segunda-feira, 18 de julho de 2011

HELICÓPTERO FAZ POSUO DE EMERGÊNCIA EM SÃO PAULO

Um helicóptero fez um pouso de emergência na manhã desta segunda-feira em São Paulo. De acordo com a FAB (Força Aérea Brasileira), ninguém ficou ferido. 

Segundo a FAB, a aeronave, modelo Robinson 22, havia saído do aeroporto Campo de Marte, na zona norte da capital paulista, para um voo de instrução. Após enfrentar problemas, a aeronave pousou às 9h56 no morro do Catunum, próximo ao pico do Jaraguá, a 20 km do local de decolagem. 

Ainda não há informações sobre as causas do pouso forçado. Uma equipe do Seripa 4 (Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), da Aeronáutica, está investigando o caso.
Segundo a Infraero (estatal que administra os aeroportos), a aeronave, de matrícula PR-RCE, pertence à empresa Golden Fly. 

Nenhum representante da empresa foi localizado para comentar o incidente. 

fonte/Folha
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PRIMEIRO VOO CHEGA A BARILOCHE DESDE ERUPÇÃO EM JUNHO

Um voo conseguiu aterrissar nesta segunda-feira na cidade argentina de Bariloche pela primeira vez desde que o vulcão chileno Puyehue entrou em erupção, no início de junho.

A Emprotur (órgão de turismo que reúne os setores público e privado da cidade turística na Patagônia argentina) disse à BBC Brasil que o voo era um charter da empresa de turismo CVC que saiu de São Paulo com 180 turistas brasileiros e aterrissou no aeroporto internacional de Bariloche.

"Estamos comemorando. É uma imensa alegria. Aterrissou o primeiro voo e todos aqui estamos comemorando. Está confirmado que estava lotado de brasileiros", disse um jornalista local à emissora de televisão TN, de Buenos Aires.

No entanto, a Emprotur diz que a nuvem de poeira emitida pelo vulcão chileno continua no espaço aéreo de Bariloche e é cedo para se fazer previsões a respeito de quando o movimento no aeroporto da cidade será normalizado. A cidade fica a 40 km do vulcão.

ESQUEL

A aterrissagem foi autorizada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) argentina.

A Agência de Notícias de Bariloche afirma que o destino do voo era a cidade de Esquel, na província de Chubut, a cerca de 350 km de Bariloche, mas as condições meteorológicas levaram os pilotos a pedir permissão para pousar na cidade turística.

Desde o início da crise em junho, o acesso a Bariloche tem sido realizado a partir dos voos ao aeroporto de Esquel, onde os turistas embarcam em ônibus ou vans até a cidade.

Segundo dados oficiais, mais de 800 turistas brasileiros desembarcaram neste domingo em voos em Esquel e chegaram a Bariloche após quatro horas de viagem por terra.

BRASILEIROS

A expectativa do setor oficial de turismo da cidade é de que a crise leve a uma diminuição dos turistas brasileiros em 30% nesta temporada, que começou na sexta-feira.

De acordo com números da Emprotur e das autoridades brasileiras em Buenos Aires, Bariloche recebe 800 mil turistas por ano e, deste total, pelo menos entre 70 mil e 100 mil são brasileiros. Mais de 50 mil deles chegam somente no inverno.

Nos últimos dias, na tentativa de reverter os prejuízos provocados pelas cinzas vulcânicas, hotéis e restaurantes locais passaram a oferecer descontos de até 30% em seus preços para este inverno.

Autoridades da Câmara Argentina de Turismo disseram à BBC Brasil que "os brasileiros são fundamentais para nosso turismo como um todo, especialmente para Bariloche", e que os principais pontos de esqui na cidade "estão habilitados".

A temporada está sendo considerada boa em termos de quantidade de neve, e a cidade já foi praticamente limpa das cinzas que caíram em junho e no início de julho, segundo a Emprotur.

Na semana passada, alguns voos voltaram a ser suspensos nos dois principais aeroportos de Buenos Aires, Jorge Newbery (Aeroparque) e Ezeiza, em função das cinzas do vulcão.

Mas as operações estão normalizadas em quase todo o país, à exceção, por exemplo, de Bariloche e Villa la Angostura.


fonte/BBC/FolhaSP

APÓS REDUZIR CONFORTO, AÉREAS CORTAM COMISSÁRIOS

Em vez de 4, serão 3; Webjet incumbe passageiro de abrir a porta do avião

Sindicato de aeronautas diz que a redução causa riscos à segurança de voo; empresas negam e dizem seguir tendência 

Primeiro, o serviço de bordo rareou e, em algumas empresas, passou a ser cobrado à parte, água inclusive.

Agora, as companhias aéreas começam a cortar comissários dos aviões -e até incumbem o passageiro de abrir a porta principal em eventual emergência.

O sindicato de aeronautas atribui a redução à ânsia das empresas de poupar e fala em risco à segurança de voo.

As empresas negam e dizem não fazer nada além do que já é adotado pelo setor em outros países como, por exemplo, os Estados Unidos.

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) afirma que a segurança não está sob ameaça -e que não lhe cabe se meter no serviço de bordo.

Em 2010, o número de passageiros subiu 21%. As passagens baratearam 18%.

Entre as principais companhias, a Webjet, vendida à Gol, foi a primeira a receber da Anac autorização para reduzir o número de comissários, de quatro para três, em todos os seus aviões.

Desde novembro, mantém um funcionário na frente e dois atrás em suas aeronaves. Antes, eram dois por setor.

Cabe a um passageiro da primeira fila, em caso de emergência, abrir uma das portas do avião e ajudar os demais passageiros a sair.

Se houver recusa, a Webjet delega a função a outro.

"O passageiro saberá usar a escorregadeira [equipamento inflável para sair do avião] numa situação de emergência? Não vai", diz Leonardo Souza, diretor do Sindicato Nacional dos Aeronautas e comissário da Gol.

RESPONSABILIDADE

A medida, afirma, transfere para o passageiro a função mais importante do trabalho de um comissário: cuidar da segurança durante o voo.

Em 2007, no Japão, um avião da China Airlines com 157 passageiros e o motor em chamas foi esvaziado pelos comissários cinco segundos antes de explodir. "Com um passageiro ajudando, seria assim?", questiona Souza.

O precedente para o corte de comissários se deu em março de 2010, com uma nova regra da Anac.

Inspirada em normas dos Estados Unidos e Europa, a agência definiu que aviões com até 150 lugares podiam ter três comissários.

A maioria usava quatro, um para cada porta.

O pedido mais recente veio da TAM, que, em junho, obteve aval para reduzir um comissário no seu menor avião, o Airbus A-319, para 144 pessoas. A empresa diz que não adotará a medida. A Avianca fez o mesmo para a sua frota; a Gol discute com a Anac.

fonte/FolhaDeSaoPaulo
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ANAC SUSPENDE NOAR PARA CHECAR SUPOSTA IRREGULARIDADE


A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) suspendeu no domingo (17), de forma cautelar, as operações da empresa aérea de transporte regular Noar Linhas Aéreas S.A. após receber informações de que a companhia teria adotado práticas que ferem tanto o CBA (Código Brasileiro Aeronáutico) quanto as regras da agência. Na tarde deste sábado (16), a Anac recebeu cópias escaneadas que seriam relatos de pilotos da empresa aérea sobre problemas técnicos recorrentes na aeronave de prefixo PR-NOA. Esse avião não é o envolvido no acidente ocorrido na última quarta-feira (13).

fonte/R&

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