quinta-feira, 4 de julho de 2013

PREFEITURA DO RIO DESTRUINDO O CLUBE ESPORTIVO DE VOO DE JACAREPAGUÁ...CÉU.....


PLANE VERSUS CAR...SHOW...


SHOW DE IMAGEM - VOO NOTURNO DE AVRO RJ100

APOSENTADO DA VARIG COMPLETA 4 DIAS EM GREVE DE FOME NO SANTOS DUMONT


José Manuel da Rocha da Costa, 67 anos, no saguão do Aeroporto Santos DumontJosé Manuel da Rocha da Costa, 67 anos, no saguão do Aeroporto Santos Dumont
Foto: Celso Barbosa/Futura Press
 
Há quatro dias em greve de fome, o aposentado José Manuel da Rocha da Costa, 67 anos, pretende continuar no saguão do Aeroporto Santos Dumont até que o Supremo Tribunal Federal (STF) decida o destino de cerca de 10 mil aposentados e pensionistas das extintas companhias aéreas Varig e Transbrasil.Eles estão há sete anos sem receber o complemento da aposentadoria do Fundo de Pensão Aerus de Seguridade Social das duas empresas, para o qual contribuíram durante décadas. Costa disse esperar que seu ato sensibilize o presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, para que se manifeste sobre o recurso da união da ação de tutela antecipada (Suspensão de Liminar 127), com pagamento integral, e que o tribunal julgue a ação de defasagem tarifária (Recurso Extraordinário 571.969)."Chegamos a um ponto em que alguém tinha que tomar uma atitude extremada como esta. Estamos há sete anos esperando em cima de causas ganhas na Justiça", ressaltou Costa, que trabalhou como comissário na Varig durante 32 anos e hoje recebe cerca de R$ 600 por mês, em vez dos R$ 8 mil a que diz ter direito. "São 838 mortes em sete anos. É uma tragédia social", comentou o aposentado, ao lembrar os colegas que morreram enquanto esperavam o resultado da ação. 
 
Segundo ele, houve casos de suicídio de colegas que entraram em depressão com o impasse.Costa explicou que a ação civil pública da tutela antecipada, que obriga a União a arcar com as despesas de complementação das aposentadorias e pensões devidas pelo Fundo Aerus, foi ajuizada em 2004 e teve o pedido reconhecido em 2006. No ano passado, a 14ª Vara Federal de Brasília decidiu favoravelmente aos aposentados, mas a União recorreu, e o caso está no STF.Já o recurso extraordinário da defasagem tarifária foi apreciado pela ministra do STF Cármen Lúcia, relatora do processo, em 8 de maio. 
 
A ministra entendeu que a União deve indenizar a massa falida da aérea Varig em pelo menos R$ 3,05 bilhões. O ministro Joaquim Barbosa pediu vista.A assessoria do STF informou que Barbosa se manifestará até o fim desta semana ou no início da semana que vem sobre o recurso da tutela antecipada e que o julgamento da ação de defasagem tarifária será depois de agosto, após o julgamento da Ação Penal 470, o chamado mensalão.José Manuel da Costa recebeu, na manhã de hoje, apoio de outros aposentados da Varig. O comissário de bordo aposentado Cirilo Caldas ressaltou que alguns dos colegas, hoje com mais de 80 anos, talvez nunca recebam o dinheiro a que têm direito. "Algumas pessoas perderam tudo por causa da Varig. É um universo de 50 mil pessoas, se contarmos as famílias, que dependiam do nosso salário", disse Caldas.
 

Hoje faz uma semana que 13 aposentados e pensionistas das extintas Varig e Transbrasil ocupam a sede do Fundo Aerus, no centro do Rio na tentativa de sensibilizar o governo para a solução do problema. A falência da Varig foi decretada em 2010. O Fundo Aerus está sob intervenção e passa por processo de liquidação.
 
fonte/foto/Terra

"CLARO QUE NÃO", DIZ RENAN CALHEIROS SOBRE DEVOLUÇÃO DE DINHEIRO POR USAR AVIÃO DA FAB

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou nesta quinta-feira que não vai devolver para os cofres públicos os recursos pelo uso de avião oficial para ir ao casamento da filha do líder do PMDB na Casa, Eduardo Braga (AM), no dia 15 de junho.

— Claro que não — respondeu.

Ao longo do dia, nenhum senador questionou-o diretamente sobre o uso da aeronave.

Renan Calheiros justificou que, quando se vale de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para viajar, o faz por ter direito a "transporte de representação". Segundo ele, o presidente do Senado, o presidente da República e o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) gozam desse direito por serem chefes de poder. A viagem a Trancoso, na Bahia, para o casamento da filha de Braga, foi revelada pelo jornal Folha de S. Paulo.

— Não é a meu juízo (o uso do avião da FAB). É a legislação. A representação é diferente, é um transporte de representação, de chefe de poder. Fui convidado como presidente do Senado, fui cumprir um compromisso como presidente do Senado — disse ele, na saída da Comissão de Relações Exteriores, após ciceronear o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, que participava de audiência no colegiado.

Questionado sobre o motivo pelo qual o casamento não constava da agenda oficial, Renan respondeu que a legislação não faz essa obrigação.

— Isso não é pré-condição.

Ele disse que voou acompanhado de sua mulher.

Durante o trajeto entre a comissão e seu gabinete, Renan ficou calado em todas as ocasiões quando foi questionado se é "ético", "bom tom" ou atende ao "clamor das ruas" esse tipo de uso.

Em nota oficial divulgada após a entrevista, a assessoria de imprensa de Renan sustenta que, com base no Decreto 4.244 de 2002 e na Constituição, o "Estado determina que seja assegurado aos presidentes dos três Poderes transporte e segurança". O texto do decreto, contudo, circunscreve o atendimento dos pedidos a três hipóteses: motivo de segurança e emergência médica, viagens de serviço e deslocamentos para o local de residência permanente.

No Senado, nenhum parlamentar, da base e da oposição, quis tocar no caso. O único senador a comentar o uso do avião da FAB em plenário foi João Capiberibe (PSB-AP). Sem a presença de Renan, o socialista disse que encaminharia um ofício ao ministro Jorge Hage, da Controladoria Geral da União, a fim de adotar medidas com o Comando da Aeronáutica para dar transparência aos voos. Ele defendeu que o destino, os passageiros e os custos desses voos. "Eu não uso sequer carro oficial", disse o Capiberibe, contra a esse tipo de carona.

Na Câmara, o deputado Chico Alencar (Psol-RJ) apresentou nesta quinta um projeto de lei que torna mais rígidas as regras para o uso, por autoridades, de aviões oficiais. A proposta proíbe a companhia, nos voos, de pessoas "estranhas ao motivo da viagem" e determina a divulgação, inclusive no Portal de Transparência do governo federal, da relação de solicitantes das viagens, bem como a data, o motivo e a lista de passageiros.

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), se viu obrigado a devolver aos cofres públicos aproximadamente R$ 7 mil para cobrir os os gastos da viagem de familiares em avião da FAB para viajar de Natal para o Rio de Janeiro a fim de ver a final da Copa das Confederações no domingo passado, dia 30, no Rio de Janeiro.

fonte/Estadão

SÓCIOS IMPEDEM A DERRUBADA DO CLUBE CÉU NO RIO DE JANEIRO

A Prefeitura do Rio conseguiu derrubar a liminar que prorrogava a mudança do Clube Esportivo de Voo de Jacarepaguá, na Zona Oeste da cidade. E na madrugada desta quarta-feira (3), tentou demolir a sede do clube. A briga na justiça é pelo terreno, onde será construída parte do Parque Olímpico. Os sócios do clube impediram a demolição e alegaram que a prefeitura não cumpriu um acordo judicial, como mostrou o Bom Dia Rio.

Quando as máquinas entraram no terreno, mais de cem sócios estavam reunidos para decidir o destino do clube. Um deles gravou imagens pelo telefone. Para impedir o avanço das escavadeiras, alguns sócios usaram os carros para fazer um bloqueio. Depois de muita conversa, as equipes e as máquinas do consórcio Parque Olímpico foram embora.

 Nos últimos tempos, o Clube Esportivo de Voo de Jacarepaguá, o CEU, se viu em rota de colisão com a prefeitura. O centro da questão é o terreno de 130 mil metros quadrados, que há mais de 30 anos abriga a sede do clube.

Um cronograma elaborado pela prefeitura e pelo consórcio chegou a ser anunciado, prevendo a retirada do clube até novembro do ano passado. As negociações começaram há cerca de dois anos. No fim de maio, o CEU recebeu da prefeitura um comunicado de que teria até o dia 30 de junho para retirar as 148 aeronaves e liberar o terreno.

Os sócios entraram na justiça e conseguiram uma liminar que estendia o prazo para nove meses. Pela negociação, a prefeitura deveria providenciar um novo terreno e pagar uma indenização de R$ 12 milhões. O que, segundo a diretoria, nunca aconteceu, como informa o diretor do clube, Sérgio Constabile.
  
 "Estamos negociando com a prefeitura, temos ação na justiça, temos ação popular contra a derrubada. Afinal de contas, estamos aqui há 30 anos. E não é de uma hora para outra. Se a gente tem de sair do clube, tudo bem, a gente acata a decisão. Mas temos de sair daqui e ter um lugar para pousar e guardar os aviões", disse o diretor.

No fim da tarde de terça-feira (2), a liminar que prorrogava a mudança foi derrubada. A nova decisão dá ao CEU um prazo de 15 dias para sair e libera a preparação das obras do Parque Olímpico, desde que não haja estragos nos hangares e na pista de pousos e decolagens.

Os sócios dizem que só ficaram sabendo da decisão da justiça, quando as máquinas já estavam dentro da sede. E reclamam que as escavadeiras destruíram parte da entrada da sede e danificaram uma das três pistas.

Uma audiência foi marcada para a manhã desta quarta-feira para tentar resolver a situação. Uma das possibilidades é que o CEU se mude para um campo de voos em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Mas a diretoria do clube diz que o lugar está fechado há nove anos e precisaria de uma série de reformas para abrigar todas as aeronaves.


Fonte: G1

HELICÓPTERO FAZ POUSO DE EMERGÊNCIA EM MACAÉ, RJ


Helicóptero Macaé (Foto: Cadu Alves/Divulgação)A aeronave voltava de uma das plataformas quando o piloto percebeu falha mecânica.
(Foto: Cadu Alves / Inter TV)
 
Um helicóptero realizou um pouso de emergência na manhã desta quinta-feira (4) em Macaé, Baixada Litorânea do Rio de Janeiro. A aeronave, modelo SK 76 da empresa Atlas Táxi Aéreo, transportava dez pessoas, sendo oito trabalhadores, um piloto e um copiloto. Ela seguia da plataforma SS 58 para o aeroporto de Macaé.

O pouso aconteceu em um terreno baldio, localizado na Linha Azul, próximo ao bairro Ajuda de Baixo. Ninguém ficou ferido. 

Sônia Cristina Paiva, superintendente do Aeroporto de Macaé, foi acionada e comunicada sobre o pouso de emergência. Ela esteve na área e disse que a aeronave permanece no local. A Polícia Militar e representantes da empresa fazem a escolta até que a perícia do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) seja realizada. O órgão federal foi comunicado sobre o incidente.

Em nota, a empresa Atlas Táxi Aéreo informou que a aeronave apresentou problemas técnicos em um dos motores quando chegava ao aeroporto. E, em razão da pista do aeroporto estar com uma aeronave na área de pouso, o comandante resolveu, por questões de segurança, pousar em uma área descampada, à direita da pista. A empresa disse, ainda, que o pouso transcorreu em segurança por volta das 10h50 e o desembarque dos ocupantes de maneira tranquila, com a assistência da tripulação e funcionários da empresa.

De acordo com a  Atlas Táxi, um transporte foi disponibilizado para encaminhar os passageiros até o aeroporto, sendo liberados em seguida. Quanto a aeronave, a empresa explicou que  aguarda a liberação dos órgãos oficiais para que seja removida, e que o plano de manutenção da mesma está em dia.
fonte/OGlobo

MAIS DE 1000 PILOTOS DE AVIÃO AGUARDAM A LICENÇA DE VOO


AVIÃO DE EVO MARALES FAZ ESCALA NO CEARÁ, SNOWDEN SEGUE EM MOSCOU


Presidente boliviano é visto fora do avião presidencial em Fortaleza  Foto: Reuters
Presidente boliviano é visto fora do avião presidencial em Fortaleza
 
O avião do presidente da Bolívia, Evo Morales, fez escala para reabastecer no início da noite desta quarta-feira no aeroporto internacional de Fortaleza, no Ceará. A parada foi rápida e, antes das 20h, a aeronave já tinha decolado ruma a La Paz.

Na quarta-feira, a Bolívia acusou os Estados Unidos de tentarem sequestrar seu presidente, cujo avião foi impedido de sobrevoar alguns países europeus devido à suspeita de que pudesse estar transportando Edward Snowden, responsável por denunciar programas secretos de espionagem do governo americano ,quando voltava da Rússia.

O avião de Morales foi impedido de sobrevoar a França e Portugal, e acabou fazendo uma escala em Viena, onde autoridades locais declararam que Snowden não estava a bordo. O governo boliviano disse que o incidente representou uma agressão e uma violação do direito internacional.
Snowden supostamente permanece no setor de trânsito de um aeroporto de Moscou, aonde chegou no final de junho. Os Estados Unidos pressionam a Rússia e outros países a entregá-lo para que responda judicialmente por ter revelado segredos nacionais, aos quais teve acesso como prestador de serviços na Agência de Segurança Nacional.

A Casa Branca não quis comentar as reclamações da Bolívia.

fonte/Terra/foto/Reuters

EM GREVE DE FOME, EX-COMISSÁRIO DA VARIG PEDE SOLUÇÃO PARA AERUS



José Manuel da Costa
Foto: Laura Marques
José Manuel da Costa Laura Marques
RIO - O ex-comissário de bordo José Manuel da Rocha da Costa tem 67 anos, dos quais 32 trabalhados na Varig. Ao longo de todo esse tempo, alimentou o sonho de que teria um futuro tranquilo, ao lado da mulher, Maria Irene, de 58 anos, também comissária e parceira de voo na companhia aérea. Quando se aposentou, em 2002, os planos do casal eram curtir o tempo livre viajando e ver o filho cursar uma faculdade. Tudo seguia como planejado até 2006, quando foi decretada a intervenção judicial do Aerus, fundo de pensão dos ex-funcionários da Varig e da Transbrasil.

Desde então, as aposentadoria de Costa e da esposa começaram a minguar. Hoje, ele recebe R$ 600 por mês, quando deveria receber cerca de R$ 8 mil. Maria Irene ganha ainda menos: R$ 300 mensais, nem um décimo dos cerca de R$ 5 mil que deveria receber. Considerando o INSS e a aposentadoria privada de ambos, a renda familiar é de R$ 4.400, dos quais quase R$ 2 mil são consumidos com plano de saúde. O casal já se desfez do apartamento de três quartos que tinha em Niterói e se mudou para um menor, de dois quartos, na mesma cidade. O único filho, Adriano, de 21 anos, mora com eles e paga sua faculdade.


Cansado de tanto esperar por uma solução para o impasse do Aerus, Costa decidiu tomar uma decisão radical. Desde 16h de segunda-feira, faz greve de fome no Santos Dumont. Toma banho com toalhas umedecidas na água da torneira do aeroporto e bebe apenas água trazida por amigos. Com um depoimento que tem circulado na internet, sensibilizou colegas, que têm se revezado para fazer companhia a ele. A aparência cansada revela sua primeira noite mal dormida em pleno saguão do aeroporto, de onde promete não arredar até que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgue os recursos de duas ações capazes de mudar a situação dos aposentados do Aerus.

— Há seis meses, o ministro Joaquim Barbosa está com o pedido de tutela antecipada para que a União assuma o pagamento das aposentadorias. Em maio, uma outra ação (em que é pedido que a União indenize a massa falida da Varig por causa do congelamento de tarifas imposto entre 1985 e 1992) teve parecer favorável da ministra Cármen Lúcia, mas o ministro pediu vistas do processo. Assim ninguém aguenta. Minha vida vai parar onde?

Na sede do Aerus, 13 acampados
Segundo o Aerus, a indenização devida pela União no caso da defasagem tarifária seria de cerca de R$ 7 bilhões, em valores atualizados. O interventor do fundo, José Pereira, diz que está tentando uma audiência com o STF para hoje, numa tentativa de que as ações sejam incluídas na pauta após o recesso do Judiciário. A pior situação é a dos 8.170 participantes do plano 1 da Varig, que só têm recursos para poucos meses.
Na sede do Aerus, no Centro do Rio, 13 aposentados também estão acampados desde quinta-feira pela mesma razão que Costa resolveu fazer a greve de fome. Dormem espalhados em colchonetes pelos corredores e passam o tempo fazendo palavra cruzada. Entre eles está Silvio Araújo, de 76 anos, ex-comandante da Transbrasil. Como recebe do fundo apenas um terço do que deveria, passa o mês fazendo contas para conseguir pagar o plano de saúde da família — sua mulher não trabalha e a filha é residente em medicina — e os seis remédios que tem de tomar diariamente. Araújo é hipertenso e diabético.
— Estou disposto a ficar aqui indefinidamente — disse.
O grupo é liderado pelos diretores do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Zoroastro Ferreira, de 82 anos, ex-comandante da Varig, e Marcelo Bona. Eles dizem que o grupo só deixará o local quando um representante do governo for enviado até lá para discutir o futuro do Aerus.

fonte/foto/OGlobo

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