segunda-feira, 4 de agosto de 2014

GARIMPO CURUMIM


APLICATIVO "AIR NAVIGATION PRO" - AGORA TOTALMENTE EM PORTUGUÊS

Air Navigation em voo

O primeiro contacto que tivemos com o este aplicativo foi na Aero2013, em Friedrichshafen, na Alemanha, por recomendação de vários pilotos de aviação geral com quem falámos. Na altura a aplicação ainda estava em inglês. Depois de a termos testado percebemos que a recomendação fazia todo o sentido, pois é das mais completas que conhecíamos, numa altura em que as grandes marcas da indústria ainda preparavam as suas versões.

Este ‘ Air Navigation Pro’ permite utilizar um tablet ou um smartphone com GPS para melhorar a orientação dos voos e  os seus mapas são de um realismo notável, a leitura muito fácil ,e a facilidade de inserção de wayspoints ou alteração de rotas é muito intuitiva.


Esta App aparece agora em português e traz outra novidade que é aproveitar o poder dos dispositivos para fazer a exibição de mapas móveis onde a nossa localização no terreno é imediata.
O ‘Air Navigation Pro’ torna fácil planear rotas num mapa, conhecer o perfil do terreno (variações de altitude) e pode armazenar um registo completo de voos na Internet. Além disso, o software não é só um mapa móvel, mas também, com base nas informações do GPS, simula instrumentos essenciais de voo (HSI, VOR, ADF, altímetro, etc.).

Um dos pontos fortes é o nível de detalhe em que a informação é apresentada para a América Latina: são actualizados todos os aeroportos, aeródromos e heliportos da região.

Tablets_1

A aplicação destaca as exatas cartas visuais (VFR) e as cartas de aproximação. O aplicativo fornece acesso a mapas gratuitos (ONC e/ou OpenStreet) e também permite a compra de pacotes de mapas para diferentes regiões e cartas melhoradas.


Exemplo de carta de aproximação Visual

Cartas-de-aproximacao-visual

Exemplo de carta de aproximação por instrumentos

Cartas-de-aproximacao-+-instrumentos-de-voo

Flight Traking


flight-tracking

Com o ‘Air Navigation’ é possível fazer a rota do voo em tempo real através de nosso serviço gratuito de ‘Live Flight Tracking’, que pode ser compartilhado com familiares e amigos a partir da conta do usuário.
O serviço também pode ser utilizado com fins de segurança aérea.

O ‘Air Navigation’ contém mais de 160.000 waypoints do todo o mundo, inclui aeroportos e heliportos, nacionais e internacionais, navaids (NDB, VOR, DME, TACAN), waypoints VFR e IFR e waypoints do usuário.

Na versão PRO oferece um banco de dados com os respectivos Espaços Aéreos de mais de 50 países (incluindo toda a América do Sul e Europa).


Sistemas operacionais e preços
A versão mais completa do aplicativo é o “Pro” para os sistemas iOS (o iPad é o seu ambiente natural, mas também funciona bem no iPhone), que custa U$S 49,99 /€ 29,79
(clique para ver na loja)
Para quem não precisa de todos os recursos do “Pro” pode optar pela versão Standard, que é mais acessível , U$S 10,99 /€8,17
(clique para ver online)
O aplicativo também está disponível para tablets e smartphones Android. Contudo, a versão é recém-desenvolvida e cada atualização está a melhorar capacidades.
Ainda não disponibiliza tudo o que pode ser encontrado no iOS, mas é uma ótima opção se tem um dispositivo com o sistema do Google.
Custa menos de U$S 17/ €12,65
(clique para ver online)
Versão Desktop

AIr Navigation versão Desktop

A versão Desktop é a mesma para a versão iOS, só que foi adaptada para OS 10.7 e versões superiores. Pode ser adquirida através do APP STORE.
Com esta versão é possível planear o voo em casa o no escritório, e imprimir os documentos necessários para levar a bordo.

Exemplos destes tipos de documentos são: a rota, a previsão do tempo, cálculo do peso e do balanceamento (weigth and balance), além dos NOTAM. É possível sincronizar as rotas com a versão para iPad e iPhone.

fonte/NewsAvia/foto/Divulgação

PASSAGEIRA EMBRIAGADA AGRIDE COMISSÁRIA DE BORDO COM A PRÓTESE DE UMA PERNA

thomson-airways

Os incidentes a bordo de aviões ou com aeronaves têm a relevância de criar pistas e fornecer indicações para que as companhias, quer as construtoras, quer as que exploram os aparelhos, tenham em conta novos procedimentos ou atitudes que evitem a repetição do inesperado ou que funcionem como desmotivadores de acções nefastas a bordo de um voo comercial.

Os anos passam, os incidentes acontecem com novas variantes e nem sempre há resposta para tudo, já que, de vez em quando aparece uma coisa diferente. E foi, na verdade o que aconteceu na passada quarta-feira, dia 30 de Julho, num avião britânico da companhia Thomson Airways.

A aeronave, fretada pelo operador turístico TUI, fazia um voo de Enfigha, na Tunísia, para Edimburgo, na Escócia, cheio de turistas, quando uma passageira começou a pedir com insistência que queria cigarros para fumar. Perante a atitude e a opinião de muitos passageiros de que a senhora estava alcoolizada, foi-lhe recomendada calma e que retornasse ao seu lugar. Pediu então um pára-quedas pois pretendia abrir a porta do avião e soltar-se… A confusão foi maior e os passageiros começaram a reclamar e a contestar a atitude da passageira supostamente embriagada. Uma moça que viajava a seu lado foi agredida por chamar-lhe à atenção. O pessoal de cabina acorreu para por cobro aos desacatos. Quando uma hospedeira (comissária de bordo) se afastou, a passageira arrancou uma perna (porque era uma prótese) e com ela agrediu a tripulante com violência nas costas…

Perante o insólito acontecimento o comandante resolveu aterrar de emergência no Aeroporto de Londres/Gatwich, onde deixou a agitada passageira entregue à Polícia Britânica, na esquadra do aeroporto. A senhora, de 48 anos de idade, desempregada, regressava de férias. Agora terá de responder em processo sumário nesta semana e, com certeza, que será responsável pelos prejuízos a bordo, pelas agressões de que foi autora e à sua conta ficarão certamente as despesas assumidas pela Thompson Airways, quando o comandante foi obrigado a divergir a rota para Londres.

A companhia aérea distribuiu um comunicado, em que relata com menos pormenores o inusitado acontecimento e reafirmou o seu compromisso com a segurança dos passageiros, sua primeira prioridade desde sempre. “A Thomson Airways opera com tolerância zero e muita atenta a quaisquer desacatos ou quebras de disciplina ou mau comportamento a bordo dos seus aviões. Incidentes deste tipo são muitos raros na nossa companhia”, reafirma a nota de imprensa da transportadora aérea britânica.

fonte/foto/NewsAvia

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E CAÇAPAVA TENTAM ALAVANCAR MERCADO AÉREO



Avião na reta final de pouso do aeroporto de São José dos Campos. Foto: Arquivo/OVALE Avião na reta final de pouso do aeroporto de São José dos Campos. Foto: Arquivo/OVALE
No aeroporto Professor Urbano Ernesto Stumpf o cenário é de incerteza; no Aerovale persiste o sonho


Pouco mais de 20 quilômetros separam dois cenários distintos do mercado de aviação regional. De um lado, o aeroporto de São José dos Campos fechou o balanço do primeiro semestre com queda na movimentação de aeronaves, passageiros e cargas aéreas. De outro, o projeto do Aerovale em Caçapava foi turbinado em R$ 30 milhões, totalizando investimentos de R$ 280 milhões na construção de um aeroporto comercial privado.

De acordo com estatísticas disponibilizadas pela Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), o aeroporto Professor Urbano Ernesto Stumpf, em São José, contabilizou entre janeiro e junho 454 aeronaves a menos, deixou de receber 51.448 passageiros e reduziu em 620 toneladas a quantidade de carga aérea transportadas.


Por meio de nota, a Infraero alega que “oscilações na movimentação de aeronaves e passageiros no aeroporto são geralmente decorrentes de variações sazonais e/ou outras circunstâncias na demanda junto às companhias aéreas”.


Em fase final de obras que consumiram R$ 16, 6 milhões por meio do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o aeroporto está na mira da SAC (Secretaria de Aviação Civil) e pode receber novos investimentos, desta vez dentro do Programa de Aviação Regional do governo federal. De acordo com a SAC, na RMVale, estudos técnicos sobre a infraestrutura dos aeroportos de São José e de Guaratinguetá já foram realizados e estão em fase de análise.

Caçapava. Nas contas do empresário Rogério Penido, as obras no complexo do Aerovale estão 80% prontas.

Segundo ele, as operações no local, que estavam previstas para maio, foram adiadas para o final do ano em função de modificações no projeto.


A pista, por exemplo, teve sua estrutura de pavimentação reforçada e terá capacidade para suportar grandes cargueiros, como o A-300 da Airbus e o futuro KC-390 da Embraer. “Começamos a pavimentação da pista. Tudo deve ficar pronto em dezembro. Aumentamos o terminal de passageiros, já compramos um caminhão de bombeiros. Inclusive faz parte desse investimento maior a operação do aeroporto por instrumentos. Também vai ter torre (de controle)”, afirmou Penido.


Penido também espera iniciar até o final do mês as operações com dois helicópteros modelo Esquilo.
Para o empresário, o futuro do Aerovale está ligado ao transporte de cargas leves “A carga leve vai ser muito próspera. A carga pesada não. A Infraero montou uma estrutura muito grande em São José e não dá conta. O Vale não tem volume para tráfego pesado. A gente acredita muito no movimento de cargas de alto valor agregado, como peças de informática, cargas

Aeroporto São José
Aeronaves
2014 - 7.497
2013 - 7.951

Passageiros
2014 - 44.618
2013 - 96.066

Cargas Aéreas
2014 - 534 toneladas
2013 - 1.154 toneladas

Situação atual
Concluída nova sala de embarque e desembarque de aproximadamente 1,2 mil m², um novo saguão de embarque e novos balcões de check-in

Investimento
R$ 16,68 milhões

Conclusão
A previsão inicial era em julho, mas foi adiada para agosto


Estímulos devem melhorar o setor
O secretário de Desenvolvimento Econômico de São José, Sebastião Cavali, está otimista quanto aos estímulos à aviação regional. "Com a aprovação do incentivo federal à aviação regional formalizado pela MP 652/14, os parâmetros de lucratividade da operação das companhias aéreas em aeroportos regionais como o de São José irão melhorar.”

Custo operacional precisa ser menor
Para o empresário e especialista em logística, Osmar Cordeiro, a Infraero deve ser mais competitiva para atrair voos ao aeroporto de São José. “Para crescer com a aviação regional, é preciso custo operacional mais baixo. Guarulhos e Viracopos têm uma estrutura consolidada. Estamos a 70 km de Guarulhos. Para atrair empresas, tem que ter viés financeiro.”

Operação assistida completa 20 dias
A operação assistida das novas instalações do aeroporto de São José foi iniciada no dia 10 de junho, com uma nova sala de embarque e desembarque, um novo saguão e novos balcões de check-in. “Essas novas áreas já estão proporcionando muito mais conforto aos passageiros e usuários e rapidez no atendimento”, informou a Infraero.

fonte/foto/OVale

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