo gerente de qualidade de operações da Azul, comandante José Jacques Cardeal de Godoy Júnior, diz que a prática de avaliar funcionários "é comum nas grandes corporações" e que a coleta de dados já começou. "Divulgaremos relatórios individuais fornecendo indicadores de desempenho a partir das métricas obtidas em seus voos”.

O documento cita três recomendações para que pilotos otimizem operações. A primeira é “solicitar proa direta” que significa que o piloto deve pedir aos controladores se pode pegar um caminho direto, sem seguir determinada aerovia, que tem pontos previamente fixados pelos quais o avião tem de passar e em muitos casos obriga o avião a fazer curvas e desvios.

Outras sugestões são “utilizar o nível ótimo” (buscar a maior altitude compatível com a aeronave para que o voo seja feito de forma mais rápida) e aplicar o “idle descente”, reduzindo a potência dos motores para uma aproximação em marcha lenta em direção ao aeroporto.

 “O que adianta o piloto fazer tudo para encurtar o tempo de voo se, quando chega ao aeroporto, tem que ficar dando voltinhas no céu porque o fluxo é intenso, não há espaço para pouso. O sistema todo é falho e focar no piloto me parece uma medida incoerente que representa risco à segurança", diz Gelson Fochesato, presidente do Sindicato dos Aeronautas.

Questionada sobre o índice de performance, a Azul disse apenas que "essas avaliações contribuem para a implementação de melhorias nesse processo" e que "incentiva tripulantes a fazer o uso consciente do combustível". (veja mais abaixo)

Como funciona a avaliação
Pilotos da Azul ouvidos pelo G1, e que pediram para não serem identificados, possuem opiniões diversas sobre o sistema que, segundo eles, foi implantado em abril. Alguns acham que a medida pode gerar competição devido ao medo de demissões. Outros salientam que os pilotos são responsáveis e que nunca colocariam a vida em risco.

“Tenho mais de 20 anos de profissão e não vou economizar combustível apenas pela empresa ou para fazer um voo mais rápido, mas porque sou consciente que posso poluir menos o ar para o futuro dos meus filhos. A minha segurança também está em jogo e eu sou responsável por todas as vidas lá dentro”, diz um comandante da empresa. “O que a empresa está fazendo é exigir racionalidade. Aquele piloto que era acostumado a pegar um nível e seguir sempre no mesmo, achando que era o caminho mais fácil e não se preocupava com combustível, terá que programar melhor o voo”, acredita.

Segundo pilotos, ao planejar um voo, o despachante operacional analisa a rota e, ao perceber problemas no percurso, como previsões meteorológicas ruis, coloca carga extra de quersone para que o avião possa seguir para outro destino ou tenha a possibilidade de aguardar no ar por mais tempo. Todo avião comercial decola com adicional para voar de 30 a 45 minutos a mais do que o tempo previsto para a jornada. Mas, agora, ao invés de colocar automaticamente a querosene adicional, o despachante deixará nas mãos do piloto pedir ou não a margem de segurança.
Ainda segundo os pilotos, no fim do mês, a empresa irá comparar a previsão de combustível para as etapas e quanto o comandante gastou. Se ele gastou a mais do que previsto, terá um “IP baixo”. “O meu medo é de alguém, atrás do índice perfeito, faça loucuras”, afirmou um piloto ouvido pelo G1.

Competição entre as tripulações
O brigadeiro Jorge Kersul Filho diz que “não vê a prática como saudável” e que “pode gerar uma competição entre as tripulações”. Ele pondera, porém, que o fato da empresa obrigar o piloto a pensar antecipadamente sobre a rota é uma forma de valorizar o piloto responsável.

“Os passageiros têm de saber que os profissionais que estão na cabine são responsáveis, treinados para comandar máquinas no último estágio da evolução. Temos que valorizar estes profissionais. Eles são competentes e não vão quebrar regras de segurança ou entrar em uma competição por dinheiro”, acredita.

Oficialmente, o Cenipa informou que “não possui incumbências acerca das políticas operacionais das empresas aéreas desde que essas mantenham conformidade com as regras de tráfego aéreo e com os princípios da segurança de voo”. 

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) diz que, como no caso da Gol, não tem competência para avaliar se a política da empresa é correta, “tendo em vista que não há quebra de requisitos de segurança operacional”.

A Azul não confirmou as informações fornecidas pelos pilotos sobre o funcionamento do programa e não respondeu às perguntas enviadas pela reportagem.

Sobre o boletim mensal, a companhia diz que "incentiva os seus tripulantes a fazer o uso consciente do combustível, assim como também adota outras medidas para manter a excelência de suas operações”.

Às 15h10 desta sexta-feira (26), a Azul enviou por e-mail uma nota sobre a reportagem do G1: "Segurança. Esse é o primeiro valor da Azul Linhas Aéreas Brasileiras. A companhia nega, veementemente, que incita ou adota quaisquer práticas que coloquem a segurança de suas operações, clientes e tripulantes em risco. A Azul, a exemplo das melhores práticas de eficiência operacional adotadas pelas maiores companhias aéreas do mundo, trabalha para manter um nível elevado de excelência e eficácia operacional, prezando por questões como pontualidade, regularidade e uso consciente do combustível. Por esta razão, desenvolve ações que visam alcançar tais objetivos".

fonte/G1

HOSPITAL DETALHA QUADRO DE VÍTIMAS DE ACIDENTE AÉREO EM BELÉM


O Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE) emitiu nota informando detalhes do quadro de saúde das vítimas do acidente envolvendo um monomotor, ocorrido na manhã desta sexta (26), que deixou 7 feridos e uma pessoa morta.Três pacientes do sexo feminino, que seriam Ana Maria Silva Cavalcante, Dirce Furtado e Juliane Silva já receberam alta.

Quatro pacientes permanecem internados. Um deles, o piloto Paulo Cancela, teve ferimentos descritos como "trauma de face e membro superior". Há mais de dez horas ele permanece em procedimento cirúrgico. O outro paciente do sexo masculino é o vereador Angelino Augusto Cardoso. Ainda de acordo com o HMUE, ele teve trauma torácico e também passou por procedimento cirúrgico. O hospital afirmou que a intervenção médica foi feita com sucesso e ele permanece na Unidade de Tratamento Intensivo com quadro "estável".

As duas crianças de colo que também estavam no monomotor, uma de apenas dois meses e a outra com 1 ano de idade, estão uma internada com quadro clínico estável, "mas em observação continuada pela equipe de pediatria", e a outra internada na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), mas também "estável".

Um dos bebês seria filho de outra vítima, a passageira Dayse Lima. Ela entrou com vida no hospital, mas morreu logo em seguida. O Hospital Metropolitano não divulgou oficialmente os nomes das vítimas. "Ainda não dispomos de documentos das vítimas para divulgação dos nomes destas", afirmou. A previsão é de que as identidades e um novo boletim médico sejam emitidos neste sábado (27), até as 11 horas da manhã.

fonte/DiarioOnLine

PILOTO TROCA DE VOO E ESCAPA DE ACIDENTE

As vítimas do acidente aéreo, que aconteceu na manhã desta sexta-feira (26), em Belém, continuam em observação no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, em Ananindeua. O piloto Paulo Cancela permanece em estado grave, em tratamento de reconstituição facial. Porém, ele poderia ter escapado do acidente, se uma nova viagem não tivesse sido marcada.

Na primeira escala de serviço da empresa Brabo Táxi Aéreo, o piloto Luiz Carlos estava escalado para conduzir o avião monomotor que caiu na manhã de hoje. Porém, apareceu mais um voo para ser feito. “Quando isso acontece, a gente programa de novo a escala dos pilotos. E o Luiz Carlos também faz uma operação em um outro tipo de voo, por isso foi escalado para trabalhar nessa viagem que apareceu depois”, esclarece Sérgio Pina, piloto da empresa Brabo.

Além de Sérgio, Paulo Cancela e Luiz Carlos, outros dois pilotos também trabalham na empresa de táxi aéreo.

fonte/DiarioOnLine

sexta-feira, 26 de abril de 2013

DEPOIS DO SUCESSO DA LAASS 2013, ORGANIZADORES PREPARAM UMA VERSÃO COM RODADA DE NEGÓCIOS AINDA EM 2013




 Com a participação de mais de 200 pessoas, durante os dois dias, a 2.ª edição do Seminário Latino Americano de Suprimentos e Serviços para Aviação, que aconteceu em São Paulo na última terça e quarta-feiras (dias 23 e 24 de abril), foi considerada um sucesso pelos organizadores. “As palestras superaram as expectativas e o seminário mostrou que há espaço para um outro evento capaz de reunir em, rodadas de negócios, fornecedores e compradores de tecnologia e equipamentos”, disse Gledson Castro, diretor da 3H Soluções, empresa organizadora do LAASS.

Realizado no Expo Center Norte, o evento reuniu especialistas em prevenção de acidentes como Fernando Prado, do Seripa (Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos), Fernando Franklin Correia, gerente da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) na área de segurança operacional, representantes de companhias aéreas como Gol e TAM, que falaram dos cuidados com o meio ambiente na área de manutenção e os desafios enfrentados para seguir as normas. 

O LAASS é o único evento na América Latina que reúne especialistas em suprimentos para aviação comercial, geral e militar. A proposta é oferecer oportunidade de network e atualização técnica para um segmento que movimenta US$ 1,5 bilhão em importação de peças em todo continente (dados de 2010).

No ano passado, o Seminário LAASS, evento que vem ocupar um espaço importante no debate a respeito da indústria aeronáutica e na aproximação de fornecedores e compradores, tratou de temas como melhores práticas em manutenção aeronáutica e handling como ferramentas de competitividade.

O evento contou com o apoio institucional da ANAC, IATA, FIESP, JURCAIB (Junta de Representantes das Companhias Aéreas Internacionais do Brasil), SNEA (Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias), ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral). E mais, Gol Linhas Aéreas, Swissport, TAM, Porsche Consulting e Aerosafety. 

Fernando Franklin Correia, da ANAC, abre o LAASS 2013 hoje pela manhã em São Paulo; evento vai até amanhã com os temas segurança operacional e ambiente sustentável em aviação
A segunda edição do LAASS (Latin American Aviation Supply & Services) começou hoje (23/04) pela manhã em São Paulo. A abertura ficou a cargo de Fernando Frankflin Correia, gerente da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) na área de segurança operacional. Correia mostrou o que a agência vem fazendo para a prevenção de acidentes e como o conceito de segurança operacional na aviação se desenvolveu ao longo dos anos.
O LAASS 2013 vai até amanhã, quarta-feira, no Expo Center Norte, em São Paulo (Pavilhão Amarelo – Auditório C), e, além da ANAC, conta com a participação das companhias aéreas Gol e TAM e da Porsche, trazendo a experiência em excelência operacional do setor automotivo para a aviação. Em pauta, logo no primeiro dia, o assunto será Segurança Operacional. Já no segundo, Ambiente Sustentável. O evento tem entrada franca para profissionais do setor.
O LAASS é o único evento na América Latina que reúne especialistas em suprimentos para aviação comercial, geral e militar. A proposta é oferecer oportunidade de network e atualização técnica para um segmento que movimenta US$ 1,5 bilhão em importação de peças em todo continente. (dados de 2010).
Hoje, na parte da tarde, os temas vão girar em torno da RBAC 145, a regulamentação da ANAC sobre manutenção de aeronaves. Amanhã entra em cena a questão do Ambiente Sustentável, com a apresentação da Gol de alguns projetos implantados com sucesso na empresa e que minimizam os impactos causados no meio ambiente pelas atividades de manutenção. Em seguida, a Porsche, com a contribuição do setor automotivo para a aviação em termos de excelência operacional e, na parte da tarde, duas palestras da TAM. A área de manutenção da companhia aérea vai apresentar os temas “Visão geral e integração do gerenciamento de manutenção aeronáutica com os Sistemas da Qualidade e Sistemas de Gerenciamento da Segurança Operacional” e “O desafio de aumentar a produtividade e melhorar a segurança operacional”.
No ano passado, o LAASS, evento que vem ocupar um espaço importante no debate a respeito da indústria aeronáutica e na aproximação de fornecedores e compradores, tratou de temas como melhores práticas em manutenção aeronáutica e handling como ferramentas de competitividade.

O evento conta com o apoio institucional da ANAC, IATA, FIESP, JURCAIB (Junta de Representantes das Companhias Aéreas Internacionais do Brasil), SNEA (Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias), ABAG (Associação Brasileira de Aviação Geral). E mais, Gol Linhas Aéreas, Swissport e TAM.

Mais informações e inscrições em www.laass.com.br
fonte/Egom Assessoria de Imprensa
Jornalista responsável: Marcela Matos

CONGRESSO DOS EUA APROVA LEI PARA REDUZIR ATRASOS DE VOOS

Preocupado com a reação dos passageiros, o Congresso norte-americano restabeleceu nesta sexta-feira (26) os créditos para os serviços de controle aéreo no país, que desde domingo teve que reduzir seus efetivos, provocando atrasos em milhares de voos.

A Câmara de Deputados aprovou por ampla maioria uma proposta adotada na quinta-feira (25) pelo Senado. O presidente Barack Obama deve promulgá-la rapidamente.

A Autoridade Federal da Aviação (FAA) não informou de imediato quando será restabelecido o horário inicial dos voos.
 "Será uma boa notícia para as pessoas que viajam nos Estados Unidos", declarou o Jay Carney, porta-voz da Casa Branca, pouco antes da votação.

Milhares de voos sofreram atrasos desde segunda-feira nos Estados Unidos devido à redução do pessoal nos aeroportos como consequência dos cortes automáticos dos gastos.

Devido aos cortes federais, a FAA foi obrigada a impor até onze dias de desemprego parcial às equipes dos aeroportos, incluindo alguns controladores aéreos.

Para garantir a segurança dos voos, os intervalos entre os pousos e decolagens foram ampliados.

fonte/FP/G1

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POSSÍVEIS RESTO DE AVIÃO DO 11 DE SETEMBRO SÃO ENCONTRADOS EM NOVA YORK

Polícia isolou a região após receber uma ligação de proprietários de prédio.
Peça tem número de identificação de Boeing.


Os restos de um avião que poderiam pertencer a uma das duas aeronaves que se chocaram há 11 anos contra as Torres Gêmeas de Nova York foram achados perto do marco zero, local dos ataques, informou a polícia americana nesta sexta-feira (26).

A descoberta foi feita na quarta-feira por operários que inspecionavam a parte traseira do edifício 51 Park Place. A peça, que parece um trem de pouso e em que se pode ver com clareza um número de identificação da Boeing, tem cerca de 1,5 x 0,90 metro. A engrenagem havia ficado presa um andar acima do solo. Acionada, a polícia isolou a área.

Quase 12 anos depois dos atentados com aviões sequestrados, que derrubaram as torres gêmeas do WTC e mataram quase 3.000 pessoas, as autoridades continuam encontrando destroços do ataque e identificando restos humanos.

Segundo a agência Associated Press, a polícia fará uma investigação completa para decidir se realiza uma busca por possíveis restos humanos na região. 

Imagem fornecida pela polícia de Nova York mostra possível engrenagem de avião do 11 de setembro (Foto: AP)Imagem fornecida pela polícia de Nova York mostra possível engrenagem de avião do 11 de setembro (Foto: AP)
 
fonte/EFE/G1

TAP JÁ USA AEROPORTO DE BEJA PARA SETACIONAR E FAZER MANUTENÇÃO

A TAP Manutenção e Engenharia começou hoje a usar o aeroporto de Beja para estacionar aviões de clientes seus e realizar intervenções de preservação ou manutenção, no âmbito de um acordo com a ANA - Aeroportos de Portugal.
As operações da TAP começaram hoje com um avião Airbus 330, de um cliente da transportadora aérea nacional, que aterrou às 10:45 e que deverá ficar entre "dois a três meses, no mínimo", estacionado no aeroporto de Beja, disse à agência Lusa o director da infra-estrutura aeroportuária alentejana, Pedro Beja Neves.

Durante aquele período, técnicos da TAP Manutenção e Engenharia, que tem um escritório e duas oficinas no aeroporto de Beja, vão realizar "trabalhos de preservação e, porventura, alguma manutenção de linha" do avião, explicou.

A ANA - Aeroportos de Portugal está "muito satisfeita" com o arranque das operações da TAP Manutenção e Engenharia no aeroporto de Beja, sobretudo com "uma aeronave tão importante", disse Pedro Beja Neves.

Trata-se de uma operação que a ANA "ansiava há muito tempo" e pela qual tem vindo "a lutar muito" e surge na sequência de um acordo assinado entre as duas empresas em setembro de 2011, frisou.

"Esperemos que tudo corra bem e que a TAP e os seus clientes procurem cada vez mais o aeroporto de Beja para estas soluções", disse, referindo que o segundo avião, no âmbito das operações da TAP, deverá chegar à infra-estrutura aeroportuária alentejana durante a primeira quinzena do próximo mês.

"É determinante para o desenvolvimento do aeroporto de Beja que estas operações [da TAP Manutenção e Engenharia] se mantenham e corram bem", frisou, referindo que a manutenção de aviões "é um negócio que interessa cativar" para o aeroporto de Beja.

A ANA está convicta de que a indústria aeronáutica "pode vir a ser um grande vetor de desenvolvimento" do aeroporto de Beja, sublinhou, referindo que o início das operações da TAP Manutenção e Engenharia "é a prova disso".

O acordo entre a ANA e a TAP inclui o aluguer, pela unidade de manutenção e engenharia da transportadora aérea nacional, de espaços para estacionar aviões no aeroporto de Beja, onde serão alvo de intervenções de preservação ou manutenção.

Segundo disse à Lusa fonte da TAP, o estacionamento dos aviões no aeroporto de Beja acontecerá sempre que não haja espaço disponível no complexo industrial da TAP na sua base operacional em Lisboa.

Os espaços irão "funcionar como áreas de apoio nas acções de manutenção de linha", ou seja, "similares às que são efectuadas em escala, à chegada e antes da partida dos voos", e nos trabalhos de preservação, "necessários sempre que uma aeronave esteja sujeita a uma imobilização prolongada", explicou a fonte.

"A falta de espaço é um fenómeno que ocorre em todos os aeroportos a nível mundial", disse Pedro Beja Neves, referindo que a ANA tem que "optimizar" a rede de aeroportos que tem em Portugal "na procura das melhores soluções" para os seus clientes e "é nesse âmbito que o aeroporto de Beja está a servir como palco" para operações da TAP Manutenção e Engenharia.

fonte/foto/ JornalDeNegocios

APÓS VISITA LUCIANO HUCK DIZ QUE SENTE ORGULHO DA EMBRAER

O apresentador Luciano Huck informou nesta sexta-feira (26) que sente orgulho da Embraer - fabricante nacional de aviões que é considerada uma das maiores do mundo. 

A declaração, dada por nota por meio da sua assessoria de impresa, ocorreu após visita à empresa que tem sede em São José dos Campos, no interior de São Paulo, realizada na tarde de quinta-feira (25).
A visita ocorreu no fim da tarde. Antes, o apresentador cumpriu agenda em Parapuã (SP) – cidade distante cerca de 640 quilômetros de São José dos Campos.

Funcionários comentaram nas redes sociais que durante a visita o apresentador tirou fotos e atendeu os fãs. Um pouco mais tarde, às 21h, em sua página oficial do Facebook, Luciano Huck comentou a visita na cidade. “Em casa, Ufa. Só hj estive no Rio de Janeiro, Presidente Prudente, Oswaldo Cruz, Parapuã & São José dos Campos. Cansativo, mas mega produtivo’. O comentário teve mais de 62 mil curtidas e 7 mil comentários. Huck tem mais de 9 milhões de seguidores em sua página oficial.
 
Avião
A suspeita é de que o apresentador esteja interessado em comprar um avião, mas a assessoria de imprensa de Huck informou apenas que ele foi conhecer a linha de montagem da Embraer. “E como amante da aviação e brasileiro saiu orgulhoso de ver in loco uma empresa brasileira com este nível de tecnologia e estrutura”, informou a assessoria ao G1. A Embraer foi procurada, mas não comentou o assunt
o.

fonte/G1

AVIÃO SOFRE PANE AO ATERRISAR NO AEROPORTO DE FIGUEIRÃO, MATO GROSSO DO SUL


Segundo as primeiras informações o avião cai próximo à cabeceira da pista de pouso, apenas o piloto sofreu pequenas escoriações.

Fomos informado que havia dois passageiros com o piloto, um dos passageiros esta em observação no hospital municipal, o outro estão bem.

Um dos passageiro informou que no aterrizar o aparelho aparentemente apresentou uma pane, que provocou sua queda.

Conforme as informações no site da ANAC - Agência Nacional de Aviação Civil o avião consta no nome de Waldo Alfredo da Costa - PT-CDI.

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fone/foto/Accinópolis.com/CorreioNews 

GOL FIXA AÇÃO DA SMILES S.A. EM R$ 21,70

A Gol informou hoje que concluiu o processo de coleta de intenções de investimento relativo à oferta pública de distribuição primária de ações ordinárias de emissão da Smiles S.A., que teve o preço por ação fixado em R$ 21,70. Foram emitidas 46.376.811 ações, em um total de R$ 1 bilhão. Como havia informado anteriormente, a General Atlantic subscreveu R$ 400 milhões em ações da Smiles S.A., que serão liquidadas no âmbito da oferta.

Aproximadamente R$ 953,6 milhões, que representam os recursos líquidos obtidos após deduzidas comissões e despesas da oferta (quantia que pode ser aumentada em até R$120 milhões, caso venham a ser emitidas as ações do lote suplementar), serão utilizados pela Smiles para a compra antecipada de passagens aéreas da VRG Linhas Aéreas S.A., subsidiária da companhia, a uma taxa de desconto sobre o custo da passagem de 140% a 150% do CDI. A Gol estima que a referida compra e venda de passagens seja concluída nos próximos 30 dias.

A Gol outorgou à General Atlantic (ou à outra pessoa por ela designada) uma opção de compra de ações de emissão da Smiles de propriedade da companhia, que poderá ser exercida por um período de 12 meses contados da liquidação financeira da oferta. A General Atlantic terá a opção de adquirir até R$ 80 milhões em ações da Smiles, no mesmo preço por ação apurado na oferta, corrigido entre a data da liquidação financeira da oferta e a data de exercício da opção com base na variação do CDI.

fonte/PanRotas

GOL FAZ TESTE PARA AGILIZAR PROCESSO DE EMBARQUE


Processo de embarque  direto pelo smartphone também faz parte do projeto (foto divulgação)
Processo de embarque direto pelo smartphone também faz parte do projeto (foto divulgação)
 
A Gol iniciou mais uma fase do projeto Fast Travel. Desta vez o foco é o embarque. Para agilizar o processo, a empresa criou uma nova organização de fila que prevê uma entrada para o embarque prioritário (gestantes, idosos, pessoas com crianças de colo, clientes Smiles Ouro e Diamante) e outra para os demais clientes. Além disso, o projeto contempla o estudo de embarque por grupos de clientes, de acordo com a disposição dos assentos na aeronave.

“Todo o projeto Fast Travel tem o objetivo de melhorar o fluxo dos passageiros pelo aeroporto, desde o atendimento de check-in até o desembarque. Nesta fase, do embarque, nossa prioridade é agilizar a o atendimento e acomodação dos clientes no avião, o que, por consequência, diminui o tempo do processo e, principalmente, nos permite oferecer uma experiência de viagem ainda melhor”, destaca o diretor de Aeroportos da Gol, André Lima.

Aumento do número de totens de autoatendimento e a possibilidade de realizar o processo direto pelo smartphone também fazem parte do projeto.

CORTE DE CUSTOS
Para reverter o prejuízo do último ano (R$ 1,5 bilhão, R$ 300 milhões a mais que o da Tam), a Gol está implantando, segundo a revista Exame que está nas bancas, uma série de cortes radicais de despesas, que incluiriam: água (gratuita) em menor quantidade para os passageiros (mas o suficiente para a demanda usual, segundo a empresa); substituição dos manuais de voo de papel por computadores; instalação de poltronas mais leves (tudo isso para tirar peso do avião e consumir menos combustível); diminuição em 30% no tamanho do bilhete; mais quiosques de autoatendimento (e menos 10% de despesas com pessoal); tripulação não recebe mais comida em todos os voos; menos água, em alguns voos, no sistema de descarga; descidas mais bruscas das aeronaves; e desligamento do reversor das turbinas, que ajuda o avião a frear, nas pistas maiores. A reportagem da Exame ouve especialistas e detalha todo o projeto de cortes, um dos mais ambiciosos na história da
aviação brasileira. 
 
fonte/foto/PanRotas

SUPERJET 100 ENTRA NOS CÉUS DA AMÉRICA LATINA




Sukhoi Superjet 100, Mexico

RIA Novosti

O projeto russo Superjet 100 está compensando uma série de perdas de prestígio causadas por acidentes aéreos com esta aeronave. O aperfeiçoamento de alguns blocos e agregados veio aumentar a sua competitividade em mercados externos. A companhia aérea mexicana Interjet pretende comprar 20 engenhos desta série até ao fim de 2014.

De acordo com o presidente da companhia, José Alvarez, os investimentos para a aquisição irão superar 1 bilhão de dólares. O contrato será implementado mediante créditos bancários concedidos pela Itália, França e a Rússia. Os primeiros lotes serão fornecidos já em maio de 2013. O último avião será entregue ao México em dezembro de 2014.
O aumento do parque de aviões da Interjet vem abrindo excelentes perspetivas perante a companhia aérea mexicana. A aquisição de novos Superjet tornará possível a criação de 80 rotas tanto internas como externas. Planeja-se, por exemplo, abrir novas rotas com destino aos EUA e à Colômbia.
Trata-se de um projeto muito interessante para ambas as partes, afirma em entrevista à Voz da Rússia Oleg Panteleev, diretor do Serviço Analítico da agência Aviaport.

“A companhia mexicana, em vias de crescimento, precisa de uma aeronave desse tipo. O novo avião convém-lhe pelas características apresentadas pela empresa fabricante. Há que referir ainda dois aspetos essenciais: os prazos de entrega, que devem ser respeitados na íntegra, e a segurança do avião, de acordo com as especificações indicadas pela empresa produtora”.

Deste modo, o Superjet 100 irá substituir as aeronaves A320 por motivos econômicos: os aviões russos consomem menos 15% do combustível que os concorrentes. Embora o México não desista de produtos do consórcio Airbus, os engenhos russos preencherão uma lacuna existente no mercado mexicano, por serem mais adaptados para o uso em zonas montanhosas com elevadas temperaturas e em rotas aéreas superiores a 1000 km de extensão. A direção da Interjet espera contar com a elevada intensidade de voos que os aviões russos poderão suportar.

Da cooperação com o México dependerá ainda o futuro destino do avião russo no mercado internacional. Como se sabe, uma série de acidentes levou à correção dos planos de alguns potenciais consumidores. Mas os especialistas estão convencidos de que o novo engenho será capaz de superar este período difícil, podendo atrair a atenção de muitos clientes, frisou o diretor-geral da Aliança de Tecnologias Aéreas, Viktor Pryadka.

“O avião será útil para outras companhias, se forem realizados oportunamente os aperfeiçoamentos necessários. Devido aos motores econômicos e aos componentes importados, o Superjet será capaz de fazer concorrência nos mercados do México e de alguns outros países”.
Se atual projeto for um sucesso, os novos contratos serão concluídos já em breve. Apesar de o mercado estar saturado, o avião russo não tem muitos concorrentes e continua no foco das atenções de países do sudeste asiático. Mas nessa zona, muita coisa dependerá da política de marketing da empresa Sukhoi. Os especialistas farão tudo para que o projeto seja bem-sucedido.

fonte/VozDaRussia

CUBA ITENSIFICA CONTATOS COM O RAMO AERONÁUTICO



aviação

RIA Novosti

A empresa russa Ilyushin Finance deverá fornecer a Cuba, até ao fim do primeiro semestre, um lote de três aviões russo-ucranianos An-158. A primeira aeronave, nos quadros do respectivo contrato, pousou na Ilha de Liberdade em 23 de abril do ano corrente.

Os peritos qualificam o evento como marcante, já que a companhia aérea Cubana passou a ser o primeiro destinatário deste tipo de avião. O contrato se efetua pelo esquema específico que simplifica as contas entre ambas as partes. Uma forma idêntica de relacionamento será aplicada na comercialização de aeronaves Sukhoi Superjet nos países do Sudeste asiático.

Cumpre notar que o An-158 russo-ucraniano de curto percurso, é um dos projetos mais recentes a cargo da empresa ucraniana Antonov. Os dois terços de seus componentes foram produzidos pelas empresas russas. A responsabilidade por fornecimentos foi assumida pela Ilyushin Finance Co (IFK, sigla russa) que, desde os finais dos anos 90, continua sendo o principal fornecedor de aviões russos para os mercados estrangeiros. Deste modo, a aeronave russo-ucraniana tem beneficiado de um apoio sólido da parte da empresa de exportações. Para realizar a venda foi convidado um intermediário – a empresa panamenha South America Aircraft Leasing (SAAL), o que significa que o contrato deixou de gozar de garantias públicas. A partir daí, os compromissos estarão sob a alçada da SAAL, recordam peritos. Tal mecanismo é conveniente para todos, pelo que Cuba, à semelhança de outros Estados, tinha desistido de garantias do gênero estatais. A companhia russa poderá, através do novo esquema, receber mais depressa o IVA, o que vem otimizando as despesas, disse à Voz da Rússia, o vice-diretor da companhia de investimentos Region, Anatoli Khodorovsky:
"Neste caso a Ilyushin Finance tem revelado uma flexibilidade em relação aos esquemas leasing que permitem superar certas dificuldades. A empresa russa atua como uma companhia de leasing normal, o que simplificará e tornará mais barato a captação de investimentos em negócios como este."
Como é óbvio, tal mecanismo permitirá à IFK financiar contratos relacionados com outra aeronave – Sukhoi Superjet 100. Em breve será coordenado o contrato de venda de 15 aviões às companhias aéreas da Indonésia e de Laos. A lista de parceiros poderá vir a ser alargada, constata o diretor-geral da empresa de consultaria Informost, Boris Rybak.

"Tal roteiro será concretizado sem falta. Quanto mais potencialidades tiverem clientes, tanto mais será o volume de vendas. O atual esquema é generalizado e eficiente para companhias diversas."
Se falar da vertente cubana, para a ilha, em 2013, serão fornecidos mais dois An-158, cada um a preço de 30 milhões de dólares. Assim, a soma total do contrato ultrapassa 100 milhões de dólares e, na melhor das hipóteses, Havana poderá comparar mais três aviões. As respectivas conversações poderão ser concluídas já no verão de 2013, visando à aquisição de três aeronaves Il-96, de longo percurso, para além de outros três comprados nos meados dos anos 2000.

A companhia Cubana de Aviación (Cubana) costuma comparar aviões de marcas Iak e Il às empresas russas, outrora soviéticas. Nesta fase, a Cubana tem vindo a modernizar seu parque de máquinas aéreas, mas não pretende desistir de aviões e equipamentos russos. Isto nada tem a ver com as sanções dos EUA. É mais uma questão de hábito e de preço, considera Anatoli Khodorovsky.
"Qualquer dia, as sanções serão anuladas e, na luta concorrencial sobreviverá o mais forte. A Rússia tem efetuado as vendas bonificadas e nós empenhamo-nos no processo de financiamento. Claro que a companhia aérea que usa os nossos aviões terá sempre certos privilégios. Não sabemos se tais preferências possam oferecer a Boing ou a Airbus."

O primeiro voo interno da aeronave An-158 de fabrico russo-ucraniano terá lugar em maio, no âmbito do horário regular. No futuro, são planejados voos internacionais – para a zona balneária de Cancún e a República Dominicana. Desta forma, os voos serão regulares, o que reforçará as posições de Cuba no mercado de transportes aéreos regionais, salientam peritos.

fonte/VozDaRussia

ANTES DE DECOLAR, POP É ADVERTIDA PELA ANAC E VAI SER NOTIFICADA PELO PROCON

Uma nova empresa aérea com promessa de passagens para voos domésticos e internacionais a partir de R$ 79 foi advertida pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e será notificada pelo Procon antes mesmo de levantar o primeiro voo. É a Pop Brasil Linhas Aéreas, que estava anunciando passagens em seu site. O problema é que ela não tem autorização para fazer os voos que promete. Portanto, não poderia fazer publicidade das vendas dessas frequências.
 "Ela [Pop] foi oficiada pela Anac para que as vendas sejam encerradas. Caso não encerrem, a empresa pode ser autuada. Uma companhia aérea só pode iniciar a comercialização de passagens aéreas, tanto domésticas quanto internacionais, quando há hotran [horário de pouso e decolagem] aprovado", informou a Anac.

Após receber ofício da Anac, a Pop mudou o site na terça-feira desta semana. Retirou o banner da promoção de passagens a partir de R$ 79, com início de operação em 25 de maio, mas manteve a oferta de rotas para trechos como São Paulo-Porto Seguro (R$ 149), Belo Horizonte-Natal (R$ 299) e Orlando-São Paulo (R$ 1.299).

O proprietário da Pop, o empresário mineiro Paulo Almada, filho do ex-deputado federal Paulo Marcos Almada de Abreu (PMDB/MG), afirmou que se um consumidor simular uma compra de passagem ela não será concluída.

"Para nós configura uma propaganda enganosa porque induz o consumidor a uma compra que não é concluída porque a empresa não tem autorização", afirmou o diretor de fiscalização do Procon-SP, Márcio Marcucci. Segundo ele, a Pop será notificada e será aberto um processo interno no Procon que poderá culminar em multa de até R$ 7 milhões.

"Essa alegação [que a venda da passagem não é concluída] não exime a companhia da infração, por parte da Anac, pois registramos o anúncio das vendas abertas e a exploração do serviço sem estar autorizada.", disse a Anac.

De 2009 a 2012, sete companhias aéreas tiveram suas concessões cassadas ou encerraram suas atividades, segundo levantamento da Anac. São elas a Platinum, a BRA, a Rico, a Skymaster, a Air Minas, a Beta e a Cruiser.

Segundo a agência, a Pop entrou com pedido para a certificação de empresa de transporte aéreo (ETA) no ano passado. A empresa só poderia iniciar a venda de passagens aéreas após obter os horários de pouso e decolagem, os chamados hotrans, que por sua vez podem ser solicitados somente após a obtenção da concessão (ETA).

Almada afirmou que a Pop Brasil é o novo nome fantasia da Whitejets, empresa de voos fretados, "por causa de uma troca de acionistas", na qual ele estaria assumindo o controle. Segundo ele, por isso, poderia haver a venda de passagens. "Não pode haver comercialização de passagens com um nome fantasia não registrado na Anac", afirmou a Anac.

A diretora do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Graziella Baggio, diz que a Whitejets, com cerca de 150 funcionários, não deposita o FGTS há 19 meses. E o salário de março, acrescenta ela, está com 30 dias de atraso. Almada nega que as parcelas de FGTS estão em atraso e afirma que até o fim desta semana vai pagar os salários. Ele disse ter investido mais de R$ 5 milhões na empresa do "próprio bolso".

fonte/ValorEconomico

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AVIÃO ATROPELA ÍNDIO NA ÚLTIMA SEGUNDA-FEIRA (22)

Um avião monomotor da Empresa Tucano Táxi Aéreo atropelou e matou o índio Jaquesson Alves, de 13 anos, antes da decolagem em uma aldeia indígena da tribo Marubus, no Vale do Rio Javari, Sudoeste do Amazonas, na última segunda-feira (22). O adolescente teria atravessado a pista quando a aeronave fazia o procedimento.

Os ocupantes do monomotor, entre eles dois médicos que realizavam atendimentos voluntários na aldeia, foram resgatados do local por um helicóptero da Força Aérea Brasileira (FAB) na noite de terça-feira (23) e levados para Cruzeiro do SUL (AC).

As informações são do piloto Ludwig Barbary Pedroza. “Eu não tive visualização de ninguém na pista, fomos surpreendidos pelo impacto. A gente estava próximo da decolagem numa velocidade de 120 km/h aproximadamente. A aeronave saiu da pista e entrou um pouco na mata ficando sem condições de funcionar. Quando saímos do avião encontramos o adolescente, os médicos ainda tentaram reanimá-lo, mas sem sucesso”, narra.

 m indígena que dava suporte aos médicos estava na aeronave. Segundo o piloto, não houve qualquer reação da comunidade indígena que entendeu a fatalidade. “Os outros colegas da vítima falaram que três deles correram para a pista na hora da decolagem, os outros dois se abaixaram”, relata Barbary. 

Os ocupantes da aeronave não sofreram qualquer ferimento. O ortopedista Ricardo Afonso Ferreira e o oftalmologista Paulo Junqueira de Melo retomaram a expedição na manhã desta quarta-feira (24). Segundo a Secretaria Especial de Saúde Indígena, os profissionais estão realizando um trabalho de triagem para a realização de um mutirão de cirurgias.

Na mesma missão de resgate foram enviados técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) para apurar as causas do acidente.

fonte/G1

FAB CRIA CAMPANHA PARA PEDIR A CONCLUSÃO DO PROGRAMA F-X2

Rafale Divulgação

A FAB (Força Aérea Brasileira) lançou uma campanha institucional para reforçar a necessidade de definição do programa F-X2, que irá modernizar a frota de caças supersônicos da Aeronáutica.

Com páginas e arquivos disponibilizados no site da FAB (www.fab.mil.br), a campanha tem dois objetivos: mostrar o tamanho do território sob a responsabilidade dos militares (22 milhões de km²) e chamar a atenção para a necessidade da compra dos caças.

A ‘novela’ para a modernização da frota de caças da FAB, com a compra de 36 novos aviões, se arrasta desde a década de 1990. O valor do contrato é estimado em R$ 10 bilhões.

Participam da concorrência a empresa francesa Dassault, com o caça Rafale, a sueca Saab, com o Gripen, e a norte-americana Boeing, com o F-18 Super Hornet.
A definição é acompanhada com ansiedade por empresas da Região Metropolitana do Vale do Paraíba, em especial a Embraer. Elas podem se tornar fornecedoras e parceiras da companhia vencedora do certame.

Informação. Segundo o tenente coronel Adolfo Aleixo, do Cecomsaer (Centro de Comunicação Social da Aeronáutica), a campanha não tem o caráter de ‘acelerar’ o processo de compra dos caças, cuja decisão está nas mãos da presidente Dilma Rousseff (PT).
Os militares informaram que a página foi colocada no ar apenas com o intuito de “informar” e “chamar a atenção” do público para as atividades da Aeronáutica.

Área. A campanha informa que a FAB é responsável pela defesa aérea, controle e salvamento do território e da costa do Brasil, que somam 12,077 milhões de km².
Além disso, os militares operam em serviços de controle, busca e salvamento em uma área internacional, no oceano, de 9,922 milhões de km².
Nas entrelinhas, segundo especialistas, a campanha deixa transparecer a tentativa de a FAB “ganhar pontos” com a opinião pública e “aparecer” tanto quanto as outras duas forças militares, o Exército e a Marinha, que seriam “mais populares” do que a FAB.
Na avaliação do pesquisador de assuntos militares Expedito Bastos, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG), a FAB não tem do que reclamar.
“Ela está sendo beneficiada com o projeto do KC-390 \[cargueiro em desenvolvimento pela Embraer\], que vai ser muito mais importante para a FAB do que os caças, pois ela é essencialmente uma força de transporte”, afirmou Bastos.

Escola de sargentos tem vagas
São José dos Campos

A FAB (Força Aérea Brasileira) abriu inscrições para o curso de formação de sargentos na Escola de Especialistas de Aeronáutica, em Guaratinguetá.
Os candidatos, que devem ter ensino médio completo, mais de 17 anos e menos de 25 anos até 2014, podem se inscrever até as 15h do dia 9 de maio.
São 542 vagas distribuídas entre 16 especialidades, como mecânica de aeronaves, comunicações e controle de tráfego aéreo.
Algumas delas só podem ser preenchidas por homens. Outras, por ambos os sexos.
As inscrições devem ser feitas por meio da internet, no site www.eear.aer.mil.br. A taxa é de R$ 60.
O candidato aprovado receberá uma ajuda de custo da FAB no valor bruto de R$ 813,60, além de alojamento, fardamento e alimentação.
O concurso inclui prova de língua portuguesa, inglês, matemática e física, além de testes físicos e psicológicas.
A prova será aplicada em 7 de julho em 14 localidades, entre elas São José dos Campos.
O curso de sargentos tem duração de dois anos.

SAIBA MAIS
F-X2
Programa de modernização da frota de caças da FAB (Força Aérea Brasileira)

Compra
O governo federal pretende comprar 36 novos caças supersônicos para o país, ao custo estimado de R$ 10 bilhões

Concorrência
Três empresas concorrem para fornecer os caças: a francesa Dassault, com o caça Rafale, a sueca Saab, com o modelo Gripen, e a norte-americana Boeing, com o F-18 Super Hornet

Decisão
O governo protela a compra dos caças desde o governo Fernando Henrique Cardoso. A expectativa é que a decisão do modelo seja definida ainda em 2013

Campanha
Na internet, a FAB começou uma campanha para informar a população sobre o território que está sob a sua responsabilidade, além de citar o F-X2.

fonte/OVale

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