segunda-feira, 5 de setembro de 2011

FOTO - TREM DE POUSO DANIFICADO





Foto do trem de pouso do nariz, do Airbus A300-600, da Mahan Air,  registro EP-MNT, realizando o voo W5-613,no dia 4 de setembro. Após o pouso em Mashad´s, Irã, a aeronave não conseguiu parar e ultrapassou a pista, sofrendo graves danos no terem de pouso. Após evacuação do avião, 3 passagerios sofrerão ferimentos graves e 8 leves.

fonte/foto/AvHerald
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AUSTRALIANA PASSA MAIS DE NOVE HORAS EM VOO AO LADO DO NAMORADO MORTO

The logo of Jetstar Airways, a sibsidiary of Q...Image via Wikipedia
Uma passageira de um avião que ia de Cingapura a Auckland (Nova Zelândia) teve de passar mais de nove horas ao lado do namorado morto, após ele ter engasgado e morrido em pleno voo.

A australiana Vanessa Preechakul, uma arquiteta de 27 anos, estava sentada ao lado do namorado, o neozelandês Robert Rippingale, enquanto ele comia um prato de carne e assistia a um filme.

Aos 90 minutos de voo, ela notou que Rippingale estava tremendo. Ela contou à imprensa neozelandesa ter pensado, em princípio, que o namorado estava rindo, até perceber que ele estava revirando os olhos e não conseguia falar.

Os lábios de Rippingale começaram a ficar roxos. Ao ouvir Vanessa gritar, um médico e duas enfermeiras tentaram socorrer seu namorado, realizando primeiros socorros.

Mas o médico não conseguiu salvá-lo. O corpo foi removido e levado para a área de descanso da equipe de bordo, atrás de uma cortina.

Descontos
O corpo foi coberto com um lençol pela tripulação, que permitiu que Vanessa sentasse ao lado do namorado.

A companhia aérea australiana Jetstar, uma empresa pertencente à Qantas e que oferece preços promocionais, entrou em contato com os passageiros que se sentaram perto do passageiro morto e ofereceu descontos em voos futuros, além de ter agradecido pela paciência ao longo de ''uma situação desagradável para eles''.

Alguns passageiros criticaram a Jetstar por dar continuidade ao voo em vez de interromper a viagem e fazer o avião regressar ao ponto de partida, em Cingapura.

Mas um funcionário da companhia aérea teria dito que foi a própria namorada da vítima que pediu que o voo seguisse normalmente para Auckland.

O casal estava indo para festa de bodas de ouro dos pais de Rippingale, na Nova Zelândia.

fonte/BBC/R7
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GOVERNO CHILENO USA VIDENTE NA BUSCA POR VÍTIMAS DE TRAGÉDIA AÉREA

O governo chileno admitiu nesta segunda-feira que trabalha com um paranormal na busca pelos corpos de 17 dos 21 passageiros do avião militar que caiu no mar na ilha Robinson Crusoé, no Oceano Pacífico, que ainda não foram encontrados. 

— Contamos com a colaboração de uma pessoa que está numa das balsas de busca — confirmou o ministro da Defesa, Andrés Allamand, ao ser questionado pela Televisión Nacional de Chile.

A respeito das informações da vidente até o momento, o ministro afirmou que são coerentes com os dados proporcionados pela equipe técnica que participa das buscas. Os trabalhos de busca são realizados por equipes da Força Aérea e da Marinha chilena, apoiadas por grupos de pescadores e moradores locais, que vasculham áreas próximas ao aeroporto da ilha, localizada no oceano Pacífico.

O acidente aéreo ocorreu na sexta-feira, quando o avião, um Casa-212, desapareceu após duas tentativas de pouso frustradas.

O acidente comoveu o Chile, porque entre os ocupantes encontrava-se o famoso apresentador da televisão local Felipe Camiroaga, astro do canal estatal após comandar, por quase uma década, um programa matinal, que o mantinha nas telas por quatro horas diárias. Camiroaga, junto a uma equipe de seu programa, viajava à ilha Robinson Crusoé para fazer uma reportagem sobre os trabalhos de reconstrução do local, arrasado após o tsunami de 27 de fevereiro de 2010.
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GÊMEAS DO NADO SINCRONIZADO SERÃO INDENIZADAS PELA GOL

As campeãs brasileiras do nado sincronizado, as gêmeas Branca e Beatriz Feres serão indenizadas pela companhia aérea Gol Linhas Aéreas, por danos morais, no valor de R$ 5.450, para cada uma, decidido pelo desembargador Paulo Sério Prestes dos Santos, da 19ª Câmara Cível da Capital, que negou seguimento ao recurso da empresa ré e manteve a sentença de primeiro grau. 

O problema começou por causa de uma falha com a venda de um bilhete para um voo que não existiu. Segundo o processo, as atletas haviam comprado passagens ida e volta para o trecho Rio de Janeiro-Fortaleza, em setembro de 2009, para participarem do Campeonato Brasileiro de Nado Sincronizado. Na volta da competição, da qual se sagraram campeãs, elas foram informadas por uma funcionária da empresa de que o voo que haviam comprado era o de número 1899, com partida às 15h10, e que já havia decolado.
 
As gêmeas comprovarem que as passagens adquiridas não eram do voo 1899, mas sim do voo 1999, que tinha partida prevista para as 18h20, conforme constava nos seus etickets. Porém, seus bilhetes de embarque não foram emitidos pela empresa aérea, e elas tiveram que pagar R$ 254,60 para conseguir embarcar em um novo voo, que também atrasou, o que fez com que as atletas levassem mais de dez horas para chegarem ao Rio. 
 
De acordo com o desembargador, ficou comprovada a falha na prestação dos serviços, por parte da Gol. "As atletas passaram por constrangimento e até mesmo de exaustão extrema, pois tinham acabado de participar de uma competição, e experimentaram um desgaste, além de físico, emocional, em razão dos aborrecimentos causados". Até às 20h25 desta segunda-feira, a assessoria de imprensa da Gol informou que o departamento jurídico da empresa ainda não tinha um posicionamento oficial sobre o caso.
 
fonte/Terra

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