terça-feira, 12 de abril de 2011

AVIÃO DA QANTAS FAZ POUSO DE EMERGÊNGIA EM SIDNEY


Um Boeing 737 da Qantas, realizando o voo QF50,  solicitou um pouso  de emergência no aeroporto de Sydney, depois que a tripulação observou perda de combustível e problemas num dos motores.

A companhia aérea Qantas anunciou através da rede social Twitter que o seu aparelho, que partira de Auckland, na Nova Zelândia, pousou em segurança.

Segundo a edição electrónica do jornal «The Australian», a bordo da aeronave seguiam 130 passageiros.

O «Courier Mail» salientou que na pista estavam bombeiros e ambulâncias, preparados para qualquer eventualidade.

Ambos os jornais salientam que o avião teve de aterrar por apresentar uma fuga de combustível e problemas num motor. 

fonte/TheAustralian/TVI24.pt
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VÍDEO - AERONAVE ESPACIAL DA VIRGIN - VOO DE INAUGURAÇÃO DE ROTA NOS EUA

AIR FRANCE JÁ TERIA LOCALIZADO CAIXAS-PRETAS DO VOO 447, DIZ PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO DAS FAMÍLIAS E VÍTIMAS

As caixas-pretas do voo 447 da Air France, que fazia o trajeto Rio-Paris e desapareceu dos radares em 31 de maio de 2009 com 228 pessoas a bordo, já teriam sido localizadas pela companhia, segundo informou o presidente da Associação das Famílias e Vítimas do Voo 447 da Air France, Nelson Faria Marinho ao UOL Notícias.

Marinho participou de uma reunião com diretores da Air France, autoridades do governo francês e outros familiares dos passageiros – pessoas de 32 nacionalidades estavam a bordo do avião –, em Paris, e disse que as caixas-pretas estariam na cauda da aeronave, já localizada pela equipe de buscas.

Assim que as caixas-pretas forem retiradas, começa uma nova batalha entre familiares, a Air France e o governo francês: o local onde as caixas-pretas serão analisadas. Nelson defende que elas sejam levadas para os Estados Unidos, por ser um território neutro, mas enfrenta forte resistência do governo francês e da própria companhia estatal.

O presidente da Associação das Famílias e Vítimas do Voo 447 solicitou por meio da Secretaria Nacional de Articulação Social uma audiência com a presidente Dilma Rousseff para pedir que o Brasil se pronuncie oficialmente sobre o assunto.

“O governo brasileiro está nos apoiando, mas ainda não fez nenhuma declaração oficial sobre isso [a análise das caixas-pretas], o que é usado como justificativa pelo governo francês para levar as caixas-pretas para a França”, disse Nelson.

No último dia 3, corpos de passageiros que estavam no avião foram encontrados dentro de fuselagem achada no oceano Atlântico. Segundo Marinho, a operação para retirar os corpos e os destroços encontrados no mar deve começar em até três semanas e se estenderá até junho.

Marinho, que perdeu o filho Nelson no acidente, reclama que o governo francês “está fechado” e limitando a participação dos familiares e as informações divulgadas. “Foi negado ver até as fotos dos corpos resgatados”, diz ele.

“O governo francês negou a presença de um observador da associação para acompanhar as buscas e o resgate dos destroços, justificando que a justiça francesa não permite isso, e também negou um pedido do governo brasileiro para que um diplomata do país na França me acompanhasse na reunião”, disse Nelson.

Segundo ele, há uma forte resistência do BEA [sigla em francês do Escritório de Investigações e Análises sobre Aviação Civil] para liberar a participação de um “observador” nos resgates dos corpos e dos destroços do avião.

“Esperava uma consideração maior, afinal, Brasil e França são países amigos e de boas relações”, disse.

fonte/UOL

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EMBRAER CONFIRMA COMPRA DE JATOS PARA EVITAR FIM DE FÁBRICA NA CHINA

O presidente da Embraer, Frederico Curado, confirmou nesta terça-feira (12) o acordo para a permanência da fábrica da Embraer em Harbin, para que sejam produzidos jatos executivos Legacy.


Ele também disse que a China encomendou 35 jatos comerciais Embraer 190, que tem cem assentos e custa US$ 43 milhões.

'A adaptação da fábrica em Harbin para a produção do Legacy deve demorar até 24 meses, existe demanda na China por cerca de 600 jatos executivos nos próximos 10 anos', disse.

Sobre a produção de jatos Legacy no país, Curado disse não haver encomendas já feitas.

- Vamos entrar para explorar o mercado. É uma visão de investimento de risco. Não tem nenhuma garantia governamental do Brasil ou da China.

Ponto polêmico
O risco de fechamento da fábrica era um dos pontos mais polêmicos da relação entre os dois países. Um possível acordo para evitar essa situação já havia sido anunciado na segunda-feira, porém sem confirmação da empresa.

A Embraer é parceira da estatal Aviation Industries of China (Avic) desde 2002 e produzirá, neste mês de abril, a última unidade do modelo para o qual tem licença de fabricação, o ERJ-145, uma aeronave comercial de 50 lugares cuja demanda na China e no mundo despencou nos últimos anos.

Sem licença para fabricar outro modelo, mais competitivo, a fábrica corria o risco de ficar ociosa e fechar as portas em breve.

O embaixador brasileiro em Pequim, Clodoaldo Hugueney, disse que havia sido fechado um acordo com o governo chinês que permite a produção pela fábrica da Embraer na China do Legacy.

A informação ainda não foi confirmada pelo governo chinês.

O ministro das Minas e Energia Edison Lobão, que participou das discussões sobre a Embraer, disse que há novas encomendas chinesas. -

A China está realizando uma encomenda de 35 aviões da Embraer e isso pode avançar ainda mais, disse o ministro.

Adaptação Segundo a Embraer, seria relativamente fácil para a empresa adaptar a linha de produção chinesa, atualmente preparada para produzir o ERJ-145, para a fabrição do jato executivo Legacy 600-650 (os dois modelos que devem ter demanda na China).

Isso porque a fabricação do Legacy usaria a mesma plataforma do RJ-145, sendo necessários poucos ajustes como nas ferramentas usadas.

Segundo a empresas, o ERJ-145 é vendido por US$ 22 milhões. O jato executivo Legacy, bem menor, com 13 assentos, fica entre US$ 28 milhões (o 600) e US$ 31 milhões (o 650), por conta principalmente do melhor acabamento.

O jato comercial ERJ-145, o atualmente fabricado pela Embraer na China, começou a ser produzido na metade da década de noventa e sua demanda foi afetada, entre outras coisas, por custos fixos mais elevados, como o aumento do preço dos combustíveis.

O mercado passou a preferir jatos comerciais com mais assentos, o que dilui custos.

O problema era que o governo chinês não aprovava o pedido de licença feito pela empresa em 2008 para a fabricação na China do Embraer 190. A interpretação no mercado de aviação era a de que a China queria desenvolver o seu próprio jato comercial de 100 lugares e quer evitar a concorrência da Embraer.

O Legacy, que contaria com a licença de fabricação caso o acordo seja mesmo oficializado, é um jato executivo e não comercial, operando portanto em um mercado diferente.

fonte/BBC/R7
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FABRICA ALEMÃ DE TANQUES BLINDADOS DEVE INVESTIR EM SANTA MARIA, RIO GRANDE DO SUL


Após vender 250 blindados para o exército brasileiro, a alemã Krauss-Maffei Wegmann (KMW) planeja a instalação de uma fábrica em Santa Maria. O anúncio oficial está marcado para esta terça-feira, no Rio de Janeiro, quando a empresa deve apresentar o que produzirá no Rio Grande do Sul.

A KMW disse ter planos de seguir por pelo menos 20 anos em Santa Maria, mas não comentou o valor do investimento. Como o contrato fechado com o governo em 2009 também previa a manutenção dos carros, a KMW está aproveitando para iniciar os investimentos na América Latina – Santa Maria foi escolhida por concentrar um grande volume de veículos de combate.

Essa não é a primeira tentativa de instalação de uma fábrica de blindados no Estado. Em 2007, a estatal russa Rosoboronexport planejava criar em Santa Rosa uma montadora de veículos, mas a contrapartida exigida do governo incluía a compra de 32 veículos por R$ 200 mil cada. O custo elevado teria impedido o negócio.

fonte/ZeroHora
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AIRBUS A380 DA AIR FRANCE COLIDE COM JATO DA BOMBARDIER


Um Airbus A380 da Air France colidiu, nesta segunda-feira (11), com uma aeronave menor de uma companhia aérea regional operada pela Delta Air Lines, quando realizava a manobra de decolagem no aeroporto internacional John F. Kennedy, em Nova York.

O acidente não deixou feridos, e aconteceu quando o A380, com destino a Paris e capacidade para transportar mais de 500 passageiros, chocou sua asa esquerda contra a cauda de outro avião quando estava a ponto de realizar a manobra de decolagem.

As autoridades federais da aviação americana investigam o incidente, que envolveu um avião da Comair, uma empresa aérea regional que opera voos da Delta Air Lines. A aeronave procedia de Boston (Massachusetts) e no momento do acidente se dirigia a um portão de desembarque.

fonte/G1
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MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...