sexta-feira, 13 de setembro de 2013

PILOTOS DA AVIANCA NA COLÔMBIA INICIARAM OPERAÇÃO DE TRABALHO SUPLEMENTAR ZERO

No meio da negociação das condições de trabalho para os pilotos da companhia aérea Avianca , a Associação Colombiana de Aviadores Civil ( ACDAC ) e a Organização Airmen Avianca( ODEAA) , estão unidas com todos os pilotos empresa e lançaram declarações sobre a operação "Trabalho Suplementar Zero " .

Posição dos Pilotos da Avianca


Avianca Airmen fez o anúncio depois de não conseguir chegar a um acordo sobre os aumentos salariais.
Os  900 pilotos da Avianca Colômbia representam menos de 10 % dos custos operacionais totais da companhia aérea.
O aumento solicitado pela Avianca aos aviadores afetaria menos de dois pontos percentuais na rentabilidade operacional da Avianca .
Depois de mais de oito meses de negociações infrutíferas com vista a alcançar um acordo sobre aumentos salariais.  A Avianca Airmen anunciou que esta semana vai marchar para a operação Zero  de Trabalho Suplementar. "Isso significa que, no exercício das suas funções , os pilotos não vão progredir ações para mitigar as deficiências na infra-estrutura aeronáutica do país , nem as deficiências administrativas que afetam as operações da empresa ", disse o capitão Jaime Hernández Sierra e José Maria Jaimes , representantes pilotos.

Os pilotos fundamentam os seus pedidos sobre o sacrifício econômico que eles fizeram desde 2003 como uma contribuição para o processo de fortalecimento financeiro da Avianca e realizações significativas na sociedade comercial, operacional e financeira.

" Os pilotos da Avianca estão pedindo que a empresa cumpra o seu compromisso apenas com um aumento salarial, conforme acordado em 2009 ", disse o porta-voz. "Infelizmente, a falta de vontade demonstrada pelo governo para o aumento e o resultado de negociações anteriores,  nos obrigam a tomar medidas que demonstram a força dos nossos pedidos. "

Ao fazer o anúncio, folhetos foram distribuídos aos usuários sobre o possível impacto que isso pode ter sobre a qualidade do serviço, reiterando seu compromisso com a segurança das operações aéreas .


O que é a "Operação deTrabalho Suplementar Zero " ?
Por sua vez , os pilotos explicaram que não é uma operação tartaruga, a fim de obstruir a operação aérea , e que se levaria vários meses e traria complicações que não dependem dos aviadores.

Durante o decorrer do ano as operações aéreas no país foram afetadas pela falta de infra-estrutura, principalmente devido à operação complexa e difícil de ser realizada no Aeroporto Internacional El Dorado , em Bogotá, o principal centro de conexões aéreas e que, devido à expansão e renovação obras em andamento , bem como o aumento do tráfego aéreo no país e com a chegada de novas companhias aéreas , tem gerado uma série de complicações e dificuldades na operação. Avianca é a maior operadora na Colômbia e tem a maior parte do tráfego aéreo em Bogotá.


Esses fatos , juntamente com as falhas administrativas da companhia e falta de gestão na operação, como expressas pelos porta-vozes dos pilotos , fazer operação no país exige , por vezes, que os aviadores assumam um papel pró-ativo para ajudar a resolver ou atenuar os efeitos sobre os voos e, portanto, o restante da operação do transportador no país. É justamente esse trabalho adicional dos aviadores que os mesmos decidiram pela operação Trabalho Sumplementar Zero.

No entanto, eles deixaram claro que não será gerada negligência ou intencionalmente causarem atrasos e falta de segurança, este  um dos principais pilares da companhia aérea , não será afetado . O compromisso dos Pilotos com os viajantes é mantê-los informados e para fornecer informações precisas no caso de seus voos.

  NOTA DA AVIANCA/ Imprensa

Avianca S. A.

Antes do anúncio público dos aviadores ligados a Avianca SA , para a execução de um  "Regulamento de Exploração " ou "trabalho suplementar Zero " , informamos que :

Findo o prazo do acordo coletivo que regia as condições dos pilotos entre abril de 2009 e 31 de março de 2013, a Avianca, agindo dentro da lei, passou a denunciar a presente Convenção e anunciou uma nova proposta econômica , convidando os pilotos para analisar a proposta corporativa e a renovação de seus benefícios econômicos .

No entanto os trabalhadores não concordaram em discutir os aumentos significativos propostos pela Companhia,  e até agora, não apresentaram sua lista de exigências .

A empresa lamenta a decisão dos aviadores , no sentido de promover um " Regulamento de Exploração " ou "Trabalho Suplementar Zero " . Antes deste anúncio, e a  Avianca tomou providências juntamente com a Aerocivil para minimizar os efeitos do movimento na sua operação e manutenção .

Neste contexto, a Administração reitera publicamente que sempre manteve canal aberto para continuar falando com os pilotos e os seus representantes , com vista a encontrar uma solução negociada para a situação atual.

fonte/ Aviacol/Prensa ACDAC | ODEAA - Prensa Avianca
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POLÍCIA FEDERAL COMPRA HELICÓPTERO DE R$ 29 MILHÕES, MAS NÃO TEM QUEM PILOTE

Adquirido nos EUA pela Polícia Federal, o Agusta Westland AW139 nunca levantou voo em missões oficiais. A supermáquina voadora veio do Rio de Janeiro para Brasília na segunda-feira, mas "enferruja" no Brasil desde maio do ano passado. É que a PF não tem ninguém habilitado a guiá-la nem a fazer manutenção
Helicóptero comprado no ano passado pela Polícia Federal ainda não entrou em atividade por falta de piloto e de contrato de manutenção
 
Um ano e quatro meses após a Polícia Federal (PF) assinar contrato no valor de R$ 28,9 milhões para a aquisição de um helicóptero biturbinado de grande porte, a aeronave modelo AgustaWestland AW 139, que deveria ser utilizada em missões policiais, ainda não entrou em operação. A PF sequer sabe quando começará a usar o equipamento que, na segunda-feira, foi transferido para Brasília. Até agora, não há nenhum contrato de manutenção firmado nem pilotos com cursos específicos para comandar esse tipo de modelo.
O helicóptero chegou ao Brasil em maio deste ano, dentro do prazo contratual para a entrega. Ficou parado no Rio de Janeiro e, depois, em São Paulo. Entre os agentes da corporação, ganhou o apelido de “paralelepípedo” porque não sai do lugar. A Polícia Federal alega que o aparelho ainda não foi recebido oficialmente, portanto, não é responsável por não colocá-lo em operação, apesar de todo o investimento já feito. Questionada, a PF empurrou o problema para a empresa Synergy Aerospace Corp, responsável pela venda.
“A transferência da aeronave para a PF ocorre somente após o procedimento oficial de recebimento, atendidos inúmeros aspectos legais e contratuais. A empresa é obrigada a obter, por exemplo, certificados com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o que demorou para ocorrer, fazendo com que o prazo previsto em contrato de entrega de 12 meses após a assinatura  não fosse obedecido pela empresa”, alegou. No entanto, o Correio verificou que o equipamento de prefixo PRHFV já foi registrado na Agência de Aviação Civil (Anac) como sendo de propriedade da administração pública direta federal.
“No período em que o helicóptero permaneceu no Rio de Janeiro, bem como em São Paulo para atendimento das exigências da autoridade reguladora da aviação civil no Brasil, ele não pertencia oficialmente à PF, sendo de inteira responsabilidade da empresa, o que afasta a afirmação de que a aeronave não alçava voo por inexistência de contrato de manutenção ou de pilotos da PF”, afirma a Polícia Federal.
O Correio fotografou a chegada do helicóptero na segunda-feira. É possível perceber o logotipo da Polícia Federal na aeronave. “Embora possua certificado de aeronavegabilidade e certificado de matrícula, inclusive já em nome da Polícia Federal, ambos expedidos pela ANAC, o processo de recebimento oficial da aeronave pelo órgão iniciou-se hoje (10/09/2013), com o voo de aceitação e recebimento”, justificou a PF.
Para a aeronave começar a participar de operações, é necessário um contrato de manutenção. Normalmente, quando equipamentos desse tipo são comprados pelo serviço público, o contrato de aquisição é feito de maneira casada com o de manutenção. Não foi o que aconteceu com o AgustaWestland. A Polícia Federal utiliza o argumento de que só poderia fazer o contrato de manutenção após o recebimento oficial da aeronave. “Pelo fatos expostos, a Polícia Federal assinará contrato de manutenção somente após o recebimento oficial da aeronave. Deve-se esclarecer que a instituição é impedida legalmente de pagar pela manutenção de um bem que oficialmente ainda não lhe pertence.”
Longa espera
Especialista em aviação ouvido pelo Correio informou que, geralmente, os contratos de manutenção são feitos logo na assinatura do contrato. “Há vários casos em que a manutenção é casada com a aquisição. Sempre é assim. É normal. Agora, vão perder mais tempo para licitar esse novo contrato. Coloque, no mínimo, mais seis meses de espera”, atesta.
A PF reconheceu que os pilotos precisam passar por um curso específico. De acordo com a corporação, o treinamento só pode ser concluído em um mês. “Quanto ao treinamento, a PF já possui pilotos com habilidades para conduzir helicópteros. O treinamento voltado especificamente para pilotar esse tipo de modelo tem período de duração aproximado de um mês e requer o pronto emprego da aeronave, uma vez que ela possui características próprias pela sua utilização policial, o que a distingue de outras de uso civil.”
O Correio ouviu um piloto com mais de 30 anos de experiência. “Para comandar um AW 139, o piloto tem que ter experiência em aeronaves de médio e grande portes. Quem pilota um helicóptero Esquilo, por exemplo, não é apto a comandar um AW. É como pular de uma bicicleta para um Lamborghini (carro esportivo de luxo italiano).”
A assessoria de imprensa da PF informou que, até agora, só foram pagos 40% do valor total do contrato. Os 60% restantes serão quitados após o recebimento. “Todos os itens contratuais precisarão ser checados por uma comissão formada por servidores da Coordenação de Aviação Operacional (CAOP) e da Coordenação de Administração (COAD) da PF a partir de hoje (segunda-feira), procedimento que, geralmente, dura alguns dias. Esse procedimento é uma espécie de ‘check list’ para confirmar se a empresa atendeu todos os requisitos listados no contrato de compra e venda”, salientou.
O Departamento de Polícia Federal assinou o contrato número 14/2012 em 14 de maio do ano passado. O pregão presencial ocorreu em 16 de dezembro de 2011. A aeronave é utilizada normalmente para transporte de pessoas e equipamentos. É bastante usada para levar funcionários às plataformas de petróleo em alto-mar.
A empresa Synergy e a Anac foram procuradas para falar sobre o assunto, mas, até o fechamento desta edição, não se pronunciaram.
“A Polícia Federal assinará contrato de manutenção somente após o recebimento oficial da aeronave. A instituição é impedida legalmente de pagar pela manutenção de um bem que oficialmente ainda não lhe pertence”
Trecho da nota da Polícia Federal sobre a falta de contrato de manutenção da aeronave

Ficha técnica
Modelo: AgustaWestland AW 139

Motor: Biturbina

Capacidade: 15 pessoas

Peso máximo de decolagem: 6.800 kg

Velocidade máxima: 310 km/h

Autonomia: 1.250 km

Altitude máxima de operação: 20 mil pés
fonte/FENAPF/foto?CorreioBraziliense

VÍDEO.......TAKE OFF C-17

Parece verdadeiro...mais uma pegadinha....


MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...