quinta-feira, 7 de abril de 2011

VÍDEO - Fonia - ISSO PODE VOAR ??

VULCANAIR AP-68 E LET 410 ESTÃO NA LISTA FINAL DA FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA

PBN-insular declarou finalmente a lista para licitação lançada pelo Conselho  de Aviação da Força Nacional de Segurança Pública - a recém-criada Guarda Nacional, para para definiro a aeronave que deverá equipar as unidades da força, os escolhidos são o bimotor italianoVulcanair, turboélice P-68 e o  regional Let 410 UVP E-20, usado em diversas companhias aéreas brasileiras, principalmente NHT.
 
Além de fornecer os equiapmentos as unidades policiais no futuro poderá equipar diversas forças policiais regionais ( P-68C foi mostrado para a Polícia Ambiental de São Paulo), com apoio financeiro do Ministério da Justiça. 
 
Existe a possibilidade de que a fábrica checa de subsidiar a sua oferta, a fim de ser inserido nas futuras licitaçãoes militares na categoria de 19 lugares.

Por enquanto, a Força Nacional tem um Embraer ERJ-145, um Embraer Neiva 720 "Minuano" (Piper Cherokee Six nacionalizada), e um AS 350B2 Helibrás "Esquilo".
 
Vulcanair, através de seus parceiros locais e regionais,e a Lincoln Aviation, estarão presentes, pela primeira vez na edição 2011 da LAAD.
 
fonte/Defensa.Com 

ACIDENTE COM AVIÃO GULFSTREAM LEVANTA DÚVIDAS SOBRE JATO DE LUXO


 As ações da General Dynamics (GD), fabricante dos aviões de luxo Gulfstream, registraram forte queda nesta semana na Bolsa de Nova York depois do acidente com um dos seus jatos no último sábado. Quatro funcionários da companhia morreram em um teste com o novo modelo executivo Gulfstream G650.

A empresa não confirma a quantidade de jatos Gulfstream encomendados no Brasil, mas, no mercado, estima-se que pelo menos dez pedidos do modelo G650 foram feitos no País. Os modelos anteriores da Gulfstream são itens de luxo que já chegaram no Brasil.

O empresário Eike Batista e o cantor Roberto Carlos, por exemplo, são donos aviões da Gulfstream. Sem escala até a Europa A entrega do novo jato G650 está prevista para 2012. A aeronave custa US$ 58,5 milhões (R$ 94 milhões) e, hoje, é a mais cara no mundo, segundo os sites especializados nos EUA. Maior e mais potente que as versões anteriores, o G650 pode transportar até seis passageiros e quatro tripulantes.

O Gulfstream poderá percorrer sem escalas cerca de 13 mil quilômetros, o que fará dele o único jato que fará voos diretos da América para a Europa. Após o acidente, o presidente da GD, Jay Johnson, afirmou que vai conduzir testes rigorosos antes de obter a certificação do modelo G650.

Segundo os sites americanos, o acidente com o Gulfstream G650 levanta dúvidas sobre a divisão de jatos executivos da GD. Na segunda-feira, as ações da empresa caíram 5% na Bolsa de Nova York. Nesta quarta-feira, os papéis são negociados em leve alta, de 0,38%, cotados a US$ 74,41. 

No último sábado, um jato Gulfstream G650 sofreu um acidente na decolagem durante um teste de perfomance realizado em Roswell. Dois pilotos e dois engenheiros de teste morreram. “Estamos colaborando 100% com a investigação”, afirmou o presidente da Gulfstream Aerospace, Joe lombardo, segundo as agências de notícias internacionais. 

A Gulfstream Aerospace Corporation fabrica jatos desde 1958 e já produziu 1,9 mil aeronaves para clientes de diversos países, segundo informações contidas no site da companhia. A empresa possui os modelos G150, G200, G350, G450, G500 e G550.

 

fonte/IG

WEBJET REVISARÁ TR~ES AERONAVES POR RECOMENDAÇÃO DA BOEING


A Webjet atenderá a recomendação da Boeing e fará a revisão de três aeronaves de sua frota. Ao todo, a companhia possui 24 modelos Boeing 737-300, o mesmo que apresentou um defeito durante um voo da Southwest Airlines na última sexta-feira. A maioria das aeronaves não precisará ser revisada, pois não está na série que foi convocada para nova inspeção pela Boeing.
 
O procedimento é muito semelhante a um “recall” de veículos. A fabricante de aeronaves divulga o modelo e o número de série das aeronaves que terão que ser inspecionadas. Por isso, apenas três aeronaves da Webjet foi enquadrada pela Boeing no “recall”.
 
A companhia informou que as aeronaves já fazem inspeções regularmente, mas que farão uma nova revisão assim que a Boeing emitir as orientações para a realização do procedimento. Até lá, as aeronaves continuam em operação. Durante voo da Southwest Airlines um buraco na fuselagem do aeronave forçou a companhia aérea a realizar um pouso de emergência nos Estados Unidos. 
 
Os passageiros ouviram um barulho e puderam ver o buraco no meio da cabine, de acordo com informações da Reuters. Após o incidente, a Boeing recomendou a revisão de algumas unidades do mesmo modelo. O Boeing 737-300 começou a ser operado em 1984. 
 
fonte/IG
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SECRETARIA DE AVIAÇÃO CIVIL SERÁ DIRIGIDA POR WAGNER BITTENCOURT

A presidenta Dilma Rousseff decidiu nomear Wagner Bittencourt de Oliveira para dirigir a Secretaria de Aviação Civil, vinculada à Presidência da República. Bittencourt ocupa desde 2006 o cargo de diretor de Infraestutura, Insumos Básicos e Estruturação de Projetos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
 
Engenheiro, o novo ministro está no BNDES desde 1975, onde ocupou diversos cargos. As informações são da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.
 
O governo criou a Secretaria de Aviação Civil para tentar solucionar os problemas do setor, que deixará de ser responsabilidade do Ministério da Defesa. A secretaria foi criada por meio de medida provisória publicada em edição extra do Diário Oficial da União na última sexta-feira (18). 
 
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) vão integrar o novo órgão. Ele terá atribuições como a elaboração de estudos e projeções relativos aos assuntos de aviação civil, de infraestrutura aeroportuária e aeronáutica civil. A secretaria também será responsável pela elaboração e aprovação dos planos de concessão para a iniciativa privada explorar os aeroportos. Ao Ministério da Defesa competirá o controle do espaço aéreo brasileiro.
 
fonte/Agbrasil
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PASSAGEIRO DA DELTA DORME NA PRAIA PARA EMBARCAR EM CUMBICA


Passageiros da companhia aérea norte-americana Delta esperaram 18 horas para viajar de São Paulo para Atlanta. Parte deles ainda viajou 100 km de táxi até Bertioga, no litoral, para passar menos de sete horas em um hotel. 

O problema começou na terça à noite. O voo 104, que partiria às 20h50 do aeroporto de Cumbica, teve um problema mecânico e não decolou. 

A Delta não informou qual a causa da falha. Passageiros relataram à Folha que a tripulação disse que era um problema no radar do avião, um Boeing 767-400. 

"Parece que é o mesmo problema do voo da Delta do Rio para Atlanta nesta semana", disse Ernesto Gregório, secretário de Esporte e Recreação de Paulínia. 

Ele falava do voo de domingo. O avião sobrevoava a região amazônica quando teve que voltar ao Galeão por problemas no radar. Na terça, o avião teve problemas de novo antes pousar. 

A VIAGEM
Os passageiros ficaram mais de duas horas dentro do avião, em Cumbica. "Seguraram a gente até saírem todos os voos daqui para os EUA. A gente não teve nem a chance de tentar embarcar em algum voo de outra companhia", disse Marco Cozzi, empresário e piloto de Stock Car. 

Fora do avião, os 180 passageiros receberam lanches e enfrentaram uma fila para pegar os tíquetes que davam direito ao táxi que os levaria para o hotel ou para casa. 

Quem mora em São Paulo e cidades próximas optou por voltar para casa. Os demais, principalmente estrangeiros, encararam a estrada. 

Funcionários da empresa relataram aos passageiros que os hotéis em SP, Guarulhos e cidades próximas estavam lotados. A única opção foi Bertioga. 

Uma brasileira que mora em Boston (EUA) preferiu ficar dormindo no aeroporto mesmo. Ela --que não quis se identificar-- disse que não valia a pena o risco de enfrentar a estrada à noite para ficar poucas horas no hotel. 

fonte/UOL
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