terça-feira, 17 de setembro de 2013

SISTEMA DE CHECK-IN DA GOL SAIU DO AR N NOITE DESTA TERÇA-FEIRA, DIZ ANAC


A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) informou que foi notificada no início da noite desta terça-feira (17) pela Gol de que a companhia aérea teve um problema no sistema de check-in. Com a falha, o serviço de check-in começou a ser realizado desde o início da noite apenas nos guichês da companhia e ficou indisponível na internet e nos terminais móveis. De acordo com a Anac, o problema afeta todo o país.

Por meio de nota, a Gol informou que o problema começou às 17h em uma "plataforma hospedada nos Estados Unidos que dá suporte à gestão dos dados dos clientes no check-in de várias aéreas em todo o mundo, inclusive da Gol."

Ainda de acordo com a companhia, "imediatamente a empresa acionou o seu sistema de redundância (back-up), dando continuidade aos embarques dos voos programados, ainda que em alguns aeroportos tenha-se ampliado o tempo médio de atendimento".

A Anac disse que se colocou à disposição dos passageiros nos aeroportos para prestar auxílio. A agência informou ainda que há notícia de voos atrasados, mas ainda não tem balanço de quantos são nem em quais aeroportos.

fonte/G1

A SEMANA MAIS AGITADA DA PEQUENA ILHA DE NIIHAU



Existe uma pequena ilha lá no Havaí chamada Niihau.

Pequena mesmo, tem só 180 km2.

Na década de 40 ela pertencia ao americano Ayelmer Robinson, que a recebeu como herança de uma aquisição feita por sua família em 1864, do Rei havaiano Kamehameha V.

Quase ninguém morava lá, apenas uns poucos nativos, menos de 20 pessoas. Nem o Robinson ficava lá, preferiu construir sua casa na ilha ao lado mais estruturada.

Eis que numa bela manhã ensolarada de 7 de dezembro de 1941, um desses nativos chamado Hawila Kaleohano repousava tranquilamente em sua pacata cabana quando, de repente, ouviu um barulhão como nunca tinha ouvido antes, a poucos metros de sua casa. Abriu sua porta e deu de cara com isso:

zero

Um avião tinha acabado de cair no seu quintal. Era japonês, assim como o piloto, que estava desacordado.

Kaleohano sabia que os japoneses estavam em guerra com os Estados Unidos e por garantia, resolveu pegar a arma e os documentos do piloto antes que ele acordasse. O nome dele era Shigenori Nishikaichi (kaichi mesmo, coitado).

O que o nativo Kaleohano não sabia é que meia hora antes, o tal do Nishikaishi e outros pilotos japoneses tinham bombardeado Pearl Harbour, matando mais de 2500 pessoas.

pearl

O plano dos japoneses (apesar de muita gente achar que era uma missão kamikaze sem volta), era bombardear e, caso o avião estivesse em condições ruins, seguir para essa pequena e esquecida ilha, Niihau, a apenas 30 minutos de Pearl Harbour, onde seriam resgatados por um submarino. A ideia não foi das melhores, a ilha era difícil de achar e só mesmo o Nishikaichi conseguiu chegar até lá.

Niihau map

Assim que acordou, foi interrogado pelos nativos, sem sucesso, já que eles só falavam havaiano e o piloto só falava japonês. Mas havia na ilha um casal descendente de japoneses (Yoshio e Irene Harada), que foram prontamente chamados. O piloto confessou o que tinha acabado de fazer, mas o casal preferiu não traduzir essa parte. Assim, ao invés de ser condenado, os nativos resolveram fazer uma festa para o piloto, para comemorar a mudança na rotina da ilha. Flores, peixes, bebidas.

Porém, assim como se reuniam para fazer festas, os nativos também se reuniam para ouvir rádio. E assim, na frente de todos, o piloto foi desmascarado e rendido. Decidiram que o entregariam ao dono da ilha, o Sr Robinson, que por coincidência visitaria a ilha no dia seguinte. Robinson não apareceu porque toda navegação próxima aPearl harbour foi proibida. O casal japonês, que fingiu não saber de nada, se ofereceu para hospedar o prisioneiro enquanto os nativos se revezavam fazendo guarda na porta.

Obviamente que na primeira cochilada, os guardas foram surpreendidos pelo trio japonês, que fugiu para o meio do mato com duas armas. No dia 12 de dezembro, começaram a tentar reaver os documentos do piloto e foram atrás de Kaleohano, aquele primeiro nativo que confiscou arma e documentos do piloto. Não conseguiram achá-lo porque ele tinha partido no dia anterior em sua canoa, para uma viagem de 10 horas até a casa do Sr. Robinson.

GUERRA PARTICULAR

Bom, a pacata ilha de Niihau virou então palco de uma versão miniatura e confinada da guerra entre japoneses e americanos.

O trio japonês colocou fogo nas casas e fizeram uma habitante de refém. Seu marido foi ordenado a ir atrás de Kaleohano, para avisar que iriam matar um por um se não fossem libertados. Outro erro, já que o marido sabia que sua esposa era a primeira da fila e portanto resolveu pular no pescoço do piloto, que disparou 3 tiros contra ele. A esposa, vendo seu marido ser baleado, pulou em cima do piloto e deu uma pedrada na cabeça dele. Mesmo baleado, seu marido pegou uma faca e cortou a garganta do piloto. Zsssqualch!

O casal japonês entrou em pânico. Ferrou. Seriam os próximos.

Yoshio pegou uma arma e se matou com um tiro na cabeça. Irene, mesnos dramática, levantou as mãos e foi cercada pelos nativos.

O "INCIDENTE NIIHAU" como é conhecido hoje em dia nos livros de historia, virou manchete de jornal no mundo todo. Ben Kanahele, que matou o piloto, virou um herói e apesar de ser um civil, recebeu o “purple Heart”, uma alta condecoração de guerra. Irene pegou 2 anos e meio de prisão e o incidente serviu de estopin para que a população americana questionasse a fidelidade dos nipo-americanos. Um local onde esse preconceito não aconteceu foi no próprio Havaí, graças ao governador do arquipélago que, simplesmente cortou ligações telefônicas nas ilhas.

A ilha Niihau continua pacata até hoje e ainda pertence a família Robinson, administrada por 2 irmãos que inclusive já recusaram uma oferta de 1 bilhão de dólares para vender a ilha para o governo americano.

fonte/foto/UpdateOrDie
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