quarta-feira, 12 de março de 2014

SUPER TUCANO DA FAB CAI EM MATO GROSSO DO SUL E PILOTO SOBREVIVE


Um Super Tucano A-29 da Força Aérea Brasileira (FAB) caiu durante treinamento às 17h05 (de MS), desta quarta-feira (12), em uma área rural de Campo Grande. Segundo informações divulgadas pela FAB, o único ocupante da aeronave era o piloto, que acionou o assento ejetável e sobreviveu.

De acordo com a corporação, o militar foi resgatado minutos após o acidente por um helicóptero Força Aérea. Ele estava consciente e não tinha ferimentos.

Há equipes da FAB no local, que fica a cerca de 55 quilômetros da área urbana da capital sul-mato-grossense. A Aeronáutica já iniciou as investigações para apurar as causas do acidente.

fonte/G1

Nota da Força Aérea

 O Comando da Aeronáutica informa que nesta quarta-feira (12/03), às 18h05 (Horário de Brasília), uma aeronave A-29 Super Tucano da Força Aérea Brasileira (FAB) caiu a 55 quilômetros a sudoeste de Campo Grande (MS). O piloto da aeronave, e único ocupante, acionou seu assento ejetável e foi resgatado minutos depois por um helicóptero H-1H da FAB. O oficial passa bem e estava consciente no momento do resgate.
A Aeronáutica já iniciou as investigações para apurar os possíveis fatores que contribuíram para o acidente.

Brasília, 12 de março de 2014

Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

"BOA NOITE" FOI A ÚLTIMA MENSAGEM DO VOO QUE DESAPARECEU NA ÁSIA, DIZ EMBAIXADOR


"Boa noite" foi a última mensagem do voo que desapareceu na Ásia, diz embaixador ATAR/AFP
Militares da Força Aérea da Indonésia participam dos trabalhos de busca pelo avião da Malaysia Airlines Foto: ATAR / AFP
 
A última mensagem de rádio transmitida ao controle aéreo pelo Boeing 777 desaparecido com 239 pessoas a bordo desde sábado foi "tudo bem, boa noite", informou nesta quarta-feira o embaixador da Malásia em Pequim, em um encontro com parentes de passageiros chineses.

Estas palavras foram pronunciadas por um dos pilotos no momento em que a aeronave, que viajava entre Kuala Lumpur e Pequim, deixava o espaço aéreo malaio para entrar no do Vietnã, destacou o embaixador Iskandar Sarudin, informa o jornal Straits Times, de Cingapura.

Pressionado pelos familiares a apresentar respostas para as muitas perguntas provocadas pelo misterioso desaparecimento do avião, após cinco dias de buscas infrutíferas, o embaixador disse que "não chegou o momento" de revelar as informações transmitidas pelos militares às autoridades civis.

O avião da Malaysia Airlines desapareceu em algum ponto entre o leste da Malásia e o sul do Vietnã. As buscas não apresentaram resultados até agora, apesar da mobilização "sem precedentes" de recursos, segundo o governo da Malásia.

fonte/foto/ZeroHora

ANAC SUSPENDE HABILITAÇÃO DE PILOTO QUE FEZ VOOS RASANTES NA ORLA DA PARAÍBA

O piloto apontado como responsável pelos voos rasantes no litoral de João Pessoa em janeiro de 2014 teve sua habilitação e licenças cautelarmente suspensas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A informação foi divulgada pela Anac na terça-feira (11). Para poder voltar a guiar uma aeronave, o piloto natural do Tocantins terá que passar por um curso básico de prevenção de acidentes aeronáuticos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Auronáuticos (Cenipa) com duração de seis semanas.

Os voos rasantes foram feitos pelo piloto no dia 12 de janeiro de 2014 nas praias do Bessa, Manaíra, Tambaú e Cabo Branco, todas em João Pessoa. Segundo informações do Aeroclube da Paraíba após análise das imagens dos rasantes feitas por banhistas na época, o avião chegou a sobrevoar a 2 metros do nível do mar, aproximadamente 298 metros abaixo do permitido pela Anac em locais povoados.

Ainda de acordo com a Anac, o piloto recebeu seis autos de infração por voar abaixo da altura mínima regulamentar, operar de forma negligente, não preencher o Diário de Bordo da aeronave, utilizar equipamento de navegação GPS não homologado, entre outros. As sanções previstas para o piloto que cabem à Anac foram cumpridas, restando as que cabem à Força Aérea Brasileira (FAB), que apura o caso por meio da Junta de Julgamento da Aeronáutica (JJAER), e também à Polícia Federal. Os inquéritos da FAB e da PF ainda estão em curso, segundo a Anac.

Avião fez voos rasantes em João Pessoa e assustou banhistas neste domingo (12) (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco) 
Avião registrado em Tocantins utilizou o Aeroclube
da Paraíba (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)
 
Altura mínima é de 305 metros
O monomotor modelo PA-28R pertence a um advogado do Tocantins. Na época dos rasantes, o avião estava em meio a uma negociação e tinha sido emprestado para um outro advogado. Foi o piloto do advogado que tinha consegui o avião emprestado que realizou os voos rasantes.

De acordo com o gerente administrativo do Aeroclube da Paraíba, Jedaías Nunes, as regras de aviação indicam que em áreas com aglomeração de pessoas, o piloto mantenha a aeronave em uma altura mínima de 1.000 pés, que corresponde aproximadamente a 305 metros. Em casos onde não há presença de pessoas, a altitude mínima cai pela metade. “Mesmo que ele puxasse para o mar, o correto seria voar a pelo menos 500 pés [cerca de 150 metros]”, ressaltou o gerente.
 
Investigação da FAB continua aberta
Um dia após o voo rasante, em 13 de janeiro de 2014, a FAB abriu um procedimento para apurar o caso. O G1 entrou em contado com a FAB para conhecer o andamento do inquérito dois meses após ter sido iniciado. A FAB informou que um email com as últimas novidades do caso seria enviado. Até as 10h de quarta-feira (12) o email ainda não havia sido remetido. 

Segundo presidente do Aeroclube da Paraíba, aeronave chegou a voar a 2 metros da praia (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco) 
Segundo presidente do Aeroclube da Paraíba,
aeronave chegou a voar a 2 metros da praia
(Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)
 
De acordo com o Comando da Aeronáutica, à época da abertura do procedimento, a investigação pode levar à cassação da licença do piloto e apreensão da aeronave. A Junta de Julgamento da Aeronáutica (JJAER) tem a atribuição de apurar a ocorrência, julgar e aplicar as penalidades em caso de infrações de tráfego aéreo previstas na Lei nº 7.565, Código Brasileiro de Aeronáutica, e na legislação complementar.

A JJAER pode ainda aplicar multa, suspensão e cassação de certificados, licenças, concessões ou autorizações; detenção, interdição ou apreensão de aeronave, ou do material transportado; e intervenção nas empresas concessionárias ou autorizadas. De acordo com a FAB, durante a apuração e julgamento das infrações, é assegurado ao infrator o direito à ampla defesa e a recurso.

Voo assustou banhistas
A estudante Anne Nunes foi uma das testemunhas do voo baixo e conta que o piloto fazia manobras arriscadas, o que gerou um verdadeiro pânico na praia."Ele fez uma sucessão de quatro passagens por cima dos banhistas. Na última, deu para notar que havia pessoas nas cadeiras traseiras da aeronave, e o piloto aparentava ser bem novo", relatou.

Anne contou que estava brincando com os sobrinhos na Praia do Seixas, por volta das 14h de domingo, quando escutou o barulho da aeronave se aproximando. "As pessoas começaram a se levantar das cadeiras e apontar para o céu. Crianças eram puxadas pelos pais de dentro d'água. Vi o avião extremamente próximo da beira do mar, numa altitude muito baixa", lembrou.

fonte/foto/G1

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS PERDE OZÍLIO SILVA, UM DOS PIONEIROS DA EMBRAER


Ozilio Silva durante evento na Apve, em São José_Foto: Divulgação Ozilio Silva durante evento na Apve, em São José_Foto: Divulgação

  Será enterrado nesta quarta-feira o corpo do engenheiro aeronáutico Ozílio Carlos da Silva, que morreu na noite de segunda-feira, em São José dos Campos, de mal súbito.

Ele tinha 77 anos e estava em casa, acompanhado da mulher, Dagmar da Silva. Ozílio deixa três filhos e cinco netos.

O enterro está marcado para às 16h, no cemitério Horto São Dimas, no Jardim Ismênia, região leste de São José.

O engenheiro foi um dos fundadores da Embraer, ao lado do amigo e também engenheiro Ozires Silva, coronel da Aeronáutica e ex-presidente da Embraer, entre 1969 e 1986.

Ozílio sucedeu Ozires no comando da companhia, liderando a Embraer de 1986 a 1990.

Ele deixou a empresa após a crise que provocou a demissão de quase 4.000 funcionários, em outubro de 1990, a maior demissão em massa da Embraer. Ozílio sai em janeiro de 1991.
“Não tenho saudades. Fiquei traumatizado com o que aconteceu”, disse ele em 1999, por ocasião dos 30 anos de criação do Bandeirante.


Pioneiros.
O avião bimotor turboélice Bandeirante foi o primeiro a ser produzido na recém criada Embraer, em dezembro de 1969.

A aeronave havia sido desenvolvida no DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), em São José, por um grupo de engenheiros liderados por Ozires.

Ozílio estava entre eles e, como funcionário do IPD (Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento) do (na época) CTA, ele participou de todo o desenvolvimento do avião.

A amizade entre Ozires e Ozílio, e a semelhança do nome deles, não raro levava as pessoas a acreditarem que eles eram irmãos, ou ao menos parentes próximos. Nada disso.

Conta Ozires: “Não somos parentes nem de longe. Mas a semelhança do nome foi o motivo de nos conhecermos, no ITA, na década de 1950”.
“Pedi uma ligação para a telefonista do ITA e quando ela me chamou para atender, ele ouviu e foi no meu lugar, porque a pronúncia do nome é parecida. Foi assim que nos conhecemos.”
 
Segundo Ozires, o colega era um engenheiro “brilhante, com grandes ideias e que contribuiu muito pelo sucesso da Embraer”.

Nesta terça-feira, durante o velório realizado na Urbam, até as 20h, mais de 100 pessoas passaram para se despedir do engenheiro.

“Ele foi uma grande pessoa, profissional e pai de família e vai deixar muitas saudades em todos nós”, disse o amigo Arnaldo Bueno Silva.

Para Dagmar Silva, mulher de Ozílio, o casamento de 52 anos com o engenheiro deixou frutos na família --são três filhos (duas mulheres e um homem) e cinco netos-- e nos amigos.

“Ozílio era um homem excepcional, um amigo, empreendedor e pai amoroso”, disse.

Embraer divulga nota de pesar
A morte de Ozílio Silva repercutiu entre empresários e companhias do setor aeronáutico, ramo em que ele trabalho por toda a vida. Depois de deixar a Embraer, em janeiro de 1991, Ozílio passou a prestar consultoria para empresas aéreas.

Ele foi um dos fundadores da Embraer, em 1969, e presidiu a companhia entre 1986 e 1990. Em nota, a fabricante lamentou a morte do ex-presidente. “A Embraer lamenta profundamente a perda do engenheiro Ozílio Silva, ocorrida ontem (segunda-feira). Ozílio foi um dos pioneiros da Embraer, tendo sido presidente da empresa no período de 1986 a 1990. Em nome de todos os seus empregados, a Embraer presta sua homenagem a este grande colaborador”, informou a companhia.

“O sonho de ver a Embraer voando foi de todos nós, e Ozílio era um dos mais entusiasmados”, disse Ozires Silva. 

Familiares farão homenagem
Parentes e amigos de Ozílio Silva prestarão as últimas homenagens ao engenheiro hoje, até as 16h, quando o corpo dele será enterrado no cemitério Horto São Dimas, na região leste de São José. O horário foi marcado para que o filho mais velho, que mora nos EUA, tivesse tempo de chegar e participar das homenagens. Ele deixa três filhos e cinco netos.


Nascimento Ozílio Carlos da Silva nasceu em Uberlândia (MG) em 1937 e veio para São José em 1957 para estudar no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), formando-se em 1961

Avião
Ao lado de Ozires Silva, o engenheiro aeronáutico Ozílio Silva foi um dos pioneiros no desenvolvimento do Bandeirante, avião que impulsionou a criação da Embraer

Empresa
Ozílio Silva presidiu a Embraer entre 1986 e 1990, saindo após a crise que levou à demissão de quase 4.000 funcionários da empresa, em dezembro de 1990. Ele deixou a Embraer em janeiro de 1991.

fonte/OVale


MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...