sexta-feira, 14 de junho de 2013

AVIÃO QUEBRA ASA DURANTE POUSO NAS BAHAMAS


Um avião  Saab 340B, registro C6-SBJ, com 121 pessoas a bordo, sofreu danos substanciais em um acidente durante pouso no Aeroporto Internacional de Marsh Harbour (MHH), Bahamas.
 
A aeronave da SkyBahamas Airlines, realizando o voo Q7-9561 do Aeroporto Internacional de Fort Lauderdale, FL (FLL) tocou com forçaa pista, fazendo com que a asa direita se separar da fuselagem.
 
De acordo com um passageiro, o pouso do avião foi muito difícil e saltou três vezes antes a asa direita quebrar.

fonte/ASN/foto/ErinFerguson/Twitter-RodneyMancur

GOL QUER VOAR PARA BOSTON, HAVANA, LAGOS E NIGÉRIA


A companhia aérea Gol quer voar para mais longe. Boston, nos Estados Unidos, Havana, em Cuba, e Lagos, na Nigéria, devem ser as primeiras cidades atendidas. O plano, porém, não prevê a compra de um novo modelo de avião e a empresa usará as aeronaves já conhecidas dos passageiros que voam dentro do Brasil. Então, para conseguir chegar aos novos destinos com os atuais aviões, será preciso fazer uma parada no meio do caminho, encher o tanque e seguir viagem até os novos destinos.

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Escala. Gol chegará mais longe, mas vai parar para abastecer

Após a experiência inicial com as rotas para Miami e Orlando, nos Estados Unidos, a Gol quer reforçar a presença internacional. O plano foi revelado esta semana por um executivo da empresa a uma consultoria internacional que fornece análises e relatórios para investidores ao redor do planeta, a Capa Centre for Aviation, empresa com forte atuação na Europa e Ásia.

Desde a criação da Gol há mais de uma década, uma das características da empresa é a frota padronizada. Basicamente, a companhia usa um único modelo de avião para economizar em despesas como peças de reposição e treinamento de pilotos. Para não fugir dessa regra, a companhia usará os mesmos Boeing 737-800 NG para chegar aos novos destinos. Na média, esse modelo consegue voar até 5.500 quilômetros sem parar para abastecer. Os novos destinos, porém, são mais distantes: Boston, por exemplo, fica a 8.870 quilômetros de São Paulo. Por isso, será necessário parar no meio do caminho.

Para o passageiro, essa parada representa alguns minutos a mais na viagem. O trecho entre Guarulhos e Orlando, por exemplo, dura em média 8h50 no voo direto da TAM. Na Gol, a mesma viagem leva em média 10h50. São duas horas de diferença. O tamanho do avião também é bem distinto: enquanto os voos da TAM para Miami transportam até 350 passageiros, o modelo usado pela Gol tem capacidade para menos de 200 pessoas.

Nas rotas para os EUA e Cuba, a parada será no aeroporto Santo Domingo, na República Dominicana. A localização dessa parada, inclusive, é considerada estratégica para os planos da Gol: a partir de Santo Domingo, é possível chegar – usando o avião padrão da companhia – a praticamente todas as cidades dos EUA, boa parte do Canadá e todo o México e Caribe. Ao mesmo tempo, ao sul, os aviões da Gol chegam a praticamente toda a América do Sul. Será um grande centro de voos da Gol, o chamado “hub”, diz a consultoria. No mapa abaixo, a área mais clara mostra o alcance dos aviões da Gol a partir de Santo Domingo.

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Américas. Alcance dos aviões da Gol a partir de Santo Domingo 

Na estreia para a África, o plano é sair de São Paulo ou Rio, parar no Recife e cruzar o Atlântico até a Nigéria. O novo voo poderia começar ainda em 2013. A consultoria Capa Centre, porém, fez ressalvas à estratégia, especialmente para a África. “A Nigéria não é um mercado tão grande para o Brasil, talvez nem suficiente para lotar um 737”, alertou . “O serviço da Gol pode não ser bem recebido pelos passageiros a negócios em um voo longo como São Paulo-Recife-Lagos”.

Procurada, a Gol informou via assessoria de imprensa que “estuda a possibilidade de uma nova rota partindo do Brasil com destino à Nigéria”, sem detalhar os aeroportos de origem e destino. Sobre os demais voos para Boston e Havana, a empresa não nega que estuda os novos destinos e informou que “não se manifesta” sobre o tema.

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Planos. Rotas para Boston, nos EUA, e Lagos, na Nigéria.

fonte/AgEstado/Economia&Negócios

QUEDA DE HELICÓPTERO DE EMPRESA DE PETRÓLEO DEIXA DOIS MORTOS NO AMAZONAS


Um helicóptero modelo Bell 212, da empresa HRT - grupo de exploração e produção de óleo e gás natural que opera na bacia do rio Solimões (AM) e na Namíbia, costa oeste da África -, caiu e deixou ao menos duas pessoas mortas na manhã desta sexta-feira, próximo a Tefé, no Amazonas. 

Segundo informações do Serviço Regional de Prevenção de Acidentes Aéreos (Seripa 7), o helicóptero decolou da base de apoio terrestre (BAT 1), em Tefé, e ia em direção à sede do município, quando desapareceu do controle com 15 minutos de voo.

Uma equipe do Seripa 7 foi acionada para ir ao local fazer buscas por sobreviventes, pois não se sabe quantas pessoas havia na aeronave. Além disso, a Força Aérea Brasileira (FAB) vai se deslocar a Tefé para removar as vítimas, que serão levadas para identificação.

fonte/Terra

BOEING DA COPA AIRLINES COM 132 PASSAGEIROS FAZ POUSO DE EMERGÊNCIA EM CAMPO GRANDE, MATO GROSSO

Aeronave fez pouso de emergência. (Foto: Simão Nogueira)Aeronave fez pouso de emergência. (Foto: Simão Nogueira)

Um avião Boeing da companhia Copa Airlines, com 110 passageiros, fez um pouso de emergência na manhã desta sexta-feira (14) no Aeroporto Internacional de Campo Grande.

No momento do pouso equipes da Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) já estavam preparadas para atender a ocorrência. O Corpo de Bombeiros também chegou a ser acionado, mas não precisou realizar nenhum atendimento.

A Copa Airlines é uma companhia do Panamá e opera voos internacionais. Não há informações sobre a origem e o destino da aeronave, nem sobre o que provocou o pouso forçado.

fonte/CampoGrandenews

PASSAGEIROS LOTAM SAGUÃO DO AEROPORTO TOM JOBIM, RIO


Movimentação em outros aeroportos lotou saguão do Galeão (Foto: Rodrigo Gorosito)Movimentação em outros aeroportos lotou saguão do Galeão (Foto: Rodrigo Gorosito)
 
O saguão do aeroporto Tom Jobim, na Ilha do Governador, amanheceu lotado, na manhã desta sexta-feira (14). Segundo a Infraero, o fechamento de outros terminais, como o de Guarulhos, na Grande São Paulo, causou a lotação.

Apesar do problema, nenhum tipo de tumulto foi registrado. O Galeão operava por meio de instrumentos, por volta de 8h30. Dos 24 voos previstos até as 8h, três foram cancelados e outros três sofreram atrasos.

O aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio, também funcionava por meio de instrumentos e tinha apenas um cancelamento e um atraso entre os 25 voos previstos até as 8h.

Às 10h o movimento no Aeroporto Internacional do Rio era aparentemente tranquilo, apesar do grande movimento.  Agentes da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) estavam no aeroporto nesta sexta-feira (14), mas não quiseram comentar a situação dos saguões lotados. 

Eliane Machado, professora da USP utiliza a ponte aérea Rio- São Paulo frequentemente. "Eu estive aqui na semana passada e a situação ainda era pior. Não tinha nem vaga no estacionamento. Tive que esperar 30 minutos, muitos carros estavam em cima dos jardins. Eles alegaram que era por causa das obras. Devido aos atrasos, as companhias aéreas estão colocando os passageiros dentro das aeronaves para acalmá-los, mas não saem no horário. A gente não tá preparado para estes eventos".

Falta de escadas e ônibus
A comerciante Simone Quiareli também afirmou que o Brasil não está preparado para sediar grandes eventos. "Meu voo é para Campinas com conexão para Criciúma. Eles cancelaram o voo e só tem um voo diário. Eles [Azul] não dão informações direito e não dão prioridade para as pessoas que estão em conexão. Se eu perder esse que tem agora às 11h só embarco amanhã. Como vai ser quando tiver a Copa?".

Voos são cancelados por causa do mau tempo em Guarulhos. (Foto: Mariucha Machado/G1) 
Voos são cancelados por causa do mau tempo em
Guarulhos. (Foto: Mariucha Machado/G1)
 
Os passageiros Fernalda Salvi, estudante, e Abílio Neto, administrador, pegaram o voo da Azul 1281 de Recife para Guarulhos e estão há quatro horas no Galeão. O voo deles foi desviado para o Rio por causa do mau tempo. "Não  informaram nada, não sabem onde vão colocar a gente, não sabem nada sobre as malas. A gente já esta há mais de quatro horas esperando. Ficamos já esperando no avião, não tinha escada pra gente descer, não tinha ônibus. A gente entende que foi por causa do mau tempo, mas precisam dizer qual é a solução".

Na mesma situação estava Patrícia Braga, contadora. "É um absurdo. Nós passamos mais de três horas no avião sem informação. A tripulação nem saía mais da cabine. Era para eu chegar as 5h50 em São Paulo. Os avisos que eles deram eram contraditórios". A passageira de Recife disse que o aeroporto de lá também esta um caos.

Em nota, a Infraero não confirmou a falta de infraestrutura, como a de escadas, mas disse que algumas empresas aéreas optam por deixar os passageiros dentro da aeronave para esperar que os aeroportos de destino abram e a viagem possa prosseguir.

fonte/G1

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