sábado, 25 de agosto de 2012

BELL HELICÓPTEROS - 18 ANOS ELEITA COMO A MELHOR EMPRESA NA CATEGORIA SUPORTE AO PRODUTO

Los Angeles Police Department (LAPD) Bell 206 ...
 (Photo credit: Wikipedia)
São Paulo, 23 de agosto de 2012 – A Bell Helicopter, representada no Brasil pela Tam Aviação executiva, pela 18ª vez consecutiva, recebeu a honra máxima dos leitores da Professional Pilot na sua pesquisa independente de suporte ao cliente em 2012. Os leitores destacaram os seguintes segmentos: centros de serviços autorizados, peças à disposição dos clientes, custo de peças, cumprimento de garantia, AOG, manuais técnicos, representantes técnicos, programas de acompanhamento de manutenção e confiabilidade das aeronaves. 
 
“Este é apenas mais um reconhecimento da excelência em serviços que a Bell oferece aos seus clientes, com sua gama de mais de cem centros de serviços, em 34 países (incluindo o Brasil) e seis centros de distribuição de peças estrategicamente localizados. Assim, o cliente da Bell pode encontrar serviço de qualidade no país mais próximo de sua origem, garantindo o cumprimento da sua missão”, destaca o diretor comercial da TAM Aviação Executiva, Leonardo Fiuza.

Sobre a TAM Aviação Executiva
Líder nacional na comercialização de jatos executivos e vice-líder em serviços aéreos, a TAM Aviação Executiva foi constituída em 1960 com o nome de Táxi Aéreo Marília, e é a única companhia de asa fixa no Brasil que possui a certificação Wyvern. Além da comercialização de aeronaves executivas, como representante exclusiva no Brasil da Cessna (desde 1982) e da Bell Helicopter (desde 2004), a empresa oferece serviços integrados como manutenção de aeronaves, FBO, vendas de treinamento (representante da Flight Safety International desde 2003), gerenciamento e fretamento de aeronaves. 

fonte/Divulgação
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MORRE NEIL ARMSTRONG, PRIMEIRO HOMEM NA LUA

O primeiro homem a pisar na Lua, Neil Armstrong, morreu aos 82 anos nos Estados Unidos neste sábado (25), informou a família do astronauta aos jornais dos Estados Unidos.
Em 7 de agosto, ele passou por uma cirurgia de emergência no coração, após médicos encontrarem quatro entupimentos em suas artérias,  e desde então estava se recuperando no hospital em Cincinatti, onde morava com a esposa.
No Twitter, a Nasa ofereceu "seus sentimentos pela morte de Neil Armstrong, ex-piloto de testes, astronauta e primeiro homem na Lua."

Conheça a biografia
Armstrong foi o comandante da Apollo 11, missão que chegou ao satélite da Terra em 20 de julho de 1969. Ao ser o primeiro ser humano a pisar em outro corpo celeste, Armstrong proferiu a frase: “Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade.”

Nascido em 5 de agosto de 1930, Armstrong foi piloto da Marinha dos Estados Unidos entre 1949 e 1952 e lutou na Guerra da Coreia. Em 1955, se formou em engenharia aeronáutica pela Universidade de Purdue e se tornou piloto civil da agência que precedeu a Nasa, a Naca (Conselho Nacional de Aeronáutica).

Lá, entre outras aeronaves, pilotou o X-15 – avião experimental lançado por foguete onde ocorreram as primeiras tentativas americanas de chegar aos limites da atmosfera e à órbita do planeta. Em 2012, o X-15 ainda mantém o recorde de velocidade mais alta já atingida por um avião tripulado.

Em 1962, ele deixou a função de piloto de testes e passou a ser astronauta – com a Naca já transformada em Nasa. Sua primeira missão espacial foi como comandante da Gemini 8, em março de 1966, onde ele e o astronauta David Scott fizeram a primeira acoplagem de duas naves espaciais. Na ocasião, ele se tornou o primeiro civil americano a ir ao espaço.

Durante o voo, os dois quase morreram. Enquanto a nave estava sem contato com a Terra, a Gemini 8, acoplada na sonda Agena, começou a girar fora de controle. Inicialmente, Armstrong achou que o problema era com a Agena e tentou diversas opções para parar o giro – sem sucesso. Ao desacoplar as duas naves, o problema piorou. A instantes de perder a consciência pela velocidade com que a Gemini 8 girava, Armstrong usou os motores que serviam para a reentrada na Terra para controlar a espaçonave. A Gemini parou de girar e a dupla fez um pouso de emergência próximo ao Japão, sem completar outros passos da missão, como uma caminhada espacial que seria realizada por Scott.

Armstrong no módulo lunar Eagle, após pouso na Lua (Foto: Johnson Space Center Media Archive)Armstrong no módulo lunar Eagle, após pouso na Lua (Foto: Johnson Space Center Media Archive)
Após a missão, Armstrong acompanhou o presidente americano Lyndon Johnson e outros astronautas em uma viagem à América do Sul que incluiu o Brasil. Segundo sua biografia oficial, escrita por James R. Hansen, Armstrong foi especialmente bem recebido pelas autoridades brasileiras por conhecer e conversar bem sobre a história de Alberto Santos Dumont.

Apollo 11 e a ida à Lua

Com o fim do programa Gemini e o início do Apollo, Armstrong foi selecionado como comandante da Apollo 11. Segundo a Nasa, não houve uma escolha formal inicial de quem deveria ser o primeiro a pisar na Lua. Todos os astronautas envolvidos no Apollo, segundo eles, teriam chances iguais.

As missões eram organizadas para cumprir uma crescente lista de tarefas. Assim, a Apollo 7 era um voo de teste do módulo de comando – o que era chamado de “missão tipo C”. A seguinte, 8, testou a viagem até a Lua. A 9 testou o módulo lunar, uma missão tipo “D”. Se houvesse qualquer problema em uma dessas missões, ela deveria ser retomada até dar certo.

Por isso, embora Armstrong e sua tripulação, Buzz Aldrin e Michael Collins, estivessem com a primeira missão do tipo “G”, que tentaria um pouso – não estava garantido que eles de fato fossem ser os primeiros a fazer isso. Qualquer problema nas missões anteriores e a 11 poderia ter que assumir etapas preparatórias.
Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade."
Neil Armstrong, em 20 de julho de 1969
Quando ficou razoavelmente claro que a Apollo 11 seria a primeira missão a tentar o pouso, a mídia americana passou a informar que Buzz Aldrin seria o primeiro homem na Lua. A lógica dos jornalistas seguia o fato de que no programa Gemini o piloto – não o comandante – era quem saia da nave. Além disso, os primeiros materiais de divulgação feitos pela Nasa mostravam o piloto saindo primeiro e o comandante depois.

Em uma coletiva de imprensa feita em abril de 1969, a Nasa informou que a decisão de fazer Armstrong sair primeiro foi técnica, já que a porta do módulo lunar estava do lado dele. Em entrevistas dadas mais tarde, Deke Slayton, chefe dos astronautas na época, disse que a decisão foi “protocolar”: ele achava que o comandante da missão deveria ser o primeiro na Lua. As opiniões de Armstrong e Aldrin, segundo ele, não foram consultadas.

Após a decolagem em 16 de julho, Armstrong e Aldrin começaram a descida até a Lua em 20 de julho no módulo lunar, apelidado de “Eagle”. Durante a descida, a menos de dois mil metros de altura, dois alarmes soaram indicando que o computador estava sobrecarregado. Seguindo a orientação do controle de missão, Armstrong os ignorou e manteve o pouso.

Ao olhar pela janela, viu que o computador os estava levando para uma área com muitas pedras. O americano então assumiu o controle manual da nave e pousou. Ao encostar na Lua, restavam apenas 25 segundos de combustível no Eagle.

As primeiras palavras de seres humanos na Lua foram, na verdade, Armstrong e Aldrin fazendo a checagem pós-pouso. Termos técnicos como “parada de motor”, “controle automático ligado”, “comando do motor de descida desligado”. Apenas ao final dessa lista, Armstrong falou com a Terra: “Houston, Base da Tranquilidade aqui. A Águia [“Eagle” em inglês] pousou”.

Durante todo o processo de pouso, o controle na Terra se manteve em silêncio, permitindo que a dupla se concentrasse. Com o contato de Armstrong, o astronauta Charlie Duke, em Houston, respondeu bem humorado: “vocês têm um monte de caras quase ficando azuis aqui, estamos respirando de novo.”

Armstrong e Aldrin ficaram 21 horas e 36 minutos na Lua – duas horas e 36 minutos caminhando por ela. O tempo fora da nave foi progressivamente aumentado a cada missão Apollo – na última, a 17, os astronautas ficaram mais de 22 horas fazendo caminhadas lunares.

Retorno à Terra e vida pessoal
Armstrong, em imagem de 2006, após receber prêmio  (Foto: NASA Kennedy Center Media Archive Collection)Armstrong, em imagem de 2006, após receber prêmio (Foto: NASA Kennedy Center Media Archive Collection)
Neil Armstrong foi recebido como herói após sua volta, com condecorações de diversos países. A mais recente foi uma medalha do Congresso americano, dada a ele e a outros pioneiros espaciais em novembro de 2011.

Eu sou e sempre serei um engenheiro nerd, com meias brancas e protetores de bolso."
Neil Armstrong, em 2007
Logo após o voo, ele assumiu uma posição de gerência na Nasa e participou da investigação do acidente da Apollo 13. Ele se aposentou da agência em 1971. Em 1970, obteve um mestrado em engenharia aeroespacial da Universidade do Sul da Califórnia. Depois, virou professor na Universidade de Cincinnati, onde morava, até 1979. Armstrong também fez parte da mesa diretora de algumas empresas americanas. Em 1986, a convite do presidente americano Ronald Reagan, participou da investigação do acidente do ônibus espacial Challenger.

Armstrong casou com Janet Shearon em 1956 , com quem teve três filhos: Eric, Karen e Mark. Karen morreu de câncer no cérebro em 1962, aos três anos, e jamais viu o pai ir ao espaço. Ele e Janet se divorciaram em 1994, após 38 anos de casamento. No mesmo ano, ele se casou com sua segunda esposa, Carol Knight.

Armstrong viveu uma vida de reclusão após a Apollo 11. Convidado frequentemente por partidos americanos, ele se recusou a concorrer a um cargo político. Armstrong também raramente era visto em público e quase nunca dava entrevistas, além de não costumar tirar fotos ou dar autógrafos, porque não gostava que eles eram vendidos por valores que ele considerava “absurdos”. Sua única biografia autorizada foi publicada em 2005. Ele também costuma processar empresas que usam sua imagem sem autorização e doar as indenizações recebidas à faculdade em que se formou. Em 2005, processou seu barbeiro por ter vendido fios de seu cabelo por US$ 3 mil. O barbeiro teve que doar o valor para a caridade.

Em 2007, 38 anos após a viagem à Lua, em uma rara aparição em público, Armstrong se definiu como "um engenheiro nerd". "Eu sou e sempre serei um engenheiro nerd, com meias brancas e protetores de bolso. E eu tenho um grande orgulho das realizações da minha profissão," disse.
Em 2009, ele fez uma viagem "secreta" ao Brasil, onde passou por São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

fonte/foto/G1
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ATUALIZADO - FORÇA AÉREA VAI INVESTIGAR CAUSA DA QUEDA DE AVIÃO QUE MATOU O PECUARISTA ORESTES TIBERY


Orestes Prata Tibery, a esposa Ellen Martins Prata Tibery e o piloto Teodoro Janjan estavam num avião que caiu agora a pouco na Fazenda Serena no município de Água Clara, a 180 km de Campo Grande.

O avião estava indo da Fazenda Serena, de um amigo de Orestes Prata, para a fazenda São João de sua propriedade, quando aconteceu o acidente.
A Polícia Civil já foi acionada e acaba de ir para o local do acidente. Não há ainda informações precisas se há ou não sobreviventes. A Polícia Civil de Água Clara confirma que há mortes, mas ainda não tem informações precisas porque o local do acidente é de difícil acesso e fica a cerca de 70 km de Água Clara.
 A Infraero também foi acionada e acompanha a Polícia Civil de Água Clara. A informação da queda do avião foi confirmada pela família do pecuarista de Três Lagoas, que pertence à Associação Brasileira de Gir Leiteiro.


 A assessoria da FAB (Força Aérea Brasileira) informou que dois militares vêem de São Paulo para averiguarem a causa do acidente que vitimou os três ocupantes do avião na área rural de Água Clara. Os militares chegam a Campo Grande no final da tarde deste sábado (25).
 A apuração da causa que fez o avião monomotor PT-OKZ, modelo Cessna 2010-N cair só começará a ser analisada pelos militares neste domingo (26). O acidente aconteceu próximo a uma fazenda que fica a 75 km da área urbana do município.

fonte/foto/MidiaMax

TRÊS PESSOAS MORREM EM QUEDA DE AVIÃO EM CIDADE DO MATO GROSSO DO SUL

Três pessoas morreram na queda de um avião de pequeno porte por volta das 9 horas deste sábado (25) em uma área rural próxima a Água Clara, a 193 km de Campo Grande. Segundo informações da Polícia Civil, um casal e o piloto da aeronave não resistiram aos ferimentos e morreram no local.

Segundo a PC, o local onde o avião caiu fica a 75 km da área urbana de Água Clara. O proprietário de uma funerária da cidade informou ao G1 que já foi acionada pela Polícia Civil e aguarda a saída da perícia para resgatar os corpos.

fonte/G1

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