sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

SINGAPORE AIRLINES E QANTAS ACHAM RACHADURAS NA ASA DO AIRBUS A380

A Singapore Airlines (SIA) e a Qantas Airways disseram nesta sexta-feira que encontraram rachaduras nas estruturas das asas de modelos dos seus Airbus A-380, mas afirmaram que as fendas não significam uma ameaça para a segurança, e que reparos foram feitos. 
A observação ocorre depois de a Airbus ter dito na quinta-feira que engenheiros descobriram rachaduras menores nas asas em um "número limitado" de A-380, mas disse que as rachaduras não afetariam a segurança das aeronaves. 

"Rachaduras foram localizadas em um pequeno número das estruturas das asas do A-380 durante inspeções na segunda metade do ano passado. Isso não representa um problema de segurança e reparos foram feitos nas aeronaves", disse o porta-voz da SIA, Nicholas Ionides, em e-mail à Reuters. 

"Reparos subsequentes foram feitos em um segundo avião. Nós mantemos as autoridades regulatórias totalmente informadas e faremos outras inspeções e outros reparos necessários em outros A-380 como verificações de rotina", adicionou. 

Separadamente, a Qantas disse que uma "minúscula rachadura" foi encontrada em estruturas de asas do A-380 da companhia, sendo reparado em Cingapura depois de um dos motores da Rolls-Royce sofrer um problema em pleno ar, em 2010.
"Investigações descobriram que as fendas não estão ligadas ao incidente de falha no motor vivido por essa aeronave em novembro de 2010 e não é exclusivo da Qantas. Isso já foi reparado", disse a companhia aérea em comunicado. 

"Nenhuma ação imediata foi pedida pelos operadores do A-380 porque as rachaduras não mostravam qualquer risco para a segurança do voo", disse a Qantas. 

A Airbus disse que determinou a origem do problema e desenvolveu um procedimento de inspeção e reparo que será feito durante a rotina e planejado nas verificações de manutenção, a cada quatro anos. 

A SIA, segunda maior companhia aérea mundial em valor de mercado e primeira empresa a usar a aeronave, possui 14 aviões A-380 e cinco pedidos, enquanto a Qantas recebeu 10 dos 20 aviões pedidos, de acordo com o website da companhia. 

Tanto os aviões da Singapore Airlines quanto da Qantas utilizam o motor Trent 900 da Rolls-Royce nos aviões A-380. 

fonte/Reuters/Folha
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BALÃO CAI NA NOVA ZELÂNDIA E MATA 11

Um balão de ar quente tipo Cameron A-210 caiu em Somerset Road em Clareville perto Carterton, Nova Zelândia.
 
Todas onze pessoas a bordo morreram. O balão operado em um voo panorâmico
Early Morning Balloons Ltd.

O balão voava de manhã cedo e estava carregando um piloto com 10 passageiros.

O balão pegou fogo e caiu sobre Somerset Rd em Clareville perto Carterton..

Testemunhas dizem que o balão caiu em chamas, atingindo um poste de energia e deixando algumas regiões de Cartaxo sem energia.

O piloto do balão, Lance Hopping,  era um piloto experiente com mais de 1000 horas de vôo comercial.
 
Jane Giles disse  à RadioLIVE nesta manhã que ficou chocada com a visão,  "vi o balão no ar, como de costume, "voltei para dentro de casa e da próxima vez que fui olhar era apenas uma nuvem de fumaça em direção ao solo".

Outro residente local, David McKinlay, disse que estava regando o jardim de sua casa na fronteira norte do Cartaxo às 7:40 quando ele olhou em direção ao nordeste, "eu simplesmente não podia acreditar no que estava vendo", disse ele, havia chamas lambendo a cesta de um lado e em direcção as cordas do próprio balão e, próximo de atigir o tecido do balão, disse ele  aNZ Newswire.

  O Sr. McKinlay correu para dentro de casa e ligou para o serviço de emergência,  e quando voltei, eu pude apenas ver a massa de fogo, o balão estava em chamas estava completamente desintegrado e que era apenas um longo rastro de fogo vindo em direção ao solo em velocidade.

As vítimas são residentes locais e turistas.

O acidente aéreo é um dos piores na Nova Zelândia desde 1979.

fonte/foto/3News

ORM/SOIA - APROXIMAÇÕES COM SEPARAÇÃO REDUZIDA ENTRE AERONAVES

O DECEA - Departamento de Controle do Espaço Aéreo - tornou público que até 2014 duplicará a capacidade de controle nos céus brasileiros, mas não disse quais os mecanismos ou procedimentos empregará para manter separações reduzidas e seguras nas "aproximações para pouso". Ou essa diminuição de espaço entre aeronaves seria apenas em rota? Com caminhos alongados (quando anunciam rotas diretas)? Podemos sim absorver facilmente o dobro de tráfego aéreo e mantê-lo circulando em órbitas por esse imenso céu brasileiro, em prateleiras, com separação de mil pés, mas não ousarei perguntar a um controlador o que ele gostaria de fazer com cada um desses aviões sob seu controle.

Nos aeroportos dos EEUU, onde as pistas paralelas não tem distanciamento lateral suficiente para operação simultânea, são utilizados equipamentos radar de alta precisão (renovação constante de alvos) que permitem esse procedimento com segurança.
Ainda que o DECEA duplique a capacidade do serviço, abrindo novos postos de trabalho, capacitando controladores e criando mais setores nos órgãos ATC, e, adquira e treine pilotos e controladores para operação PRM/SOIA, de nada adiantará se cá embaixo não tivermos uma infraestrutura compatível e uma regulação que determine, fiscalize e oriente. Enquanto a SAC não assumir a batuta dessa orquestra composta de pífanos, rabecas e berimbaus, haja ouvidos para aguentar tanta desafinação.
fonte/ CelsoBigBlog (recomendo a visita ao blog e ler os ótimos artigos)

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