segunda-feira, 30 de abril de 2012

AIRBUS REDUZ PRODUÇÃO DO A380

Photo I have taken at the 2005 Dubai Airshow o... (Photo credit: Wikipedia)
Airbus decidiu reduzir a produção do A380 para investigar possíveis violações na fixação das suas asas o que têm causado tanta preocupação na Emirates Airlines,  a empresa que fez a maior encomenda destas aeronaves e teve que deixar temporariamente em terra sua frota.

Assim, a taxa de produção do A380 será reduzida de 2,7 para 2,3 aeronaves por mês para os próximos dois trimestres, enquanto a Airbus está a tentar resolver o problema, segundo a imprensa inglesa.

Airbus afirma que esta medida não impede a empresa de entregar trinta A380 que comprometeu a seus clientes este ano, embora reconhecendo que ele pode cortar o número de A380 no próximo ano.

fonte/AgInternacionais
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NO AEROPORTO DE CUMBICA CAMELÔS VENDEM PRODUTOS ATÉ NO CHECK-IN

A cena é comum em semáforos ou locais de grande aglomeração, como os centros das cidades ou pontos turísticos: os pedestres passam e são assediados por vendedores de toda sorte, oferecendo vários tipos de quinquilharia. Agora, imagine em um saguão lotado, na fila do check-in e também no cafezinho, passageiros também sendo abordados pelos ambulantes. É o Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, o maior do Brasil, agora também tomado pelo comércio informal. 

Chaveiros e outros objetos são vendidos por até R$ 3 dentro do aeroporto - Paulo Liebert/AE
Paulo Liebert/AE
 
Chaveiros e outros objetos são vendidos por até R$ 3 dentro do aeroporto
A reportagem do Estado foi ao aeroporto em quatro dias diferentes, em horários variados, e flagrou vários ambulantes. Nos cafés localizados no primeiro andar, entre os embarques nacional e internacional, eles abordam passageiros nas mesas. 

Sacos com bloquinhos de papel, caneta e chaveiros são colocados ao lado de bandejas com salgados ou sucos, com o preço e a mensagem do vendedor em destaque. 

"Quanto mais lotado o aeroporto, mais ambulantes aparecem. Os passageiros ficam meio desconfiados, principalmente os gringos", diz uma vendedora de uma lanchonete que pediu para não ser identificada. A "oferta" confunde turistas estrangeiros que, sem entender a mensagem em português, não sabem se é gratuito ou não.

Chaveiros, geralmente com a bandeira do Brasil, custam entre R$ 2 e R$ 3. "Mas faço quatro por R$ 10", oferece um vendedor a um empresário que aguardava sua mala ser embalada por um plástico protetor, antes de despachá-la no check-in. Sentindo a falta de interesse do cliente pelos chaveiros, o ambulante sacou um "cabide" cheio de cadeados para mala. Vendeu por R$ 5. 

"Tem de tudo nesse aeroporto, gente vendendo, gente pedindo, só não tem segurança, policiamento. Isso eu não vejo", afirma o empresário mato-grossense Alexandre de Medeiros, de 40 anos.

Do lado de fora do aeroporto, na fila do táxi, o forte dos ambulantes é a venda de água e chocolates. "O movimento aqui de manhã é melhor do que no centro", diz o vendedor Anastácio Silva, de 48 anos, que trabalha em Guarulhos. O delegado Ricardo Guanaes Domingues, titular da delegacia do Aeroporto de Cumbica, diz que cabe à prefeitura de Guarulhos coibir a ida dos ambulantes para o aeroporto. "Já tivemos reuniões com a prefeitura sobre isso e eles até tomaram algumas medidas, mas os ambulantes acabam voltando", disse.

Jogo de empurra. A prefeitura de Guarulhos afirma que o problema é da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). A Infraero, por sua vez, afirma que "tem se esforçado para retirar os ambulantes de áreas públicas", mas ressalta que "não tem competência legal" para essa ação, uma vez que a área do aeroporto é pública, não privada. Desse modo, a responsabilidade caberia à prefeitura de Guarulhos - que reitera não se responsabilizar pelo que acontece dentro de Cumbica.

A estatal, no entanto, informou que faz ronda ostensiva e monitoramento eletrônico visando a identificar a presença dos ambulantes e solicitar que eles se retirem do local, além de orientá-los para que não retornem. De acordo com levantamento da equipe da Infraero em Guarulhos, os ambulantes são pessoas na faixa etária entre 25 e 40 anos. 

"Além disso, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano da prefeitura de Guarulhos, em parceria com a Infraero, realiza fiscalização nas áreas públicas dos terminais, visando a coibir essa prática ilegal de comércio, visto ser órgão público que tem competência para interromper esse tipo de atividade", afirma a Infraero em nota.

fonte/foto/Estadão
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O FALCÃO DA AVIBRÁS


Ao que tudo indica, em julho deste ano ficará pronto para voar o protótipo do veículo aéreo não tripulado (vant) Falcão, projetado pela Avibras, de São José dos Campos. 

Com investimentos de R$ 60 milhões e apoio das três Forças Armadas e da Financiadora de Estudos e Projetos( FINEP), o Falcão é o primeiro Vant nacional na classe de 800 quilos e será usado em missões de vigilância, patrulha e reconhecimento.

O desenvolvimento dessas Aeronaves não tripuladas é uma das prioridades da nova política de defesa nacional do governo brasileiro.

fonte/IstoÉDinheiro/foto/ StephenTrimblet/FlightGlobal
Stephen Trimble/Flightglobal

FAB ESTUDA SUBSTITUIR OS B707 'SUCATÕES"

'Sucatões' da Presidência serão trocados O governo começa a preparar a compra de dois aviões para a Presidência da República. Há cerca de um mês, o comando da Aeronáutica pediu informações a esse respeito às empresas Airbus, Boeing e Israel Aerospace Industries. Os novos aviões irão substituir os Boeing 707, usados nas missões de transporte intercontinental da Presidência. A FAB possui quatro Boeing 707, mas o estudo prevê a compra de dois, apurou o Valor. A ideia da substituição ganhou força no alto escalão do governo nos últimos dois meses, diante da necessidade da presidente ter uma aeronave com capacidade de fazer voos internacionais sem escalas. As viagens de Dilma Rousseff no A319 costumam ser acompanhadas do jato Embraer 190, cujo alcance máximo é de cerca de 8.300 km. O A319 custou US$ 56,7 milhões. Uma aeronave A330-200, que faz voos de maior distância sem escala, custa por volta de US$ 208,6 milhões.

O Comando da Aeronáutica enviou, há cerca de um mês, um pedido formal de informações às empresas Airbus, Boeing e Israel Aerospace Industries (IAI) com vista à compra de novos aviões para a presidência da República.

As informações enviadas pelas empresas, segundo a Aeronáutica, vão subsidiar o processo de aquisição das aeronaves que irão substituir os atuais Boeing 707, nas missões de transporte intercontinental da presidência, transporte logístico e reabastecimento em voo. A Força Aérea Brasileira (FAB) possui quatro modelos Boeing 707, mas o processo em estudo prevê a compra de dois, segundo o Valor apurou.

A ideia de substituição dos Boeing 707, conhecidos como sucatões, ganhou força no alto escalão do governo nos últimos dois meses, devido a presidente da República requerer uma aeronave apta a fazer voos internacionais sem escalas, oferecendo maior conforto e segurança em suas viagens de trabalho. Uma fonte que acompanha o processo explicou que por questão de doutrina e segurança, a viagem de um chefe de Estado é sempre feita com dois aviões. Se acontece algum problema, existe um avião reserva. Além das inúmeras paradas técnicas para reabastecimento, as viagens da presidente Dilma no A319 costumam ser acompanhadas do jato Embraer 190, mas o alcance máximo da aeronave é de 8.300 km.

Um avião de alcance maior, da ordem de 15 mil km, na classe do A330 MRTT (Multi Role Tanker Transport), que também pode oferecer uma configuração VIP, ou do Boeing 767 estaria sendo estudado para atender o transporte intercontinental da presidência. Para viagens internas, o governo já usa dois Embraer 190.

O avião A319 atualmente em operação para a presidência, apelidado de Aerolula, custou US$ 56,7 milhões. Já a aeronave A330-200, que estaria cogitada, não sairia por menos de US$ 208,6 milhões (preço de tabela).

A israelense IAI não é fabricante de aeronaves de grande porte, mas faz uma espécie de customização de aviões usados, sobretudo o Boeing 767, conforme especificações do cliente. É uma opção que a FAB também analisa, pois sairia mais em conta - entre US$ 60 milhões e US$ 80 milhões. Essa alternativa foi adotada recentemente pelo governo da Colômbia. O Valor procurou o representante da IAI no Brasil, mas teve retorno.

O Valor apurou que a Boeing fez uma oferta alternativa ao governo brasileiro, de dois aviões 767 usados, até que a nova versão "tanker" da fabricante, que está em fase final de desenvolvimento para a Força Aérea Americana seja entregue. A assessoria de imprensa da Boeing no Brasil disse que a companhia não teria nada a comentar sobre o assuntos de novo avião presidencial brasileiro.

Da década de 60, os quatro Boeing 707 da FAB operam atualmente de forma precária, fazendo transporte logístico e de reabastecimento em voo. Os sucatões, que antes operavam no Grupo de Transporte Especial (GTE), em Brasília, atendendo a presidência, foram transferidos no ano passado para o Segundo Esquadrão Corsário, do Segundo Grupo de Transporte da FAB, localizado na base do Galeão, no Rio de Janeiro.

Os sucatões têm quatro motores e capacidade para transporte intercontinental. "O grande problema é que eles já estão em fase final da vida operacional e vem apresentando diversos problemas técnicos, além de não poderem pousar em alguns países, devido às restrições de ruído e de poluição", disse uma fonte da Aeronáutica.

Ainda segundo essa fonte, eles têm custo de manutenção muito alto, porque muitas peças já não são mais fabricadas e quase sempre apresentam problemas em voo. Para se ter uma ideia, um avião da classe do "Aerolula" leva, em média, 10 dias para fazer uma inspeção estrutural profunda, enquanto que uma revisão similar no sucatão demoraria até 18 meses.

A Airbus não quis se pronunciar sobre o assunto, porque, segundo sua assessoria, a companhia é obrigada a respeitar o pedido de sigilo do cliente - no caso, a FAB. Qualquer informação sobre a evolução do RFI (pedido de informação feito pela FAB), segundo o diretor de marketing da divisão de jatos corporativos da Airbus, David Velupillai, teria que vir da própria FAB.

Ele comentou, no entanto, que o fato de o governo brasileiro já ter um jato corporativo da empresa para a presidência, o ACJ 319, traz a vantagem da comunalidadade (semelhança de sistemas), que ajuda a reduzir custos de manutenção e de treinamento, além de facilitar o processo de transição de uma aeronave para outra.

Além do Brasil, na América do Sul os jatos da Airbus também são usados pela presidência da Venezuela. Outros países que tem jatos da companhia são França, Itália, Alemanha, República Tcheca e Emirados Árabes Unidos, além de clientes que preferem não divulgar a informação.

O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (Cecomsaer) informou que o andamento da análise feita a partir das informações enviadas pelas empresas determinará as características intrínsecas do novo avião. "Somente após esta fase será possível estimar a viabilidade de a aeronave cumprir as missões de transporte especial, reabastecimento em voo e o seu custo, considerando a prática do mercado internacional".

O processo de aquisição das novas aeronaves, segundo o Cecomsaer, está na fase de viabilidade, etapa na qual são compiladas todas as informações necessárias.

fonte/Valor Economico /foto/Divulgação
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