domingo, 15 de fevereiro de 2009

RÚSSIA RECOMPRARÁ 24 CAÇAS MIGS DA ARGÉLIA

MOSCOU, 09 Fevereiro (RIA Novosti) – O Ministério da Defesa da Rússia pagará 25 bilhões de rublos (U$690 milhões) por 24 caças MiG que a Argélia recusou-se a aceitar devido a sua "qualidade inferior," afirmou um dos vice-ministros na segunda-feira.
"O assunto da aquisição de um lote de caças que era direcionado para o contrato de exportação da Argélia foi solucionado," afirmou Sergei Ivanov.
"Nós estamos falando de 24 caças no valor de 25 bilhões de rublos," completou Ivanov.
A empresa estatal Rosoboronexport assinou um contrato no valor de U$ 1,3 bilhão para o fornecimento de 28 caças MiG-29SMT monoposto e seis MiG-29UB biposto para a Argélia, em Março de 2006, como parte de um acordo de cooperação militar no valor de U$ 8 bilhões.
Entretanto após receber 15 caças MiG, a Argélia recusou a aceitar outras entregas em Maio de 2007. Também congelou os pagamentos relacionados aos contratos com a Rússia em Outubro de 2007, requerendo que Moscou recebesse de volta os 15caças MiG-29 devido a sua “qualidade inferior."
Os aviões retornaram para a Rússia em Abril de 2008, e após rigorosa inspeção foram aprovados para serviço na Força Aérea Russa.
Após a queda de um MiG-29 na Sibéria em Dezembro ultimo, o Ministério da Defesa admitiu pela primeira vez, na semana passada que a frota de 281 caças MiG-29 estava ultrapassada e não tinha capacidade de realizar suas missões militares.
Especialistas militares acreditam que os aviões, os quais foram desenvolvidos nos anos 70 e fornecidos para a Força Aérea entre 1983 e 1993, tornaram-se obsoletos e necessitam serem retirados do serviço ativo..
O caça MiG-29SMT é uma versão modernizada do caça MiG-29, carrega uma ampla gama de armas ar-ar e ar-terra.
fonte: DEFESA@NET

MINISTRO DA DEFESA REAVALIA EXCLUÍDOS NA DISPUTA DE CAÇAS - F-X2

Uma declaração do ministro Nelson Jobim (Defesa) em um programa oficial de rádio na semana passada, admitindo a reinclusão no jogo de dois concorrentes eliminados da concorrência para o fornecimento de 36 aviões de combate para o Brasil, colocou em polvorosa a FAB e os finalistas do chamado F-X2, como é chamado o negócio de US$ 2 bilhões.
Disse Jobim no "Bom Dia, Ministro": "Ontem (4/2) eu recebi no Ministério da Defesa a visita da Rosoboronexport, que é a empresa russa que elabora o Sukhoi (...) e deseja trazer complementos para ver a possibilidade de ser reexaminado, eu disse que era possível trazer esse material e que a FAB examinaria. O mesmo se passou com os europeus, os italianos em relação ao Eurofighter. Ou seja, nós teremos lá por julho, agosto, nós vamos ter uma decisão final das opções técnicas da FAB, para depois tomarmos a decisão política".
O Comando da Aeronáutica diz que não foi informado de tal revisão. Procurada, a Defesa afirma que a frase de Jobim não implica mudança na disputa, que tem três finalistas: Dassault (França, com o Rafale), Saab (Suécia, com o Gripen) e Boeing (EUA, com o F-18).
Jobim fala em analisar as propostas do russo Sukhoi-35 e do consórcio europeu que faz o Eurofighter (representado pela Itália), "por julho, agosto" -ou seja, quando a FAB pretende apresentar o relatório final.
Como russos e italianos foram eliminados pela FAB, a pergunta que alguns brigadeiros estão se fazendo em voz baixa é: há risco de o processo seletivo ser descartado em favor de uma decisão política, jogando fora meses de análise técnica e econômica?
Não que não haja política interna na FAB. Cada avião finalista tem seu grupo entusiasta, assim como os russos mantêm um forte lobby -que emplacou a compra avulsa de 12 helicópteros de ataque no fim do ano.
Oficiais influentes junto ao comandante Juniti Saito têm mostrado simpatia pelo projeto sueco, enquanto o francês é o preferido dentro da Defesa. Saito já tinha marcado um ponto ao tirar o F-X2 do acordo militar bilionário com a França costurado por Jobim. Assim, a obviedade de que a decisão é política acabou soando como ameaça na voz do ministro.
A Rosoboronexport confirmou que irá enviar os novos dados. A Folha apurou que em Moscou a expectativa não é tanto de uma virada de mesa, mas de embaralhar o processo. Uma eventual análise de sua proposta fora da seleção é vista como senha para o questionamento político do F-X2 -juridicamente, por ser uma compra militar dispensada de licitação, há poucas opções de recurso. Os italianos, cujo representante não foi encontrado, não têm esperanças reais.
Mas se houver a confusão, os preteridos tendem a ganhar: se não fechar o negócio até o fim do ano, a FAB terá dificuldade de fazê-lo no ano eleitoral de 2010. E a novela poderá ser reiniciada, como na primeira versão do F-X, cancelada em 2005.
Fonte: Folha de São Paulo

ANAC CONVOCA AIR FRANCE, MULTADA POR FORMAÇÃO DE CARTEL, PARA ATUAR EM SUA DEFESA

A diretora-geral da Air France no Brasil, Isabelle Birem, escolheu uma estranha forma para comemorar o quinto aniversário da aprovação da aquisição da KLM pela Comissão Europeia. Cinco anos depois da histórica data, em um mesmo 11 de fevereiro, ela pousou em Brasília para participar da audiência pública na sede da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Aliou-se à agência na defesa da liberação das tarifas aéreas internacionais, medida que pode gerar evasão de divisas e afetar empresas nacionais, e se envolveu em uma grande polêmica. A mesma empresa condenada no ano passado pela Justiça norte-americana a pagar multa milionária por formação de cartel, tenta no Brasil agir como "defensora do consumidor".Funcionando como aliada incondicional da Anac, a representante legal da Societé Air France e KLM/Cia. Real Holandesa de Aviação, Isabelle Birem, demonstrou ter conhecimento prévio das regras da audiência, já que foi a única que chegou com uma apresentação em Power Point, já cronometrada para os sete minutos que lhe foram designados "apenas na hora" pela mesa diretora da audiência. Quando começou a falar, sua palestra já estava previamente instalada no computador da agência. Funcionou como uma aliada incondicional da Anac. "Por coincidência", no mesmo dia que a nova Alitalia, empresa caçula do grupo, recebia autorização da própria agência para o seu funcionamento jurídico no Brasil. Tudo concedido em prazo supersônico.Madame Birem conseguiu uma proeza. Foi opositora dois maiores sindicatos de trabalhadores da aviação: Sindicato Nacional dos Aeronautas, Sindicato dos Aeroviários, Sindicato Nacional das Empresas Aéreas e de representantes dos setores do turismo, da área acadêmica (entre eles um ex-diretor da própria Anac), além da maior companhia aérea brasileira: a TAM, com quem teve voos compartilhados e que foi transformada em neo-adversária pelos franceses.Os slides previamente instalados no computador da Anac trouxeram à tona uma confissão das artimanhas que as companhias aéreas europeias utilizam para burlar as bandas tarifarias que limitam as margens de desconto. Tudo isso, apresentado em pleno auditório da agência nacional e utilizando o seu equipamento técnico. Diante da plateia e das câmeras de televisão, madame Birem afirmou que os passageiros são conquistados com o oferecimento de vantagens embutidas nas tarifas, como pernoite em hotel, diárias de carros, sorteios e parcelamentos sem juros no cartão. Na prática, sinalizou que a atual norma de banda tarifaria é ilusória e que ninguém respeita, realizando malabarismos para atrair mais passageiros. Também negou os 3,3 bilhões de euros que a empresa recebeu na década de 90 do governo francês.Condenadas por formação de cartelEm sua exposição, Isabelle tentou mostrar que os custos na França são equivalentes ao Brasil, principalmente os tributários. Deixou de fazer um comparativo do poder aquisitivo gaulês com o tupiniquim. Se comparasse o salário mínimo dos dois países, comprovaria a força do seu mercado cativo na Europa, capaz de dar musculatura para que a Air France-KLM tenha caixa para acordos impensáveis para a realidade brasileira. Por exemplo, a companhia aérea francesa pagou, em 2008, ao governo norte-americano a bagatela de US$ 330 milhões depois de se declarar culpada perante o Departamento de Justiça norte-americano de crimes de conspiração cometidos durante vários anos. Só o valor dessa multa é o dobro de todo o capital inicial da novata Azul Linhas Aéreas, que também apareceu para defender a Anac, aumentando os boatos sobre a sua também relação incestuosa com a agência.No ano passado, o procurador-geral assistente dos Estados Unidos, Kevin O´Connor afirmou à imprensa sobre a formação de cartel confessada pela Air France-KLM: "Essa conspiração para fixar preços sufoca nossa economia e prejudica o povo norte-americano, que, devido à ausência de concorrência no setor, termina pagando a conta", afirmou O´Connor."Chega ser irônico, que a representante legal de uma ré confessa nos Estados Unidos, multada por prejudicar o consumidor, venha agora abaixo da linha do Equador se portar como uma defensora do cliente", afirmou um dos presentes à audiência, indignado com a forma agressiva e não polida que a diretora da Air France-KLM chamou de "mentiroso" o brigadeiro Allemander Pereira, ex-diretor da Anac e PHD em aviação, que rebatia as negativas de que a empresa francesa não recebeu subsídios do governo francês. Em sua palestra do VII Simpósio de Transportes Aéreos no ano passado, o brigadeiro já apontava o apoio que diferentes empresas internacionais receberam dos seus governos, entre eles a França.Também ao noticiar, em um mesmo de 11 de fevereiro, só que cinco anos antes a compra da KLM, o jornal “O Estado de S. Paulo” afirmou: "a aprovação veio uma década depois que a Air France praticamente faliu. A empresa apenas continuou operando por ter conquistado uma permissão da Comissão Europeia para receber ajuda do governo francês de três bilhões de euros".Air France já foi denunciada à AnacEm 2006, ao ser transferida da Argentina para o Brasil, Isabelle Birem já foi denunciada à Anac, pelo atual presidente da Abav (Associação Brasileira de Agências de Viagens), Carlos Alberto Amorim Ferreira, que na época dirigia a entidade do Rio. Através de seu advogado, Paulo Roberto Wiedmann, a ABAV-RJ enviou documento ao então presidente da agência, Milton Zuanazzi, cobrando medidas contra a Air France, que adotava a venda de passagens aéreas mais baratas na internet, excluindo o acesso tarifário para os agentes de viagens ao preço oferecido ao publico final. A ação da Abav foi o que colocou ordem na casa.Segundo estimativas do mercado de turismo, que leva em conta o número de voos e a demanda para a Europa, a Air France deve remeter anualmente mais de US$ 200 milhões do Brasil para a França, sem incluir nesta conta a KLM e agora a Alitalia, que passa a ter participação societária do grupo. O Brasil tem que fabricar e exportar 25 mil automóveis populares só para equilibrar a balança comercial das remessas anuais da companhia francesa para a sua matriz. Este foi outro dado omitido pela madame Birem. Os recursos de cada bilhete que vende no Brasil, os quais ela esperar aumentar com o apoio da Anac, é quase integralmente revertido em remessa para o exterior.A operação da Air France-KLM, ao incorporar os voos da Alitalia, resultarão em mais de 30 voos semanais entre o Brasil e a Europa. O mais grave é que a coluna vertebral do faturamento da TAM para a Europa é o voo de Paris, operado com três frequências diárias. Uma concorrência predatória nesta rota poderá trazer um desequilíbrio à empresa brasileira. Enquanto a França representa 40% da receita da TAM para a Europa, os voos para o Brasil representam menos de 1% do faturamento mundial da Air France. A empresa poderá se dar o luxo de voar com prejuízo na rota sem quebrar. O mesmo não pode ocorrer com a companhia nacional. Um colapso gera desemprego entre brasileiros e não entre franceses. A banda tarifaria é um instrumento de isonomia e que permite proteger as empresas brasileiras da concorrência predatória.Com a empresa de bandeira enfraquecida, as internacionais sobem as suas tarifas. É só ver o que aconteceu após o fim da velha Varig. Viajar para a Europa ficou duas ou até três vezes mais caro. O consumidor, a médio prazo, é quem perde muito. A bolha de vantagens e só temporária. Dura o tempo de minar as empresas de bandeira.Apesar da França ser o berço da diplomacia no mundo, a madame Birem conseguiu, com a sua bravata, ser um verdadeiro elefante em uma loja de cristais. Foi à única representante de empresa aérea estrangeira a se expor na defesa de uma medida que dificilmente ficará longe de intermináveis batalhas jurídicas, enquanto os outros 30 representantes optaram pela prudência. No mesmo dia, ela chamou de "mentiroso" um brigadeiro estimado e respeitado na Força Aérea; confessou manobras para burlar as bandas tarifarias; atacou quem defendeu o turismo doméstico; conseguiu se antagonizar de uma só vez com os sindicatos dos aeronautas e aeroviários e das empresas aéreas; rompeu com a maior empresa aérea do País; expôs uma agenda sintonizada com a aprovação da nova Alitalia, criando tantos adversários. Isso sugere um quadro típico de quem está contando os dias para pedir transferência do País e seguir para outra aventura no mundo, sem avaliar as consequências dos conflitos que gerou."Esses cargos de gerentes gerais são temporários e são raros os que procuram fixar raízes nos países nos quais serviu de forma transitória, como foi o caso do carismático Joseh Halfin, um dos melhores diretor geral que a Air France já teve no País", afirma um ex-diretor da Varig.Rasgando a históriaA falta de raízes e respeito às coisas nacionais é compreensível e pode ser creditado a uma profunda desinformação. Ela se manifesta de diversas formas, como a de um documento de apenas sete linhas, assinado por Isabelle Birem e datado do dia 28 de janeiro de 2009. O seu efeito é historicamente imperdoável. Nele, ela afirma secamente:"Em virtude da atual conjuntura econômico-financeira internacional, a Société Air France vem requerer, por sua representante legal no Brasil, a sua exclusão a partir de 1º de fevereiro de 2009, do quadro social do Snea, nos termos do artigo 21, I, de seu estatuto". Desinformada com relação à história da aviação do País e no afã de retalhar o Sindicato Nacional das Empresas Aéreas - que contrariou sua tese da liberação tarifária -, ele cometeu um dos maiores pecados contra a própria história de sua empresa no Brasil.O Snea foi fundando em 11 de dezembro 1933 pelas companhias aéreas Pan American, Syndicato Condor, PanAir do Brasil, Varig, Vasp, Cia. Aeropostal Brasileira, Aerolloyd Iguassú e a própria Air France. Dos fundadores, só a empresa de mandame Birem continua a voar. Oriunda de um país que cultua a história e as tradições, ela conseguiu em apenas sete linhas guilhotinar 76 anos de presença histórica da Air France no Brasil. Se o motivo verdadeiro foi ocultado, o motivo alegado na carta também é pífio para se jogar no lixo este patrimônio histórico.A única empresa fundadora do Snea ainda viva pediu para sair 76 anos depois, por causa de uma crise econômica mundial. O curioso é que mesmo com a crise da Segunda Guerra Mundial, a Air France se manteve associada. Quando deixar o Brasil, madame Birem levará no seu currículo a grande realização de ter retirado a companhia francesa da associação da qual foi fundadora em 1933. Ela terá o mérito de apagar a história da sua empresa, pela incapacidade insinuada de não poder pagar a mensalidade, o que é um paradoxo para quem já assumiu uma multa em 2008 de US$ 330 milhões por formação de cartel.Todos se uniram para contrapor os caprichos de madame Birem. Graziella Baggio, presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, afirmou: "devemos proteger os interesses do País na evasão de divisas das nossas empresas aéreas brasileiras, dos milhares de empregos de aeronautas e de aeroviários brasileiros, do efeito das ações intempestivas como a da Anac, que só favorecem empresas estrangeiras”.
Fonte: Jornal de Turismo

AVIÃO QUE CAIU EM BUFFALO ESTAVA COM PILOTO AUTOMÁTICO LIGADO

Um funcionário federal do setor de aviação afirmou neste domingo que o avião que caiu em uma casa em Buffalo, no Estado americano de Nova York, matando 50 pessoas, estava com o piloto automático ligado. O uso dessa tecnologia naquele contexto viola a política da companhia aérea.Steve Chealander, membro da Diretoria Nacional de Segurança nos Transportes, afirmou que a Colgan Air recomenda aos pilotos que voem sem o piloto automático em condições meteorológicas ruins e com neve. A empresa afirma que os pilotos devem conduzir manualmente a aeronave, em caso de neve pesada.O piloto do avião acidentado informou sobre gelo "significativo" em suas asas e para-brisas, pouco antes do acidente na noite de quinta-feira. Chealander disse que a investigação preliminar aponta que o piloto automático ainda estava ligado, quando o avião colidiu.
Fonte: estadao.com.br

UNITED TORTURA PASSAGEIROS EM CUMBICA

Os passageiros do voo 860 da United Airlines, que deveria decolar do Aeroporto Internacional de São Paulo (Cumbica) às 23h50 do sábado, 31 de janeiro último, com destino a Washington DC (EUA), jamais poderiam imaginar o que os aguardava ao embarcarem no Boeing 777-200 da companhia norte-americana, por volta das 23h30.Inicialmente, o embarque transcorreu normalmente, mas com todos os passageiros embarcados, por volta das 00h15, o comandante avisou que a aeronave apresentava um problema técnico, num sistema hidráulico, que acarretaria um atraso – para que fosse retificado. Bem mais tarde, foi informado que a United não tinha no Brasil a peça com problemas, mas fora feito o contato com uma companhia brasileira (a TAM), que possuía a peça e a iria ceder, para instalação no avião da United.Enquanto tudo isso ocorria, os passageiros foram mantidos dentro da aeronave, sem que a tripulação oferecesse nenhuma bebida (nem água), nem alimentação.Curiosamente, por volta das 01h20, a própria tripulação alimentou-se, inclusive com refeições quentes. O jornalista de ASAS à bordo viu também os tripulantes beberem sucos e refrigerantes, sem que nada fosse oferecido aos passageiros!Eram cerca de 02h30 (os passageiros estavam embarcados há cerca de três horas!), no meio da madrugada, quando a tripulação avisou que os passageiros deveriam deixar a aeronave, mas permanecer na área de embarque, perto do portão. A sala VIP da United foi mantida fechada, e nenhuma comodidade foi oferecida – apesar de haver muitas crianças, alguns bebês, e também idosos à bordo. Alguns se acomodaram no chão, tentando cochilar. Uma funcionária de terra da United anunciou que fora contatado o serviço de catering, mas este levaria 15 minutos (!) para atender os passageiros...Vale dizer que, de madrugada, não existe sequer um café que fique aberto na área de embarque, no maior aeroporto internacional do Brasil.Os passageiros foram reembarcados por volta das 03h00 – apenas para serem novamente convidados a deixar a aeronave (desta vez, em definitivo), por volta das 04h00. O voo fora cancelado.Apesar do anúncio dentro da aeronave dizendo o contrário, não havia nenhum funcionário da companhia aérea prestando orientação real aos passageiros no caminho de saída. Alguns funcionários postaram-se na área de táxis, num arremedo de apoio, e logo formou-se um grande tumulto. A United providenciara hotel para o pernoite, mas o transporte tornou-se um caos, pois a companhia acionava táxis de um em um, de uma única empresa, com a qual tem acordo. Para se ter idéia, o jornalista de ASAS conseguiu embarcar num táxi por volta das 05h00 (com o sol nascendo!), e chegou à sua residência apenas às 06h15, aproximadamente.A United ainda pediu que os passageiros contatassem a reserva no dia seguinte (domingo), para conferir seu voo – pois não podia garantir lugar para todos no vôo seguinte, o mesmo UA 860, às 23h50 de 1º de fevereiro.A reportagem de ASAS apurou que o problema no Boeing 777-200 da companhia norte-americana foi tão sério que a aeronave permaneceu no Brasil no dia 1º de fevereiro, e retornaria aos EUA apenas com a tripulação.

Fonte: Revista Asas

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...