domingo, 22 de dezembro de 2013

QUEDA DE ULTRALEVE DEIXOU DUAS PESSOAS FERIDAS

Queda de aeronave deixou duas pessoas feridas


Queda de aeronave deixou duas pessoas feridas (Foto: DOL)
(Foto: DOL)

Roberto Luis de Sousa e Helder Guimarães Lima da Silva que estavam na aeronave que caiu na manhã deste domingo (22), na estrada que dá acesso à ilha de Mosqueiro, distrito de Belém, sofreram fraturas e escoriações. Eles foram encaminhados para um hospital particular da capital.  Uma das vítimas conseguiu sair sozinha da aeronave, mas o piloto ficou preso entre as ferragens e precisou ser removido com ajuda do Corpo de Bombeiros.

A queda ocorreu por volta das 09:30, entre os km 3 e 4 da rodovia PA-391, perímetro do município de Santa Barbara.  De acordo com a Força Área Brasileira (FAB) a aeronave envolvida no acidente é um ultraleve, modelo Conquest 180 - PU-KIO, com motor. Segundo a Polícia Rodoviária Estadual (PRE) é de uso particular, utilizada para passeios.

O piloto do ultraleve sofreu fratura exposta, enquanto o passageiro teve mais escoriações. Relatos coletados com testemunhas oculares dão conta de que a queda foi amortecida, evitando uma possível tragédia. A aeronave colidiu primeiro com fios da rede de telefone e depois chegou ao chão. O impacto com a fiação teria evitado o choque direto com o telhado de um restaurante, localizado à beira da pista.

A PRE informou que a suspeita é de que tenha ocorrido pane na aeronave, provocando a queda.
fonte/foto/DOL/DiarioOnLine

QUEDA DE AVIÃO DA EMBRAER NA NANÍBIA FOI PROPOSITAL




JOANESBURGO, 21 dez 2013 (AFP) - O piloto do avião da companhia Mozambique Airlines (LAM), que caiu na Namíbia no final de novembro, jogou o aparelho contra o solo "intencionalmente", deixando 33 mortos, de acordo com os resultados de uma investigação preliminar divulgados neste sábado.

As caixas-pretas do voo TM 470 mostraram que o avião caiu no solo em 29 de novembro, quando o capitão Hermínio dos Santos manipulava o piloto automático do Embraer 190 de uma maneira que "denota uma intenção clara" de fazer o aparelho cair, declarou o presidente do Instituto moçambicano de Aviação Civil, João Abreu.

"Não se conhece a razão dessas ações, e a investigação continua", disse Abreu.

Ele disse ainda que o piloto se fechou na cabine, ignorou os sinais de alarme e não autorizou seu co-piloto a voltar para a cabine pouco antes que o avião caísse.

"É possível ouvir os sinais de alarme de diversas intensidades, golpes contra a porta da cabine e pedidos para entrar", afirmou Abreu, citado pela agência moçambicana de notícias AIM.

O voo TM 470 da LAM, a companhia nacional moçambicana, decolou de Maputo, em 29 de novembro, com destino a Luanda, capital de Angola, com 27 passageiros a bordo: cinco portugueses, um luso-brasileiro, dez moçambicanos, nove angolanos, um francês e um chinês.

Esse acidente é considerado o mais grave da história da Aviação Civil de Moçambique desde o do avião do presidente Samora Machel em 1986 na África do Sul, quando 34 pessoas morreram.

A União Europeia (UE) proibiu o voo dessa companhia em seu espaço aéreo em 2011.

Santos Fernandes acumulava 9.053 horas de voo. Desse total, 1.395 foram feitas como comandante. Em abril de 2012, sua licença foi renovada, segundo a companhia moçambicana. 
fonte/AFP/Uol

COMISSÁRIA DE BORDO PASSA NATAL E REVEILLON NO AR HÁ 15 ANOS


Reportagem é uma homenagem aos "profissionais do ar"  que trabalham durante as festas de final de ano. Fui controlador de voo durante 5 anos e trabalha feliz durante as "festas"..o importante era manter a segurança dos passageiros que naquele momento cruzavam o espaço aéreo.


Feliz Natal aos comandantes, pilotos, comissários de voo, mecânicos e pessoal de terra.
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A comissária Virgínia Chagas (Foto: Virgínia Chagas/Arquivo pessoal)A comissária Virgínia Chagas (Foto: Virgínia Chagas/Arquivo pessoal)


Nos últimos 15 anos, Virgínia, que mora em Santos, só passou a data com a família em duas ocasiões. Comissária de bordo da companhia aérea TAM, ela está acostumada a passar a noite do dia 24 – e também a virada de ano, no dia 31-- no ar, em pleno voo.

“No início eu costumava trabalhar no Natal e no Ano Novo. Agora, como já tenho mais tempo de empresa, consigo tirar ao menos um deles de folga”, conta.

Em vez de reclamar, o marido de Virgínia, que não trabalha na área de aviação, aproveitou o lado bom disso. Gilson Chagas sempre viaja com ela nessas datas comemorativas, já que a companhia oferece um bilhete gratuito a acompanhantes dos funcionários que estão de plantão nesses dias. “Nunca passei sozinha, ele sempre vai comigo”, diz a comissária.

Juntos, os dois já passaram o réveillon em cidades como Miami, Brasília, Natal e Foz do Iguaçu. “Em 2011 tive que trabalhar nos dois feriados e passamos o Natal em Londres e o Ano Novo em Paris. Meu marido adorou”, conta Virginia, que atualmente é chefe dos voos internacionais da empresa.
Neste ano, ela fará plantão no Ano Novo, mas, pela primeira vez, ficará no aeroporto, como possível substituta em caso de que algum funcionário não compareça. “Se ninguém faltar, volto para casa”, diz.

Mas não durante a virada, já que o último voo decola depois da 1h da manhã. O marido vai para Guarulhos ficar por perto, como sempre. Eles combinaram de fazer um “almoço especial” para substituir a ceia de Ano Novo.

A comissária, que antes de entrar para a área de aviação folgava todos os feriados de fim de ano, diz que já se acostumou à rotina atual. “O Ano Novo para mim é indiferente, mas no Natal eu fico um pouco mais sentida porque é uma festa mais familiar. De qualquer forma, para quem tem filho é mais sofrido, e eu não tenho”, diz ela. 

Brinde sem álcool
Segundo Virgínia, muitos dos passageiros que embarcam em voos durante o Natal e a virada de ano são pessoas que viajam sozinhas – aproveitando as promoções que costumam ser feitas para esses horários ou por não ter conseguido embarcar em outros voos mais disputados. “Mesmo em voos em que normalmente vão muitas famílias, como para a Flórida, você vê mais gente sozinha nesses horários”, diz a comissária.

Em alguns anos, a companhia distribuiu minigarrafas de espumante para os passageiros nessas datas. Em 2011, preparou um serviço de bordo com pratos típicos e receitas tradicionais da ceia de Natal.
Neste ano, desde o dia 18 a empresa vem sorteando um panetone de 500 g em cada voo nacional que decola dos aeroportos de Congonhas e Guarulhos, em São Paulo.

Virgínia conta que, como não podem consumir bebida alcoólica durante o trabalho, os comissários costumam brindar a virada do ano com uma mistura de tônica e suco de laranja, para não “passar em branco”. “É pra sentir que é champanhe, porque faz bolhinhas”, diz. Considera-se sempre a meia-noite no horário de Brasília.

Ela lembra que, em um ano, a equipe de cada classe ficou responsável por levar um tipo de comida (frutas, doces e salgados) para fazer uma pequena festa a bordo. "As tripulações são muito unidas", diz. 

GOL TERÁ QUE PAGAR INDENIZAÇÃO POR VENDER ASSENTOS QUE NÃO EXISTEM


SÃO PAULO – A companhia aérea Gol foi condenada a pagar indenização por danos morais por vender bilhetes de viagem para assentos que não existiam. Os dois passageiros que entraram com processo contra a empresa irão receber R$ 5 mil cada um. 

De acordo com o 4º Juizado Especial Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, ao embarcarem na aeronave, os viajantes procuraram seus lugares e não encontraram a sua fila, a de número 13.

Em sua defesa, a Gol alegou inexistência de danos a serem indenizados, e ainda imputou a responsabilidade do erro a funcionários terceirizados e não soube dizer o porquê de, naquela aeronave, a fileira de assentos pular do número 12 para o 14.

Procurada pelo InfoMoney, a empresa informou que irá se manifestar nos autos do processo.

fonte/Uol

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