quarta-feira, 5 de junho de 2013

PILOTO DE MONOMOTOR FAZ POUSO FORÇADO EM MARÍLIA APÓS PANE ELÉTRICA

 

 

Comandante usou celular para comunicar a torre de controle.
Aeronave sobrevoou a cidade por 3 horas para consumir combustível.

Do G1 Bauru e Marília

Trem de pouso não funcionou na tarde desta quarta-feira (5) (Foto: Imagens cedidas / TV Marília )Trem de pouso não funcionou na tarde desta quarta-feira (5) (Foto: Imagens cedidas / TV Marília )
 
Uma pane elétrica em um monomotor obrigou o piloto a realizar um pouso forçado na tarde desta quarta-feira (5), no aeroporto de Marília (SP). Durante três horas, a aeronave sobrevoou a cidade para gastar parte do combustível e evitar um incêndio. O avião havia decolado de Assis para um voo panorâmico. 

As rodas que auxiliam o pouso não estavam na posição correta por causa do problema elétrico. Sem elas, o piloto teve que pousar tocando o monomotor de forma brusca direto na pista do aeroporto. Em seguida, os dois ocupantes saíram rapidamente para que o Corpo de Bombeiros usasse extintores para evitar um possível incêndio. Uma equipe de paramédicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) também prestou auxílio no local.

Com 30 anos de experiência, o piloto Elton Luiz Maldaner disse que nunca tinha passado por uma situação parecida. "Como nós decolamos de Assis com o tanque cheio, tivemos que gastar um pouco desse combustível para evitar um incêndio. Quando é feita a atualização da aeronave a gente passa por esse tipo de experiência teórica. E hoje passei na prática. É bastante tenso. Fiz a alternativa para pousar em Marília porque tem Corpo de Bombeiros e todos os procedimentos de segurança”.

Os estragos no monomotor foram mínimos. A pista do aeroporto ficou interditada por uma hora até que os mecânicos vistoriassem a aeronave. Segundo o comandante, a pane elétrica atingiu também a comunicação via rádio entre a aeronave e a torre de controle.

“Como perdemos o sistema elétrico da aeronave por completo, a comunicação foi feita via celular. Perto do que poderia ter acontecido, o dano material foi pequeno”, informa Maldaner. Ninguém ficou ferido e nenhum voo precisou ser desviado por causa da interdição da pista.
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Piloto e passageiro deixam aeronave após pouso forçado (Foto: Imagens cedidas / TV Marília)Piloto e passageiro deixam aeronave após pouso forçado (Foto: Imagens cedidas / TV Marília)
Aeronave foi empurrada por funcionários para ser avaliada (Foto: Reprodução TV TEM)Aeronave foi empurrada por funcionários para ser avaliada (Foto: Reprodução TV TEM)
 
fonte/foto/G1/TV TEM

BRASIL ESTÁ MAIS PERTO DE COMPRAR CAÇAS DA BOEING APÓS VISITA DE BIDEN

F-18 to Yuma
F-18 to Yuma (Photo credit: United States Marine Corps Official Page)

O Brasil está mais perto de escolher os caças F-18 da Boeing BA.N em um dos contratos de defesa mais cobiçados no mundo em desenvolvimento após o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, tratar as principais dúvidas do governo brasileiro durante uma visita a Brasília, disseram autoridades à Reuters.

Biden se reuniu com a presidente Dilma Rousseff na sexta-feira passada (31) e assegurou-lhe que o Congresso dos EUA deverá respeitar a promessa da Boeing de transferir tecnologia para o Brasil como parte do negócio, disseram três autoridades que estavam presentes, sob condição de anonimato.

O acordo envolverá 36 caças avaliados em US$ 4 bilhões, com prováveis encomendas subsequentes que deverão aumentar o valor do contrato de forma significativa ao longo do tempo. O acordo é crítico no momento em que os EUA e muitos países da Europa estão apertando os orçamentos militares. Os outros finalistas na competição são a francesa Dassault  e a sueca Saab.

Dilma ainda não tomou a decisão final, e o momento para realizar o anúncio ainda não está claro, frisaram as fontes. Mas elas também disseram que os comentários de Dilma para Biden e outros recentes acontecimentos sobre o tema sugerem uma preferência pela Boeing, com uma possível decisão antes da visita da presidente brasileira à Casa Branca para se encontrar com o presidente norte-americano, Barack Obama, em outubro.

"Se for a Boeing, Biden vai merecer muito do crédito", disse um alto funcionário do governo brasileiro.
A principal preocupação de Dilma com a oferta da Boeing foi o fato de que o Congresso dos EUA poderia bloquear a transferência de tecnologia por questões de segurança nacional.

O Brasil tem relações amistosas com os EUA, mas irritou alguns legisladores norte-americanos nos últimos anos por suas interações com Irã, Venezuela e outros países que antagonizam com Washington.

Dilma disse que a transferência de tecnologia é ainda mais importante do que os caças em si, porque o negócio deve impulsionar a própria indústria brasileira de defesa, incluindo a fabricante de aviões Embraer.
Biden não fez promessas absolutas sobre o que o Congresso norte-americano faria. Mas ele citou suas mais de três décadas de experiência no Senado para tratar das preocupações da presidente, ponto por ponto, disseram as fontes.

Segundo o relato das fontes, Biden explicou que os senadores democratas nunca se colocaram contra Obama em vendas estratégicas na área de defesa, enquanto a maioria dos republicanos segue a liderança do senador do Arizona, John McCain, que manifestou apoio ao negócio com o Brasil.

Biden teria dito ainda que os cortes no orçamento de defesa dos EUA podem reduzir a oposição no Congresso a um acordo que ajudaria uma empresa dos EUA. Ele também citou exemplos que mostram que o Congresso norte-americano bloqueou vendas no segmento de defesa em regiões estrategicamente difíceis no mundo, como no Oriente Médio, mas não em áreas pacíficas e democráticas, como a América do Sul.

Antes que a conversa fosse para outros assuntos, Dilma teria agradecido a Biden pelos argumentos "fortes" à favor da Boeing, disseram duas das fontes.
Perguntado sobre a conversa, um representante da Casa Branca disse que não iria fazer comentários sobre encontros privados, "mas em geral os EUA apoiam fortemente a oferta da Boeing".

O Brasil começou a considerar a substituição de seus caças Mirage na década dos anos 1990, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou publicamente em 2009 que iria escolher a Dassault. No entanto, por uma série de razões, desde restrições orçamentárias a ciclos eleitorais, a compra de caças pelo governo brasileiro ainda não foi fechada.

fonte/Reuters/UOL
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