quarta-feira, 24 de outubro de 2012

HELICÓPTERO SOFRE ACIDENTE NO AEROCLUBE DO RIO GRANDE DO SUL


Um helicóptero sofreu um acidente por volta das 10h desta quarta-feira no aeroclube do bairro Belém Novo, na zona sul de Porto Alegre. A aeronave, um Robinson 22, estava próxima do solo quando, ao tocá-lo, virou de lado e tombou.

Dentro do helicóptero estavam um instrutor e seu aluno. O instrutor, identificado como Samir Nagib Murr, 32 anos, teria batido com a cabeça no vidro. Ferido, foi levado ao Hospital de Pronto Socorro (HPS). O aluno não teria se machucado com gravidade. 

fonte/ZeroHora

DC-3 NA ISLÂNDIA


APÓS FUSÃO, VOO DA WEBJET PASSA A TER PREÇO DE PASSAGEM DA GOL

  Gol acabou na última semana com a principal marca da Webjet: a venda de passagens aéreas mais baratas.
O site da companhia foi desativado há uma semana. As vendas desde então ocorrem pelo site da Gol.

Agora, os voos da Webjet exibidos no novo site têm preços de Gol, mais altos.
A Folha comparou cinco voos da Webjet, todos a partir do aeroporto de Guarulhos, com saída a partir de 11 de janeiro, daqui a mais de dois meses.
O trecho Guarulhos-Salvador pela Webjet estava à venda por R$ 171,90. Em setembro, quando ainda era companhia ultra-low cost (superbaixo custo), ida e volta saíam por R$ 191. No trecho Guarulhos-Galeão, era R$ 197,90 em 11 de janeiro, ante R$ 107, ida e volta, em setembro.
Questionada, a Gol declarou que "a precificação [das passagens] é dinâmica".
Embora a extinção da política de superbaixos preços reforce críticas de que a Gol teria comprado a Webjet para tirar uma concorrente do mercado e não para passar a explorar o nicho de passagens baratas, analistas afirmam que o aumento era esperado.
Dificilmente a companhia aérea poderia repetir a política de preços da Webjet, que estaria operando com prejuízo em alguns voos.
"As tarifas, em geral, tiveram redução de 60% nos últimos oito anos e, hoje, tudo aponta para um cenário de crescimento dessas tarifas", aponta Lucas Arruda, da Lunica Consultoria. "A Gol, entretanto, deve manter boa parte dos antigos clientes da Webjet, que passarão a optar pelo parcelamento dos bilhetes"."
O Cade autorizou a compra da Webjet pela Gol há duas semanas, condicionando-a a um termo de compromisso. Pelo acordo, a companhia não poderá ter mais do que 15% de cancelamentos de uso de slots (horários para realizar pousos e decolagens) no aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, em razão da forte presença da Webjet nesse terminal.
Segundo o Cade, o acordo não prevê nenhuma regulação da política de preços da companhia. 

FolhaSP

OITO CONTROLADORES DE VOO SÃO CONDENADOS PELA JUSTIÇA MILITAR

A Justiça Militar de Curitiba condenou oito controladores de voo que participaram da paralisação ocorrida em 2007, em meio ao que ficou conhecido como apagão aéreo. 

A pena para os militares, acusados de crime militar de motim, foi de quatro anos de reclusão e exclusão das Forças Armadas. 

A decisão permitiu que os militares --cinco suboficiais e os três sargentos da Aeronáutica, cujos nomes não foram divulgados-- recorram em liberdade das penas. 

Um possível recurso será analisado pelo STM (Superior Tribunal Militar), última instância da Justiça Militar. 

Mas ainda é possível fazer um recurso ao STF (Supremo Tribunal Federal). 

Os advogados dos controladores condenados informaram à Folha que irão recorrer da decisão, mas preferiram não comentá-la por ora. 

No julgamento, a defesa alegou que não houve motim. 

É a segunda punição a militares que participaram do motim em 2007. 

A primeira foi da Justiça Militar em Manaus, que condenou militares pelos crimes em 2008. Mas as punições de Manaus acabaram prescritas -ninguém foi condenado pelo crime de motim. 

A Justiça Militar de Brasília ainda não julgou os militares acusados de participar da paralisação na cidade, que deu início ao apagão.
 
ORDENS SUPERIORES
O Ministério Público Militar em Curitiba acusou na época 57 pessoas por diversos crimes. Mas apenas 12 foram julgadas pela acusação de crime de motim.
Os crimes de que estavam sendo acusadas as outras 45 prescreveram e não foram julgados.
Dos 12 militares julgados por motim, quatro foram inocentados porque os juízes entenderam que eles estavam cumprindo determinações superiores.
Os juízes aceitaram a denúncia que imputava aos supervisores a convocação de uma reunião para que todos aderissem à paralisação.
"Em seguida, os militares se dirigiram até o comandante e informaram que, após o término daquele turno de controle, os controladores escalados não iriam iniciar um novo turno", informou a nota da assessoria do STM. 

fonte/FolhaSP

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