segunda-feira, 3 de agosto de 2015

A ERA DOS TANQUES - RAZÕES PARA RETORNO DAS ARMAS DA GUERRA FRIA

Exercícios militares Zapad-81

A era dos tanques: razões para o regresso das armas da Guerra Fria

© Sputnik/ V. Kiselev

Existem cinco tendências por trás do desenvolvimento dos tanques modernos, um armamento geralmente visto como desatualizado e facilmente ultrapassado por aeronaves e mísseis de novas gerações.

Na verdade, os tanques voltam a estar na moda. Isso poderia não ser tão evidente há um ano atrás, quando milícias do Donbass chegaram a perseguir um antiquado tanque com um carro Niva. Mas agora que ambas as partes têm novos tanques, criar zonas livre deles já não é fácil.
1. O Armata
T-14 Armata durante o ensaio para a Parada da Vitória em Moscou
T-14 Armata durante o ensaio para a Parada da Vitória em Moscou
A entrada do tanque T-14 Armata na arena mundial foi um acontecimento marcante que mudou as regras do jogo. Pela primeira vez em décadas, uma potência militar criou um tanque novo não baseado em projetos anteriores.
Se a Rússia é capaz de produzir 2.300 unidades sem cortes orçamentários, esta é razão suficiente para outras potências pensarem em começar desenvolvimentos semelhantes. Especialmente tendo em conta que o tanque é exportado para outros países, opina o analista tcheco Kukas Visingr, na publicação Echo24.
2. Fechando a brecha dos mísseis
Soldados durante o lançamento do primeiro míssil Javelin durante o exercício de 2000, em Croácia
Soldados durante o lançamento do primeiro míssil Javelin durante o exercício de 2000, em Croácia
Os desenvolvimentos da tecnologia de mísseis avançaram ao ponto de serem criados sistemas de lançamento de mísseis portáteis tipo FGM-148 Javelin. Estes sistemas permitem atingir o topo dos tanques, que é tradicionalmente o lugar mais vulnerável deles. Mesmo assim, o custo destes sistemas e a sua disponibilidade fazem cada vez mais difícil usá-los em tais condições como a guerra urbana.
3. A solução israelense
Um tanque israelita Merkava na Faixa de Gaza durante os exércitos perto da fronteira de Israel em 3 de agosto de 2014
Um tanque israelita Merkava na Faixa de Gaza durante os exércitos perto da fronteira de Israel em 3 de agosto de 2014
Os tanques israelenses, usados ativamente na guerra urbana, intercetam mísseis e protegem contra explosivos improvisados.
Israel é também o primeiro país a desenvolver veículos blindados de transporte de pessoal e veículos de combate de infantaria, com os quais o Armata também beneficiou.
4.Onde os tanques ainda dominam
O tanque de guerra da Coreia do Sul K2 é exibido durante a Exibição Internacional de Defesa Área de Seul. 28 de outubro de 2013
O tanque de guerra da Coreia do Sul K2 é exibido durante a Exibição Internacional de Defesa Área de Seul. 28 de outubro de 2013
No leste da Ásia, o desenvolvimento de tanques realmente nunca parou depois dos anos 1980. Em 2014, a Coreia do Sul lançou o K2 Black Panther, o tanque mais caro no mundo. Com uma torre operada pela tripulação, é consideravelmente mais avançado do que o tanque K1, baseado no norte-americano M1 Abrams.
O Japão também introduziu recentemente um tanque novo, o Type 10 e a Coreia do Norte continua desenvolvendo o Pokpung-ho, inspirado no russo T-90. Mesmo a China, que está focada no desenvolvimento do seu poderio naval, não está muito longe de lançar seus tanques Type 96 e Type 99 atualizados.
5. A geração modernizada
O tanque norte-americano M1A2 durante exercícios conjuntos dos EUA e a Coreia do Sul na cidade fronteiriça de Yeoncheon, a nordeste de Seul, em 30 de maio de 2013
O tanque norte-americano M1A2 durante exercícios conjuntos dos EUA e a Coreia do Sul na cidade fronteiriça de Yeoncheon, a nordeste de Seul, em 30 de maio de 2013
Muitos tanques em diversos países tornam-se desatualizados, não só porque são antigos (o M1 Abrams é produzido desde 1980), mas porque a sua competição no campo de batalha potencial até agora só aconteceu com tanques da mesma idade.
A Alemanha e a França já começaram a desenvolver novos tanques, como o Leopard 3, em 2015. O Reino Unido não ainda não tem planos de participar no desenvolvimento deste armamento, mas é possível que a escalada de tensões dos países ocidentais contra a Rússia o venha a forçar a fazê-lo.


Leia mais: http://br.sputniknews.com/defesa/20150803/1748279.html#ixzz3hmlfL0BJ


fonte/foto/SputnikNews

CONTROLADORES DE VOO TREINAM SISTEMA PIONEIRO PARA POUSO E DECOLAGENS SIMULTÂNEAS EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS


Militares treinam para operar as duas pistas do aeroporto de Brasília. Foto: Alan Collet Militares treinam para operar as duas pistas do aeroporto de Brasília. Foto: Alan Collet

Militares estão usando simuladores do Instituto de Controle do Espaço Aéreo; capacidade do aeroporto vai subir de 60 para 80 aviões por hora

Um grupo de 96 militares que trabalha no Aeroporto Internacional de Brasília passa por treinamento, em São José dos Campos, para operar pousos e decolagens simultaneamente e de forma independente nas duas pistas do Distrito Federal, operação pioneira na América Latina.

A mudança começa em 15 de novembro e aumentará em 34% a capacidade do aeroporto, que passará de 60 para 80 aeronaves por hora.


O objetivo é otimizar equipamentos, estruturas e a equipe para atender a demanda crescente no terminal.
No ano passado, 18.146 milhões de passageiros passaram pelo aeroporto para embarque, desembarque e conexões, só perdendo para o Aeroporto de Guarulhos, o mais movimentado do país.

Simulador. Para dar conta da nova operação, controladores de tráfego aéreo, instrutores, coordenadores e pilotos de Brasília passarão, até 11 de setembro, por treinamento especializado nos simuladores do Icea (Instituto de Controle do Espaço Aéreo), dentro do DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial), em São José.
Numa sala do Icea, diante de um telão formado por seis telas menores, mais 11 monitores com softwares de monitoramento do tráfego aéreo, o simulador controlado por 23 computadores oferece aos militares as mais diversas situações possíveis na operação com duas pistas simultâneas.
“Estamos nos preparando para dar conta do tráfego cada vez maior em Brasília”, disse o 3º sargento e controlador de voo Matheus Miguel.

Precisão. Segundo o capitão Neivaldo José Silva, comandante do Dtcea (Destacamento de Controle do Espaço Aéreo) de Brasília, o treinamento é fundamental para permitir a operação simultânea nas duas pistas do aeroporto do Distrito Federal apenas por instrumentos, a chamada “aproximação de precisão”.
Hoje, o aeródromo já é capaz de usar as duas pistas para pousos e decolagens, mas só se uma delas for com referência visual para o piloto. Ou seja, ele precisa enxergar a pista, com céu limpo e clima bom.
“Agora, com precisão, poderemos pousar e decolar com instrumentos, independente do tempo. É como se tivéssemos dois aeroportos em Brasília”, disse Silva. “A nossa operação dará suporte para a malha aérea. Estamos nos preparando para a demanda crescente”.

Pista. Inédita na América do Sul, a operação independente e simultânea em duas pistas paralelas só será possível em Brasília em razão da distância entre elas. Com 3.300 e 3.200 metros de comprimento e 45 m de largura, as pistas estão separadas por 1.800 metros.
O mínimo exigido é de 1.025 metros, estipulado pela Oaci (Organização da Aviação Civil Internacional). Em Guarulhos, por exemplo, as duas pistas têm 375 metros de distância uma da outra.


fonte/foto/OVale

AIRBUS SAI DA PISTA NA INDONÉSIA


Um Airbus A320-214(WL), matrícula PK-GQG, série 6333, da empresa Citilink, realizando o voo QG970, sofreu um acidente ao pousar na pista 33 do Aeroporto Internacional de Padang-Minangkabau (PDG), Indonésia.


A aeronave com 174 ocupantes saiu da pista ao pousar, parando na grama do lado esquerdo e forçando a evacuação do Airbus. Ninguém ficou ferido. Chovia muito no momento do acidente.

fonte/foto/ASN/Twitter

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