sexta-feira, 29 de abril de 2016

AERONÁUTICA DESLIGA RADARES METEOROLÓGICOS (REDEMET) POR FALTA DE RECURSO

REDEMET, Rede de Meteorologia da Aeronáutica, deixou de operar na manhã de hoje (28) onze radares meteorológicos espalhados por todo território brasileiro. Os radares, estimados em 4 milhões de reais cada, faziam parte do serviço oferecido pela Aeronáutica aos operadores aéreos militares e comerciais como forma de transmitir em tempo real as condições climáticas garantindo assim um maior nível de serviço e segurança aos viajantes brasileiros e internacionais.

Em contato com a assessoria da Aeronáutica fomos informados que os seguintes radares foram desativados por tempo indeterminado:
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O motivo foi confirmado como sendo necessário em decorrência das restrições orçamentárias enfrentadas pela Aeronáutica com a falta de repasse do Governo Federal. O fato ocorre dias após o rebaixamento do espaço aéreo pela IFALPA (International Federation of Air Line Pilot’s Association), órgão internacional responsável pela classificação dos espaços aéreos pelo mundo.

O rebaixamento ocorreu devido ao alto número de incidentes envolvendo aeronaves e balões ilegais. Após este rebaixamento o Brasil passou a ser classificado como Black Star (Criticamente Deficiente), tal rebaixamento tem efeitos muito sérios, não apenas em relação à segurança, mas também financeiros para as companhias aéreas.

Com a desativação dos radares fica claro o descaso do poder público com a situação crítica do espaço aéreo brasileiro, aumentando de forma significativa o risco de acidentes.

fonte/PortalSistemaMPA

DELTA ENCOMENDA 75 AVIÕES DA BOMBARDIER E DESISTE DOS E190 DA EMBRAER


A Delta Air Lines encomendou na quinta-feira 75 aviões CSeries CS100 da Bombardier no valor de 5,6 bilhões de dólares, dando fôlego ao novo programa de aeronaves da canadense, que está anos atrasado e bilhões de dólares acima do orçamento.
 
A esperada encomenda marca um ponto de virada para a Bombardier, conforme a empresa realiza grandes esforços para entrar nas frotas das principais aéreas globais e atender o mercado de nicho para aviões de 100 assentos que as rivais maiores Boeing e Airbus negligenciaram.

Com a encomenda da CSeries, a Delta disse que não vai introduzir o E190 da brasileira Embraer à frota como planejado. A Delta tinha dito que adicionaria até 20 aviões E190 da Embraer e 20 novos jatos 737-900ER, da Boeing, à frota.

A Bombardier disse separadamente nesta quinta-feira que o acordo inclui uma opção para que a Delta compre 50 aeronaves CS100 adicionais.

Para a Delta, o acordo permite a retirada da frota de jatos de 50 assentos usados por aéreas regionais contratadas para realizar voos sob sua marca Delta Connection.

fonte/Reuters

HELICÓPTERO FAZ POUSO FORÇADO EM CAMPOS (28.04)



Um helicóptero com onze tripulantes fez um pouso forçado no final da manhã de quinta-feira (28/04), numa fazenda, próximo à Usina Santo Antônio, em Campos.
Os funcionários saíram de Macaé, indo para uma plataforma da Bacia de Campos, quando ainda no mar, um dos motores teria falhado. O piloto tentou pousar no Heliporto de Farol, como não houve condições de pouso no momento, ele passou a procurar uma área não habitada para fazer o pouso. Familiares dos passageiros, que estiveram no local disseram que quando estavam há mais ou menos quatro metros de altitude o segundo motor também parou.

Na aeronave havia dois pilotos e nove passageiros, ninguém se feriu. Após se acalmarem e ligarem para familiares, todos foram almoçar numa churrascaria enquanto aguardam as ordens da empresa.
















O helicóptero pertence a empresa Atlas Táxi Aéreo, que presta serviço de voos fretados para a americana Patagon Offshoere, que atua na plataforma MSS2. Segundo o diretor comercial, Nigel Massiah, que foi para o local imediatamente após o ocorrido, técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) foram acionados e foram ao local.
A mãe de um jovem que ia embarcar pela última vez, contou que se ajoelhou e agradeceu muito quando soube que o filho havia sobrevivido ao acidente. “Era o último embarque do meu filho, porque a empresa que ele trabalha vai acabar, a Noble do Brasil”, contou Márcia Regina de Matos.
Geraldo Viana Dias, pai de outro passageiro, contou que o filho estava calmo quando ele chegou ao local e que contou os detalhes do pouso. Ele ressaltou a perícia do piloto, que conseguiu conduzir o helicóptero apesar das dificuldades, salvando todos os passageiros.
A equipe de reportagem do Site Ururau tentou contato, por telefone, com a empresa Noble do Brasil, mas não obteve êxito. 

fonte/foto/UrurauJornalOnLine





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