domingo, 20 de setembro de 2009

VÍDEO - ATR 72-500 E NOVA SÉRIE 600

MERCADO PARA 25.00 AVIÕES NOS PRÓXIMOS 25 ANOS, PREVÊ AIRBUS

A Airbus, em sua nova Previsão Global de Mercado, prevê a demanda de algo em torno de 25.000 novos aviões comerciais e de cargas, no valor aproximado de $ 3.1 trilhões de dólares, nos próximos 20 anos, em função de vários fatores, entre os quais podem ser destacados: as novas economias emergentes, as redes compartilhadas entre as companhias aéreas, a expansão das companhias de baixo custo e a crescente quantidade de megacidades; afora o crescimento do tráfego aéreo e a substituição dos velhos aviões, menos eficientes, por novos aviões eco-eficientes.

Aviões maiores em todas as categorias de tamanho são necessários para minorar o problema do excesso de tráfego e para acomodar o crescimento das rotas existentes e atingir mais com uma quantidade menor de aeronaves. Comparando-se aos períodos de investimento em novos aviões, sua maturação e renovação de frota, os períodos de declínio econômicos são relativamente curtos. Em 2009 espera-se um declínio no lucro por passageiro transportado ( RPK`s), de 2% por km voado, e preve-se um incremento de 4.6% em 2010.

A previsão antecipa que nos próximos 20 anos, o lucro por passageiro transportado, continuará dependente dos efeitos cíclicos do segmento e prevê um crescimento médio de 4.7% ao ano, ou seja, o dobro nos próximos 15 anos. Isto exigirá que o mercado adquira 24.100 novos aviões comerciais, no valor aproximado de $ 2.9 trilhões de dólares. Com a substituição de quase 10.000 aviões velhos, a frota mundial de aviões com capacidade para 100 assentos ou mais, dobrará em relação às atuais 14.000 aeronaves.

Já a previsão de lucro em relação ao segmento cargueiro, no que se refere ao FTKs, ou lucro por tonelada transportada por km, preve-se um incremento anual de 5.2%. Combinado com a renovação da frota, isto criará uma demanda de quase 3.440 cargueiros. Mais de 850 desses serão novos aviões no valor aproximado de $ 210 bilhões de dólares, sendo o restante, aviões comerciais que serão convertidos para uso no segmento de carga.

John Leahy, chefe do depto de atendimento ao cliente, da Airbus, declarou que o segmento do transporte aéreo é uma indústria em expansão e um ingrediente essencial para a saúde da economia mundial. Segundo ele, a tecnologia e a inovação são as forças chave que incentivam que o setor aéreo procure construir e operar aviões eco-eficentes. Ele disse que a Airbus está na linha de frente deste processo.

A aviação também beneficia as pessoas individualmente, em todas as regiões do mundo, e a quantidade de indivíduos beneficiados, cresce conforme a aviação prospera. A Oxford Economics prevê, que em 20 anos, a aviação empregará 8.5 milhões de pessoas no mundo e trará uma contribuição de $ 1 trilhão de dólares anuais ao PIB mundial.

A maior parte da demanda pelos aviões comerciais virá das companhias aéreas da Ásia e do Pacífico e de outros mercados emergentes. A região que inclui a China e a índia, representa 31% do total, seguinda da Europa, com 25% e América do Norte, com 23%. Em relação aos mercados domésticos de passageiros, a índia contibui com 10% e a China com 7.9%, e terão os mercados com maior crescimento nos próximos 20 anos. O maior mercado doméstico continuará a ser o mercado dos EUA.

O crescimento do tráfego aéreo, o aumento das frequências, redução de custos, aeroportos congestionados e preocupações ambientais, influenciam, de forma crescente, as companhias aéreas, no sentido da busca por aviões maiores, particularmente, dentro do conceito de famílias de aviões que minimizem os custos de manuntenção e treinamento.

Por exemplo, nos EUA em 2007, as companhias aéreas gastaram 740 milhões de galões de combustível, em função de atrasos provocados por aeroportos congestionados, ou seja, uma quantidade de combustível suficiente para alimentar 32.000 voos entre Londres e Nova York. Aviões maiores com emissões reduzidas de CO2, são a solução. Nos últimos 10 anos, o tamanho dos aviões sofreu um acréscimo de 3% e a Airbus prevê que em 2028, os aviões, serão 26% maiores que atualmente.

A Airbus prevê que a demanda por aviões muito grandes, os chamados ´´Very Large Aircraft (VLA)´´, com capacidade para mais de 400 passageiros, tais como o A380, será de 1.700 unidades, no valor aproximado de $ 571 bilhões de dólares, o que representa 19% do valor total dos aviões que serão necessários e 7% das unidades. Destes, 1.318 serão necessários para fazer a interligação entre as megascidades, que aumentam em quantidade e tamanho. O fenômeno gera concentração de tráfego. Mais da metade dos grandes aviões vão operar na região da Ásia-Pacífico.

No segmento de aeronaves de dois corredores ( entre 250 a 400 assentos ), algo em torno de 6.250 novos aviões serão entregues, nos próximos 20 anos, com valor estimado em $ 1.300 trlhão de dólares, ou 42% do total, representando 25% dos aviões. Destes, 4.240 serão aviões menores, de dois corredores, com capacidade entre 250 e 300 assentos, e 2.010, com dois corredores, com capacidade entre 350 e 400 assentos. Estes segmentos são cobertos pela família A330/A340. À partir, de 2013, a família A350XWB, cobrirá todo o espectro do mercado de aviões de dois corredores.

Já o segmento de corredor único, será responsável por 17.000 aeronaves, no valor aproximado de $ 1.200 trilhão de dólares, ou 39% do valor global e 68% das unidades, nos próximos 20 anos. Isto representa um acréscimo sobre previsões passadas, devido o surgimento das companhias aéreas de baixo custo e também devido a liberalização crescente das rotas e a acelerada demanda por aviões de correndor único no mercado asiático.

fonte: AUBUS/BGA


C27J PARA GANA

A DSCA (Defense Security Cooperation Agency) informou ao congresso dos EUA no último dia 9 de setembro que o governo de Gana pretende adquirir quatro aeronaves C-27J.

Além das aeronaves o pacote inclui dez motores AE-2100 , quatro sistemas ECM AN/ALE-47, quatro sistemas de comunicação AN/ARC-210 (VHF/UHF), quatro sistemas IFF AN/APX-119, peças de reposição equipamentos de testes, apoio e treinamento e documentação técnica.

O valor total do contrato está estimado em 680 milhões de dólares.

O C-27J é um produto desenvolvido pela empresa italiana Alenia Aeronautica em cooperação com a L-3 Communications norte-americana e, por esse motivo, precisa de aval do governo dos EUA para ser vendido para outros países.

O mercado do C-27J também será disputado pelo futuro KC-390, em desenvolvimento pela Embraer, para o mercado de aeronaves de transporte tático entre 5 e 20 toneladas de carga.

fonte/foto DCSA/Spartan.com

UPS EM ALTA VELOCIDADE


No coração do worldport: mais de 300 mil pacotes percorrem os 240 quilômetros de esteiras a cada hora. Ninguém toca neles, é tudo automático

Todas as noites, infalivelmente às 23h, os céus se abrem sobre a cidade de Louisville, no Estado americano de Kentucky. O movimento é preciso, no exato ponto de encontro entre a latitude 38°09' Norte e a longitude 85°44' Oeste. Começa, então, uma diferente revoada. Pássaros metálicos gigantes, de corpo branco e cauda marrom, decolam e pousam às centenas até o amanhecer seguinte, num ritmo cadenciado: um a cada 90 segundos. Chegando ou partindo, estão sempre carregados. Em terra, descansam alinhados enquanto alimentam um imenso ninho, com o tamanho equivalente a 40 campos de futebol, e dão vida a uma frenética atividade em plena madrugada. Naquele pedaço de 371 mil metros quadrados encravado dentro dos limites do aeroporto internacional de Louisville não se dorme nunca. Dali, a UPS, uma das maiores empresas de logística do mundo, se conecta com sua frota de mais de 260 aviões a mais de 200 países em todos os continentes. Naquele período, o espaço aéreo pertence apenas às aeronaves de carga da empresa (que, em número, a tornam a nona maior companhia aérea do planeta). E, a partir dos milhares de contêineres que elas despejam todas as noites, tem início uma operação quase invisível, mas de proporções impressionantes. A cada hora, 304 mil pacotes e caixas de todos os tamanhos passam por ali, numa conexão entre o seu ponto de partida e o seu destino final. São tocados apenas duas vezes, ao serem desembarcados na chegada e reembarcados na saída, embora seis mil pessoas estejam trabalhando simultaneamente em meio a uma incrível teia de esteiras rolantes de alta velocidade. Em termos de volume e automação, não há nada que se compare ao que acontece no Worldport, o maior centro de operações da UPS, uma potência de 102 anos de existência e US$ 51 bilhões de faturamento global.

Erguido a partir de 1982, com sucessivas expansões, a um custo de US$ 1 bilhão, o Worldport colocou uma tranquila cidade interiorana no mapa da economia mundial. Por que Louisville? A geografia e a meteorologia têm a resposta. O clima da região, mais estável que em outros pontos do país, é perfeito para quem depende de pistas de pouso permanentemente abertas. Estrategicamente localizada no centro da metade mais densamente povoada dos Estados Unidos, dali se pode alcançar, de caminhão, 80% da população americana em menos de 48 horas. Embora a companhia seja hoje global, a demanda doméstica ainda é crucial para seus negócios. "A UPS transporta 6% do PIB americano", resume Stephen Flowers, presidente da companhia para as Américas. Numa conta rápida, cerca de US$ 850 bilhões em encomendas vão e vêm por ano nos aviões e nos caminhões marrons da empresa - e o entroncamento de Louisville tem tudo a ver com esse movimento todo. O Worldport, assim, vira também um indicador da atividade econômica do país. O clima recessivo diminuiu, de fato, a revoada noturna e o trânsito incrivelmente organizado de pacotes pelos 240 quilômetros de esteiras automatizadas do centro de operações. "É nessas horas que faz diferença ser uma empresa internacional", afirma Flowers à DINHEIRO . "O movimento cai aqui, mas aumenta em outras regiões, como entre Brasil e Europa ou China."

Mais que o orgulho de uma empresa centenária, o Worldport é o principal cartão de visita da UPS na captação de clientes para suas outras áreas de atuação. A eficiente complexidade daquela cidade de vias superpostas atesta a capacidade da empresa, que nasceu com dois telefones e uma bicicleta na cidade de Seattle, em assumir tarefas grandiosas e com alta exigência tecnológica. A UPS investe US$ 1 bilhão ao ano em pesquisa e desenvolvimento - e parar, por alguns minutos, a observar um simples envelope com documentos viajar pelo Worldport permite entender como esse dinheiro é gasto. No trajeto entre a entrada e a saída do centro, cada encomenda permanece em média apenas de 12 a 15 minutos trafegando a uma velocidade de 55 quilômetros por hora. Num sobe e desce aparentemente desordenado, passa por seis leitores ópticos, que, automaticamente, definem o trajeto a ser percorrido até o contêiner que o levará ao seu destino final. Hoje, em 24 segundos, duas mil encomendas são processadas no Worldport. Quando tudo começou, em 1982, levava-se uma noite inteira para fazer o mesmo trabalho.

Dentro e no entorno do aeroporto, o tráfego de veículos com a cor e o logo da companhia é incessante. A frota total da empresa, em todo o mundo, está prestes a chegar aos 100 mil veículos. No Brasil, são apenas 80, retrato da dimensão dos negócios da companhia no País. A operação brasileira é recente. Antes focada quase exclusivamente em remessas internacionais, somente há quatro meses a empresa iniciou um serviço doméstico de entrega de pacotes e documentos - e ainda restrito a 98 cidades de São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Sob o comando da executiva Nadir Moreno, a filial enxerga mais perspectivas na sua divisão de serviços de Supply Chain, através da qual assume, como terceirizada, operações que vão do controle de estoque à assistência técnica de equipamentos eletrônicos fabricados por seus clientes. Dentro de uma das sedes da empresa em São Paulo, por exemplo, trabalham há um ano 50 pessoas voltadas apenas para reparar aparelhos celulares da marca Sony Ericsson. A fabricante contratou a UPS para fazer toda a operação de pós-venda de seus celulares, incluindo atendimento ao cliente, recolhimento, conserto e devolução do aparelho ao usuário. "O Brasil é crucial para nossa área de logística. Nosso desafio hoje é convencer o governo a investir mais em infraestrutura e na redução da burocracia alfandegária", afirma Jose Garcia, gerente de operações para a América Latina.

Áreas exclusivas destinadas aos clientes são encontradas cada vez com mais frequência nos grandes armazéns da UPS mundo afora. Em Louisville, próximo ao Worldport, a Toshiba tem um centro de reparos de notebooks erguido dentro do mesmo complexo em que a Embraer mantém um estoque de peças para reposição no mercado americano. No grande corredor da companhia brasileira, uma grande faixa diz: "Não é um pacote, é um passageiro." Próximo dali, enormes galpões com temperatura controlada concentram estoques e até áreas para manipulação de medicamentos, destinadas para empresas do setor farmacêutico. A divisão de Saúde é a mais recente aposta da UPS em propiciar serviços cada vez mais especializados e com valor agregado. Novas unidades destinadas ao segmento foram abertas em Porto Rico e em Singapura. Em 2010, a divisão deve voltar sua expansão para a América do Sul - e o Brasil pode receber novo investimento. O lema da área é: "Não é um pacote, é um paciente." Passageiro ou paciente, é provável que ele participe da revoada diária de Louisville.

fonte IstoÉ Dinheiro

TEMPORADA DE COMPRAS DEIXA EXÉRCITO IMPACIENTE

Com um efetivo quase três vezes superior aos da Marinha e da Aeronáutica, o Exército aguarda impaciente uma definição do Planalto sobre o programa de reaparelhamento da tropa.

Há insatisfação entre os generais com a preferência do governo Lula pelos investimentos de R$ 34 bilhões na compra de submarinos e caças para as demais forças, em detrimento do esquálido orçamento verde-oliva.

– A ciumeira é evidente entre os altos oficiais – assegura um general de quatro estrelas, grau mais elevado na hierarquia do Exército.

Para 2010, o Ministério da Defesa destinou apenas R$ 361 milhões para a modernização dos equipamentos do Exército, valor três vezes menor que o dispensado à Aeronáutica (1,3 bilhão) e sete vezes inferior ao da Marinha (R$ 2,7 bilhões). Por conta da escassez de recursos, desde a semana passada não há expediente nos 652 quartéis nas manhãs de segunda-feira e nas tardes de sexta-feira. Além de economizar na alimentação da tropa, a medida visa a racionar as despesas com água e energia elétrica.

– Antes, isso só ocorria em dezembro, com a dispensa dos recrutas e o elevado número de militares em férias. Desta vez, foi em setembro – reclama um interlocutor do comandante do Exécito, general Enzo Peri.

A dispensa foi uma forma de o Comando protestar pelo contingenciamento de R$ 580 milhões no orçamento deste ano. Elogiado pelo Ministério da Defesa pela parcimônia com que gerencia o fluxo de caixa, desta vez o Exército decidiu gastar todo o dinheiro que tinha à disposição. A iniciativa é uma tentativa de barganhar mais recursos junto ao governo, tática empregada com êxito pela Marinha e pela Aeronáutica.

No Dia do Soldado, general pediu “condições adequadas”

A penúria ameaça até o treinamento dos militares que estão sendo preparados para se incorporar à missão de paz no Haiti. Dos R$ 90 milhões previstos para a preparação da tropa, apenas R$ 58 milhões foram liberados, comprometendo inclusive exercícios de tiro do contingente. Por falta de munição, cada militar efetuou apenas 50 dos 200 disparos previstos. As manobras para o restante do efetivo também foram suspensas.

– Isso é péssimo para a auto-estima da tropa – exagera um general.

O próprio armamento pessoal dos soldados é considerado obsoleto. O Fuzil Automático Leve (FAL), de tecnologia nacional e calibre 7.62mm, está em uso desde 1967.

Seguindo a tendência mundial, a Imbel, indústria de armamento bélico vinculada ao Ministério da Defesa, já projetou um fuzil calibre 5,56 para substituir o FAL. O Exército pretende encomendar 150 mil unidades da nova arma, mas não há data nem previsão orçamentária para a compra.

As reclamações, contudo, ficam restritas aos bastidores. Em público, os generais citam que o programa de reaparelhamento do Exército chega a R$ 42 bilhões. O cronograma de investimentos prevê uma injeção de R$ 2,1 bilhões anuais, de 2010 a 2030, e projeta a compra de blindados, a ampliação dos pelotões de fronteira da Amazônia, bem como a aquisição de radares e aeronaves não-tripulados.

– Nossas compras são quase todas feitas no Brasil, e não no Exterior – justifica o presidente do Clube Militar, o general da reserva Gilberto Figueiredo.

Para Nelson Düring, especialista em estratégia e equipamentos militares, o pacote do Exército é ambicioso, mas perde em marketing para as compras da Marinha e Aeronáutica.

– Os comandantes do Exército estão perdendo uma guerra midiática. Qual o apelo do Exército sobre os jovens diante de uma Marinha com submarino nuclear e uma Aeronáutica com modernos equipamentos? – compara o editor do site Defesa.net.

O comando do Exército aproveita todas as brechas para mandar recados ao governo. Por ocasião do Dia do Soldado, Enzo Peri fez um pronunciamento ao efetivo de 183 mil homens. Em meio a elogios ao espírito de Duque de Caxias, patrono do Exército, deixou uma mensagem velada ao Planalto.

– Urge que haja condições adequadas de estrutura e preparo para manter nosso exército em permanente estado de prontidão – asseverou.

A força de cada um

TROPA

- Exército – 183 mil homens
- Aeronáutica – 66,8 mil homens
- Marinha – 66,2 mil homens

ORÇAMENTO DE 2010

- Exército – R$ 24,2 bilhões
- Marinha – R$ 14,6 bilhões
- Aeronáutica – R$ 13,7 bilhões

REAPARELHAMENTO

- Marinha – R$ 2,7 bilhões
- Aeronáutica – R$ 1,3 bilhão
- Exército – R$ 361 milhões

REAPARELHAMENTO DO EXÉRCITO

- Previsão de R$ 2,1 bilhões anuais, de 2010 a 2030

EM ANDAMENTO

- Aquisição de blindados sobre lagartas CC Leopard A5.
- Transferência de organizações militares para a Amazônia, em fase de conclusão com a instalação da 2ª Brigada de Infantaria de Selva, em São Gabriel da Cachoeira-AM
- Aquisição da nova família de blindados sobre rodas, em substituição às viaturas Cascavel e Urutu
- Aquisição de radares M-60 e M-200 para monitorar fronteiras

fonte Zero Hora

HELICÓPTERO CAI NO IRAQUE E MATA 1 SOLDADO

Um soldado americano morreu e 12 ficaram feridos quando o helicóptero em que viajavam caiu dentro de uma base por causas desconhecidas, informou hoje o comando das tropas internacionais posicionadas no Iraque.


O helicóptero, um Blackhawk UH-60, caiu ontem (19) à noite, por volta das 20h (14 de Brasília), na base conjunta de Balad.

A identidade do militar que morreu não foi divulgada. Também não foram dados mais detalhes do acidente, que já está sendo investigado.

Com mais essa morte, o número de soldados americanos que perderam a vida no Iraque desde março de 2003 subiu para 4.343.

fonte EFE/G1

AMERICAN AIRLINES VAI RECICLAR ROLHAS DE CORTIÇA USADAS NO AEROPORTO

A American Airlines vai passar a reciclar as rolhas de cortiça usadas nos seus espaços de espera em aeroportos como os de Nova Iorque, Miami, Chicago ou Atlanta. A adesão ao programa de reciclagem da Corticeira Amorim, de Portugal, vai permitir transformar a cortiça em solas de sapatos, revestimentos ou isolamentos.

Segundo um comunicado da Corticeira Amorim, aderiram ao programa "ReCORK America" a rede de 24 lounges Admirals Club e a Sodexo, empresa que faz a gestão dos serviços prestados nesses espaços.

As rolhas serão encaminhadas para unidades responsáveis pela sua transformação pelo "ReCORK America", serviço criado há dois anos e que já recolheu mais de três milhões de rolhas de cortiça usadas nos Estados Unidos.

Atualmente, o programa contra com a participação de reputadas empresas norte-americanas, como a maior cadeia de supermercados de produtos orgânicos do mundo Whole Foods Market, de algumas das maiores caves, como a Kendall-Jackson Wine Estates, a Foster´s Wine Estates, a Domaine Chandon e a Diageo Estates, e do Culinary Institute of America.

Em Portugal, a Corticeira Amorim apoia uma iniciativa semelhante, em parceria com a Quercus: o projeto "Green Cork", que recolheu três milhões de rolhas no espaço de seis meses. Para a prossecução deste programa foi inaugurada, no início do ano, uma unidade de reciclagem de rolhas em Portugal, que espera receber e transformar 90 milhões de rolhas de cortiça nos próximos quatro anos.

fonte Diário Digital (Portugal)

AGESUL DIVULGA LICITAÇÃO PARA OBRAS NO AEROPORTO MUNICIPAL SANTA MARIA, CAMPO GRANDE, MATO GROSSO DO SUL

A Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) divulgou na quinta-feira (17) o resultado da licitação para as obras de infraestrutura no Aeródromo Municipal Santa Maria, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. A proposta da empresa vencedora tem o valor de R$ 14.746.112,19.

Do total de recursos, 85% (R$ 12.631.908,82) virão do Programa Federal de Auxílio a Aeroportos (Profaa), e 15% (R$ 2.229,160,38) são investimentos do governo do Estado. A inclusão desse aeródromo e de outros no Profaa é resultado de articulações desencadeadas desde 2007 pelo governador André Puccinelli, visando dotar 16 municípios pólos de aeroportos estruturados e homologados pela Infraero e pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Podem ser incluídos no Programa aeródromos de propriedade dos governos municipal ou estadual.

Em agosto, o Ministério da Defesa publicou portaria destinando R$ 6.378.183,62 da primeira etapa do Plano de Investimentos de 2009, do Profaa, para o aeródromo Santa Maria. Os recursos representam o montante federal a ser repassado neste ano. As obras previstas incluem reforma e ampliação da pista de pouso/decolagem; reforma e ampliação da pista de táxi; reforma e ampliação do pátio de aeronaves; construção de cerca de proteção; construção e implantação do acesso à Secção de Contra Incêndio (Secinc). Conforme a secretaria estadual de Obras Públicas e Transportes (Seop), a obra no aeroporto começa ainda este ano.

Na mesma portaria de agosto, foi destinado R$ 1.502.982,82 para o aeroporto de Porto Murtinho, para serem aplicados na conclusão do convênio firmado em 2006 com o governo do Estado. Segundo a Seop, as obras no aeródromo já estão na fase final. No total, foram investidos R$ 15,8 milhões de recursos na reforma e ampliação desse aeroporto. (Com informações da assessoria).

fonte/Capital News MS

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