domingo, 14 de março de 2010

EMBRAER NA EXPODIRETO COTRIJAL




São José dos Campos  -Entre os dias 15 e 19 de março, a Embraer participará da 11ª edição da Expodireto Cotrijal . A feira agrícola internacional é realizada anualmente no município de Não-Me-Toque, no Estado do Rio Grande do Sul, a 280 km da capital gaúcha. A Embraer ocupará um estande na esquina da Rua 2 com a Avenida C e exibirá o avião Ipanema a etanol no evento.

“A Expodireto Cotrijal é uma das maiores exposições de agronegócios do Brasil e uma importante oportunidade para mostrarmos a nossa aeronave Ipanema, campeã de vendas do setor no País”, disse Fábio Bertoldi Carretto, Gerente Comercial da Embraer para a aeronave Ipanema.

O Ipanema é líder no mercado de aviação agrícola no Brasil, com cerca de 75% de participação. São quase 40 anos de produção ininterrupta e mais de mil unidades entregues. A aeronave é muito versátil, sendo utilizada na pulverização de defensivos, combate a incêndios e reboque de planadores, entre outras aplicações.
A versão etanol começou a ser produzida em 2005 e atualmente representa 25% da frota em operação. O Ipanema é a primeira aeronave produzida em série no mundo certificada para voar com etanol, combustível mais barato que a gasolina de aviação e com menor impacto sobre o meio ambiente.

A Região Sul, um dos pólos da agricultura de precisão no Brasil, abriga a feira agrícola desde o ano de 2000, atraindo pessoas e empresas de diversas regiões. Segundo os organizadores, a última edição contou com a participação de 326 expositores e recebeu 162 mil visitantes, gerando negócios da ordem de R$ 350 milhões.

fonte/foto/Embraer/Divulgação

AVIAÇÃO AGRÍCOLA É ALTERNATIVA EFICAZ NO COMBATE À DENGUE

Sindicato das empresas do setor quer utilizar contra o Aedes aegypti a mesma técnica que, nos anos 70, acabou com surto de encefalite no litoral paulista. Sindag ainda espera autorização do Ministério da Sáude.

Com a chegada do verão, a preocupação com as doenças endêmicas, provocadas por mosquitos, como o Aedes Aegypti, transmissor da dengue, cresce. O inseto prolifera-se principalmente dentro ou nas proximidades das habitações, em locais com acúmulo de água limpa. Uma solução eficaz para o problema existe. Há anos, o Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) vem demonstrando preocupação com o caso. Já lançou propostas ao Ministério da Saúde elencando as vantagens em utilizar as aeronaves agrícolas para o combate do transmissor. Acompanhe no texto abaixo as tratativas.

Mais de um ano se passou e o Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) ainda aguarda uma resposta do Ministério da Saúde sobre a proposta de testar o uso de aviões no combate ao mosquito Aedes aegypti. Segundo o presidente do Sindag, Júlio Kämpf, a expectativa era de que houvesse um sinal verde do Ministério para se testar a técnica no surto ocorrido no começo de 2009 em alguns estados, principalmente na região nordeste. “Temos plena confiança em um teste com resultado positivo. Isso nos credenciará para, em seguida, adotar a técnica em larga escala”, complementa. O assunto foi, inclusive, debatido no Congresso Nacional de Aviação Agrícola (Congresso Sindag), realizado em junho do mesmo ano, em Cuiabá (MT).

A ideia do sindicato é aplicar no Brasil uma técnica utilizada há mais de 30 anos na Hungria, nos Estados Unidos, em Cuba, na Colômbia, além de outros países. E que não é novidade por aqui. “Em 1975, o uso de aviões foi responsável pela extinção dos focos de mosquitos culex na região da Baixada Santista, em São Paulo”, explica o assessor técnico do Sindag, engenheiro agrônomo Eduardo Araújo. Na época, com três aplicações em quatro semanas, a estratégia acabou com um surto de encefalite que assolava municípios como Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe. A técnica não traz danos ao meio ambiente, comprovadamente.

Araújo explica que, basicamente, os aviões aplicariam por cima das casas o mesmo inseticida atualmente pulverizado por terra, em bombas acopladas sobre caminhonetes (os chamados fumacês) ou por equipamentos portáteis presos às costas de funcionários da Vigilância Sanitária. “Com a vantagem de atingir facilmente as áreas nos fundos das propriedades, terrenos baldios com muro e pontos de banhado e áreas de águas paradas afastadas das vias públicas (onde os fumacês muitas vezes não alcançam). Isso além do fator velocidade, já que, com o avião, os mosquitos não têm tempo de fugir da nuvem de produto.” Outra vantagem adicional da rapidez é o tratamento de mais de quatrocentos quarteirões em apenas uma hora de voo explica o assessor técnico.

Segundo Júlio Kämpf, a principal preocupação do Sindag é o tempo necessário para montar uma ação-piloto, caso o governo federal resolva apostar na ideia. “Precisamos de pelo menos três meses. Temos de preparar o pessoal de terra, montar uma equipe de avaliadores, preparar o material de divulgação para explicar à população o que está acontecendo e até verificar se há no mercado produto suficiente para a pulverização contra o mosquito.”

Quanto aos avaliadores, a proposta é montar um grupo com biólogos, entomólogos (especialistas em insetos), médicos e até ecologistas, com técnicos do sindicato aeroagrícola e do Ministério da Saúde. A equipe se encarregaria de observar as condições antes e depois das aplicações, nas áreas testadas por avião e por equipamentos terrestres. Se o comparativo entre as aplicações terrestres e aéreas confirmarem a eficácia, como confiamos, teremos de articular uma ação em massa para 2011.

Rejeição

A ideia dos aviões x mosquitos foi descartada em 2007 pelo Ministério da Saúde, por meio da Nota Técnica 75. Entre outras coisas, o Ministério alegava pelo documento que a aviação só seria aconselhada em casos de epidemia. Depois dos 249 mil casos de dengue e 164 mortes pela doença registradas no primeiro semestre de 2008, o Sindag voltou a insistir na proposta, rebatendo com números os argumentos da Nota do Ministério.

Números reforçados ano passado pelo surto registrado na Bahia, que teve aumento de 270% no número de casos em relação a 2008. Pelo menos 25 pessoas morreram, segundo dados divulgados pela Secretaria de Saúde do Estado. De janeiro até a primeira semana de março do mesmo ano, por exemplo, foram notificados 21.407 casos da doença, contra 5.775 registrados no mesmo período de 2008.

Em 2010, a realidade não é diferente. De acordo com o Ministério da Saúde, os casos de dengue no Brasil registrados nas primeiras seis semanas desse ano cresceram 109% em relação ao mesmo período de 2009. Foram registrados 108,64 mil casos, contra 51,87 mil no ano passado.

“Tivemos uma audiência em maio de 2008, com o ministro Temporão, que convidou o Sindicato a participar de reunião do grupo técnico do Programa Nacional de Combate à Dengue.” O encontro ocorreu no mês de junho. “Expusemos nossos argumentos naquela reunião, o Comitê deliberaria posteriormente e uma resposta seria dada em breve. Ainda estamos no aguardo dela”, explica o presidente do Sindag, Júlio Kämpf.

Custo-Benefício

A confiança do Sindag em sua proposta de combate à dengue baseia-se principalmente no custo-benefício. Segundo levantamento do Ministério da Saúde, a aplicação de inseticida com equipamentos terrestres custa em média 19 centavos por residência. Valor que não leva em conta a aquisição dos equipamentos e dos veículos (o governo federal anunciou, no final de 2008, a compra de 270 nebulizadores costais motorizados, 200 kombis, 100 motocicletas, 40 pick-ups e 30 pulverizadores costais motorizados). Em contrapartida, o custo de aplicação por avião, conforme o Sindag, fica em 22 centavos por residência, sem necessitar a compra de equipamentos. “Some-se a isso as vantagens já mencionadas na extinção de mosquitos fora do alcance do equipamento terrestre”, pondera Araújo.

Diferente da aplicação em lavoura, na qual o avião faz voos rasantes e deixa atrás de si uma esteira branca de defensivos, na aplicação contra mosquitos o quadro é outro. “Enquanto na lavoura se voa a quatro metros do solo, na aplicação contra mosquitos o avião sobrevoa a cidade a uma altitude de 40 metros. Quando ao produto aplicado, ele é quase invisível a olho nu”, conta Júlio Kämpf. A dose de inseticida é da ordem de 400 mililitros de produto por cada 10 mil metros quadrados aplicado (aproximadamente um quarteirão).

A técnica de combate a dengue já foi demonstrada em agosto de 2008, no Congresso Sindag, ocorrido em Foz do Iguaçu, Paraná. Na ocasião, também foi feito o anúncio oficial do convênio entre a entidade e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para testar a aplicação, por aviões, de uso de inseticidas biológicos no combate a larvas de mosquitos. Neste caso, contra a malária e febre amarela. Entretanto, para o combate ao transmissor – mosquito adulto – da Dengue, ainda não há produtos biológicos disponíveis. “Há, porém, inseticidas químicos aprovados pelo Ministério da Saúde para essa finalidade”, relata Araújo.

De acordo com ele, a proposta do Sindag foi levada novamente ao Governo no último dia 17 de novembro, quando da reunião da Comissão Especial para assuntos de Aviação Agrícola, órgão interministerial que assessora o Governo federal, para traçar a política e diretrizes para o setor, presidida pelo Ministério da Agricultura. Agora espera-se um contato do Ministro da Agricultura com o Ministro da Saúde para remover os entraves para essa importante atuação da Aviação Agrícola.

Até o momento, não houve nenhuma resposta dos órgãos competentes. Enquanto isso, a doença prolifera-se em números assustadores e vitima cada vez mais pessoas em todo o território brasileiro. As informações são de assessoria de imprensa

Fonte/AguaBoaNews

AVIÃO FAZ POUSO DE EMERGÊNCIA NOS ESTADOS UNIDOS

Um avião da AirTran Airways aterrissou em segurança no Aeroporto Metropolitano Chattanooga, no Tennessee, EUA, após ser atingido por um raio, na tarde desta sexta-feira (12).

O voo FL-63 do Aeroporto Washington Dulles, em Washington DC para Atlanta, na Georgia, foi desviado para Chattanooga devido ao mau tempo em Atlanta, de acordo com um porta-voz da AirTran.

O piloto do Boeing 717-2BD, prefixo N949AT (foto), que levava 117 passageiros a bordo, pediu para realizar um pouso de emergência após ser atingido por um raio durante o desvio de rota. Foi por "excesso de cautela", segundo o porta-voz da companhia aérea.

O avião pousou em segurança às 16:13 (hora local) e nenhum dos passageiros ficou ferido. Todos eles desceram em segurança do avião. Cinco horas mais tarde, embarcaram em outro Boeing da mesma companhia, chegando a Atlanta com um atraso total de 8 horas.

O porta-voz da AirTran informou que o avião iria ser inspecionado pela equipe de manutenção antes de ser colocado de volta ao serviço.

O avião, chamado de "Magic 1" em homenagem ao time de basquete Orlando Magic, não transportava nesse voo a equipe, que utilizou um voo fretado naquele dia. De acordo com Trish Wingerson do Orlando Magic, a AirTran é patrocinadora do Magic e usa em alguns dos seus aviões o logotipo da equipe.

fonte/newschannel9.com / Aviation Herald/NoticiasSobreAviação

AEROPORTOS TÊM TRÁFEGO INTENSO PARA PLATAFORMAS

A cada cinco minutos, os alto-falantes do aeroporto anunciam o próximo voo. Os destinos, porém, não são cidades, mas códigos alfanuméricos, como P-48 ou SS-73. O ritmo do embarque é rápido, mas insuficiente para desafogar o saguão, lotado já nas primeiras horas da manhã por centenas de homens de várias nacionalidades. Conta-se nos dedos o número de mulheres no local.

A cena repete-se todos os dias no saguão reservado à Petrobrás no Aeroporto de Macaé, principal ponto de partida para as sondas e plataformas petrolíferas da Bacia de Campos. São seis guichês de companhias de táxi aéreo que movimentaram, em janeiro, 25.525 passageiros em 1.557 voos - números que contribuem para colocar Macaé, no Rio de Janeiro, à frente de aeroportos de algumas capitais, como Boa Vista e Palmas.

O crescimento das atividades na região e a descoberta do pré-sal levou a Petrobrás a promover mudanças em seu sistema de transporte aéreo. Primeiro, está realocando voos para desafogar Macaé e reduzir risco de acidentes. O Aeroporto de Cabo Frio, por exemplo, vai receber pousos e decolagens para plataformas localizadas mais ao sul da Bacia de Campos. Outras rotas serão deslocadas para a base de Cabo de São Tomé, mais ao norte.

A outra alteração diz respeito à frota de helicópteros, que precisará de aeronaves de grande porte. Seis já chegaram ao Brasil e outras seis são esperadas este ano. "Com o pré-sal, a Petrobrás passou a pedir helicópteros que transportem mais passageiros e tenham mais autonomia", conta o presidente da Líder Táxi Aéreo, Eduardo Vaz.

A empresa encomendou três modelos S-92, fabricado pela americana Sikorsky, que pode transportar até 22 pessoas. Sua frota dedicada ao segmento quase dobrou em cinco anos. No ano passado, a gigante americana Bristow comprou 42,5% do capital da Sikorsky, numa operação que envolveu US$ 180 milhões.

fonte/Estado de S.Paulo

ATR-42-550 DA CIMBER AIR FAZ POUSO DE EMERGÊNCIA NA SUÉCIA

O avião Aerospatiale ATR-42-500, prefixo OY-CIJ, da Cimber Air operando pela SAS (Scandinavian Airlines) foi obrigado a desviar para o Aeroporto Malmö-Sturup na Suécia, onde realizou uma aterrissagem de emergência na noite desta sexta-feira (12).

O voo QI-2744/SK-2744 de Copenhagen, na Dinamarca, para Palanga, na Lituânia, com 27 passageiros e quatro tripulantes, havia acabado de decolar de Copenhagen, quando uma fumaça começou a aparecer na cabine. O aviso de "apertar o cinto" foi acionado. A tripulação decidiu desviar o voo para o Aeroporto Malmö-Sturup, na Suécia, onde o avião pousou em segurança, às 22:17 (hora local), 16 minutos após a partida.

O voo foi cancelado e os passageiros foram levados de volta a Copenhagen, onde ficaram em hotéis até serem realocados em outros voos no dia seguinte.

A companhia aérea informou que a fumaça foi resultado de um curto-circuito em um dos painéis na cabeceira de um dos assentos.

fonte/ kvp.expressen.se / Aviation Herald

SEGURADORA DA AIR FRANCE VAI RECORRER DA DECISÃO DA JUSTIÇA DO RIO

A seguradora da Air France, o grupo francês Axa, apelará da decisão da justiça do Rio de Janeiro, que condenou nesta quinta-feira a companhia aérea francesa a pagar uma indenização de 1,15 milhão de dólares à família de uma das 228 vítimas do acidente com o voo AF447, informou o grupo.

"Apelaremos da sentença, que não pode constituir um precedente", explicou a seguradora.

A Axa considerou a sentença de quinta-feira resultado de um processo aberto fora da câmara de indenização específica, integrada pelo Ministério brasileiro da Justiça, associações de familiares das vítimas e as seguradoras.

A sentença "não cumpre os critérios específicos definidos pela câmara", insistiu.

O juiz brasileiro Mauro Nicolau Junior, da 48ª Câmara Cívil do Rio de Janeiro, condenou na quinta-feira a companhia aérea francesa Air France a pagar 2,04 milhões de reais (1,15 milhão de dólares) por danos morais à família de uma vítima do acidente com o AF447 que, na noite de 1º de junho de 2009, caiu no mar quando voava entre Rio e Paris.

No acidente, morreram 216 passageiros e 12 tripulantes. Muitas famílias entraram na justiça, as últimas em novembro passado, quando parentes de oito vítimas acionaram a justiça em dois estados dos Estados Unidos.

Esta é a primeira vez que a Air France é condenada por uma falha. Uma condenação por "homicídio culposo" está em andamento na França para determinar as causas do acidente com um avião A330 da companhia.

"Esta é a primeira decisão no mundo inteiro sobre este acidente e servirá de exemplo para outras demandas" judiciais de famílias, declarou Anibal Fonseca Lima Filho, advogado que lançou o processo.

Para o advogado Jean-Pierre Bellecave, defensor da associação "Entraide et solidarité" (Ajuda mútua e solidariedade), que reúne 60 famílias de vítimas, a maioria francesas, a decisão brasileira "traz à tona as falhas da Air France e abre a porta para melhores indenizações na França, que são bastante baixas".

Quarenta processos judiciais estão em andamento nos Estados Unidos e o mesmo número no Brasil, o que pode custar caro à Air France, segundo o advogado Denis Chemla, especialista no setor aéreo.

Na França, as associações de famílias das vítimas afirmam que estão se organizando com vistas a um eventual processo civil, necessário para se conseguir uma indenização nos tribunais, diferente do processo penal em andamento.

Jean-Claude Giudicelli, advogado da família de uma das vítimas, a comissária de bordo Carla Mar Amado, pediu na sexta-feira à Justiça francesa que se alinhe à brasileira.

Esta família, assim como muitas outras, não esconde a amargura "diante da lentidão das investigações". Para ela, "a verdade não está no fundo no mar, ela nos cega; está no relatório que destaca as falhas das sondas Pitot".

Em suas considerações, o juiz brasileiro estimou que o acidente "se deveu, em grande parte, à conduta negligente" da Air France, que não corrigiu "uma falha técnica, embora soubesse do problema", explicou o advogado da família de João Tancredo, fazendo alusão às sondas Pitot, que permitem medir a velocidade do avião, apontadas pelos sindicatos de pilotos como causadoras do acidente.

As famílias das vítimas criticaram em várias oportunidades a falta de transparência da Air France e do Escritório de Investigações e Análises (BEA), encarregado da parte técnica da investigação. Algumas delas processaram a Air France.

O BEA reconheceu que as sondas Pitot tinham falhas, mas destacou que elas não permitiam explicar, sozinhas, o acidente.

fonte/AF

EMPRESAS DEVERÃO INFORMAR VALOR TOTAL DA PASSAGEM AÉREA

De acordo com a resolução nº 38, publicada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) nesta sexta-feira (12) no Diário Oficial da União, a partir de agora, os itens referentes à prestação do serviço de transporte aéreo – como adicional de combustível nos voos internacionais – devem estar incluídos no valor informado ao passageiro na hora da consulta sobre o total da passagem. O objetivo da nova regra é tornar mais claras as tarifas aéreas informadas ao passageiro.

Ainda, de acordo com a resolução, os opcionais – como cobranças por vendas via telefone, loja ou agente de viagens; serviço de bordo e bagagens extras – poderão ser incluídos nas tarifas ou ainda cobrados à parte do bilhete de passagem, mas será proibida sua identificação no bilhete como taxa. Esse campo no bilhete é destinado exclusivamente à tarifa de embarque, que varia de acordo com o aeroporto.

A simplificação foi possível depois de uma audiência pública realizada pela Anac. Atualmente, ao consultar o preço de uma passagem aérea – seja na loja, internet, por telefone ou na agência de viagem – o passageiro recebe informação sobre o valor e só ao final da compra fica sabendo de acréscimos como tarifa de embarque, adicional de combustível e de emissão, que normalmente vêm no campo taxa.

fonte/A Crítica de Campo Grande

RECURSOS FEDERAIS SUSPENSOS PARA O AEROPORTO DE JERICOACARA

Atendendo a recomendação do Ministério Público Federal no estado do Ceará, o Ministério do Turismo suspendeu os repasses dos recursos federais para o Complexo Aeroportuário do Polo Turístico de Jericoacoara. O entrave, mais uma vez, tem por razão a proximidade entre o empreendimento e a área do Parque Nacional, a 10 km.
Segundo a assessoria do MPF-CE, . a medida deverá vigorar até que o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) faça a análise das questões ambientais referentes à construção.

O secretário de Turismo do Estado Bismarck Maia garante que o projeto licitado está fora desta área. Esclarece que as controvérsias foram causadas por um erro da prefeitura de Cruz, que indicou que parte do empreendimento invadiria a área de amortecimento em 100 metros. A aprovação por parte do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Coema), com a correção da informação, já está homologada e será encaminhada no decorrer da semana. ‘Apressar a solução da questão é fundamental para não prejudicar com um atraso a seqüência das obras’, diz Bismarck.

O empreendimento terá capacidade de 1,2 mil voos por ano e encurtará o tempo de viagem entre Fortaleza e Jericoacoara em quatro horas - atualmente, o acesso tem demora de cerca de cinco horas, via transporte rodoviário. O projeto, orçado em R$ 60.916.440, deverá agilizar o escoamento das produções agrícolas das regiões próximas, desafogando o principal aeroporto do Ceará, o Pinto Martins, em Fortaleza.

O Aeroporto de Jericoacoara é uma das principais obras previstas para o turismo cearense neste ano e também com influência direta para a região no desenvolvimento do projeto que inclui os Lençóis Maranhenses e o litoral do Piauí.

fonte/Brasilturis/foto/ brasil-turismo.com

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...