segunda-feira, 17 de novembro de 2014

APÓS ASSINATURA DO CONTRATO, F-X2 ENCARA SEU MAIOR DESAFIO


Após a euforia da assinatura do contrato entre o Brasil e a Suécia em outubro, pelo programa F-X2, começa agora o desafio de fazer o acordo funcionar na prática.
A partir de março de 2015, começam os preparativos para a etapa mais complexa do programa --a transferência de tecnologia, prevista no contrato de US$ 5,4 bilhões.
O acordo prevê a compra de 36 caças Gripen NG, que serão produzidos pela empresa Saab na Suécia em parceria com empresas brasileiras mediante transferência de tecnologia.
Sob a tutela da Aeronáutica, essa etapa ainda requerer negociações entre os países e empresas parceiras do contrato, a principal delas, a Embraer, de São José.
“As reuniões bilaterais estão ocorrendo para definição dos detalhes”, disse em Linköping, na Suécia, o brigadeiro Ricardo Machado Vieira, chefe do Estado Maior das Forças Armadas do Brasil, no início de novembro.
A Embraer, que terá a liderança no processo de transferência de tecnologia, informou que o contrato definitivo para esse estágio ainda precisa ser assinado. A previsão é que a assinatura ocorra em março do ano que vem.
A empresa brasileira será co-responsável pelo desenvolvimento completo da versão de dois lugares do Gripen NG, inclusive do processo de certificação do avião.
A Embraer também vai coordenar atividades de produção no Brasil em nome da Saab, incluindo a participação no desenvolvimento de sistemas, integração, testes em voo, montagem final e entrega das aeronaves feitas no Brasil.
Até agora, a Embraer assinou memorando de entendimento com a Saab, substituído por um acordo preliminar, que detalha o escopo da parceria.


Avanço. Na Suécia, executivos da Saab têm um discurso mais avançado. “Já foram feitas muitas discussões com os parceiros e estamos prontos para a transferência de tecnologia”, disse Jan Germundsson, vice-presidente de Parcerias Industriais da Saab.
Germundsson disse que a Suécia espera 200 engenheiros brasileiros a partir de 2015 para iniciar a transferência de tecnologia. A informação não foi confirmada no Brasil.
Os engenheiros seriam de empresas selecionadas como parceiras. Ulf Nilsson, chefe do Gripen na Area Aeronáutica, citou sete principais empresas, além da Embraer.
Seriam a SBTA e a Inbra, de São Bernardo, a Akaer, Mectron e Atech, de São José, a Selex e a GE. A SBTA --segundo executivos da Saab-- teria previsão de contratar 1.000 pessoas em razão do contrato.
Oficialmente, as parceiras falam pouco sobre o assunto. Ainda haveria temores, por exemplo, de que fornecedores tenham dificuldade de cumprir prazos. As entregas devem acabar em 2024, um ano além do previsto inicialmente, para previsão de atrasos.
“A parceria é o mais importante agora”, afirmou Bo Torrestedt, diretor da Saab para a América Latina. 


fonte/OVale

VÍDEO INÉDITO DO ACIDENTE DA MALAYSIAN AIRLINES VOO MH17


ESQUADRÃO ARARAS - AMAZÔNIA


"FOI UMA PENA", DIZ SENADOR DE RONDÔNIA SOBRE MULHER QUE INVADIU VOO


Avião embarcou por volta de 14h neste domingo (16), após incidente (Foto: Ísis Capistrano/G1) 
Avião sairia de Porto Velho com destino a Brasília, às 12h24, deste domingo (Foto: Ísis Capistrano/G1)
 
O senador Valdir Raupp (PMDB/RO) disse que "foi uma pena" todo o episódio envolvendo uma mulher não identificada que se passou por comissária de bordo para entrar no voo TAM JJ 3527, que iria de Porto Velho a Brasília, neste domingo (16), e tirar fotos com o parlamentar, o governador de Rondônia, Confúcio Moura, e a deputada Marinha Raupp (PMDB/RO). Após a saída da mulher, os passageiros foram retirados do avião e as bagagens e a aeronave tiveram que ser inspecionadas, para garantir a segurança do voo, que seguiu viagem com cerca de duas horas de atraso.

"Foi uma pena, porque foi um erro dela. Ela disse que era comissária para poder ter acesso ao avião", comentou Raupp. A mulher informou ainda que seria afilhada de Marinha Raupp. "Ela usou esse argumento para poder transitar com mais facilidade", disse o senador, negando a informação. O parlamentar conta que, ao pedir para fazer a foto, a mulher informou apenas que iria fazer uma prova da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em Manaus, mas não se identificou.

Depois de conseguir a foto, a mulher se retirou do avião. Nesse momento, a tripulação teria percebido que houve uma falha na segurança, já que não se tratava de passageira, comissária ou funcionária. Além disso, houve a informação de que uma mochila sem dono teria sido encontrada na aeronave. Com isso, os passageiros foram retirados e a aeronave teve que ser checada. "Achei um pouco de excesso, mas são os procedimentos de segurança. No final, não foi nada de mais", avaliou Raupp.
 
Funcionária ou passageira
Após a retirada de todos os passageiros do voo, a mulher foi abordada por funcionários da Tam, da Infraero e da Polícia Federal. Questionada sobre o incidente, ela disse que é servidora pública e trabalha no aeroporto de Ji-Paraná (RO). "Desculpe o transtorno, vocês têm tanta coisa para resolver e eu, sendo da aviação, posso nem mais tirar uma foto. Fiquei triste, tá?", disse a mulher aos agentes da PF.
Segundo um agente da Polícia Federal, que não quis se identificar, a mulher, que aparenta ter problemas psicológicos, era passageira da Azul, por isso conseguiu entrar na sala de embarque, de onde acessou o pátio das aeronaves e o avião da Tam.
Procurada pelo G1, a Tam informou que todo o incidente não passou de uma 'contigência operacional' durante o embarque e que o atraso foi necessário para garantir a segurança dos passageiros. Sobre a mochila, a companhia alegou que a bolsa era de um passageiro que estava dormindo na hora da averiguação das bagagens e, por isso, foi identificada inicialmente como sem dono.
A Polícia Federal não quis comentar o caso. O superintendente regional da Infraero, Vicente da Silva Oliveira, alegou que a mulher passou regularmente pelo controle de segurança do aeroporto, já que era passageira de outra companhia aérea, e que o portão de acesso ao pátio e a entrada da aeronave são de responsabilidade da Tam.

fonte/foto/G!

AVIÃO QUE IA PARA AMESTERDÃ VOLTA AO RIO POR CAUSA DE RACHADURA NA JANELA



Rachadura em janela de avião da companhia KLM levou aeronave a retornar ao Galeão, Rio (Foto: Fernando Wiktor/TV Globo) 
Rachadura em janela de avião da
companhia KLM levou aeronave a
retornar ao Galeão, Rio
(Foto: Fernando Wiktor/TV Globo)
 
O voo 0706 da companhia aérea KLM - Royal Dutch Airlines, que seguia do Rio de Janeiro com destino a Amsterdã na noite de sábado (15), foi obrigado a retornar para a capital fluminense por causa de uma rachadura em uma das janelas do avião.

De acordo com um dos passageiros do voo, a aeronave decolou do Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, no Galeão, às 21h45 de sábado (15), mas voltou ao Rio e pousou às 01h50 da madrugada de domingo (16) depois que o problema foi detectado.

"Já passava de 23h30 quando o comandante avisou que retornaríamos ao Rio devido a uma rachadura em uma janela. Já tínhamos passado de Salvador. O avião baixou para 12000 pés [3600m] para reduzir a pressurização da cabine, despejou combustível no mar e baixou a velocidade", contou Fernando Wiktor, que seguia para um congresso em Genebra.

O Consórcio Rio-Galeão, que administra o aeroporto, confirmou ao G1 que o avião da companhia KLM teve de retornar ao terminal devido a um problema na janela.

A KLM confirmou o problema técnico no voo e disse que prestou toda a assistência aos passageiros. A empresa disse que realocou todos os clientes do voo KL 0706 em outros neste domingo. Leia abaixo a nota da KLM.

"A KLM confirma que, devido a um problema técnico,  o voo KL 0706, que partiu do Rio de Janeiro ontem (15 de novembro) às 21h45, voltou ao aeroporto do Galeão hoje (16 de novembro). A companhia aérea prestou toda assistência aos passageiros, que foram realocados em outros voos hoje, de acordo com o procedimento padrão".

Fila para o táxi
Segundo Fernando Wiktor, após pegarem as malas na esteira, os passageiros tiveram de enfrentar uma longa fila de espera para conseguir pegar um táxi para casa ou para o hotel. "Esperei mais de 1h30", disse.
O passageiro recebeu um email da KLM - Royal Dutch Airlines no qual a companhia aérea se desculpava pelo ocorrido e dizia que o informaria o mais rápido possível sobre o seu voo alternativo por telefone ou e-mail. "Nós sinceramente pedimos desculpas pelo inconveniente", dizia um trecho da mensagem.
A reportagem do G1 tentou contato com a companhia aérea KLM na manhã deste domingo. No entanto, até a publicação desta reportagem, ninguém havia sido localizado para falar sobre o assunto.
De acordo com o balcão de informações do Consórcio Rio-Galeão, o voo está confirmado para decolar novamente do Rio de Janeiro às 21h42 deste domingo (16), do mesmo terminal. O voo aparece com status "confirmado" também no site da Infraero. Segundo Fernando Wiktor o telefone informado aos passageiros pela KLM só deu sinal de ocupado. No entanto, ele conseguiu confirmar o voo para 21h45 com a sede da empresa na Holanda.

A economista Patrícia Esteves Pericao, que estava no vôo 0706 da KLM para fazer uma escala em Amsterdã, na viagem que estava fazendo para Dublin a estudos, conta que o comandante e a tripulação souberam lidar bem com o problema da janela trincada no vôo.

"Depois que ouvi o comandante, eu falei com a aeromoça, que confirmou o problema. Ela disse que íamos voltar para não correr o risco de atravessar o Oceano Atlântico com o problema. A tripulação soube lidar bem e estava tranqüila." disse ela.

A economista afirmou ainda que o comandante avisava a cada passo diferente do vôo para não assustar os passageiros. Segundo Patrícia, os problemas foram mais graves após o pouso. Ela afirmou que os cerca de 300 passageiros do vôo foram deixados para pegar taxi em um horário de baixo movimento no Galeão, com poucas orientações.

"A parte terrestre estava desorganizada. Eu cheguei no hotel as 5h30 e estava na metade da fila do taxi. A lista do hotel também estava desorganizada. Estavam faltando nomes", disse.

fonte/foto/G!

APÓS FOGO EM MOTOR, AVIÃO QUE IA DE SÃO PAULO PARA ANGOLA POUSA NO RECIFE


Avião que seguia para Luanda pousou no Recife após fogo em motor (Foto: Reprodução / TV Globo)Avião que seguia para Luanda pousou no Recife após fogo em motor (Foto: Reprodução / TV Globo)
Um avião da Angola Airlines (TAAG) que seguiria para Luanda, capital da Angola, fez um pouso no Recife após a constatação de um problema técnico, na noite do último sábado (15). O Boeing 777-300, registro D2-TEI, realizando o voo DT-746, que vinha de São Paulo com 199 passageiros e oito tripulantes e deverá seguir viagem nesta segunda-feira (17), segundo a Infraero.

Houve sinal de chamas em um dos motores e o piloto acionou o extintor e fechou o reservatório de combustível, seguindo para o aeroporto mais próximo, que era o da capital pernambucana. A aeronave passa por consertos neste domingo (16) e os passageiros foram encaminhados para hotéis na cidade.

fonte/G1

ÍCONE DA PAZ, SUÉCIA SE PREPARA PARA A GUERRA

Associada ao Prêmio Nobel da Paz – que tem indicação e entrega na Noruega, embora seja parte das distinções concedidas por instituições suecas –, a Suécia está reforçando o arsenal de guerra. As recentes intervenções da Rússia na Crimeia e no leste da Ucrânia, além de temores dos países bálticos – Estônia, Letônia e Lituânia – provocaram uma reviravolta na política de defesa sueca. 
 
Depois de reduzir o tamanho de suas forças armadas, com extinção do serviço militar obrigatório em 2010, o país nórdico quer se preparar para enfrentar ameaças. No início do mês, o novo primeiro-ministro do país, Stefan Löfven, recebeu um grupo de jornalistas brasileiros e descreveu o novo momento:
– Temos observado, há seis ou sete anos, um aumento da capacidade militar da Rússia. Isso não significa que estejamos identificando ameaça militar imediata da Rússia. Mas temos de considerar o que está ocorrendo nos arredores. Estamos aumentando nossa capacidade de defesa, desenvolvento cooperação com países nórdicos, países do Báltico, com a Otan, com a União Europeia. É uma nova situação geopolítica à qual temos de responder.

Um dia antes, o ministro da Defesa do país, Peter Hultqvist, dera ao mesmo grupo detalhes do esforço para reforçar o arsenal sueco. O governo pedirá ao parlamento um aumento de 10% no total de recursos destinados à defesa até 2024, para comprar armamento e reforçar as tropas.

Só a Força Aérea aumentou em 50% a participação em exercícios internacionais, conforme seu comandante, Micael Byden. Também passou a participar de intervenções diretas no exterior, como o apoio dado às forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no Afeganistão e a operação Unified Protector na Líbia. Ao descrever a arma que comanda, Byden afirmou que tem “pequeno número em tempos de paz, não sei como seria em tempos de guerra”. E acrescentou:
– Isso é difícil de sustentar ao longo do tempo.

A Suécia não é membro da Otan, mas se considera um “aliado”, conforme o primeiro-ministro. Observadores internacionais especulam se não é hora de o país aderir formalmente ao tratado, mas o primeiro-ministro desconversa. Diz não ver necessidade de uma adesão plena.

Um episódio ocorrido em outubro ajudou a construir o discurso pró-rearmamento: rumores sobre a identificação de um submarino no arquipélago de Estocolmo – a capital sueca se desdobra em várias pequenas ilhas a leste da península escandinava – acionou alertas e expôs a fragilidade da defesa do país. Os russos negaram qualquer “situação irregular” e tudo ficou por isso mesmo, mas o episódio reforçou a posição de quem defende um reforço no arsenal.

País reconheceu estado da palestina

O mesmo governo que agora advoga mais armas e mais militares surpreendeu o mundo diplomático ao se tornar o primeiro país ocidental da União Europeia a reconhecer formalmente a Palestina como Estado independente, em 30 de outubro. Löfven afirma que a expectativa é de que “muitos países sigam a decisão da Suécia” e diz não temer riscos envolvidos na decisão.
– O único risco (do reconhecimento) é que seja muito tarde. Não há muito, na atual estratégia, que nos dê esperança (de pacificação). Está havendo retrocesso. Não há mais tratativas de paz, não há negociações. Temos ainda mais assentamentos na Cisjordânia. Não estamos apoiando um dos lados do conflito. Queremos contribuir para dar um novo impulso e levar a uma situação que envolva dois Estados, para que não seja tão desigual. Queremos apoiar os moderados na Palestina, Mahmoud Abbas. Essas são as forças que tentam negociar, tentam alcançar algum acordo de paz. Há outras forças na Palestina que não queremos apoiar.
De soldador a primeiro-ministro

Quando foi indicado como primeiro-ministro de um governo de minoria (32% dos votos), Stefan Löfven jamais havia sido parlamentar. Soldador, tinha se tornado líder de um dos mais importantes sindicatos da Suécia, o IF Metall. Integrante do Partido Social-Democrata, marcou a volta da legenda ao poder depois de quase 10 anos. Na frente de um grupo de jornalistas brasileiros, disse que havia ligado para cumprimentar Dilma Rousseff pela reeleição. Mas seu laço mais forte é com Luiz Inácio Lula da Silva.
– Sou um admirador do presidente Lula, embora nem chegue perto de uma comparação com ele. Temos em comum a origem sindical e a facilidade para nos entender, embora precisemos de intérprete. Eu não falo português, e Lula reforça que nunca vai aprender sueco – brincou.
Sério, lembra de ter perguntado a Lula o quanto era difícil ser presidente de um dos maiores países do mundo. A resposta – “ele disse que era muito difícil e estava trabalhando muito duro porque não queria que ninguém pudesse dizer que um trabalhador não pode governar um país” – teria sido a senha para suas próprias ambições:
– Tenho a mesma opinião. Fui muito inspirado por Lula.
No discurso do “Lula nórdico” há mais do que temas sindicais ou bélicos. Ao comentar temores da sociedade sueca sobre perda de empregos com a transferência de tecnologia ao Brasil, afirmou:
– Somos um país pequeno, precisamos de abertura. Podemos perder alguns empregos, mas devemos compensar com novos produtos e serviços. Por isso, somos tão atentos a inovação, a capital de risco. Precisamos exportar, temos de ser muito competitivos, altamente produtivos.

fonte/ZeroHora

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