segunda-feira, 15 de outubro de 2012

JUSTIÇA DIMINUI TEMPO DE PENA DOS PILOTOS ENVOLVIDOS NO ACIDENTE DA GOL


A Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) decidiu nesta segunda-feira (15) diminuir o tempo de condenação dos dois pilotos do jato Legacy que se envolveram no acidente que levou à queda de um avião da Gol em 2006, que matou 154 pessoas. Em vez de 4 anos e 4 meses no regime semi-aberto, como haviam sido condenados na primeira instância, eles ficarão 3 anos e 1 mês no regime aberto.

Atualmente, os pilotos americanos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino não estão presos. A pena imposta anteriormente pela Justiça Federal de Mato Grosso deteminava a conversão do regime semi-aberto em prestação de serviços comunitários. Essa pena foi rejeitada, e agora os pilotos deverão se apresentar periodicamente à Justiça nos Estados Unidos. Além disso, deverão dormir em local previamente estabelecido pela Justiça americana.

O intervalo em que devem se apresentar, bem como o local em que deverão passar a noite (que pode ser uma cadeia) ainda serão determinados pelo juiz de execução, em outro processo.

Com a decisão, o TRF-1 atende parcialmente pedidos das duas partes. A defesa dos pilotos recorreu ao TRF-1 para diminuir o tamanho da pena. O Ministério Público e a associação que representa as famílias das vítimas também recorreram, mas para pedir aumento do período de condenação e cancelamento da pena alternativa (serviços comunitários).

O advogado que representa a associação dos familiares, Cézar Bitencourt, comemorou a decisão do TRF. "O regime é aberto, mas ainda assim significa restrição de liberdade. É certamente mais rigoroso que a prestação de serviços comunitários. No regime aberto os condenados devem atender a uma série de exigências da Justiça e, se não atenderem, podem ser presos. Além disso, dormem em local determinado pela Justiça."

O advogado dos dois pilotos no Brasil, Theo Dias, disse que precisa de tempo para avaliar se vai recorrer. "Ainda tenho que analisar a decisão para ver se entraremos com recurso. A diminuição do tempo da pena foi positiva. Mas queremos a absolvição", afirmou. Uma eventual apelação contra a decisão iria para análise do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Decisão
O relator do caso, desembargador José Tourinho Neto, revisou a duração da pena concedida pelo juiz de primeira instância por considerar que a dosimetria (cálculo do tempo de punição) não havia sido feita de acordo com todos os critérios previstos na lei.
Tourinho Neto também negou a possibilidade de pena alternativa (serviços comunitários), por entender que não seria suficiente para punir o crime cometido. Os dois piltos foram acusados de negligência no acidente.
"A pena alternativa não fará os pilotos experimentarem a sensação de reprovação cabível com a conduta de negligência. Não evitará estimular novas ações semelhantes", disse Tourinho em seu voto.
O entendimento do relator sobre o fim da pena alternativa foi acompanhado pelos outros dois desembargadores da turma. A desembargador Monica Sifuente discordou do relator apenas no tamanho da pena. Ela defendeu que fossem 4 anos.

154 mortes
Joseph Lepore e Jan Paul Paladino pilotavam o jato Legacy que se chocou com a aeronave do voo 1907 da Gol, em 29 de setembro de 2006, na região Amazônica, acidente em que morreram 154 pessoas.
Em maio de 2011, o juiz federal Murilo Mendes, de Sinop, Mato Grosso, considerou que eles foram negligentes por não observarem que dois equipamentos de segurança estavam desligados. Na ocasião, condenou os dois a 4 anos e 4 meses de prisão em regime semia-aberto e suspensão, durante esse período, da permissão de pilotar.
A pena na cadeia, no entanto, foi substituída por prestação de serviços comunitários, que os dois pilotos cumprem em uma repartição brasileira nos Estados Unidos.
A associação que representa as famílias das vítmas do acidente e o Ministério Público Federal recorreram ao TRF-1 para reverter a substituição da pena com restrição de liberdade por serviços comunitários.
 
fonte/G1

"RED BULL" STRATOS JUMPS BY LEGO


PISTA DO AEROPORTO DE VIRACOPOS É LIBERADA E AEROPORTO VOLTA A OPERAR

Depois de quase dois dias interditada, a pista do Aeroporto Internacional de Viracopos em Campinas voltou a operar normalmente às 17h34 desta segunda-feira (15), quando um voo decolou com destino a Salvador.

Desde sábado (13), quando um avião cargueiro interditou a pista, 495 voos foram cancelados, sendo destes 235 partidas e 260 chegadas.

As cias aéreas ressaltam, entretanto, que embora as operações tenham sido liberadas, atrasos e cancelamentos ainda poderão ocorrer como consequência do processo de regularização da malha.

Por conta disso, a Azul, que é a empresa  que mais voa por Viracopos, reforça o pedido aos seus clientes para que verifiquem o status de seus voos, antes de se dirigir ao aeroporto, por meio dos canais de atendimento (Call Center 4003-1118, site www.voeazul.com.br ou nas lojas). 

fonte/RAC

HUMOR - LOIRA AMERICANA PILOTANDO

 Blonde Pilot
This is the story of the blonde flying in a two seater airplane with just the pilot.
He has a heart attack and dies. She, frantic, calls out a May Day.
"May Day! May Day! Help me! Help me! My pilot had a heart attack and is dead.
And I don't know how to fly. Help me! Please help me!"
She hears a voice over the radio saying:
"This is Air Traffic Control and I have you loud and clear. I will talk you through this and get you back on the ground. I've had a lot of experience with this kind of problem.
'Now, just take a deep breath. Everything will be fine! Now give me your height and position."
She says,
"I'm 5'4" and I support Obama."
"O.K."... Says the voice on the radio....
"Repeat after me: ´Our Father, who art in heaven. . . ..'"

Esta é a história de uma loira voando em um avião de dois lugares, com apenas o piloto.
         Ele tem um ataque cardíaco e morre. Ela, desesperada, grita por socorro.
         "May Day! May Day me ajude! Ajuda-me! O piloto teve um ataque cardíaco e morreu.
         E eu não sei como voar. Ajuda-me! Por favor, me ajude! "
         Ela ouve uma voz no rádio dizendo:
         "Este é o Controle de Tráfego Aéreo e eu a escuto alto e claro. Vou falar com você através desta e levá-la de volta no chão. Tenho muita experiência com este tipo de problema.
         'Agora, basta dar uma respirada bem profunda. Tudo vai ficar bem! Agora infforme sua altura e posição. "
         Ela responde: "Tenho 1,54 metros e eu vou apoiar Obama. "
         "O.K." ... , Diz a voz no rádio ....
         "Repita comigo: 'Pai nosso, que estais no céu .....
"

      

                                                                                            God Bless America


Colaboração da amiga loira Cristina

FOTOS DO TRABALHO DE REMOÇÃO DO MD-11 DA CENTURION NO AEROPORTO DE VIRACOPOS, CAMPINAS












fonte/foto/PanRotas

HOJE NO AEROPORTO DE VIRACOPOS, CAMPINAS


TRIBUNAL JULGA HOJE OS PILOTOS JAN PAUL PALADINO E JOSEPH LEPORE ENVOLVIDOS EM ACIDENTE COM AVIÃO DA GOL

O TRF1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) vai julgar, a partir das 14h desta segunda-feira (15), os pilotos do jato Legacy, Jan Paul Paladino e Joseph Lepore, envolvidos no acidente o Boeing da Gol que matou 154 pessoas em setembro de 2006.

Lepore e Paladino foram condenados em maio do ano passado a quatro anos e quatro meses de detenção em regime semiaberto, mas a pena foi substituída por prestação de serviços à comunidade.
Na sessão de hoje, a Terceira Turma deve julgar dois processos em segunda instância --um feito pela defesa dos pilotos, que pede a absolvição ou a diminuição da pena, e outro feito pelo Ministério Público, que prevê que os americanos cumpram detenção em regime semiaberto. 

O Ministério Público fundamentou seu pedido com base no art. 121 do Código Penal. De acordo com o dispositivo, a pena é aumentada de um terço se o crime resulta na inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício. 

Em seu parecer, o procurador Osnir Belice defende a tese de que a "pena deve ser agravada visto que os réus são pilotos profissionais e mantiveram o sistema anticolisão da aeronave desligado por quase uma hora, o que causou o acidente". 


O procurador também enfatizou que a lei somente autoriza a substituição quando a pena privativa de liberdade não for superior a quatro anos e as circunstâncias forem favoráveis aos réus. "No caso do voo 1907, a displicência, descaso, inconsequência e desleixo dos pilotos condenados agravam a conduta omissiva, somando-se ao resultado produzido, representado pelas 154 mortes", argumentou o Belice em seu parecer. 

Membros da Associação de Familiares e Amigos das Vítimas do Voo 1907 também pediram a anulação da atual pena, que substitui o tempo de punição por serviços comunitários, e a cassação permanente do brevê dos pilotos. Os processos serão relatados pelo juiz Tourinho Neto. 

CÂMARA DOS DEPUTADOS
Em agosto, a Comissão de Relações Exteriores da Câmera dos deputados aprovou um pedido para que o governo brasileiro atue junto à Organização Internacional de Aviação Civil para que Lepore e Paladino sejam punidos.
O objetivo é pedir a organização internacional que force o órgão americano responsável pela aviação civil a abrir processos contra os pilotos --até agora a  FAA (Federal Aviation Administration) não abriu.
Mesmo com as punições da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) e da Justiça brasileira, os pilotos americanos ainda continuam trabalhando.
 
O ACIDENTE
O Boeing da Gol que fazia o voo 1907 ia de Manaus (AM) para o Rio com previsão de fazer uma escala em Brasília (DF). Ao sobrevoar a região Norte do país, foi atingido pelo Legacy da empresa americana ExcelAire.
Os destroços do Boeing caíram em uma mata fechada, a cerca de 200 km do município de Peixoto de Azevedo (MT). Mesmo avariado, o Legacy, que transportava sete pessoas, conseguiu pousar em segurança em uma base na serra do Cachimbo (PA).
O acidente expôs a fragilidade do controle aéreo brasileiro. O assunto deflagrou ainda aberturas de CPIs e investigações da Polícia Federal e Aeronáutica, que concluiu que o equipamento anticolisão do jato foi desligado durante o voo. 

fonte/FolhaSP

APÓS 36 HORAS, AVIÃO QUEBRADO EM PISTA DE VIRACOPOS CANCELA 338 VOOS



O fechamento do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), para pousos e decolagens desde 20h de sábado (13) resultou no cancelamento de 338 voos até as 8h desta segunda-feira (15), de acordo com balanço divulgado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). A única pista de Viracopos segue fechada para todas as operações por causa de problemas no trem de pouso de uma aeronave de carga na aterrissagem, que ficou parada no local. A estatal informou que todo o efetivo do terminal trabalha na remoção do avião para a retomada dos voos.

Os trabalhos para a retirada do cargueiro começaram na noite de domingo (14) e, segundo a assessoria da Infraero, o retorno das operações só será liberado após a limpeza e a manutenção na pista, já que a explosão do pneus provocou uma fissura no asfalto. Os passageiros de voos que tinham partidas previstas de Viracopos na manhã desta segunda estão sendo levados de ônibus pelas companhias aéreas para os terminais de Congonhas, em São Paulo (SP), e de Guarulhos (SP).

Funcionários das empresas estão os orientando sobre as opções para seguirem viagem. No fim de semana, a série de cancelamentos de voos deixou os clientes das aéreas irritados pelas longas filas e falta de informação das companhias. Passageiros chegaram a esperar seis horas para saber que não poderiam embarcar. Quem não seguiu de ônibus para a Grande São Paulo, recebeu hospedagem, de acordo com informações das companhias. Nesta segunda-feira, a situação é tranquila nas filas de check-in.

A Azul, que responde por 85% dos voos de passageiros em Viracopos, decidiu cancelar todos os voos até as 11 horas desta segunda-feira. Até às 22h deste domingo, os cancelamentos da companhia somavam 209. "As vendas dos voos de e para Campinas continuam suspensas, com o intuito de facilitar a reacomodação dos clientes prejudicados pelos voos cancelados", informa a companhia, em nota divulgada no fim da noite de domingo.

Uma equipe da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) foi enviada para o aeroporto para fiscalizar o serviço prestado aos passageiros prejudicados. Para a remoção do avião, da Centurion Cargo, foi preciso solicitar equipamentos da capital paulista, devido à complexidade da operação.
 
Concessão de Viracopos
Atualmente, o aeroporto está em transição para a iniciativa privada. O projeto de ampliação foi apresentado pela concessionária que venceu o leilão em setembro e anunciou a intenção de antecipar a construção da segunda pista de pouso, inicialmente prevista para 2018.

O processo de transição da operação do aeroporto da Empresa Brasileira de Infraero para a iniciativa privada foi iniciado em 13 de agosto e está dividida em três etapas. Até meados de novembro a operação segue sob responsabilidade da Infraero, mas é assistida pela equipe da concessionária, que está se familiarizando com todos os processos.
 Posteriormente, a concessionária assume a operação de Viracopos, com a supervisão da Infraero, por um prazo de 90 dias. Em fevereiro de 2013, a responsabilidade da operação de Viracopos passa a ser exclusiva da iniciativa privada.

fonte/Terra/foto/RicardoCustódio

PROBLEMA NO CHECK-IN DA TAM AFETA AEROPORTOS DE TODO PAÍS

Uma falha no sistema de check-in da Tam provocou atrasos no processo de embarque em aeroportos de todo o Brasil na manhã desta segunda-feira. De acordo com a empresa, "devido a uma instabilidade no sistema Amadeus, não era possível realizar a impressão de cartões de embarque e das etiquetas de bagagem desde o início desta manhã nos aeroportos em que a companhia opera".

Os funcionários da Tam tiveram que fazer todo o serviço manualmente, o que provocou atraso em parte dos voos. Por volta das 8h, a empresa informou que a equipe técnica já havia restabelecido o sistema em 80% dos aeroportos. Em Congonhas, onde filas enormes foram formadas, às 8h30 o problema já estava solucionado. 

Por meio de nota, a Tam informou que "está prestando toda a assistência aos clientes e lamenta os inconvenientes causados pela situação". Ainda segundo a empresa, quem não conseguisse embarcar por causa da falha, seria realocado para outro voo sem nenhum custo. 

Viracopos
O aeroporto de Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo, continua fechado na manhã desta segunda-feira e ainda não há previsão para ser liberado. Os pousos e decolagens estão suspensos desde as 19h55 de sábado, quando um cargueiro apresentou problemas durante o pouso e ficou parado na pista.
Utilizado como rota alternativa para aliviar o intenso tráfego aéreo de Congonhas e Cumbica, Viracopos recebe milhares de passageiros diariamente. Muitos dos prejudicados pelo fechamento foram transferidos para voos que partiriam da capital paulista.
A companhia aérea Azul é a maior prejudicada, já que é a empresa de aviação civil que mais utiliza o aeroporto. A Azul informou que, em razão do fechamento de Viracopos, cancelou 148 voos previstos neste domingo.
A empresa responsável pela aeronave que causou a interdição do aeroporto é a americana Centurion Cargo. Segundo a Infraero, a previsão era de que a pista fosse liberada às 20h deste domingo, mas a Centuriun ainda não conseguiu realizar a remoção da aeronave e não tem previsão de quando isso será possível. De acordo com o diretor-geral da Centurion, Vanderlei Morelli, o cargueiro MD11, que vinha de Miami, teve problemas no trem de pouso. Ninguém ficou ferido no incidente.

FONTE/TERRA

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