sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

TEMPORAL PROVOCOU CAOS NO AEROPORTO DE VIRACOPOS NA NOITE DE QUINTA-FEIRA

Parte do teto desabou; alagamento causou atraso de oito voos e um cancelamento



 



O temporal que atingiu Campinas nesta quinta-feira (17) à noite levou o caos ao Aeroporto Internacional de Viracopos. Parte do forro do teto do saguão desabou, mas ninguém ficou ferido. A pista ficou fechada por 1h e provocou o atraso de oito voos e um cancelamento. Segundo a Estação de Meteorologia de Viracopos, choveu cinquenta milímetros durante esse período, o que representa um terço do esperado para todo o mês.  



A água também invadiu parte do saguão. Na área de alimentação, cadeiras foram colocadas em cima das mesas, para evitar prejuízos. As escadas rolantes pararam de funcionar. Os letreiros eletrônicos que informam os horários de dos voos também ficaram fora do ar.


De acordo com a assessoria de imprensa da Infraero em Campinas, o acidente aconteceu por volta das 20h em dois pontos do aeroporto: perto dos sanitários, entre a área de embarque e desembarque, e dentro da delegacia da Polícia Civil, no 2º andar. As áreas foram isoladas. No caso da delegacia, o expediente acabou mais cedo. Há suspeita de que um computador e uma impressora tenham quebrado. O local deve passar por reformas.

Comentários


Passageiros que estavam no saguão de desembarque relataram por meio de redes sociais o acidente. Várias placas de gesso ficaram espalhadas pelo chão. "Entrou água no aeroporto Viracopos em Campinas, correria, gesso caindo, ninguém entra, muito menos sai. É, ta feia a situação hein galera!", relata uma passageira no Twitter. "Incrivel: acabo de presenciar o desabamento do teto de um setor de Viracopos = muita chuva... Infra estrutura zero...", diz outro tuiteiro.

Às 21h, o aerporto voltou a operar pousos e decolagens. As equipes de manutenção passarão a noite para reparar o buracos abertos no teto.

fonte/foto/EPTV

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GRUPO DE TRANSPORTE ESPECIAL (GTE) RECEBE AERONAVE LINEAGE 1000 DA EMBRAER

NOTA OFICIAL
O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica informa que hoje, 17 de fevereiro, começou a operar no Grupo de Transporte Especial (GTE) uma aeronave EMBRAER Lineage 1000 (FAB 2592). O avião, de propriedade da EMBRAER, será utilizado temporariamente em missões de apoio à Presidência da República.

O FAB 2592 permanecerá em operação para substituir os dois EMBRAER 190 que passarão nos próximos meses, cada um a seu tempo, por manutenção programada. Essa operação não acarretará novos custos financeiros para o Comando da Aeronáutica.


A entrega antecipada do equipamento ao GTE visa a familiarizar as tripulações do EMBRAER 190 ao novo avião, que atinge a velocidade de 890 Km/h, com alcance máximo de 8.300 Km.


Coronel Aviador Marcelo Kanitz Damasceno 
Chefe do CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA AERONÁUTICA

fonte/FAB

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FORNECEDORES BUSCAM OPÇÕES À EMBRAER

 
Os efeitos da crise financeira mundial sobre o setor aeronáutico brasileiro foram marcantes: demissões em massa, redução drástica da produção e incerteza quanto ao futuro. Passados dois anos de dificuldades, as empresas também puderam conhecer o lado positivo da crise e perceberam que, para continuar sobrevivendo nesse mercado, teriam de promover uma mudança urgente em relação ao nível de dependência do seu principal cliente, a Embraer.

Com duas fábricas no Brasil, uma em Jambeiro, no Vale do Paraíba, e outra em Botucatu (SP), a Globo Usinagem conseguiu sair da crise e se fortalecer através da diversificação da carteira de clientes. 

Acaba de fechar dois importantes contratos de exportação de peças aeronáuticas para a Eaton Aerospace, dos EUA e para a Asco Industries, da Bélgica.

"Estamos investindo R$ 4 milhões este ano na ampliação das fábricas de Jambeiro e de Botucatu para atender aos novos pedidos", explica o diretor financeiro e um dos sócios da Globo, Mauro Aparecido de Paula Ferreira.

A dependência da Embraer, segundo Ferreira, ainda é alta, na casa dos 80%, mas já representa uma redução importante, se comparada ao nível de 2009, quando as encomendas da fabricante de aviões respondiam por 95% da receita da Globo. A meta da empresa para este ano, segundo ele, é que os negócios com a Embraer respondam por 70% da receita. Os outros 30% virão dos novos contratos de exportação e também de clientes do setor automobilístico, como a Fiat e a Cofap.

"Depois da crise, a Embraer agora pede para seus fornecedores nacionais para que o nível de dependência dos seus pedidos não ultrapasse os 60% e esse é um objetivo que ainda estamos perseguindo." Para enfrentar o período de recessão, segundo Ferreira, a empresa usou as reservas que tinha para capital de giro e com isso conseguiu manter o fluxo normal de produção.

"Tive que demitir 15% da minha força de trabalho, mas hoje já recontratei todos eles e estamos com um número de funcionários superior ao que nós tínhamos antes da crise", comentou. A Globo conta com 170 empregados na fábrica de Jambeiro e outros 90 em Botucatu, unidade dedicada à usinagem de peças para o jato executivo Phenom, da Embraer.

Até 2009 o nível de dependência da maioria das empresas do setor aeronáutico era de quase 100%. Hoje elas também fornecem para os setores de petróleo e gás, automotivo e linha branca e já estão exportando. Segundo o gerente executivo do Cecompi (Centro para a Competitividade e Inovação do Cone Leste Paulista), Agliberto Chagas, das 59 empresas que compõem o Arranjo Produtivo Local (APL) Aeroespacial, 40% conseguiram diversificar suas atividades e 70% retomaram o nível de produção pré-crise.

A Alltec, fabricante de peças em material composto para aplicações aeronáuticas e aeroespaciais, reduziu de 70% para 50% a dependência das encomendas da fábrica da Embraer no Brasil. Mas é para a unidade da fabricante brasileira de aviões em Portugal que a empresa começará a exportar, dentro de dois a três meses, conjuntos em material composto, que serão usados na fabricação de jatos executivos.

Segundo o diretor Euvaldo Rodriguez Albaladejo, cerca de 50% dos seus clientes são das áreas médica e automobilística. A Alltec possui quatro unidades, sendo duas em São José dos Campos, uma em Brasópolis (MG) e a mais nova em Lorena (SP), em fase final de con
projeto da nova fábrica, onde a Alltec pretende centralizar a sua produção, consumiu investimentos da ordem de R$ 15 milhões. A unidade de São José ficará dedicada aos projetos de engenharia e também para estoque de produtos.
 strução.


"Nosso maior problema hoje não são recursos para a produção, mas para investimentos de risco, que são exigidos em contratos de fornecimento para grandes empresas aeronáuticas estrangeiras". O programa do novo cargueiro da Embraer, por exemplo, que deverá começar a ser produzido em 2015, só começará a dar retorno para seus parceiros, que farão investimento de risco, depois de três ou quatro anos.
 
"Temos muito interesse em participar desse projeto, com a fabricação de peças e montagem de conjuntos da fuselagem e estamos tentando encontrar um parceiro para dividir esse risco. O executivo estima que seria necessário um investimento da ordem de R$ 5 milhões a R$ 7 milhões somente para o KC-390.
 
A Graúna Aerospace, de Caçapava (SP), também está conseguindo sobreviver à crise, abrindo novas frentes nos setores aeronáutico e de petróleo. A empresa exporta componentes estruturais e peças usinadas para turbinas aeronáuticas. "A diferença cambial tem prejudicado um pouco os negócios com exportação, pois fazemos a venda em dólar e recebemos menos dinheiro em real do que quando fechamos o contrato", explica o sócio-diretor da empresa, Urbano Cícero de Fleury Araújo.
 
A situação da empresa, segundo o executivo, ainda não voltou à normalidade, mas já melhorou bastante em relação ao período de crise. "Estamos hoje com 50% do nível de produção que tínhamos em 2008, antes do início da crise", disse. O BNDES Participações S.A (BNDESPar) tornou-se acionista da Graúna em 2008, quando apoiou a empresa em seu projeto de capacitação para o desenvolvimento de componentes de turbinas, que hoje são exportados para o Canadá.
 
fonte/ValorEconomico
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