sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

HELICÓPTERO QUE CAIU NO DISTRITO FEDERAL TERIA POUSADO EM ESTACIONAMENTO

O helicóptero que caiu no início da noite de ontem (19), às margens do Lago Paranoá, em Brasília, teria feito pouso e decolagem em local inapropriado: no estacionamento de um restaurante.

Segundo a Folha apurou, a aeronave decolou de área destinada aos automóveis dos clientes que frequentam uma churrascaria, também às margens do lago. Os três passageiros do helicóptero estavam no local antes do acidente.

Funcionários do restaurante, que não quiseram se identificar, afirmaram que é "comum" que alguns clientes usem helicópteros para chegar ao local -- que não tem um heliponto, área apropriada para receber as aeronaves.

De acordo com o Código Brasileiro de Aeronáutica, "aeródromos" são a área destinada a pouso, decolagem e movimentação de aeronaves -- classe na qual se enquadram os helipontos.

Diferentemente dos heliportos -- que são públicos --, os helipontos particulares não têm a obrigatoriedade de oferecer instalações e facilidades para o apoio de operações e de embarque e desembarque de passageiros.

Ainda assim, os helipontos não podem ser utilizados sem haver cadastramento prévio. Segundo o art. 30, §1º do código, "os aeródromos públicos e privados serão abertos ao tráfego através de processo, respectivamente, de homologação e registro".

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) informou que possíveis punições recairiam sobre o piloto e o proprietário do helicóptero, caso haja irregularidade quanto ao local de pouso de decolagem. O piloto está sujeito à perda da licença. O dono da aeronave poderá ter de pagar multa. O estabelecimento, no entanto, não é penalizado.

INVESTIGAÇÕES

Segundo o capitão Wellington da Silva, do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes), responsável pelo caso nesta sexta-feira, o acidente ainda está sob investigação.

A perícia no local foi concluída hoje e a aeronave do modelo Robson 44 está sendo transportada até Goiânia, local de origem, onde as investigações continuarão sem prazo para serem concluídas.

"Ainda é muito cedo para tirar conclusões ou afirmar o que aconteceu. Até o momento, a perícia foi apenas uma peça no quebra-cabeça", afirmou o capitão da Silva.

De acordo com ele, os três passageiros e o piloto do helicóptero saíram ilesos do acidente e já prestaram depoimento ao Cenipa.

Ontem, os passageiros teriam abandonado o local do acidente, comunicando aos bombeiros que iriam trocar de roupa e não retornaram. Até então, suas identidades eram desconhecidas às autoridades.

Hoje, no entanto, o Cenipa informou que os passageiros apenas se ausentaram do local, mas que foram contatados em seguida para prestar depoimentos. As identidades não foram reveladas.

fonte/FolhaSP

VÍDEO - AEROMODELISMO IN-DOOR, SPIEL 2011, SENSACIONAL

VÍDEO - DIVULGAÇÃO DA 5000ª AERONAVE A320 DA AIRBUS

ULTRALEVE FAZ POUSO FORÇADO EM JUATUBA, BELO HORIZONTE



Um ultraleve modelo Bravo 700, prefixo PU-AVB fez pouso forçado em uma fazenda, na tarde desta sexta-feira (20), em Juatuba, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.



De acordo com o Comando da Aeronáutica, a aeronave seguia da cidade de Pará de Minas, na Região Central de Minas Gerais, para o Aeroporto Carlos Prates, na capital.


Uma pessoa que estava a bordo sofreu ferimentos leves. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o combustível do ultraleve foi retirado para evitar o risco de explosão.

O Comando da Aeronáutica não soube informar o que teria causado o acidente. Ainda segundo o órgão, por se tratar de uma aeronave experimental, cabe à polícia investigar o caso.



fonte/G1/foto/DouglasMagni

PILOTO DE HELICÓPTERO QUE CAIU EM BRASÍLIA SERÁ INVESTIGADO

O piloto do helicóptero particular que caiu na noite de ontem em Brasília será investigado por ter feito um pouso não autorizado na margem do lago Paranoá. A aeronave tinha permissão para fazer o trajeto Brasília-Goiânia e para sobrevoar o lago, mas não para pousar na capital federal. Ontem, o helicóptero se desestabilizou logo após a decolagem, ao sair de uma churrascaria da cidade. Nenhuma das três pessoas a bordo se feriu.
No início da tarde desta sexta-feira, o helicóptero foi retirado da água - onde estava parcialmente submerso - e deverá ser transportado a Goiânia. A retirada e o transporte são de responsabilidade dos proprietários.
Segundo a Força Aérea Brasileira, a Polícia Federal abriu um inquérito que vai investigar a responsabilidade do acidente. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) vai abrir uma investigação preventiva para levantar as causas do acidente e evitar episódios parecidos. Segundo a Aeronáutica, a Junta de Julgamento do órgão vai apurar se houve infrações de tráfego aéreo por parte do piloto.
fonte/Terra
Enhanced by Zemanta

BIRD STRIKE COM AVIÃO DA GUARDA COSTEIRA DO JAPÃO

Imagem divulgada pela Guarda Costeira do Japão mostra aeronave da força com um buraco em seu nariz após ter sido atingida por um albatroz.

O acidente ocorreu durante patrulha no Mar da China, próximo à ilha de Ishigaki, no distrito de Okinawa, no oeste do arquipélago. 

O Bombardier Dash 8 fazia voo de Naha a Ishigaki quando foi atingido, a uma altitude de 300 metros. 

O pássaro ficou preso na fuselagem. O avião, que levava nove tripulantes, pousou em segurança.

fonte/foto/AFP/G1/HO/JAPAN COAST GUARD
Enhanced by Zemanta

INCIDENTE COM AIRBUS A380 DA AIR FRANCE

English: Air France Airbus A380 F-HPJA on ramp...Image via Wikipedia
Um Airbus A380-800 da Air France, matrícula F-HPJ realizando o voo AF-346, de Paris (Charles de Gaulle)  para Montreal (Canadá), retornou quando voando em rota no FL380 sobre o Oceano Atlântico e cerca de 75 minutos de voo, na posição de 600nm  a oeste da Irlanda, quando a tripulação declarou PAN devido a fumaça na cabine.

Curvou 180 graus e desceu para o FL370 e quando inicialmente voaria em direção a Irlanda decidiu voltar ao aeroporto Charles de Gaulle, onde a aeronave pousou em segurança em na pista 26R do  aeroporto, após 2,5 horas de voo.

O vôo foi adiado e decolou 20 horas após o incidente como AF4094.

fonte/AvHerald
Enhanced by Zemanta

MESMO SEM ESTRUTURA, AEROPORTO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS BATE RECORDE



O Aeroporto de São José recebeu 236.084 passageiros em 2011, quase o triplo do ano anterior, quando 84.176 embarcaram ou desembarcaram no município.

O crescimento de 180% foi o maior entre todos os terminais administrados pela Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) no país. O movimento também superou a sua capacidade, de 90 mil passageiros por ano.

Apesar do crescimento, o futuro do terminal segue sem definição. A atual estrutura é alvo de críticas de lideranças da região, que defendem a ampliação para a atração de novos negócios para o Vale do Paraíba.

“A Infraero sabe desse crescimento, mas finge que não sabe. A prioridade dela são outros aeroportos, e o de São José vem depois do último da lista”, disse o presidente da ACI (Associação Comercial e Industrial) de São José, Felipe Cury.

As companhias aéreas que operam na cidade também manifestaram a necessidade da ampliação do terminal a fim de aumentar os voos.

Pela falta de investimentos no terminal, a Azul reduziu no início do mês de quatro para dois os voos em São José.

Proposta. Em novembro de 2011, a prefeitura apresentou à SAC (Secretaria de Aviação Civil), órgão vinculado à Presidência da República, proposta de municipalizar o aeroporto.

A intenção seria acelerar o projeto de ampliação do terminal. A mudança aconteceria depois de 2013, quando termina a atual concessão à Infraero.

Dois meses após a entrega do documento, a prefeitura segue sem resposta. “Ligamos semanalmente à Secretaria de Aviação Civil, mas continuamos sem obter uma resposta, sequer uma sinalização”, disse José de Mello Corrêa, secretário de Desenvolvimento Econômico de São José.

A resposta da SAC virá juntamente com o Plano Geral de Outorgas, que traçará o potencial de crescimento de todos os aeródromos do país --o documento deve ser divulgado até o fim de fevereiro.

“Essa operação do aeroporto acima de sua capacidade é lamentável. A própria Infraero, que dizia que não havia demanda em São José, vê que é lamentável”, disse Mello.

A Infraero afirma investir no aeroporto de São José e estuda uma medida paliativa para aumentar a capacidade atual do terminal.


Infraero afirma investir no terminal
A Infraero disse ter investido em 2011 cerca de R$ 7,5 milhões na recuperação da pista e mais R$ 15 milhões na manutenção da estrutura do aeroporto de São José. A empresa estuda a instalação de um MOP (Módulo Operacional de Passageiro), uma espécie de container com custo estimado em R$ 16 milhões, para aumentar a capacidade do local de maneira emergencial.

Estrutura é criticada pelos passageiros
A atual estrutura do terminal de São José incomoda os usuários do local. “Às vezes, alguns conhecidos que passam pelo aeroporto até brincam o chamando de mini-rodoviária. A falta de estrutura do aeroporto incomoda muito. Faltam atendentes, vagas de estacionamento, sendo que há demanda, os voos saem sempre lotados”, disse o analista de sistemas Rafael Bessa, 26 anos.


SAIBA MAIS

passageiros
São José

2010: 84.176
2011: 236.084
Crescimento: 180%
Campinas
2010: 5.430.066
2011: 7.542.239
Crescimento: 38%
Guarulhos
2010: 26.849.185
2011: 29.966.108
Crescimento: 11%
Congonhas
2010: 15.499.462
2011: 16.753.567
Crescimento: 8%

o aeroporto
Nome: Professor Urbano Ernesto Stumpf
Tamanho do terminal: 854 metros quadrados
Tamanho da pista: 2.676 x 45 metros
Voos diários: 5
Companhias: Azul e Trip
Administração: Infraero (concessão vai até 2013)

impasse
Entidades ligadas ao setor empresarial e lideranças políticas da região pedem ampliação do terminal; eles criticam a falta de investimentos da Infraero

reclamação
Estrutura do terminal de passageiros e falta de local para estacionamento de aeronaves são motivo de reclamação; Azul reduziu número de voos na cidade

proposta
Em novembro, prefeitura propôs à Secretaria de Aviação Civil a municipalização do aeroporto de São José; pedido segue sem resposta do governo federal.

fonte/OVale
Enhanced by Zemanta

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...