sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

CUBESAT AESP-14 SERÁ LANÇADO PELA ISS NA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA (5)


Brasília, 29 de janeiro de 2015 – O cubesat AESP-14, primeiro satélite de pequeno porte 100% desenvolvido no país, será lançado ao espaço a partir da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) na próxima quinta-feira (5). A missão do nanossatélite é validar subsistemas produzidos por alunos de graduação e pós-graduação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), de São José dos Campos (SP).

Para cumprir sua tarefa, 30 minutos após o lançamento será ativado um modem a bordo, que transmitirá informações de cientistas brasileiros na frequência de rádio amador e os dez primeiros rádio amadores que captarem a transmissão receberão certificado de participação.

O modem tem potência de 500 mW operando na frequência de 437.600 MHz. O cubesat transmitirá informações com uma taxa de 9600 bps padrão G3RUH na modulação GFSK. Para a comunidade radioamadora, receber os frames de telemetria e decodificá-los, o documento básico está disponível no site do PROJETO AESP-14. Sua colocação em órbita será feita por meio do dispositivo japonês JEM Small Satellite Orbital Deployer (J-SSOD), um lançador desenvolvido para satélites de pequeno porte.

O experimento radioamadorístico do AESP-14 foi elaborado pelo professor e radioamador Douglas Santos (PY2DGS) e pelos radioamadores do Clube de Radioamadores de Americana (Cram) Adinei Brochi (PY2ADN), William Schauff (PY2GN), Hamilton Horta (PY2NI), Junior Zappia (PU2LAA), João Ferreira (PY2JF), Demilson Quintão (PY2UEP) e Edson Pereira (PY2SDR).

O experimento do Cram consiste na transmissão de 100 sequências aleatórias (strings MD5) armazenadas na memória do satélite. Elas serão usadas em um conteste entre as estações radioamadoras receptoras e também como uma espécie de álbum de figurinhas online.
As imagens do álbum serão escolhidas de forma que sejam relevantes para as áreas de ensino do projeto STEM Brasil (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), um projeto desenvolvido entre radioamadores e instituições de ensino.

A Agência Espacial Brasileira (AEB) investiu R$ 250 mil no desenvolvimento do satélite, cabendo ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) o aporte de R$ 150 mil em bolsas para pesquisas. A AEB ainda financiou US$ 555 mil para os lançamentos do AESP-14, do Serpens e NanossatC-Br1, este já no espaço desde 2014.

fonte/foto/AEB

FORÇA AÉREA BRASILEIRA SOB NOVO COMANDO

O novo Comandante da Força Aérea Brasileira (FAB) possui 46 anos de experiência e uma carreira definida pela superação, eficiência e capacidade de decisão. Com humildade e tranquilidade, o Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato (63) assume agora o grande desafio de conduzir a Aeronáutica, com a missão de perpetuar e aperfeiçoar o trabalho desenvolvido pelo Tenente-Brigadeiro do Ar Juniti Saito por 08 anos: uma gestão de sucesso marcada pela expansão, reaparelhamento e reconhecimento da Força, especialmente na Defesa Aérea e no Controle do Tráfego Aéreo.

fonte/ FAB

AVIÃO BATE EM CABO DE ALTA TENSÃO EM BOA VISTA, CAI E DEIXA 2 PILOTOS FERIDOS


Avião caiu após se 'engatar' em fio de alta tensão (Foto: T.J Cabral) 
Avião caiu após bater em fio de alta tensão (Foto: Thiago Cabral/G1 RR)

Um avião monomotor caiu na tarde desta quinta-feira (29) em uma pista de pouso improvisada numa fazenda na região de Monte Cristo, zona Rural de Boa Vista. De acordo com testemunhas, a aeronave iria pousar quando bateu em um cabo de alta tensão e 'engatou' o bico e parte dianteira das asas. Duas pessoas ficarem feridas.

Segundo um tenente do Corpo de Bombeiros, os dois homens que estavam no monomotor sobreviveram ao acidente.

"Um deles conseguiu sair andando e teve alguns ferimentos, mas não sabemos a gravidade. Ele foi socorrido e levado para o Hospital Geral de Roraima (HGR). O outro ficou preso às ferragens e nossa equipe o retirou de lá. Esse teve o pé esquerdo quebrado e o fêmur, além de vários ferimentos, sendo atendido pelo Samu [Serviço de Atendimento Móvel de Urgência", afirmou.

O local do acidente está isolado. De acordo com o tenente, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) foi acionada e uma equipe deve se deslocar à região para fazer a perícia. Até a publicação desta matéria, o estado de saúde dos ocupantes do avião não havia sido informado. O nome do proprietário do monomotor não foi informado.

Monomotor ficou com as rodas para cima após a queda (Foto: Marcelo Marques/G1 RR) 
Monomotor ficou com as rodas para cima após a queda (Foto: Marcelo Marques/G1 RR)
 
fonte/foto/G1

EM MEIO A DIVERGÊNCIAS, MORADORES ESPERAM INDENIZAÇÕES


Gustavo T. de Miranda
N/A
Vítimas ainda esperam ser ressarcidas
Moradores próximos do local do acidente aéreo que matou o presidenciável Eduardo Campos e seis membros da sua equipe, no Boqueirão, em 13 de agosto, receberam com ceticismo os primeiros dados revelados pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

Segundo as informações preliminares divulgadas, o piloto do Cessna Citation 560XLS+ fez o trajeto diferente do previsto na carta. “A gente não pode concluir que ele tenha feito um atalho. Ele fez um procedimento diferente do que estava previsto”, disse, anteontem, o tenente-coronel da Aeronáutica Raul de Souza.


Residentes dos arredores onde o jato caiu consideram que a investigação não muda a pendência em torno dos pagamentos de indenizações e da responsabilização pelos prejuízos causados pela destruição deixada pelo acidente.

“Os pilotos já estão mortos, não podem se defender. Dizer que eles são culpados não muda em nada a nossa situação. Continuamos com prejuízo. Fiquei cinco meses fora de casa porque meu apartamento foi atingido. O responsável pelo avião nunca me procurou nem se dispôs a pagar meu prejuízo”, diz Mirian Martinez.

Ela é moradora de um apartamento na Rua Vahia de Abreu, num edifício afetado pelo desastre. “Voltei para casa faz pouco tempo. Estava impossível ficar aqui. Foi uma coisa de louco esse período na casa dos outros. Depois que um acidente aéreo acontece na sua casa, você não sabe nada. Ninguém resolve sua vida”, desabafa.

O aposentado Davi Teixeira, de 92 anos, avalia da mesma maneira. “A gente vê no jornal essas informações e pensa que está tudo resolvido. Ainda bem que a gente tinha o seguro do condomínio. Mas, mesmo assim, o seguro só paga prejuízos estruturais. Os danos internos ficam a fundo perdido”, critica.

Habilitação
Na segunda-feira, o Cenipa afirmou que o piloto Marcos Martins e o copiloto Geraldo Magela Barbosa, envolvidos no acidente, não eram especificamente habilitados para pilotar o avião. O centro argumentava que eles tinham habilitação para o Cessna modelo 560, e não o 560 XLS+, que era o do avião acidentado.

Poucas horas depois, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirmou que ambos estavam com licença e habilitação válidas para voar o Cessna 560 no momento do acidente, “o que permitiria operar todas as aeronaves desta família para as quais eles estivessem treinados”. Segundo a Anac, o comandante Marcos Martins fez mais de 90 voos no modelo da aeronave acidentada.

O comandante Flamarion Almeida, especialista em aviação aposentado, comenta, no entanto, que o treinamento dos pilotos é importante. “Esse tipo de aeronave é muito caro. Não existe simulador com tanta disponibilidade. Os pilotos precisam ir para os Estados Unidos, realizar horas de voo a custos altíssimos. Isso, sem dúvidas, interfere no contexto em que aconteceu o acidente”.

Com 30 mil horas de voo no currículo, Almeida diminui o peso da investigação chefiada pelo Cenipa. “Não há como caracterizar com propriedade o que aconteceu. Não há o voice recorder (gravador de voz) e o flight data recorder (caixa preta). A única coisa que nos resta é conjecturar. Conjectura é sempre uma hipótese”, explica.

Até 2010, o brigadeiro Jorge Kersul Filho, hoje na reserva, chefiava as investigações de acidentes aéreos no Brasil, no Cenipa. Ele estava à frente do órgão quando aconteceram dois grandes acidentes da história da aviação brasileira: a queda dos aviões da Gol e da TAM, em 2006 e 2007. Para ele, a investigação está transcorrendo dentro do esperado.

“O procedimento (de mudança de rota) não foi feito corretamente. Para mim, ainda não está claro o que eles fizeram a partir da arremetida. O Cenipa já deve ter as hipóteses do que aconteceu, mas deve estar sendo responsável para falar no momento certo”, afirma.

fonte/foto/ATribuna

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