domingo, 27 de fevereiro de 2011

INCIDENTE NO VOO 1570 DA GOL - DENÚNCIA OU ALERTA

INCIDENTE NO VOO 1570

Tripulação do voo 1570 da GOL, passa por um grande susto ao pousar em Teresina.

2 comentários:

CMS Gol disse...
Caros colegas, Por pouco no início desta madrugada (25/02) não acontece um acidente com o voo 1570 pousando em Teresina. Fiquei sabendo hoje pela tripulação que trouxe o avião até GRU, do ocorrido com o 700 de prefixo GOR, que pousou em Teresina por volta das 00:45. A tripulação que trouxe o voo passou por um susto tremendo quando, ainda em voo, próximo da pista começaram a ouvir um barulho muito forte (a principio pensavam ser de um dos motores). O barulho foi aumentando e como chovia na hora do pouso logo perceberam que estava entrando água na cabine de pax. Foi quando a chc acendeu a luz da estação e viram que a porta 1L ESTAVA ABRINDO. O CMS 1R prontamente segurou a alavanca da porta na tentativa de impedir que mesma continuasse a abrir e a escorregadeira fosse acionada. Mais uma vez por Deus e o 1R um acidente foi evitado. Mas até quando Deus irá nos livrar???
Comissária disse...
So lembrando que esse mesmo avião, ja vem ocorrendo diversos problemas com essa porta, existem muitos "Far" em abertos sobre isso, o mesmo aconteceu comigo em um pouso , precisamos ficar segurando a porta , dava ate pra escutar os motores. A resposta da Manutenção quase é sempre a mesma " que a porta foi verificada e nenhum problema foi encontrado, ou entao sera verificado no proximo pernoite ! " Enquanto iso a aeronave continua na rota ... qualquer hora , essa porta abre de vez e ninguem vai poder segura-la. SAFETY!!!! vamos prestar mais atenção. No nosso voo foi feito um relatorio de perigo, não deixe de fazer...

ATOS DE VANDALISMO AMEAÇAM A HISTÓRIA E ARQUITETURA DO RIO GRANDE DO NORTE

História, arquitetura e religiosidade fazem parte do relicário de saudade no cemitério público do Alecrim, onde a ação dos vândalos põe em risco a preservação dessa memória, o que também preocupa a Fundação Rampa, a qual defende a criação de um museu da aviação em Natal.

“A sociedade precisa se preocupar com isso, porque muitas famílias natalenses têm entes queridos enterrados aqui”, diz o presidente em exercício da instituição, Augusto Maranhão.

rodrigo senaAugusto Maranhão esteve na manhã desse sábado visitando os túmulos no cemitério do AlecrimAugusto Maranhão esteve na manhã desse sábado visitando os túmulos no cemitério do Alecrim.
 
Segundo Maranhão, o resgate histórico da aviação em Natal já sofreu uma perda por conta do  vandalismo no cemitério do Alecrim, a profanação dos túmulos de três tripulantes de um avião alemão, que fazia o transporte de malas postais no Brasil e caiu à margem esquerda do rio Potengi, em 11 de setembro de 1931.

Ao lado de outros membros da Fundação Rampa e do escritor e ex-piloto Peri Lamartine, 84 anos, Maranhão vistoriou os túmulos dos três aviadores alemães, que morreram naquele que é considerado pelos historiadores no segundo acidente aéreo com mortes em Natal. O primeiro vitimou Edgar Dantas, em 1929, na queda de uma aeronave durante uma instrução no Aeroclube.

Os vândalos arrancaram, para vender, as lápides de bronze dos três túmulos, que ficam próximo a uma quadra do  lado direito do cemitério. Maranhão diz que, em breve, um representante da Fundação Rampa vai até o Consulado da Alemanha em Recife (PE), pedir apoio para a restauração e colocação de novas lápides nos túmulos, “se não o conseguir, vamos tentar uma alternativa com a colocação de réplicas”.

O acidente com o avião Olinda é um dos temas do livro “História da Aviação no Rio Grande do Norte”, de autoria de Paulo Viveiros e publicado pela Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. A aeronave Olinda era de propriedade da Condor, que originou depois a Lufthansa.

Apenas o mecânico da aeronave Paul Heins sobreviveu ao acidente. Morreram Fraz Noether, rádio-telegrafista, Max Sauer, que era o principal piloto e o segundo piloto Rodolf Harwatt.
Enhanced by Zemanta

AUMENTO DE 400 METROS EM PISTA DE AEROPORTO CRIA POLÊMICA EM RIBEIRÃO PRETO, SÃO PAULO

O aeroporto Leite Lopes, de Ribeirão Preto (319 km a norte de São Paulo), quarto maior em movimento de passageiros no Estado, mergulhou a cidade numa polêmica que, tudo indica, não vai terminar tão cedo. Moradores estão divididos em relação à proposta de ampliação da pista de pouso e decolagens. Atualmente ela tem 2.100 metros. Estão querendo "esticá-la" para 2.500 metros.

A reforma, segundo os que a defendem, permitiria o tráfego de aviões cargueiros internacionais, o que permitiria voos um pouco mais altos à economia local. Ribeirão é a 10ª cidade mais rica do Estado e a 28ª no ranking econômico nacional, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Derivados de cana-de-açúcar e produtos médico-odontológicos são a maioria dos produtos embarcados na cidade.

Favoráveis à obra estão prefeitura, deputados, parte da Câmara, membros da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp) e governo do Estado, que aderiu recentemente à defesa da ampliação da pista.

No lado oposto estão associações de bairros localizados no entorno do aeroporto, outra parte da Câmara, ambientalistas e o Ministério Público (MP). Poluição sonora, riscos de acidentes e possível favorecimento de grupos econômicos, em detrimento do interesse público, são alguns dos argumentos usados pelos contrários à reforma.

O grupo dos contrários defende a manutenção do Leite Lopes nas dimensões atuais e a construção de outro aeroporto, maior, fora do perímetro urbano. A prefeita de Ribeirão, Dárcy Vera (DEM), diz que construir mais um aeroporto levaria “pelo menos dez anos” e que a cidade não pode esperar tanto tempo.

Mas o principal obstáculo para a obra de ampliação decolar é um acordo de 2008 entre o Ministério Público e o Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo). O acordo proíbe o Daesp, órgão que administra o Leite Lopes, de aumentar a extensão da pista, o que inviabilizaria economicamente o transporte de cargas. Com uma pista mais extensa, os aviões teriam capacidade de transportar mais mercadorias sem riscos de acidentes durante os pousos e decolagens.

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) declarou que vai à Justiça “o mais rápido possível” propor uma revisão do acordo entre Daesp e MP e reformar a pista. O promotor de Meio Ambiente Marcelo Pedroso Goulart avisa que o MP não tem interesse em rediscutir o acordo. “O fato de o aeroporto estar no perímetro urbano traz insegurança. Há elementos que justificariam sua interdição, mas o MP optou por deixá-lo funcionando, uma atitude moderada”, diz.
O que diz a lei

Professores de direito consultados pela reportagem do UOL Notícias afirmam que é possível juridicamente modificar o que foi pactuado entre MP e Daesp em 2008. “Cabe uma ação judicial para rediscutir e repensar os limites desse acordo. Os argumentos que o embasaram na época podem não ter a mesma força hoje do ponto de vista do interesse público, que deve sempre preponderar”, afirmou o professor de direito administrativo da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Franca José Carlos de Oliveira, 55.

Benedito Cerezzo Pereira Filho, 46, professor de direito processual civil do câmpus da USP em Ribeirão Preto, diz que o acordo pode ser questionado, em tese, por uma ação anulatória. “O acordo entre o MP e o Daesp não pode impedir o desenvolvimento da cidade”, disse.

O aeroporto de Ribeirão Preto recebeu 677,7 mil passageiros em 2010, contra 473,2 mil em 2009, um aumento de 43,2%. Seis empresas aéreas realizam 70 voos diários. No ranking de movimentação de passageiros, o Leite Lopes fica atrás somente dos aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Campinas. Mas, entre os 30 aeroportos administrados pelo Daesp, é o primeiro.

fonte/UOL 
Enhanced by Zemanta

AVIÃO DA FAB CAIU APÓS COMBATER TRAFICANTES NA AMAZÔNIA


Informes extraoficiais dão conta que a aeronave participava de uma operação de combate a narcotraficantes na fronteira com o Peru e a Colômbia, nas imediações do Acre. O avião de caça da Força Aérea Brasileira (FAB), um turboélice A29 Super Tucano , um dos mais poderosos modelos de aeronaves de guerra da esquadrilha de helicópteros de combate e aviões de caça estacionada na Base Aérea de Porto Velho, caiu no final da tarde desta sexta-feira a 300 metros do aeroporto civil desta Capital. As causas do acidente ainda não foram explicadas. A imprensa foi proibida de se aproximar do caça e duas avenidas de acesso ao aeroporto e imediações foram interditadas. 

O Comando da Aeronáutica em Brasília publicou nota limitando-se a informar que o aparelho apresentou “problemas” e forçou o piloto, o 1º Tenente-Aviador Marcelino Aparecido Feitosa, a abandonar o equipamento em vôo, ejetando-se. Ele não sofreu ferimentos, mas foi hospitalizado para observação. Como ele caiu sobre uma árvore, seu corpo não foi de imediato localizado (só a Torre de Controle do aeroporto sabia, avisada pelo miltar por seu rádio portátil.)

O secretário da Segurança Pública de Rondônia, Marcelo Bessa, esteve pessoalmente comandando os serviços de busca ao piloto ao lado de oficiais do Corpo de Bombeiros e da Aeronáutica. 

NoticiaRo.com, por sua vez, soube que o avião vinha de Cruzeiro do Sul, no Acre, e isso causa a suposição, ainda não confirmada ofcialmente (e é mais provável que a FAB, como de costume, negue) que o avião estivesse retornando de uma missão de combate a narcotraficantes e possa ter sido avariado ao enfrentar algum avião estrangeiro também armado. 

A avaria talvez tenha fragilizado o avião ao chegar a Porto Velho sob forte chuva. A FAB, que jamais confirmou os combates que ocorrem na fronteira noroeste do Brasil contra aviões do narcotráfico procedentes do Peru, da Colômbia e da Bolívia, não permitiria que os repórteres vissem marcas de balas no avião. Cruzeiro do Sul, de onde vinha o A29 Super Tucano, está localizada no Vale do Juruá – rota internacional do narcotráfico.

O que fazia um caça da FAB na região onde tráfico de drogas evoluiu ao ponto de dificultar as ações policiais? Em Cruzeiro do Sul, fronteira com o Peru, distante cerca de 780 quilômetros de Rio Branco, capital do Acre, a policia vem tendo dificuldade para desmantelar a rede de narcotráfico internacional – dizem fontes dessa cidade.

Um morador disse que “as operações são lentas e demoradas, mas quando as quadrilhas são localizadas descobre-se que o poder e a influência dos traficantes vão além da força policial e judiciária.” Localizada na regional do Juruá, Cruzeiro do Sul limita-se ao norte com o Estado do Amazonas; ao sul com o município de Porto Walter; ao leste com o município de Tarauacá e à oeste com os municípios de Mâncio Lima, Rodrigues Alves e com a República do Peru. 

A primeira providência da Infraero foi bloquear o acesso da imprensa, que não podia se deslocar a nenhum lugar a partir da Avenida Lauro Sodré ou mesmo pela Jorge Teixeira. Essas duas vias foram interditadas completamente e o aeroporto fechado até às 18h45. 

fonte/PortalAmazonia
Enhanced by Zemanta

VIDEO - ÚLTIMO POUSO NO AEROCLUBE DE JOÃO PESSOA ANTES DA INTERDIÇÃO DA PISTA

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...