sábado, 31 de outubro de 2009

BIMOTOR CAI NO MAR EM ANGRA DOS REIS

Um avião bimotor caiu na tarde deste sábado (31) no mar, próximo à praia do Frade, em Angra dos Reis, região Sul Fluminense do Rio. Duas pessoas estavam a bordo, mas não se feriram, segundo informações da Capitania dos Portos e do Corpo do Bombeiros.

Equipes da capitania e bombeiros estão no local para retirar a aeronave da água. Ainda não há informações sobre o que teria causado a queda.

fonte/G1 /TV Globo

PARABÉNS - HOJE DIA MUNDIAL DO COMISSÁRIO DE BORDO

Comemora-se neste sábado, 31 de Outubro, o Dia Mundial do Comissário de Bordo ou Assistente de Bordo, em homenagem ao surgimento da profissão, em 1930.

A profissão de comissário de bordo ou aeromoça surgiu em 1930, devido a reivindicação de uma mulher enfermeira, Ellen Church (foto acima), apaixonada pela aviação e impossibilitada de pilotar uma aeronave por ser mulher.

Por este motivo, Ellen Church propôs à Boeing Air Transport que colocasse enfermeiras a bordo dos aviões para cuidar da saúde e segurança dos passageiros durante o voo.

A Boeing Air Transport, que era até então uma linha aérea e fabricante de aeronaves, contratou oito enfermeiras por um período de experiência de três meses.

Essas novas assistentes, que foram chamadas de "aeromoças" logo se tornaram parte integral de todas as linhas aéreas. Elas não precisavam mais ter formação em enfermagem, mas o caráter maternal era considerado como um elemento chave na profissão.

As primeiras moças contratadas deveriam ser solteiras, não terem filhos, obedecer a um padrão de peso e altura, porém possuiam salários muito baixos.

A ideia fez muito sucesso, pois as mulheres a bordo passavam segurança aos passageiros, já que a mulher era consideradas uma figura de fragilidade, e tendo mulheres trabalhando a bordo, passava-se a ideia aos viajantes de que o avião não era tão perigoso quanto pensavam.

Devido a Segunda Guerra Mundial, as enfermeiras foram convocadas para os campos de batalha, as companhias aéreas então começaram a colocar mulheres de nível superior a bordo, contudo sem perder o charme e a elegância, já que essa profissional representaria a empresa.

A profissão popularizou-se e perdeu o símbolo sensual que possuia. Foi então que surgiu o "aeromoço", já que as funções do comissário aumentaram devido ao aumento do fluxo de passageiros, o que exigia mais do profissional.

A partir do momento em que o passageiro entra no avião, a sua segurança e conforto são de responsabilidade do comissário de bordo.

O comissário demonstra os procedimentos de emergência adotados pela empresa, faz o serviço de bordo e cuida dos passageiros durante a viagem. Além disso, o comissário está preparado para trabalhar em horários incomuns.

Pelas razões acima, concluí-se que a profissão de comissário de bordo requer um conjunto de características pessoais, físicas e psicológicas diferenciadas.

O comissário de voo é o profissional que auxilia o comandante da aeronave. Ele é encarregado do cumprimento das normas relativas à segurança e ao atendimento dos passageiros.

fonte/Angop / foto/ National Air and Space Museum Archives

ALERTA EMVOO DA BRITISH AIRWAYS, 6 PASSAGEIROS DESMAIAM DURANTE VOO INTERNACIONAL

Um Boeing 777 da British Airways, pousou hoje cedo, em Londres, declarando emergência química, e taxiou até uma área remota do aeroporto, onde o esperavam 11 viaturas dos bombeiros e seis ambulâncias.

O drama teve início após o voo BA184 da British Airways, notificou via rádio que seis passageiros haviam desmaiado à bordo, e temia-se que os desmaios pudessem ter sido cauados por inalação de algum agente químico à bordo. O voo BA184, procedia de Newark, New Jersey , EUA e após o pouso, posicionou-se no Terminal 5, por volta das 06:50 da manhã, horário local.

Bombeiros vestidos em roupas especiais com respiradores, subiram à bordo e durante duas horas conduziram um exame minucioso, em busca de sinais de produtos químicos que pudessem ter causado os demaios dos passagiros.

Após a checagem, as equipes médicas tiveram autorização para vir à bordo,tratar os passageiros afetados, os quais reclamaram que sentiram tontura e acabaram desmaindo durante o voo. Nenhum dos passageiros afetados necessitou de internação.

Todos os 216 passageiros, mantidos dentro da aeronave, enquanto os bombeiros faziam o exame do avião, receberam autorização para deixar a aeronave, em seguida ao término do trabalho das equipes de bombeiros.

Uma porta-voz dos bombeiros informou que a corporação recebeu um chamado às 06:41, com a informação que um avião chegaria com passageiros que teriam ficado doentes durante o voo. O exame da aeronave não detectou a presença de quaisquer substâncias. A porta-voz confirmou que à bordo do avião, haviam 216 passageiros e 14 tripulantes.

O porta-voz dos serviços médicos informou que o London Ambulance Service, recebeu chamado, pouco após as 6 horas da manhã. Segundo o porta-voz, os seis passageiros vítimas de desmaio, foram conduzidos ao centro médico do aeroporto e após exame, constatou-se que nenhum deles necessitaria de maiores cuidados médicos e assim foram liberados.

Os bombeiros informaram que o avião foi declarado seguro para utilização e que as causas do incidente deverão ser investigadas.


fonte/BGA/Telegraph.uk

BIMOTOR CAI E MATA PILOTO E MORADORA NOS EUA

O avião de pequeno porte Cessna 310J, prefixo N308J, da empresa KM Aviation, caiu sobre uma casa em Gwinnett County, na região de Atlanta, no estado americano da Geórgia, provocando um incêndio e matando o piloto e uma mulher que estava em solo.

O marido da mulher que morreu estava na casa na hora do acidente, na sexta-feira (30), mas conseguiu escapar. As identidades das vítimas não foram divulgadas.

Tommy Rutledge, capitão do corpo de bombeiros, disse que o piloto estava sozinho na aeronave, um bimotor Cessna.

A casa, de dois andares, foi destruída.

Uma porta-voz da agência de aviação dos EUA informou que o avião decolou do aeroporto do condado de Gwinett e rumava para Sparta, no Tennessee.

fonte/AP /G1 fotos/ AP

HIDROAVIÃO COM BRASILEIROS FAZ POUSO FORÇADO NOS EUA

Um hidroavião, com turistas brasileiros a bordo, se acidentou em uma baía da Flórida, nos Estados Unidos. Ninguém ficou ferido.

O acidente aconteceu durante um voo teste da aeronave Beriev BE-103, prefixo N13KL, da empresa H2O Air. A engrenagem apresentou problemas durante o pouso, em Venetian Islands, Biscayne Bay, o que fez com que a asa esquerda do avião ficasse danificada.

Os brasileiros, que checavam as condições da aeronave para uma possível compra, e o piloto do hidroavião, não se machucaram. As causas do acidente estão sendo investigadas.

fonte/ASN / CBS

MONOMOTOR FAZ POUSO DE EMERGÊNCIA EM RODOVIA NA FLÓRIDA



O monomotor Cessna 172RG, prefixo N9985B, tinha três pessoas a bordo que não ficaram feridos, disseram as autoridades. O incidente ocorreu numa rodovia a oeste do condado de Broward, na Flórida.

O Departamento de Polícia de Broward informou que a Administração Federal de Aviação (FAA) era esperado para investigar a causa e natureza da emergência.

De acordo com registros públicos da FAA, a aeronave está registrada para Ronald Adams, de Statesboro, Geórgia.

fonte/ ASN

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

SOBREVIVENTES DIZEM QUE SUBOFICIAL DESAPARECIDO AJUDOU TODOS

Após os primeiros atendimentos, os sobreviventes foram transferidos Foto: Genival Moura/Agência Estado

A enfermeira da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) de Cruzeiro do Sul (AC) Isna Silveira afirmou, nesta sexta-feira, que sobreviventes do acidente com o avião da Força Aérea Brasilieira (FAB) relataram o heroísmo de um dos dois homens que estavam a bordo e continuam desaparecidos. Segundo Maria das Dores Silva Carvalho, o suboficial Marcelo dos Santos Dias ajudou todos os ocupantes a deixar a aeronave antes de ela afundar.

O avião foi localizado às 9h40 do horário local (11h40 de Brasília) desta sexta-feira. A aeronave pousou no rio Ituí, afluente do rio Javari, entre as aldeias Aurélio (da tribo dos Matis) e Rio Novo (da tribo dos Murugos). O C-98 foi inicialmente localizado por índios da tribo dos Matis, e a FAB enviou para o local as aeronaves que estavam engajadas na operação de busca. No início da tarde, o comando da Aeronáutica e a Funasa divulgaram uma nota conjunta e informaram que dos 11 ocupantes do avião, um está desaparecido e há indícios de um possível óbito. Os outros nove sobreviventes passam bem.

"O oficial saiu e ajudou todos, disse ela. E deve ter ficado exausto", afirmou Isna. Segundo a enfermeira, os sobreviventes não teriam visto o servidor da Funasa João de Abreu Filho - o segundo desaparecido - deixar a aeronave.

Isna disse que os seis servidores da Funasa, levados para o Hospital Geral de Cruzeiro do Sul, estavam mais tranquilos no final da tarde. Às 19h (horário de Brasília), eles ainda estavam sendo avaliados pela equipe médica e que deverão ficar internados no hospital nesta noite. De acordo com a enfermeira, eles foram bastante picados por insetos durante a madrugada. Segundo ela, a enfermeira Josiléia Vanessa de Almeida, que está grávida, não teve nenhum problema com o bebê.

A servidora da Funasa Maria das Graças Rodrigues Nobre, 49 anos, ligou às 14h30 (12h30 no horário de Brasília) para os parentes em Atalaia do Norte (AM) para acalmá-los. "Ela falou que tiveram ferimentos leves, nada grave", afirmou Nadilene Freitas Rodrigues, prima de Maria das Graças.

Segundo a prima, Maria das Graças, que é viúva e tem três filhos, estava muito abalada e chorando bastante. A servidora que trabalha há nove anos na Funasa não soube informar quando retornará para casa.

fonte/foto/Terra/AgEstado

ROTA DE COLISAO NA TAXIWAY


Cerca de 244 passageiros tiveram uma fuga milagrosa, quando dois aviões ficaram frente- a- frente no taxiway do Aeroporto Internacional de Chhatrapati Shivaji na noite de segunda-feira (26).

A aeronave da Kingfisher Airlines com 117 pessoas a bordo estava prestes a decolar quando um vôo da Air Índia com 127 passageiros estava em alta velocidade na mesma pista .

Entretanto, a distância entre as duas aeronaves era graças à Deus, considerável, tanto é que os dois pilotos conseguiram frear e administrar a situação evitando assim um potencial desástre aéreo.

fonte/IndiaNews

AVIAO DA GOL ARREMETE EM BRASÍLIA

No momento da aterrissagem, outro avião estava na pista, diz passageiro. Caso foi comunicado à Anac; para a Gol, procedimento foi 'corriqueiro'.

Um suposto erro da torre de controle do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília, obrigou um piloto da Gol Linhas Aéreas a arremeter a aeronave no momento do pouso na tarde desta sexta-feira (30). Segundo um dos 128 passageiros do voo 1846, que saiu de Guarulhos por volta das 14h, o piloto teria cancelado a aterrissagem ao constatar a presença de outro avião na pista.


"O piloto arremeteu e, em seguida, se desculpou dizendo que a torre de comando havia autorizado o pouso quando um avião já estava na pista. Foi um susto. Outros passageiros passaram mal e precisaram receber auxílio médico", recorda o empresário João Carlos Bruno, 56 anos.

O empresário comunicou o incidente à unidade da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) no aeroporto. A Anac confirmou o recebimento da reclamação e relatou que o caso foi repassado ao comando da Aeronáutica.

A Aeronáutica confirmou que havia outro avião na pista, mas a uma distância que permitiria o pouso do avião da Gol com segurança. Segundo a Aeronáutica, a decisão de arremeter foi do piloto da Gol.

Em nota, a Gol confirmou que a "aeronave Boeing 737-700 arremeteu antes de aterrissar em Brasília, às 15h38". A assessoria da companhia, no entanto, não comentou as causas que levaram o piloto a desistir do pouso e classificou o incidente como "procedimento corriqueiro".

"O pouso e o desembarque dos 128 passageiros que estavam a bordo transcorreram normalmente. A companhia esclarece que a arremetida é um procedimento corriqueiro na aviação comercial e, embora exija cuidados e atenção, não configura uma operação perigosa", disse a nota da assessoria.

fonte/G1

ACONTECEU NO ALASKA



Esse é Supercub Piper RN9368D registrado em Anchorage.
Pode não parecer, mas é!




Um urso sentiu o cheiro da comida e rasgou o avião, Suponho que um Piper seja mais fácil de abrir do que ... uma lata , pelo menos para o Urso.

Dê uma olhada no estabilizador horizontal.
Assim, a estória diz que o piloto do Alasca tinha consigo 2 pneus novos, 3 rolos de fita adesiva e vários rolos de papel celofane no local e ali mesmo consertou e reparou tudo , para que ele pudesse voar para casa.

Se você olhar de perto, pode ver que ele escreveu o registo no lado com uma caneta esferográfica.

HELICÓPTERO CAI NO MÉXICO

Saltillo, México , um helicóptero de uma emissora de televisão local ,Do Grupo RCG, em cima de uma empresa de pneus em um setor residencial da cidade.Depois da queda a aeronave se incendiou, todos saíram ilesos, incluindo um repórter e um cinegrafista,conforme relatos das autoridades da Defesa Civil informou.

À bordo estavam o piloto e três passageiros e não houve nenhuma pessoa em terra ferida.

fonte/Televisa

PILOTO DE AVIÃO COM PROBLEMAS PEDE A PASSAGEIROS QUE REZEM

Um piloto de um avião de uma companhia iraniana pediu aos passageiros que rezassem depois que seu avião foi vítima de uma pequena avaria na quinta-feira (30).

O Boeing da Aseman Airlines havia decolado do aeroporto de Teerã com um atraso de seis horas e teve de voltar 45 minutos depois por conta de um problema técnico, segundo um passageiro ouvido pela agência Isna.

O piloto teria dito aos passageiros: "O avião está enfrentando um problema técnico. Então, por favor, rezem".

As sanções internacionais sobre o Irã afetam sua aviação, impedindo o paíse de comprar aviões mais modernos e mesmo peças de reposição. Com isso, o número de acidentes aéreos no país cresceu nos últimos anos.


fonte/G1

MONOMOTOR CAI NAS ANTILHAS

Foto: AP

Equipes de resgate trabalham nesta sexta-feira (30) no local da queda de um avião Cessna 177 de pequeno porte em St. Croix, uma das Ilhas Virgens Norte-Americanas, nas Antilhas. O monomotor caiu em um campo e incendiou-se logo depois da decolagem, matando as três pessoas que estavam a bordo. Os nomes dos tripulantes, que rumavam para a vizinha ilha de St. Thomas, não foram imediatamente divulgados.

fonte/G1foto/AP

HELICÓPTERO CAI NO PERU

















A queda de um helicóptero na quinta-feira (29) entre as localidades de Trompeteros e Saramurona, na região de Loreto, na Amazônia peruana, deixou dois mortos e dois feridos, informaram veículos de imprensa em Lima.

Os mortos foram identificados como Hernie Córdova, o piloto da aeronave, e Edgard Zevallos, segundo o portal de notícias Peru.com.

BUSCAS CONTINUAM PARA LOCALIZAR FUNCIONÁRIO DA FUNASA E MILITAR DA FAB

Nota 9 - 30/10 (17h20) - Desaparecimento de aeronave da FAB

O Comando da Aeronáutica e a Fundação Nacional de Saúde informam que sobreviventes do acidente com a aeronave C-98 Caravan foram encaminhados ao Hospital Geral do Juruá, em Cruzeiro do Sul (AC), para avaliação médica. Os militares e civis passam bem e podem, ainda hoje (30/10), seguir em voo da Força Aérea Brasileira para Tabatinga e Manaus.

Um helicóptero HM-3 Cougar do Exército Brasileiro está se deslocando para o local do acidente do C-98 Caravan para continuar as buscas pelo Sr. João de Abreu Filho, funcionário da Funasa, e o Suboficial Marcelo dos Santos Dias. Uma equipe de buscas com equipamentos de mergulho será reforçada por barcos e contará com a colaboração de índios da região.

Centro de Comunicação Social da Aeronáutica
Assessoria de Comunicação Social da Fundação Nacional de Saúde

fonte/FAB/CECOMSAER

QUATRO VÍTIMAS DO ACIDENTE COM AVIÃO DA FAB CHEGAM A HOSPITAL NO ACRE

O Hospital no Acre

Um helicóptero da Aeronáutica pousou no Aeroporto Internacional de Cruzeiro do Sul (AC), às 13h15 (horário local), desta sexta-feira (30), com os primeiros quatro sobreviventes do acidente com a aeronave da Força Aéra Brasileira (FAB). Eles foram levados para o Hospital Regional do Juruá, na cidade em ambulâncias do SAMU.

Segundo informações da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), sete pessoas, sendo cinco mulheres e dois homens, desceram andando do helicóptero da FAB. Todos vestiam camisetas indicando a campanha de vacinação em que trabalhavam.

A direção da unidade hospitalar escalou os 60 médicos registrados na cidade para ajudar na prestação de socorro às vítimas. Segundo Fábio Pimentel, diretor clínico do hospital, os sobreviventes serão submetidos a uma avaliação médica completa. "Serão feitos radiografias, tomografias, ressonâncias, exames laboratoriais em todos os sobreviventes trazidos. Aparentemente, todos estão bem."

A família da técnica em enfermagem Marina de Almeida Lima, que sobreviveu à queda do avião, passou a madrugada desta sexta-feira rezando na casa da vítima, em Atalaia do Norte (AM).

A aeronave desapareceu nesta quinta-feira (29) com quatro tripulantes e sete passageiros. O avião foi encontrado por integrantes da tribo Matis em meio à Floresta Amazônica, entre as Aldeias Aurélio (da Tribo dos Matis) e Rio Novo (da Tribo dos Murugos), próximo ao Rio Ituí, afluente do Rio Javari.

Pimentel disse que os 40 médicos que atuam na unidade foram chamados para fazer plantão no Pronto-Socorro. "Ainda não sabemos ainda a gravidade das lesões."

Pimentel informou ainda que as vítimas foram retiradas do local do acidente de helicóptero e levadas para a cidade. "Por se tratar de um acidente aéreo, preventivamente, convoquei todos os profissionais da saúde para ficar aqui no PS."

Vítimas

A FAB informou nesta sexta-feira que Estavam no avião 4 militares: 1° Tenente Carlos Wagner Ottone Veiga; 2° Tenente José Ananias da Silva Pereira; Suboficial Marcelo dos Santos Dias; e 1° Sargento Edmar Simões Lourenço.

A aeronave levava também sete funcionários da Funasa: os técnicos Diana Rodrigues Soares, João de Abreu Filho, Marcelo Nápoles de Melo, Maria das Dores Silva Carvalho, Maria das Graças Rodrigues Nobre e Marina de Almeida Lima, além da enfermeira Jositéria Vanessa de Almeida.

Segundo a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), que tinha uma equipe no avião, são nove os sobreviventes entre as 11 pessoas que estavam a bordo.

fonte/G1

AVIÃO DA FAB É ENCONTRADO POR ÍNDIOS NA AMAZÔNIA COM NOVE SOBREVIVENTES

O avião C-98 da FAB (Força Aérea Brasileira), modelo Cessna Caravan, que desapareceu ontem na Amazônia foi encontrado no meio da floresta nesta sexta-feira (30). Segundo o Comando da Aeronáutica, há nove sobreviventes que passam bem. Um dos ocupantes do avião está desaparecido e há indícios de um possível óbito. Ao todo, 11 pessoas viajavam na aeronave.

Segundo nota do Comando da Aeronáutica, a aeronave foi encontrada nesta manhã por índios da tribo matis, que notificaram a Funai (Fundação Nacional do Índio) sobre a descoberta. A Força Aérea agora resgata as vítimas, que estão sendo encaminhadas para o Hospital Regional do Juruá, em Cruzeiro do Sul, no Acre.

O C-98 Caravan fez um pouso forçado no rio Ituí, afluente do rio Javari, entre as aldeias Aurélio, do povo matis, e Rio Novo, da etnia marubo. Uma aeronave C-105 Amazonas localizou o avião que estava desaparecido às 9h40, a partir das informações fornecidas pelos índios.

O avião acidentado pertence ao 7º Esquadrão de Transporte Aéreo (7º ETA), sediado em Manaus (AM). Ele decolou de Cruzeiro do Sul (AC) por volta das 10h30 (horário de Brasília) de ontem e deveria ter chegado às 12h15 no seu destino: Tabatinga (AM). O avião transportava técnicos da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e emitiu um sinal de emergência 58 minutos após a decolagem. Segundo a Aeronáutica, eram boas as condições meteorológicas no horário do desaparecimento da aeronave.

Os sobreviventes são três militares identificados como tenente Carlos Wagner Ottone Veiga, tenente José Ananias da Silva Pereira e sargento Edmar Simões Lourenço. Os demais são civis: Josiléia Vanessa de Almeida, Maria das Graças Rodrigues Nobre, Maria das Dores Silva Carvalho, Marina de Almeida Lima, Diana Rodrigues Soares e Marcelo Nápoles de Melo.

Os outros dois ocupantes do avião ainda não resgatados são: João de Abreu Filho (técnico) e o suboficial Marcelo dos Santos Dias, segundo listas divulgadas anteriormente.

Mais de cem militares participam da operação de buscas e resgates, sendo que 36 militares -entre médicos, enfermeiros e especialistas em resgate-, foram deslocados para a região delimitada pela FAB como provável local do acidente.

A Funasa informou que os familiares dos profissionais que estavam no avião estão recebendo assistência da prefeitura de Atalaia do Norte (AM), município onde residem. O diretor do Departamento de Saúde (Desai) da Funasa, Wanderley Guenka, viajou para Cruzeiro do Sul (AC) para acompanhar os trabalhos da FAB.

Segundo o secretário de Planejamento de Atalaia do Norte, João Bosco Lopes, a população indígena que mora no Vale do Javari, área do Amazonas onde desapareceu a aeronave, foi acionada para ajudar nas buscas. Nessa localidade, a única presença humana é das comunidades indígenas.

Para orientar os indígenas que se dispuseram a ajudar em Atalaia, funcionários da Funasa e da Funai estão em contato - por rádio - desde o início da manhã desta sexta com as aldeias da região.

Equipe da Funasa

A equipe que estava a bordo do avião fazia o trabalho de vacinação em aldeias indígenas do vale do Javari, no extremo oeste do Estado do Amazonas.

Em nota, o órgão afirma que os "colaboradores foram designados para ações de imunização (Operação Gota) em cerca de 3,7 mil indígenas de, aproximadamente, 40 aldeias, no vale do Javari, no Amazonas".

A operação é uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Ministério da Defesa, por intermédio do Comando da Aeronáutica, que levava às populações residentes em áreas rurais e indígenas de difícil acesso as vacinas do calendário básico de vacinação nacional, além de vacinas específicas para povos indígenas.

Informações técnicas

Além de ser utilizado no transporte de cargas, o Caravan é bastante usado pela FAB no transporte de equipes médicas em missões do Correio Aéreo Nacional (CAN), que leva atendimento de saúde a comunidades isoladas da Amazônia. O avião é usado pela Força Aérea desde 1987.

A velocidade máxima que o C-98 Caravan pode chegar é 341 km/h. A aeronave, de fabricação da empresa norte-americana Cessna, possui 15,88 m de envergadura e 11,46 m de comprimento. O avião é utilizado no Brasil, Estados Unidos, Bolívia e Libéria. A aeronave tem capacidade para até 14 passageiros e um tripulante.

fonte/UOL Notícias

DESAPARECIMENTO DE AERONAVE DA FAB - TRIPULAÇÃO

O Comando da Aeronáutica informa que aeronaves da FAB continuam nas buscas ao avião C-98 desaparecido, desde ontem (dia 29), na Região Amazônica. Até o momento, não houve qualquer avistamento por parte das equipes de buscas. A aeronave desaparecida pertence ao 7º Esquadrão de Transporte Aéreo (7º ETA), sediado em Manaus (AM).


A tripulação do C-98 foi composta pelos seguintes militares:

- 1° Tenente Carlos Wagner Ottone Veiga;
- 2° Tenente José Ananias da Silva Pereira;
- Suboficial Marcelo dos Santos Dias; e
- 1° Sargento Edmar Simões Lourenço.

Brigadeiro-do-Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

font/FAB/CECOMSAER

AVIÃO DA GUARDA COSTEIRA SE CHOCA COM HELICÓPTERO NA CALIFÓRNIA

Pelo menos nove pessoas estariam desaparecidas em razão da colisão entre um avião da Guarda Costeira com um helicóptero militar na costa sul da Califórnia nesta quinta-feira (29), disseram as autoridades.

A colisão foi comunicada às 19:10 (hora local) e ocorreu a cerca de 24 km (15 milhas) a leste de San Clemente Island, disse o porta-voz da Guarda Costeira, o contramestre Allyson Conroy.

Um piloto disse que viu uma bola de fogo perto do local do acidente, disse o porta-voz da Administração Federal de Aviação, Ian Gregor.

Segundo informações preliminares, disse Gregor, a colisão foi entre um helicóptero Bell AH-1 Cobra do Corpo de Fuzileiros Navais e um avião de transporte Lockheed C-130 Hercules da Guarda Costeira.

Havia sete pessoas no C-130 e duas no helicóptero, disse Gregor.

O porta-voz do Corpo de Fuzileiros Navais, Corporal Michael Stevens, confirmou que um helicóptero AH-1 Cobra tinha se acidentado, sem oferecer mais detalhes.

As autoridades levaram a cabo uma missão de busca e salvamento.

fonte/ AFP

PILOTO PASSA MAL E AVIÃO DA QUANTAS FAZ POSUO DE EMERGÊNCIA

Um copiloto da Qantas foi forçado a declarar uma emergência, quando o capitão adoeceu durante o voo de Adelaide para Perth, na Austrália.

Um porta-voz da Qantas disse que o capitão do voo QF593 passou mal e foi incapaz de continuar conduzindo o Boeing 737-800, cerca de uma hora antes da aterrissagem prevista para a manhã desta sexta-feira (30).

Ele disse que o piloto havia sofrido um pequeno problema de saúde durante o voo e uma ambulância foi chamada para aguardar sua chegada ao aeroporto. O Boeing deixou Adelaide cerca de 6h50 (hora local) e pousou em Perth às 7h30.

O copiloto foi orientado a aterrissar na pista mais longa do aeroporto. O avião teve de ser rebocado para fora da pista em direção ao terminal doméstico da Qantas.

"O primeiro-oficial, ou segundo em comando, aterrissou a aeronave em segurança", disse o porta-voz da empresa aérea.

A Qantas informou disse que tecnicamente não foi uma aterrissagem de emergência.

O piloto doente foi atendido por paramédicos e levado de ambulância para um hospital de Perth. A Qantas informou, também, que a doença do piloto não é grave.

O voo levava 110 passageiros.

O porta-voz do Australian Transport and Safety Bureau disse que está o incidente está sendo investigado, já que o capitão foi descrito como "incapacitado" durante o voo.

fonte/AAP

TUCANO DA FAB ABRE FOGO CONTRA AVIÃO DO TRÁFICO

Um pequeno avião carregado com cocaína por pouco não foi abatido por uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) nas proximidades de Cristalina (GO), a 140km de Brasília, no fim da tarde de ontem. Os pilotos receberam alerta para que pousassem imediatamente, mas decidiram prosseguir viagem. O Tucano da FAB disparou um tiro de advertência, mas os criminosos não se intimidaram. Em seguida, os militares efetuaram outros dois tiros de abate, forçando os traficantes a aterrissar a aeronave em uma fazenda. Os criminosos — as autoridades não souberam precisar quantos — fugiram se embrenhando na mata.

Segundo fontes da Polícia Federal, o avião vinha da Bolívia, com cerca de 150 quilos de cocaína, quando foi interceptado já sobre o espaço aéreo de Goiás. Os pilotos da FAB pediram a identificação e a origem da aeronave, mas não receberam respostas. Depois de dar o primeiro tiro de advertência, conforme determina a Lei do Abate(1), os traficantes desviaram a rota do voo, retornando em direção à Bolívia. Os militares pediram autorização do Comando da Aeronáutica, que consentiu com o tiro para abater a aeronave não identificada.

“Foram dados dois tiros para acertar o avião”, explicou a fonte da PF, que pediu anonimato. Ao perceberem que poderiam cair, os traficantes decidiram voltar à rota original e aterrissar. Os policiais federais que seguiram para o local não sabiam informar a nacionalidade do avião, nem precisar o total de cocaína que ele carregava, mas calcularam em cerca de 150 quilos. Esse foi o segundo caso no país em que a FAB atira em uma aeronave suspeita. O primeiro aconteceu em junho, em Rondônia. Mas até hoje, desde a instituição da Lei do Abate, nenhuma aeronave chegou a cair após ser interceptada.

Próximo ao local do pouso, a PF apreendeu um veículo que estava escondido na mata. Os agentes acreditam que o carro seria utilizado pelos traficantes. Dezenas de policiais federais das superintendências de Goiás e do Distrito Federal seguiram para o local, depois de avisados pela FAB. Todo o material recolhido na aeronave seria transportado para Brasília, inclusive a cocaína apreendida. A PF não tem pistas dos traficantes, nem sabia informar o destino da droga. O avião, depois de passar por uma perícia, deverá ser trazido ao Distrito Federal.

Goiás se tornou rota alternativa do tráfico boliviano, hoje, o que mais cresce na América do Sul, conforme mostrou reportagem do Correio em agosto passado. Pequenos aviões partem das regiões bolivianas produtoras de coca e voam diretamente para pistas clandestinas construídas em fazendas ou no meio da mata goiana. Há dois meses, a FAB interceptou um avião, em Mato Grosso, que partiu de uma pista clandestina próxima de Caiapônia (GO). Depois da apreensão de mais de 400 quilos da droga, a Polícia Federal começou a trabalhar intensamente na região, utilizada por traficantes que tentam evitar rotas conhecidas para carregamentos de grande quantidade de cocaína, como Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia e Acre.

Goiás, rota da cocaína

A apreensão de uma aeronave com 150kg de cocaína alvejada pela Força Aérea Brasileira (FAB) ontem, próximo à Cristalina (GO), a 140km de Brasília, confirmou o que a Polícia Federal já estava investigando desde o início deste ano: Goiás pode ser uma das principais bases de apoio utilizadas pelo narcotráfico. Em menos de dois meses, dois aviões de pequeno porte com cocaína foram interceptados em Mato Grosso do Sul, após decolarem do interior goiano. Nesse mesmo período, o volume de cocaína apreendido pela PF superou os 600kg, droga que seria distribuída no Centro-Oeste e no Sudeste do país.

Com a repressão policial nas fronteiras, principalmente em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Paraná, o tráfico tem encontrado dificuldades nas rotas para fazer a droga chegar ao Brasil. Os confrontos entre a polícia e os criminosos no Rio também contribuíram para que fosse necessário encontrar alternativas, e Goiás foi escolhido por ficar em uma região central do Brasil, onde praticamente não existia o tráfico de drogas em grandes escalas. Pelo estado, passavam as chamadas formiguinhas, que são pessoas contratadas principalmente no Norte do país para trazer pequenas quantidades de pasta base de cocaína para Brasília e também levá-las para o Nordeste.

Segundo fontes da Polícia Federal, as investigações realizadas até agora não descartam que haja pistas de pouso clandestinas próximas ao Entorno de Brasília. Normalmente, o narcotráfico arrenda propriedades rurais com documentação falsa, enganando os proprietários dos imóveis. Em Caiapônia (GO), por exemplo, onde a PF apreendeu mais de 460 quilos de cocaína em agosto passado, uma fazenda utilizada pelos traficantes foi alugada por uma pessoa residente em São Paulo. A área de inteligência da PF está rastreando aquisições recentes de imóveis por desconhecidos, principalmente vindos de outras regiões.

No caso do primeiro avião apreendido em agosto, a PF conseguiu localizar os dois pilotos, que foram encontrados exaustos em uma fazenda próxima à cidade de Rondonópolis (MT). Eles contaram que receberam R$ 4 mil para fazer o transporte. A PF não descarta que o grupo que atuou na ocasião seja o mesmo que tentou ingressar com 150 quilos de cocaína ontem. A aeronave quase foi abatida por um avião Tucano(1) da FAB. Fontes da Polícia Federal não informaram de onde a cocaína teria saído, mas provavelmente seria das localidades de Chimore e Chapare, zonas de maior produção de coca na Bolívia.

Até a noite de ontem, policiais federais trabalhavam nas proximidades de Cristalina e Catalão, na tentativa de encontrar os traficantes que fugiram por uma mata depois do pouso forçado pelos tiros de advertência.

Ataque

Os aviões Tucano da FAB são próprios para treinamento e ataque de solo, por isso o modelo é usado em missões de interceptações de aeronaves suspeitas. Fabricado pela Embraer, o Tucano hoje é um dos mais usados pela Aeronáutica, mas também por forças do Paraguai, Iraque, Egito, Inglaterra, França, Honduras, Argentina, Colômbia, Venezuela, Peru e Qatar. Além de metralhadoras, pode até carregar foguetes.

fonte/Correio Braziliense

VÍDEO - POUSANDO EM ALA NO AEROPORTO DE SÃO FRANCISCO, EUA

DESAPARECIMENTO DE AERONAVE DA FAB - ATUALIZADO 07:05 HORAS

O Comando da Aeronáutica informa que as buscas à aeronave C-98 prosseguiram durante esta madrugada sem, até o momento, avistamento ou sinais do avião desaparecido. Atuaram o helicóptero HM-3 Cougar (do Exército Brasileiro) e o avião R-99 (da FAB), dotada de sensor para varredura térmica.



O helicóptero HM-3 Cougar do Exército Brasileiro decolou às 23h03 (horário local), de Tabatinga com destino à Cruzeiro do Sul (AC), realizando a rota inversa realizada pela aeronave desaparecida. O HM-3 pousou às 1h38 (horário local.



A aeronave R-99 decolou às 2h10 (horário local) para realizar o primeiro padrão de buscas. O avião decolou novamente às 4h10 (horário local) para realizar um segundo padrão de buscas.



Neste momento, sete aeronaves da FAB e uma do Exército Brasileiro participam das buscas: dois helicópteros H-60L BlackHawk, um helicóptero HM-3 Super Cougar (Exército), um KC-130 Hércules, um SC-95 Bandeirante, dois C-105 Amazonas e um R-99.



Meteorologia – Eram boas as condições meteorológicas no horário do desaparecimento da aeronave e prosseguem nessa situação neste momento.

fonte/FAB/CECOMSAER


CIDADE DO AMAZONAS DIVULGA NOMES DE PASSAGEIROS DE AVIÃO DA FAB DESAPARECIDO

O secretário de Planejamento da cidade de Atalaia do Norte (AM), João Bosco Lopes, divulgou o nome de sete funcionários da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), cedidos à prefeitura, que estariam no avião da FAB desaparecido nessa quinta-feira na Amazônia. Jositéia Vanessa, João de Abreu Filho, Maria das Graças, Rodrigues Nobre, Maria das Dores Silva Carvalho, Marina de Almeida Lima, Marcelo Napóles de Melo e Diana Rodrigues Soares são técnicos de enfermagem que realizavam trabalho de vacinação em comunidades indígenas do Vale do Javari, segundo afirmou o secretário que coordena o trabalho de apoio às famílias dos passageiros.

A Funasa confirmou que a aeronave levava servidores, no entanto, ainda não divulgou os nomes oficialmente. A aeronave modelo Caravan C-98 transportava onze passageiros e desapareceu durante a viagem entre as cidades de Cruzeiro do Sul (AC) e Tabatinga (AM). A Força Aérea Brasileira afirmou que recebeu um sinal de emergência 58 minutos após a decolagem.

As buscas vão continuar no decorrer da madrugada. Atalaia do Norte fica a cerca de 2 horas de viagem por estrada de Tabatinga, destino final do avião. Lopes informou que dois aviões, com autonomia para voos noturnos, estão fazendo as buscas. Familiares dos desaparecidos devem seguir ainda nesta madrugada para Tabatinga. "Nós fomos informados também que uma equipe da Funasa de Brasília já está indo para Cruzeiro do Sul (AC) para acompanhar o trabalho de buscas", afirmou Lopes.

Os funcionários são técnicos de enfermagem, cedidos para ao programa nacional de imunização (Funasa) que tinham ido realizar vacinação na população da área indígena do Vale do Javari, onde vivem cerca de 3,7 mil pessoas em uma área de 8,5 milhões de hectares.

Segundo João Bosco, equipe era composta de 9 funcionários. "Eles foram para a área (de vacinação) no dia 14 de outubro. Na hora de voltar, dois deles ficaram e os demais vieram. Até agora, a única informação oficial que recebemos da FAB foi de que a aeronave tinha decolado de Cruzeiro do Sul e teria de pousar em Tabatinga às 10h15, mas isso não aconteceu", disse o secretário.

fonte/Terra

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

QUEDA DE HELICÓPTERO NA SELVA PERUANA MATA DOIS

A queda de um helicóptero hoje (29) entre as localidades de Trompeteros e Saramurona, na região de Loreto, na Amazônia peruana, deixou dois mortos e dois feridos, informaram veículos de imprensa em Lima.

Os falecidos foram identificados como Hernie Córdova, o piloto da aeronave, e Edgard Zevallos, segundo o portal de notícias Peru.com.

A aeronave era um Eurocopter Ecureuil (Esquilo) da empresa Helinka.

Na terça-feira passada, um helicóptero do Exército do Peru caiu em uma região remota do departamento (estado) de Huancavelica, no sudeste do país, após enfrentar fortes ventos, mas seus tripulantes ficaram apenas feridos.

fonte/EFE / Tiempos De La Internet / peru.com

AVIÃO DA FAB QUE SUMIU NA AMAZÔNIA EMITIU SINAL DE EMERGÊNCIA

A Força Aérea Brasileira afirmou na noite desta quinta-feira que recebeu um sinal de emergência emitido pela aeronova C-98 Caravan, que desapareceu durante viagem entre Cruzeiro do Sul (AC) e Tabatinga (AM) com 11 pessoas a bordo. Segundo a FAB, o sinal foi dado 58 minutos após a decolagem.

De acordo com o órgão, baseado nas informações dos últimos contatos e do sinal de emergência, foi possível estabelecer uma área para o início das buscas. Os trabalhos vão continuar durante a noite com naves dotadas de sensores térmicos.

A FAB informou que será montada uma base das operações na cidade de Cruzeiro do Sul. Trinta e seis militares, entre médicos, enfermeiros e especialistas em resgate, foram deslocados para a localidade. Mais de cem militares participam da operação na região.

As famílias dos militares e dos civis estão recebendo assistência e informações sobre o trabalho de busca.

fonte/Terra

7º ETA - ESQUADRÃO COBRA

Os Esquadrões de Transporte Aéreo foram criados em 12 de maio de 1969, pela Portaria R012/GM3, com o objetivo de descentralizar as operações do Comando de Transporte Aéreo (COMTA) e realizar missões de transporte aeroterrestre, logístico, lançamento de cargas, evacuação aeromédica, humanitárias e de socorro a vítimas em casos de desastres naturais, atuando subordinados diretamente a cada Comando de Zona Aérea (COMZAE)onde estavam baseados. A partir de 1986, as Zonas Aéreas foram redenominadas Comandos Aéreos Regionais (COMAR).

Sediado na Base Aérea de Manaus - AM, o Sétimo Esquadrão de Transporte Aéreo (7º ETA), o Esquadrão Cobra, é o mais novos dos ETAs, tendo sido criado no dia 04 de julho de 1983, com a divisão da área do I COMAR e a criação do VII COMAR, a qual está subordinado. O 7º ETA realiza suas missões na parte oriental da Amazônia brasileira, compreendendo os Estados do Amazonas, Roraima, Acre e Rondônia.

Equipado inicialmente com os Embraer C-95B Bandeirante, o Esquadrão Cobra, através de suas 1ª e 2ª Esquadrilhas, deu origem ao 1º/3º GAv em Boa Vista e ao 2º/3º GAv em Porto Velho, respectivamente.

Atualmente o Esquadrão Cobra utiliza as aeronaves Embraer C-95B Bandeirante, Cessna C-98 Grand Caravan (recebidos a partir de 1988) e Embraer C-97 Brasília. O símbolo do 7º ETA é a cobra, simbolizando a região onde está localizado.

O Embraer C-95B Bandeirante está equipado com duas turbinas Pratt & Whitney PT-6A-34 com 750 shp cada, tem velocidade máxima de 452 km/h e autonomia de 1.900 km, peso vazio de 3.400 kg e peso máximo de decolagem de 5.600 kg. O comprimento é de 15,33 metros e a envergadura de 14,22 metros, não carregando nenhum tipo de armamento.

O Embraer C-97 Brasília está equipado com duas turbinas Pratt & Whitney PW-118 com 1.850 shp cada, tem velocidade máxima de 556 km/h e autonomia de 1.750 km com 30 passageiros, peso vazio de 7.580 kg e peso máximo de decolagem de 11.500 kg. O comprimento é de 20,02 metros e a envergadura de 19,78 metros, não carregando nenhum tipo de armamento.

O Cessna C-98 Grand Caravan é equipado com uma turbina Pratt & Whitney PT-6A-114, tem velocidade máxima de 341 km/h e autonomia de 2.000 km, peso vazio de 1.748 kg e peso máximo de decolagem de 3.630 kg. O comprimento é de 13,72 metros e a envergadura de 15,88 metros, não carregando nenhum tipo de armamento.

fonte/foto FAB/divulgação

ESPECIALISTA COGITA POUSO FORÇADO OU ACIDENTE, NO VOO DO AVIÃO DA FAB DESAPARECIDO

Aeronave desapareceu de manhã, segundo a Aeronáutica Foto: Força Aérea Brasileira/Divulgação

Editor da revista Flap Internacional, especializada em aviação, o jornalista Flávio Marcos de Souza arrisca duas possibilidades para o desaparecimento da aeronave C-98 Caravan da Força Aérea Brasileira (FAB) na região entre o Acre e o Amazonas: pouso forçado ou um acidente provocado pelo mau tempo na região.

Embora frise que "é muito cedo para a gente levantar hipóteses", o jornalista diz que as duas explicações são as mais comuns em casos como o desta quinta-feira. "O piloto pode ter perdido altitude ou houve uma pane no motor e o avião desceu em uma clareira ou pista de pouso, mas como aquela região é inóspita, ainda não conseguiu se comunicar com (os aeroportos de) Manaus ou Rio Branco. Outra possibilidade é de um acidente, já que naquele trecho o mau tempo prevalece."

Segundo ele, tempestades são uma constante na região e, para voar por ali, toda nave precisa ter GPS e radar meteorológico. "Já houve casos de um avião desaparecer e procurarem quase um mês. Ele afunda naquela floresta toda e, se não pega fogo, fica por lá", afirma Ernesto Klotzel, engenheiro de voo e jornalista de aviação.

De acordo com Marcelo Pinheiro, meteorologista da Climatempo, tanto em Cruzeiro do Sul, no oeste do Acre, quanto em Tabatinga (AM), na fronteira com o Peru, havia muita nebulosidade no horário do voo do avião C-98 Caravan, que está desaparecido. Entretanto, imagens de satélite não apontaram a existência de nuvens carregadas. Pinheiro acredita que essas condições não gerariam problemas para o voo.

Colisão é improvável
Flávio de Souza explica que outros vôos comerciais passam pela região do desaparecimento da aeronave C-98 da FAB, mas em altitudes diferentes, o que limita a possibilidade de uma colisão como aconteceu com os jatos Boeing da Gol e Legacy, há três anos, na região do Mato Grosso.

"Existem algumas aerovias que ligam Rio Branco a Manaus, algo em torno de 15 e 20 voos comerciais, bem menos que no Sudeste. Mas as aeronaves de grande porte, como o Boeing, passam muito alto, a 35 mil metros de altitude, enquanto o Caravan voa entre 10 e 15 mil metros, porque acima disso ela tem dificuldades para 'respirar' por causa da pressão do ar."

O caso
O Comando da Aeronáutica informou nesta quinta-feira que um avião C-98 Caravan, da FAB, desapareceu na manhã de hoje, durante um voo entre as cidades de Cruzeiro do Sul, no Acre, e Tabatinga, no Amazonas. O avião decolou às 8h30, horário local, e deveria pousar em Tabatinga às 10h15. Dois helicópteros H-60 Blackhawk e um avião C-105 Amazonas da FAB fazem buscas na região.

A Aeronáutica não informou o número de tripulantes do avião e se já foram avistados destroços da aeronave na região.

C-98 Caravan
A aeronave, que comporta de nove a 14 ocupantes, foi desenvolvida no início dos anos 80 para transporte de pequenas cargas e passageiros em curtas distâncias. No Brasil, é utilizada desde 1987 em tarefas de apoio, utilitárias e de evacuação aeromédica. "O que a FAB faz ali é basicamente um trabalho humanitário, de apoio às comunidades ribeirinhas", diz Flávio Marcos de Souza.

O modelo opera com sucesso na região Amazônica, devido à sua robustez e simplicidade. A aeronave é usada pelo Sétimo Esquadrão de Transporte Aéreo (7º ETA), o Esquadrão Cobra, sediado na Base Aérea de Manaus.

fonte/Terra foto/divulgação/FAB

*** NOTA DO BLOG

aeronaves comercias (jatos) voam em altitudes de 10/13mil metros e o Caravan a 3 mil metros cerca de 10.000 pés, o "especialista" errou ou o repórter trocou pés por metro.

ROTA DE AVIÃO DA FAB DESAPARECIDO É COMPLICADA, DIZEM PILOTOS


rota do avião da Força Aérea Brasileira (FAB) desaparecido entre Cruzeiro do Sul (AC) e TabAatinga (AM) nesta quinta-feira (29) é "complicada", na avaliação de pilotos que conhecem a região, porque não tem área para pouso de emergência, em razão do excesso de árvores.

A aeronave C-98 Caravan, um monomotor com capacidade para até 14 pessoas, decolou às 8h30 de Cruzeiro do Sul mas não chegou ao destino. Segundo informações da Infraero, 11 pessoas embarcaram no avião. Há informações de que sete dessas pessoas estavam a serviço da Fundação Nacional da Saúde (Funasa) para uma operação de vacinação em aldeia indígena.

A FAB informou que dois helicópteros e um avião participam das buscas.

O comandante Renato Nascimento, ex-piloto da FAB, hoje na aviação civil, conta que a rota é pouco usada por ter poucos recursos. “Ali não tem nada, só árvore e rio. Não tem pista, não tem apoio, não tem radar. É uma das áreas mais carentes e isoladas do país”, afirma.

Nascimento já voou diversas vezes entre Cruzeiro do Sul e Tabatinga, como parte da equipe de busca e resgate da Força Aérea na região. Ele explica como são feitas essas operações. “Geralmente, quando o piloto deixa de se comunicar com a torre, nós já deduzimos que houve algum problema. A busca é feita a partir das informações do plano de voo, seguindo a rota”, conta o piloto.

Segundo ele a visibilidade na região é ruim, uma vez que a floresta é muito densa. “Há árvores ali de 30, 40 metros. Não dá para ver o chão.”

O secretário de segurança de Voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas, comandante Carlos Camacho, diz que esse tipo de avião voa baixo, no máximo 10 mil pés, contra 37 mil pés dos aviões comerciais comuns.

"O avião é bom, mas é monomotor, ou seja, no caso de um falhar não tem outro para socorrer. Mas é um avião forte, duro, é bom avião. E a FAB voa sempre com manutenção em dia, a área militar é muito disciplinada e os pilotos muito experientes", disse o comandante, afirmando que a hipótese mais provável é de um problema técnico imprevisível.

O comandante afirmou ainda que a região é "complicada". "Tem árvores altíssimas, de copas imensas. A rota deve estar sendo refeita pelos aviões. O serviço de busca e salvamento da FAB é altamente qualificado, mas a região é complicada."

De acordo com o gerente da Aerobran Taxi Aéreo, Cleison Taumaturgo, a empresa utiliza muito a rota entre Cruzeiro do Sul e Tabatinga. "A região é de mato fechado, de conservação ambiental, e tem muitas dificuldades. o trajeto não tem apoio. Se precisar pousar, tem que ser nas árvores."

Cleison afirmou que o fato de a aeronave ter a asa alta pode ajudar. "No caso de falha do motor, a asa alta ajuda o avião a plainar e diminui o peso que vai cair nas árvores."

fonte/G1

AVIÃO DA FAB DESAPARECE NA AMAZÔNIA


Imagem do C-98 Caravan, similar à aeronave da FAB que desapareceu na Amazônia

Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) desapareceu na região da Amazônia, na manhã desta quinta-feira (29). Segundo o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, a aeronave partiu de Cruzeiro do Sul (AC) com destino a Tabatinga (AM).

No avião, viajavam 11 pessoas: sete funcionários da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), dois militares do Exército e os dois pilotos da Força Aérea. Segundo as primeiras informações, a aeronave estava levando os funcionários da Funasa para fazer vacinação em uma comunidade indígena.

Equipes de resgate fazem buscas na região. Dois helicópteros H-60 Blackhawk e um avião C-105 Amazonas da FAB são usados na operação.

Leia a nota da FAB:

"O Comando da Aeronáutica informa que uma aeronave C-98 Caravan da Força Aérea Brasileira (FAB) desapareceu hoje (dia 29), pela manhã, quando realizava um voo entre as cidades de Cruzeiro do Sul (AC) e Tabatinga (AM). A aeronave decolou às 8h30, horário local, e deveria pousar em Tabatinga às 10h15. Dois helicópteros H-60 Blackhawk e um avião C-105 Amazonas da FAB já se encontram na região e iniciaram as buscas."

fonte/ G1 - foto/divulgação

FROTA DE E-JETS DA EMBRAER ALCANÇA 3 MILHÕES DE HORAS DE VOO

Frota de E-Jets da Embraer

A frota da família EMBRAER 170/190 de E-Jets da Embraer continua a atingir números significativos. O mais recente marco foi o alcance de 3 milhões de horas de vôo, obtido com uma excelente confiabilidade operacional.

Atualmente, as mais de 600 aeronaves em operação já transportaram 130 milhões de passageiros, apoiando companhias aéreas com modelos de negócios que vão desde serviços regionais e malhas aéreas principais até transportadores de baixo custo.

“A indústria de transporte aéreo está sujeita a oscilações na demanda de passageiros resultantes de mudanças no cenário econômico. Poder contar com aviões flexíveis e confiáveis como os E-Jets em suas frotas elimina alguns dos riscos aos quais as companhias aéreas estão expostas, oferecendo alternativas mais seguras em tempos difíceis”, disse Mauro Kern, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial.

Os E-Jets são a família de aeronaves comerciais de maior confiabilidade na categoria de até 122 assentos. Constituem uma ferramenta comprovadamente eficaz para as companhias aéreas na redução dos custos operacionais por meio da readequação da oferta de assentos de aeronaves maiores de corredor único (narrowbody) ou da substituição de jatos mais antigos e ineficientes. Desde a entrada em serviço em 2004, os E-Jets contribuíram para que a indústria de aviação economizasse mais de US$ 1 bilhão em combustível e reduzisse as emissões de dióxido de carbono (CO2) em cerca 6 milhões de toneladas, sendo muito mais eficientes em comparação aos narrowbody ou aos jatos mais antigos substituídos.

Devido ao projeto robusto, os quatro E-Jets – EMBRAER 170, EMBRAER 175, EMBRAER 190 e EMBRAER 195 – alcançaram uma taxa excepcionalmente baixa de cancelamentos de vôos decorrentes de problemas técnicos: menos de dois a cada mil. Parte deste resultado também se deve ao sólido suporte pós-vendas da Empresa, que apóia uma diversificada base de clientes com 53 empresas em 35 países em todo o mundo, bem como à dedicação de mecânicos e engenheiros.

Sobre a Família EMBRAER 170/190 de E-Jets

A família EMBRAER 170/190 de E-Jets é composta por quatro jatos comerciais com capacidades de 70 a 122 assentos, fruto de um projeto de engenharia avançado que apresenta desempenho destacado, grande economia operacional, baixo nível de emissão de poluentes e uma ampla cabine de passageiros.

Os E-Jets têm velocidade de cruzeiro máxima de Mach 0,82, voam a uma altitude de até 12.500 metros (41.000 pés) e possuem alcance de 4.400 km (2.400 milhas náuticas). O alto grau de comunalidade entre as quatro aeronaves – EMBRAER 170, EMBRAER 175, EMBRAER 190 e EMBRAER 195 – resulta em excepcional redução nos custos de treinamento, manutenção e peças de reposição para os operadores. Outro destaque é o emprego da moderna tecnologia fly-by-wire, que aumenta a segurança operacional e reduz a carga de trabalho dos pilotos e o consumo de combustível.

A família de jatos EMBRAER 170/190 oferece conforto superior com o projeto da
fuselagem em dupla-bolha, que inclui duas entradas principais para passageiros e duas portas de serviço, que minimizam o tempo de permanência no solo. Os E-Jets oferecem muito mais espaço ao passageiro que qualquer outra aeronave de tamanho equivalente.

Com grande aceitação, cerca de 900 pedidos firmes já foram recebidos em todo o mundo.

Trata-se de uma comprovada família de jatos que tem auxiliado companhias aéreas a ajustar capacidade à demanda em rotas operadas por aeronaves narrowbody com baixa taxa de ocupação, substituindo jatos regionais de 50 assentos, bem como aeronaves antigas e ineficientes. Os E-Jets também estão sendo utilizados para desenvolver novos mercados, com menores custos e maior eficiência.

fonte/Embraer

BOEING ACELERA PROGRAMA DO 787

A construtora americana Boeing anunciou nesta quarta-feira que irá acelerar seu programa do novo modelo 787, com a abertura de uma segunda linha de montagem na Carolina do Sul (sudeste dos Estados Unidos).




A iniciativa "vai aumentar nossa capacidade de produção para responder à demanda", declarou o diretor de aviação comercial da Boeing, Jim Albaugh.

A Boeing já possui fábricas na Carolina do Sul, onde são montados elementos da fuselagem do novo avião Dreamliner 787.

A decisão da empresa, tomada após vários meses de negociações com o sindicato dos mecânicos IAM - que expressou sua decepção, pois não tem presença na Carolina do Sul.

Inicialmente, a entrega das primeiras encomendas do 787, apresentado como a aeronave mais econômica do mercado, estava prevista para maio do ano passado. No entanto, depois de uma série de atrasos, a companhia fixou novo prazo para o quarto trimestre de 2010.


fonte/BoeingCo./foto/divulgação

EASA CERTIFICA SISTEMAS 'BRAKES TO VACATE" E 'RUNWAY OVERRUN WARNING 7 PREVENTIN" PARA AIRBUS A380

Após os recentes e bem sucedidos testes de desenvolvimento, os sistemas “Brake to Vacate” (BTV) e “Runway Overrun Warning and Prevention” (ROW/ROP) foram aprovados e certificados pela Agência Européia de Segurança em Aviação (EASA).

O sistema BTV, uma inovação da Airbus, auxilia o piloto a amenizar o congestionamento dos aeroportos e aprimorar o tempo de manobras na pista, enquanto o sistema ROW/ROP endereça os riscos de ultrapassar os limites da pista durante o procedimento de aterrissagem. Ambas as soluções são patenteadas pela Airbus.

O BTV foi projetado por uma equipe transnacional sediada em Toulouse, na França, e em Filton, na Inglaterra. Ao combinar o conteúdo do GPS integral do A380 e informações do banco de dados de aeroportos (On-Board Airport Navigation System) com os sistemas Auto-Flight e Auto-Brake, o BTV oferece ao piloto, em tempo real, qual a distância exata de frenagem para chegar até a saída de preferência. O sistema ainda permite que os pilotos tenham acesso aos dados operacionais de distância de aterrissagem ainda durante o voo, no processo de preparação para o pouso.

Quando o piloto opta por uma saída de pista, o sistema indica o tempo estimado de ocupação da pista, além do menor tempo para efetuar a manobra. Durante a fase de pouso subseqüente, e de acordo com as condições da pista (se molhada ou seca, por exemplo), a desaceleração da aeronave é automaticamente regulada de modo que ela alcance a saída escolhida na velocidade correta.

O sistema BTV também beneficia as companhias ao diminuir os níveis de energia e temperatura do processo de frenagem (reduzindo o desgaste dos freios); aliviar o uso extremo do equipamento de reverso em pistas secas; respeitar o conforto dos passageiros (por proporcionar uma desaceleração suave e controlada) e, ainda, reduzir o nível de ruído, de consumo de combustível e de emissão de CO2, permitindo que a equipe de controle de trafego aéreo possa programar 15% mais decolagens. Assim, as companhias aéreas podem maximizar a rotatividade de suas aeronaves e reduzir o tempo de exposição ao risco de incidentes na pista (por minimizar o tempo de ocupação da mesma).

O sistema complementar ROW/ROP (Alerta e Prevenção de Ultrapassagem do Final da Pista) estima distâncias operacionais de pouso realísticas e as compara, em tempo real, com a distância de pouso efetivamente disponível, enquanto computa fatores como: velocidade do avião, posição, altitude e peso, condições da pista, temperatura ambiente, vento e a elevação da pista. O modo "ROW" avisa o piloto se a aeronave está se aproximando de uma pista considerada muito curta ou se o comprimento restante se torna demasiadamente curto (em uma situação de toque retardado na pista por motivo de condições instáveis de aproximação, por exemplo).

Nestes casos de alerta do ROW, o procedimento exigido do piloto é dar meia volta para que seja efetuada uma nova reaproximação com distância suficiente. No entanto, se essa manobra não puder ser realizada - em casos de emergência, por exemplo -, o piloto poderá decidir prosseguir com o pouso mesmo com pouco comprimento de pista. Neste caso, a proteção ROP será automaticamente ativada para fazer com que a aeronave pare, dentro da menor distância possível, utilizando a força máxima de frenagem e a maior potência de reverso necessária. Apesar de automático, o piloto possui autonomia para desativar o ROP a qualquer momento.

Os sistemas BTV e ROW/ROP realizaram seu primeiro teste em uma aeronave A340-600 em 2004 e no modelo A380 em maio de 2008. As recentes aprovação e certificação da EASA inauguram o processo de introdução desses sistemas nos aviões A380 das frotas da Air France e Lufthansa. Os equipamentos BTV e ROW/ROP serão características padrões dos futuros modelos A350 XWB.


fonte/Aviação Brasi

AIRBUS DA ASIANA AIRLINES BATE A CAUDA NA PISTA AO POUSAR NO JAPÃO

Na quarta-feira (28), o Airbus A321-231, prefixo HL7763, da Asiana Airlines, realizando o voo OZ-1125 - entre Seul, na Coréia do Sul e Osaka, no Japão, com 147 pessoas a bordo, aterrissou no aeroporto de Kansai, em Osaka às 10:08 L (01:08 Z) atingido a pista com cauda. A tripulação decidiu arremeter e realizou uma aterrissagem segura 11 minutos mais tarde. Não há relato de feridos.

A inspeção revelou marcas de raspagem e danos de 1,8 metros de comprimento por 30 centímetros de largura na parte inferior da cauda do avião.

O CAA (Comitê de Investigação) do Japão, informou que a aeronave sofreu danos substanciais.

O Transportation Safety Board japonês avaliou a ocorrência como um acidente e enviou três investigadores para analisar as causas.

fonte/Aviation Herald

TURBULÊNCIA EM AVIÃO DA AMERICAN AIRLINES DEIXA 9 FERIDOS NO JAPÃO

Nove passageiros a bordo do Boeing 777-200, prefixo N777AN da American Airlines ficaram feridos na segunda-feira (26) quando a aeronave foi atingida por forte turbulência do ar a cerca de 70 km a sudeste do Aeroporto Internacional de Narita, no Japão.

Os feridos foram Levados para um hospital próximo ao aeroporto. Não houve informações sobre a extensão de seus ferimentos.

O avião realizava o voo AA-61, do Aeroporto Dallas-Fort Worth para Narita e levava 228 pessoas a bordo.

fontes/Aviation Herald / The Japan Times

APARELHOS COM BATRIA DE LÍTIO SÃO RISCO DE INCÊNDIO EM VOOS

Já que cada vez mais pessoas carregam uma alta variedade de eletrônicos em viagens - às vezes, há mais aparelhos que passageiros a bordo de um avião -, os incêndios causados por eles em aviões estão se tornando mais frequentes.

Mais de metade dos 22 incêndios causados por baterias em cabines de aviões de passageiros, de 1999 para cá, aconteceram nos três últimos anos. Um especialista em segurança aérea afirmou que esses aparelhos podem ser - um risco irrestrito de incêndio - que as pessoas podem carregar em aviões.

Este mês, a Administração Federal da Aviação (FAA) dos Estados Unidos decidiu promulgar diretrizes especiais para as linhas aéreas sobre um novo aparelho: os leitores de cartões de crédito que muitas delas começaram a fornecer aos comissários de bordo para que estes possam receber pelas bebidas, alimentos e suvenires vendidos em voo.

Embora as linhas aéreas já estejam usando esses leitores portáteis de cartões de crédito há anos, a FAA anunciou no começo deste mês que seria necessário que elas obtivessem aprovação de sua divisão de materiais perigosos, para o uso dos aparelhos. Como a maioria dos equipamentos eletrônicos portáteis, os leitores são acionados por poderosas baterias recarregáveis de lítio, que o governo considera perigosas.

"As linhas aéreas nos procuraram para perguntar se permitiríamos que usassem leitores de cartões de crédito a bordo, e queriam manter baterias sobressalentes para permitir troca de baterias", disse Christopher Bonanti, diretor do departamento de materiais perigosos da FAA.

"Fiquei preocupado com as baterias de lítio sobressalentes, e pedi que as empresas não adotassem essa prática".

Algumas das linhas aéreas concordaram com a adoção de treinamento especial sobre como lidar com as baterias, e assim foram autorizadas a transportar unidades sobressalentes, disse Bonanti. Mas outras empresas, como a Delta e a JetBlue, determinaram que seria mais seguro evitar o transporte de baterias sobressalentes.

" As baterias não são trocadas e não são removidas dos aparelhos a bordo do avião", informou Bryan Baldwin, porta-voz da JetBlue, em mensagem de e-mail.

Embora não tenham sido reportados incêndios causados pelos leitores de cartões de crédito, a lista de eventos de combustão espontânea causados por outros aparelhos parece um livro de suspense.

No mês passado, um aparelho portátil de DVD caiu no chão em um voo da American Airlines e causou incêndio.

Em março de 2008, um funcionário da United Airlines acendeu uma lanterna no compartimento de bagagem de um Boeing 757 no aeroporto de Denver. Um relatório diz que a lanterna explodiu "com som de tiroteio", e que o comutador se transformou em projétil.

Em um voo para Miami, no mesmo mês, oito pessoas saíram feridas quando uma pequena bateria caiu e colidiu com a armação metálica de um assento. Na explosão resultante, destroços queimaram uma orelha e o cabelo de um passageiro, e a fumaça causou enjoos a sete tripulantes.

Em 2004, uma câmera de uma equipe de jornalismo da rede de TV ABC explodiu em um aparelho que estava sendo usado na campanha de John Edwards, então candidato à presidência. Um assento pegou fogo, causando retorno de emergência ao aeroporto. E número ainda maior de eventos passa sem registro, de acordo com as autoridades.

"Se você enfrenta um problema no ar, não há muito que possa fazer para se recuperar disso", disse Gerald McNerney, vice-presidente da Motorola, que fornece aparelhos portáteis às linhas aéreas.

"Você coloca sua marca em risco caso um desses aparelhos tenha problemas de bateria. O que fizemos foi considerar a criação de backups e linhas duplicadas de desenvolvimento, de modo a evitar explosões".

Estatísticas disponíveis no site da Comissão de Segurança de Bens de Consumo apontam que pelo menos 400 mil baterias de aparelhos eletrônicos portáteis foram recolhidas até o momento este ano, em um sinal de que ocasionalmente a culpa é de problemas de fabricação. As baterias também estão ganhando potência, de modo que mesmo as menores delas podem gerar grande calor.

"O setor de baterias está tentando fazer com que elas comportem mais energia, de modo a prolongar sua duração", disse Joe Delcambre, porta-voz do departamento de materiais perigosos da FAA.

"Baterias menores, duração maior, terminais que podem causar superaquecimento do produto - é um risco", afirmou.

Se considerarmos que os problemas com baterias vêm surgindo em aviões de passageiros à razão de um a cada quatro meses, Merritt Birky, antigo especialista em incêndios e explosões no Conselho Nacional de Segurança dos Transportes americano e hoje consultor privado, sugere que elas deveriam ser guardadas em lugares nos quais os passageiros possam estar de olho, e de preferência não nos espaços de bagagem no topo da cabine.

"Sempre que acontece um incêndio a bordo de um avião, é uma experiência alarmante, especialmente nos compartimentos superiores de bagagem", disse Birky.

"A área está lotada de bagagens, casacos, e por isso há muito com que alimentar um incêndio, que além disso pode passar despercebido por tempo considerável".

O Departamento dos Transportes criou um site que inclui as normas sobre viajar com baterias de lítio, e está trabalhando com os fabricantes de eletrônicos portáteis para informá-los sobre os riscos. Mas o conselho de segurança nos transportes estima que menos de 1% dos passageiros aéreos norte-americanos visitem o seu site.

"A maioria dos passageiros e tripulantes de aviões provavelmente não está ciente dos riscos de incêndio das baterias de lítio", escreveu o conselho em 2008 ao recomendar uma abordagem mais agressiva quanto à educação do público.

A FAA planeja acatar a sugestão quando começar a transmitir anúncios de serviço público sobre a questão, no ano que vem, disse Bonanti.

"Há muitas coisas que podem sair errado, em uma bateria de lítio", ele disse, acrescentando que, por mais que as pessoas se sintam confortáveis com os seus aparelhos, a cautela continua a ser o melhor caminho.

fonte/The New York Times/Terra

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

PISTA CONTRIBUIU EM ACIDENTE DA TAM, DIZ FAB

Relatório final aponta falta de área de escape em Congonhas e treinamento insuficiente de pilotos; posição de manete é fator decisivo; documento será agora apresentado às famílias das vítimas; TAM e Infraero dizem que só se manifestam após divulgação do texto

O relatório final da Aeronáutica sobre o voo 3054 da TAM aponta a falta de área de escape na pista de Congonhas, em São Paulo, e o treinamento insuficiente dado aos pilotos para situações de risco como fatores contribuintes para o acidente.

A posição incorreta do manete direito (alavanca que controla a potência da turbina direita) é o fator decisivo, de acordo com o texto, que, no entanto, é inconclusivo quanto às razões desse erro. Após cruzar a pista durante o pouso, o Airbus colidiu com um prédio vizinho a Congonhas, matando 199 pessoas em 17 de julho de 2007.

O documento foi aprovado ontem pelo comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, referendando a investigação que não foi capaz de determinar se uma falha humana ou mecânica está por trás da maior tragédia da aviação brasileira.

Nos próximos dias, o relatório será apresentado aos familiares das vítimas do acidente e, posteriormente, à imprensa.

O texto final foi fechado ontem numa reunião que durou cerca de seis horas na sede do CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) e enviado em seguida ao comandante Saito, que o aprovou.

Anexos

O relatório poderá ganhar anexos caso haja contestação de entidades públicas ou privadas alvos da investigação. E a tendência é que isso aconteça.

A Infraero, empresa estatal responsável por Congonhas, e a TAM, que forneceu o treinamento para os pilotos Kleyber Lima e Henrique Stefanini di Sacco, informaram que só se pronunciarão depois da divulgação do relatório da FAB.

Ambas tinham representantes na reunião no CENIPA.

Dúvida

Os dados da caixa-preta do Airbus da TAM mostraram que o manete direito estava na posição "climb" (de aceleração), quando deveria estar em "idle" (ponto morto). Por conta disso, o computador interno recebeu o comando para acelerar, em vez da ordem para parar, quando o jato pousou na pista úmida do aeroporto -chovia no momento da aterrissagem.

A dúvida que jamais será desfeita é se isso aconteceu porque o piloto esqueceu ou colocou o manete na posição errada ou se o computador de bordo fez a leitura errada do comando. A confirmação de que é impossível uma conclusão veio de exame feito na França nos manetes achados nos destroços.

A primeira hipótese, de falha humana, é mais provável porque são raros os relatos de falha desse equipamento e porque o reverso direito (sistema auxiliar de frenagem) estava com problemas, o que pode ter confundido o piloto.

Mas os investigadores não conseguiram colher dados e provas técnicas que comprovassem essa possibilidade e decidiram deixar inconclusiva essa parte do relatório.

A mesma dificuldade foi encontrada pela Polícia Federal, que, em seu inquérito, não apontou responsáveis pelo acidente -como se trata de uma investigação aeronáutica, que serve como prevenção, o relatório da FAB não tem como objetivo indicar culpados.

A Polícia Civil de São Paulo também investigou o caso, indicando como responsáveis 11 pessoas, entre dirigentes de TAM, Infraero e Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). O processo ainda não acabou.

Participaram da reunião final ontem em Brasília a cúpula do CENIPA, representantes da Airbus, da Anac, do Snea (Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias) e do BEA (Escritório de Investigação e Análise), órgão do governo francês.

fonte/FolhadeSãoPaulo/Brasília

INCENTIVO À AVIAÇÃO REGIONAL

O número de linhas aéreas ofertadas no Nordeste deve ganhar incremento já no próximo semestre. As companhias aéreas regionais, que ainda não operam na Região, estão focando agora os estados nordestinos e devem, no início do ano que vem, começar a investir por aqui. Isso é o que afirma o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar), Apostole Lazaro Chryssafidis, explicando que o interesse das empresas vem motivado pelo recém criado Plano de Estímulo e Fomento do Transporte Aéreo Regional, que deve ser votado ainda este mês na Câmara Federal. O Projeto de Lei (PL), entre outras disposições, incentiva a criação de voos para as chamadas linhas essenciais, que são aquelas de baixo e médio tráfego.

"Esse plano não é para o Sudeste, mas o Nordeste e o Norte também, devem ser os maiores beneficiados. Isso porque hoje o Nordeste é pouco atendido pelo transporte aéreo", explica o presidente, que é mais conhecido no setor como Lack. Os novos voos não deverão, entretanto, interligar capitais. Eles serão para criar uma malha viária de acesso a localidades em que haja necessidade de integração, dificuldade de acesso ou limitação de uso de outro modal de transporte. "O governo quer estimular o mercado nas regiões consideradas estratégicas", aponta Lack.

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...