segunda-feira, 28 de junho de 2010

AVIÃO CHEGA DA VENEZUELA COM DONATIVOS PARA VÍTIMAS

A devastação provocada pelas chuvas da semana retrasada em Pernambuco e Alagoas não comoveu apenas os brasileiros. Ontem, no início da tarde, uma aeronave carregada de donativos doados pelo governo da Venezuela chegou ao Recife. Trouxe 12 toneladas de alimentos, água e roupas para serem divididos igualmente entre os desabrigados pernambucanos e alagoanos. Em Pernambuco, o material está sendo enviado hoje para Água Preta, município da Zona da Mata Sul, a região mais afetada pelas precipitações no Estado. Pelos números do governo, 10.520 pessoas estão desabrigadas na cidade.

Foram doados pelo governo venezuelano duas toneladas de água, uma tonelada de sardinha, 350 quilos de leite em pó, 350 quilos de geleia infantil, 500 quilos de arroz, 300 quilos de macarrão, 500 quilos de atum, 120 quilos de fraldas, 50 colchões, 800 quilos de roupas novas, 60 cobertores e 100 quilos de papel higiênico. O Hércules C-130 da Força Aérea venezuelana saiu de Caracas, capital do país, às 23h de ontem e parou para abastecer em Manaus (AM), seguindo para o Recife. Em seguida, foi para Maceió, em Alagoas, onde deixou as seis toneladas restantes.
“O Brasil é um país irmão e nós não podíamos deixar de ajudar nossos irmãos. Essa é a política do presidente Hugo Chávez. Quando soubemos da destruição no Nordeste, reunimos esse material em 48 horas para enviar. Vamos monitorar a situação e, se as chuvas continuarem, voltaremos a ajudar. Somos como uma família”, afirmou o embaixador venezuelano no Brasil, Maximillien Arvelaiz, que acompanhou a doação dos donativos ao lado da cônsul-geral no Recife, Coromoto Godoy.
As seis toneladas de material foram transferidas da aeronave venezuelana para três caminhões da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Codecipe). Segundo o major Cássio Sinomar, os donativos foram levados para a central de logística e distribuição do órgão, na Ceasa, na Zona Oeste do Recife, para passar por uma triagem antes de ser enviado para Água Preta. “Acredito que amanhã (hoje) está chegando à cidade. Resolvemos enviar para lá porque no momento é onde há maior demanda. Outras cidades bastante afetadas, como Palmares e Barreiros, estão melhor abastecidas”, explicou.

SHOPPINGS
Os shoppings Recife, Tacaruna, Plaza e Guararapes entraram na mobilização para ajudar as famílias desabrigadas pelas chuvas. No Shopping Recife, o local de entrega das doações é no estacionamento C (próximo a Renner), no Guararapes é no estande localizado ao lado do Box Cinemas, no Tacaruna fica no balcão da cidadania, em frente ao Banco Real, e no Plaza é no piso L1 térreo (próximo às Lojas Americanas).

fonte/JornalDoComércio
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SUDÃO APRESENTA PRIMEIRO AVIÃO MILITAR MONTADO NO PAÍS

O Presidente sudanês, Hassan Omar el-Bechir, procedeu à apresentação do primeiro avião militar fabricado no país, durante uma cerimônia diante dos diplomatas estrangeiros acreditados em Cartum, noticia dia 17 a PANA.

O Exército sudanês montou o primeiro avião militar, a partir de peças fabricadas localmente no quadro da estratégia de industrialização do país, indicou um comunicado oficial.


Omar el-Bechir saudou o esforço do Exército para assegurar a auto-suficiência na industrialização do Sudão.


O primeiro avião montado no Sudão, batizado Safat-01, foi concebido para voar usando benzina e não o carbo-reator utilizado pela maioria dos aviões comerciais, indicou a Agência Sudanesa de Notícias (SUNA).

fonte/Angop/NoticiasSobreAviação/foto/divulgação

CINCO ANOS DEPOIS, A URUGUAIA PLUNA VOLTA A LEVANTAR VOO

Há cinco anos, os uruguaios estiveram perto de ver o fim da Pluna, sua pequena, mas emblemática companhia aérea nacional. A Varig, que controlava e administrava a empresa desde 1995, estava a ponto de quebrar e entregara a subsidiária à própria sorte. Sua frota era sucateada e os serviços encolheram. O governo local retomou o controle para salvar a Pluna do "desastre", como seus ministros qualificaram várias vezes a gestão da Fundação Ruben Berta. 

Quando voltou às mãos privadas, com a venda de 75% de suas ações ao fundo de investimentos Leadgate, o trauma da experiência anterior levou muita gente a olhar o negócio com desconfiança. Mas a recuperação da aérea já foi alvo de estudo da prestigiada Wharton Business School: de um prejuízo operacional de US$ 41 milhões em 2007, ano de entrada da Leadgate na Pluna, a companhia diminuiu o vermelho no balanço a cada temporada e deverá alcançar o equilíbrio no período de 12 meses que termina neste fim de junho.

"A nossa expertise é a reestruturação de empresas", disse ao Valor o diretor-geral da Pluna, Matías Campiani, um dos três sócios da Leadgate. Todos são argentinos, pós-graduados em administração, e tocavam suas carreiras em Munique quando decidiram montar uma gestora de investimentos própria. No Uruguai, já haviam assumido as operações da Parmalat, em 2004. Melhoraram a situação financeira da empresa e venderam-na em seguida ao grupo venezuelano Maldonado.

Na Pluna, por cuja participação majoritária havia desembolsado US$ 15 milhões, a Leadgate mexeu na malha aérea e unificou a frota. Cortou o voo deficitário a Madri e adotou como aeronave padrão o CRJ900 Next Generation (da Bombardier), com capacidade para 90 passageiros. Preço e cronograma de entrega fizeram a diferença na escolha do fornecedor. "Os canadenses apresentaram uma proposta que não pudemos resistir", sorriu Campiani, justificando a preferência pela Bombardier. "A Embraer tinha longa lista de espera e não pôde nos colocar na frente", disse o executivo, ao explicar que a impossibilidade de a fábrica de São José dos Campos entregar logo os novos aviões atrapalharia o plano de negócios da Pluna.

Hoje, a frota é composta por sete CRJ900. Outras três unidades chegam ainda neste ano - duas em setembro e uma em dezembro. Há opções de compra para mais três aviões em 2011 e três em 2012. A Pluna estuda fazer uma nova encomenda à Bombardier, desta vez de jatos CRJ200, para 50 passageiros.

O passo seguinte da Pluna, que tem acordos com TAM e Iberia, foi montar um "hub" regional em Montevidéu, estratégia que se mostrou crucial em um país de território diminuto. A companhia abriu rotas para seis destinos no Brasil (São Paulo, Rio, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba e Foz do Iguaçu), além de Buenos Aires, Córdoba, Santiago e Assunção.

A aposta tem sido recolher passageiros em um país, propiciar conexão rápida na capital uruguaia e levá-los a um terceiro destino. Passagens mais baratas e tempo de permanência livre em Montevidéu, sem custo adicional, são a forma de compensar as horas a mais de viagem e a antipática política de cobrar US$ 8 por um sanduíche de presunto e queijo a bordo.

A Pluna acabou de ter 25% das ações vendidas à canadense Jazz Air. Foi um negócio de US$ 15 milhões - o mesmo valor pago pela Leadgate para ter uma fatia três vezes maior. Campiani e seus sócios têm 50% de participação e, o governo, 25%. Em até três anos, a ideia é abrir o capital. "São Paulo e Nova York são boas possibilidades, mas o IPO [oferta pública inicial] não é um fim em si, mas uma forma de levantar capital para expansão."

fonte/ValorEconomico

JATO EXECUTIVO TRANSFORMA-SE EM SÍMBOLO DA CRISE E DESAFIA EMBRAER

O grande desafio para a nova fábrica da Embraer nos Estados Unidos será encontrar compradores para os aviões executivos, depois que o produto tornou-se um dos mais odiados símbolos dos excessos que levaram à atual crise financeira mundial. 

"Os jatos executivos passaram a ser vistos como um brinquedo extravagante nos Estados Unidos", afirma Ernest Edwards, vice-presidente de vendas da Embraer Executive Aircraft, controlada pela empresa brasileira, baseada Fort Lauderdale, localizada a cerca de 50 quilômetros ao norte de Miami. "Mas, aos poucos, as pessoas estão se dando conta que, num país como esse, os jatos são muito importantes para ampliar a produtividade das empresas."

Os Estados Unidos são o maior mercado de jatos executivos do mundo, mas os negócios sofreram um forte baque nos últimos dois anos por causa da crise, que obrigou as empresas a cortarem custos, trocando suas próprias aeronaves por jatos alugados e voos em linhas comerciais. 

Para piorar as coisas, em agosto de 2008 os executivos das três principais montadoras de veículos dos Estados Unidos admitiram, em depoimento no Congresso, terem viajado a Washington em três jatinhos diferentes para pedir bilhões de dólares em socorro ao governo. A imprensa americana fez uma verdadeira caça às bruxas, expondo o quanto companhias que demitiam funcionários estavam gastando para manter aeronaves à disposição de seus executivos. 
 
Diante de um Phenom 100, com preços a partir de US$ 3,5 milhões que se tornou um dos sucessos no portfólio da Embraer, o diretor de manutenção da companhia, Jacques Blondeau, diz que mais cedo ou mais tarde a aviação executiva vai se recuperar. "Os Estados Unidos têm 5,5 mil aeroportos, mas apenas 450 deles são servidos por voos regulares", afirmou o canadense Blondeau, no hangar do centro de manutenção da Embraer de Fort Lauderdale. "Tenho clientes que não conseguiriam acompanhar o que acontece em suas empresas se não tivessem jatos." 

Em 2007, um ano antes de estourar a crise econômica mundial, a América do Norte comprou US$ 3,377 bilhões em produtos da Embraer, o que corresponde a 47% das vendas da empresa no mundo todo. Cerca de dois terços dessas receitas vieram da venda de aviões para companhias aéreas.

Já antes da crise a Embraer vinha apostando na diversificação de produtos, como o desenvolvimento de novos jatos executivos e produtos para a área de defesa, e de novos mercados, como Oriente Médio e resto da Ásia. 

Mas a nova fábrica da Embraer ganha destaque na Flórida, um dos quatro Estados americanos que mergulharam mais fundo na bolha imobiliária e, hoje, apresenta uma taxa de desemprego de 12%, quase o triplo dos 4,1% observados em 2007. Melbourne fica no norte do Estado e deverá levar mais tempo para se recuperar. Miami, mais ao Sul do Estado, tende a se recuperar mais cedo, puxada pelas suas conexões com países da América Latina, que em geral estão se saindo melhor que os Estados Unidos.

Se tudo der certo, a Embraer pretende começar a contratar os 200 trabalhadores para a fábrica no primeiro trimestre do próximo ano.

fonte/ValorEconomico
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EMBRAER BUSCA INCENTIVO NOS EUA

Embraer logo



O pedido de benefício fiscal já está bem encaminhado e a empresa tem a concordância para parte dos recursos.

A Embraer quer aproveitar a grave crise que atinge os Estados Unidos para crescer com ajuda de dinheiro do contribuinte americano. A empresa pediu isenção de impostos na captação de US$ 27,8 milhões em empréstimos para bancar a construção de sua fábrica de jatinhos na Flórida, dentro de um plano do governo americano para recuperar a economia.

O presidente Barack Obama criou, no ano passado, um programa de quase US$ 800 bilhões em subsídios e investimentos para tirar a economia americana da recessão. A Embraer quer se beneficiar de uma pequena fração desses recursos para financiar, com juros mais baixo, a construção de uma fábrica em Melbourne, no norte da Flórida, um dos Estados mais atingidos pelo estouro da bolha imobiliária no país.

A empresa anunciou a construção da sua fábrica na Flórida em meados de 2008 - e decidiu levar o projeto adiante mesmo com a crise que viria em seguida. Agora, colhe alguns dividendos dessa decisão, como o acesso a benefícios fiscais do governo federal.

Para levantar dinheiro para o projeto, que tem um custo total de US$ 41 milhões, será emitida uma série especial de bônus, que isenta os investidores do pagamento de imposto sobre os juros recebidos. O pedido de benefício fiscal já está bem encaminhado e a empresa tem a concordância para parte dos recursos. "Será um apoio fundamental para nosso projeto", afirma Christopher Appleton, executivo da Embraer que acompanha o pleito no governo.

A crise econômica também reduziu os custos de construção, permitindo que a Embraer erga uma fábrica 25% maior com o mesmo orçamento. Outro ganho é a ampla oferta de operários especializados depois que a Nasa anunciou cortes orçamentários no seu programa espacial, que devem levar à demissão de cerca de 9 mil trabalhadores na região. A nova fábrica da Embraer é próxima do Cabo Canaveral, onde a Nasa tem importante centro de operações.

Para a Embraer, o segmento de jatos executivos é considerado fundamental para diversificar os negócios, que ainda são muito concentrados em apenas uma linha de produtos, os aviões de médio porte vendidos a companhias aéreas, e apenas um mercado, os Estados Unidos.

fonte/ValorEconomico
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AVIÃO DERRAPA NA PISTA DO AEROPORTO DE IPATINGA DURANTE POUSO

Uma aeronave da Trip Linhas Aéreas derrapou na pista durante o pouso no aeródromo de Ipatinga, nesta segunda-feira. Apesar do trem de pouso ficar danificado e da perda momentânea de controle, ninguém ficou ferido, conforme a assessoria de imprensa da companhia.

O avião modelo ATR-42 fazia o voo 5510 e tinha 47 passageiros e 4 tripulantes a bordo. Durante a manobra final de aproximação, ele desviou para a lateral da pista, o que causou danos leves ao aparelho, recolhido para reparos.

Os passageiros, que vinham de Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, foram realocados em outro avião da Trip para chegar ao destino, em Minas.

fonte/Terra
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