terça-feira, 15 de setembro de 2009

AERONAVE CAI EM PORTUGAL, TRÊS MORTES

A queda de um pequeno avião nesta terça-feira (15) à noite perto da aldeia de Sete, no Concelho de Castro Verde, Distrito de Beja, em Portugal, causou a morte dos três tripulantes, disseram à agência Lusa fontes da GNR (Guarda Nacional Republicana) e dos bombeiros.

No mapa de Portugal, a localização da vila de Castro Verde

A aeronave ligeira, que pertencia à Academia Aeronáutica de Évora, caiu às 22h27 no local de Pego da Volta, perto da Aldeia de Sete, precisou à Lusa o segundo comandante do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja, Carlos Pica.

Segundo o comandante, as buscas no local já terminaram, após terem sido encontrados três cadáveres, que as autoridades supõem ser dos tripulantes da aeronave.

As buscas no local da queda da avioneta, que realizava um voo autorizado, mobilizaram 12 elementos e cinco viaturas da corporação de bombeiros de Castro Verde e militares do Destacamento de Almodôvar da GNR.

A GNR e os bombeiros aguardam a chegada ao local do acidente do delegado de saúde do Distrito de Beja para autorizar a remoção dos cadáveres, disse à Lusa o oficial de relações públicas do Comando Territorial de Beja da GNR, major José Candeias.

De acordo com o oficial, o caso vai ser entregue ao Instituto Nacional de Aviação Civil para averiguar as causas do acidente.

fonte Expresso (Portugal) - Mapa Wikipédia

AVIÃO DA TAM SOFRE PANE EM CUIABÁ E ABORTA A DECOLAGEM

Um avião da TAM, que sairia hoje às 10h de Campo Grande e seguiria a Brasília, acabou decolando às 11h. Com escala em Cuiabá, a aeronave apresentou pane na refrigeração e deixou alguns passageiros preocupados, dentre eles o deputado federal Nelson Trad (PMDB) e o senador Delcídio Amaral (PT).

Nelson Trad conta que quando o avião pousou em Cuiabá, já começou a apresentar problemas. Após ser consertada, a aeronave tentou decolar, perdeu força já na pista por conta da pane no ar-condicionado, não consegiu levantar voo e fez uma parada brusca que assustou os passageiros. A decolagem teve de ser abortada.

Todos os passageiros, conforme o parlamentar, tiveram de descer do avião e esperar que o problema fosse sanado. Depois de ser consertada pela segunda vez, a aeronave conseguiu decolar e pousou em Brasília às 15h30.

“Foi um transtorno e a viagem ficou muito cansativa. Quando o refrigerador estragou, o calor estava insuportável”, explica Nelson Trad.

Fonte: João Humberto e Danúbia Burema (Campo Grande News)

CH'VEZ INTERESSADO EM COMPRAR UM ILYUSHIN II-62M PRESIDENCIAL


O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou nesta segunda-feira que vai expropriar a aeronave da Cubana de Aviación, com a qual realizou uma recente viagem a países como Irã e Rússia.

"Vínhamos no avião que Fidel [Castro] me emprestou. Mas eu decidi expropriá-lo, o avião da Cubana de Aviación", disse Chávez, em um ato de premiação ao filósofo húngaro István Meszáros.

"Fidel, você está expropriado, parceiro", acrescentou, provocando risos na plateia.

O avião lhe foi emprestado pelo governo cubano após a moderna aeronave presidencial venezuelana apresentar problemas e ser enviada à manutenção.

A aeronave deve ser assim a mais nova "vítima" da onda de estatizações que Chávez comanda, desde 2007, em setores-chave da economia, incluindo os setores petroleiro, elétrico, de telecomunicações e de siderurgia.

fonte: Reuters

AVIÃO A SERVIÇO DA ONU FAZ POUSO DE EMERGÊNCIA NO QUÊNIA


Guerreiro da tribo dos Massai observa avião do programa alimentar da ONU que fez um pouso de emergência nesta terça-feira (15) no Parque Nacional de Nairóbi, no Quênia. Um dos motores da aeronave falhou logo depois de ele ter decolado do aeroporto Wilson. O piloto e seu assistente sobreviveram com ferimentos leves. Na véspera, duas pessoas sobreviveram a uma queda de um pequeno avião na região.

fonte: G1 foto: Reuters

AERONAVE FAZ POUSO DE EMERGÊNCIA NO AEROPORTO LUCAS DO RIO VERDE, MATO GROSSO

Um avião bimotor, de uma empresa de táxi aéreo em Cuiabá, fez um pouso de emergência, ontem (15), por volta das 21h, no aeroporto de Lucas do Rio Verde. A aeronave teve problemas em um dos motores cerca de 30 minutos depois de ter decolado de Sinop. Foi feito contato, pelo telefone celular, com autoridades de Lucas e a iluminação da pista foi ligada. O avião acabou pousando e permanece no aeroporto local para ser consertado.

Seis pessoas estavam a bordo - a maioria servidores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso que estavam em Sinop trabalhando na audiência pública sobre o planejamento estratégico para o Judiciário, realizada nesta segunda-feira à tarde. Não houve feridos. Uma viatura do Corpo de Bombeiros de Lucas foi ao local mas não foi necessário intervir.

fonte: Só Notícias

FAB COMPRA MAIS SEIS HELICÓPTEROS BLACKHAWK


A Força Aérea Brasileira assinou no último dia 3 de setembro um contrato de compra de seis novos helicópteros UH-60L Blackhawk. O negócio de cerca de 73 milhões de dólares é a segunda compra brasileira deste modelo no ano. Em julho, a FAB já havia contratado outras quatro aeronaves fabricadas pela Sikorsky por cerca de 60 milhões de dólares. Com essas compras, a Força Aérea passará a contar com 16 helicópteros do tipo. Atualmente a FAB possui seis UH-60L Blackhawk em operação.

Com a desativação dos H-1H Huey, prevista para 2010, a compra dos Blackhawk faz parte da renovação da aviação de asas rotativas da FAB. A Força também receberá 18 dos 51 Super Cougar encomendados pelo governo brasileiro no acordo com a França.
fonte: defesa Brasil

IA-63 PAMPA E O TREINAMENTO DOS PILOTOS DE CAÇA DA FORÇA AÉREA ARGENTINA

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Desde o dia 3 de agosto, oito oficiais da Força Aérea Argentina, em conjunto com dois oficiais da Armada estão realizando o CEPAC 2009/2010 (Curso de Estandarización para Aviadores de Combate), no Grupo 4 de Caça da IV Brigada Aérea, em Mendoza.

O curso, com duração aproximada de um ano, é realizado no sistema de armas IA-63 Pampa II. São três fases: familiarização com a aeronave, tiro ar-ar e tiro terrestre, compreendendo um total de 150 horas de voo por aluno.

Segundo dados da Força Aérea Argentina, os treinadores a jato IA-63 têm 9,68m de envergadura, 10,90 de comprimento e 4,29 de altura. O peso vazio é de 2.627 kg, e o peso máximo de decolagem é de 3.800 kg.

São equipados com um motor Garret TFE731-2-2N, de 1588 kg de empuxo, o que confere à aeronave uma velocidade máxima de 819 km/h. A velocidade de cruzeiro é de 747 km/h e o alcance é de 720 km.

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fonte/foto FAA

VÍDEO - CILADA NO AVIÃO......

UM MORTO E UM FERIDO NA QUEDA DE UM AVIÃO NO QUÊNIA

Destroços de um Cessna 404 Titan da polícia são vistos nesta segunda-feira (14) em cena de acidente próximo a Nairobi, capital do Quênia.

A bordo da aeronave estavam o piloto e o copiloto, que haviam acabado de decolar do aeroporto Wilson por volta das 19:20 (hora local). Um dos ocupantes morreu e outro ficou gravemente ferido.

Fonte: Capital News (Quênia) / G1 - Foto: AP

SOMOS HOJE MAIS SOFISTICADOS DO QUE NA ÉPOCA EM QUE DE GAULLE DISSE QUE O BRASIL NÃO ERA SÉRIO


Caça ao tesouro
Razões profundas explicam por que o Rafale
saiu na frente na guerra pelos bilhões de Brasil


Ivan Marsiglia - O Estado de S. Paulo

Em um bater de continência, o Ministério da Defesa anunciou que o Brasil vai gastar R$ 32,5 bilhões na compra de 36 caças, 4 submarinos, 51 helicópteros e tecnologia para se construir uma base, um estaleiro e um submarino de propulsão nuclear. É um dos maiores contratos do gênero no mundo, tudo para reaparelhar as Forças Armadas de um Brasil que se pretende grande - não apenas em tamanho.

A parte mais visível desse negócio estratosférico revelou-se segunda-feira, com a visita nada desinteressada do presidente francês, Nicolas Sarkozy, durante os festejos do 7 de Setembro, em Brasília. Sarkozy deixou a primeira-dama, Carla Bruni, em casa para oferecer ao colega Luiz Inácio Lula da Silva uma outra sorte de avião: os caças Rafale, da empresa francesa Dassault.

Embora mais caros, menos testados e preteridos em concorrências similares, os Rafales voaram rapidamente ao topo da preferência presidencial. E, quando Lula precipitou-se ao sinalizar que a compra já estava acertada, uma nota do Ministério da Defesa correu para retificar o fato - antes que ações legais dos demais concorrentes, os EUA, com seu caça Super Hornet, e a Suécia, com o Gripen NG, melassem o acordo bilionário.

Para Salvador Raza, diretor do Centro de Tecnologia, Relações Internacionais e Segurança (Cetris), a opção pelo Rafale é um “mau negócio” que só se justifica por razões literalmente profundas: a transferência de tecnologia francesa para a construção de um submarino nuclear brasileiro.

“O que dará dimensão estratégica ao Brasil será o submarino, não os aviões”, sustenta esse paulista de Ibitinga, de 53 anos, capitão de mar e guerra da reserva da Marinha, que divide seu tempo entre o Cetris, seu think tank em Campinas, e a cadeira de professor da National Defense University, o braço acadêmico do Pentágono em Washington.

Em um contexto de animosidades crescentes na América do Sul, Raza defende a necessidade de um acordo que não só recupere a capacidade de operação das Forças Armadas brasileiras, mas garanta acesso à tecnologia para que o País marche adiante com suas próprias pernas.

Faz sentido para o Brasil, com tantas outras carências, gastar R$ 32,5 bilhões em um acordo de compra de equipamento militar? Sim. O que esse dinheiro vai comprar não é aço, avião ou pedaços de um submarino. Vamos adquirir status de potência regional de fato. O acordo faz com que o Brasil mude de patamar em seu entorno estratégico. Esse valor, diluído ao longo de 20 anos, é perfeitamente custeável. E o dinheiro voltará multiplicado em forma de investimentos em infraestrutura, energia, etc. Estamos comprando também capacidade dissuasória. Para que, no raciocínio de um potencial agressor estrangeiro, os custos possíveis não compensem os ganhos prováveis.

A defesa da Amazônia e da riqueza do pré-sal tem sido evocada para justificar a compra, mas a ideia de reaparelhamento é de 1994, não? De antes, até. Os primeiros planos de reaparelhamento no Brasil são da década de 70. O que aconteceu agora foi que demos um salto, alicerçado pela Estratégia Nacional de Defesa. Essa estratégia está cheia de furos, mas tem um mérito: alavancou esse salto.

Uma interpretação das razões da suposta preferência brasileira por um acordo com a França diz o seguinte: diante da dependência de Colômbia e Peru em relação aos EUA e dos acordos da Venezuela com Rússia e Irã, o Brasil procura equilibrar o jogo na América do Sul ao se aproximar de uma terceira potência ocidental. É isso? Bobagem, não é assim que funciona. Esses alinhamentos não são pautados dentro de uma lógica política pensada. São muito mais tempestivos. A relação da Colômbia e do Peru com os EUA é motivada por interesses comuns. Mas a da Venezuela com a Rússia, não - representa, antes, um desejo de potência específico do governo Chávez. Acho que o presidente venezuelano foi muito inflado, sobrevalorizado. O que estamos vendo hoje na América Latina não são polarizações reais, mas uma multiplicidade de arranjos dinâmicos. Um país se alinha hoje com os EUA, amanhã com a China,volta aos EUA, e assim vai.

Quem tem as melhores Forças Armadas na América do Sul hoje? A força mais bem estruturada é a colombiana. A chilena vem em seguida. Outras que tinham certa pujança, como a Argentina, caíram violentamente. O Brasil deixou sucatear seus meios, mas tem diferencial por ser um país grande. Mas precisa se atualizar. O problema é que ainda não temos um bom projeto de força.

O ministro Nelson Jobim tem dito que a compra de armamento ocorre no contexto de um projeto de reformulação das Forças Armadas. Ocorre que esse projeto não foi bem desenhado. Ele é um arremedo, tem deficiências metodológicas e processuais enormes. Mas pelo menos mandou uma mensagem e alavancou as compras para essa potencialização do País. Uma reforma de fato tem que começar pela introdução de uma visão de defesa mais moderna em nossas escolas militares.

No afã de evitar a supremacia americana, o Brasil corre o risco de acabar dependente da França? Não. Os próprios americanos, quando montam seus navios modernos, usam sistema de direção australiano, peças canadenses... Há contribuições de vários países. A relação com a França obviamente cria um alinhamento tecnológico. Mas o Brasil é maduro o suficiente para evitar a dependência. Isso desde que haja um prazo mínimo de troca de tecnologia de dez anos. Se for menor estamos roubados, pois não teremos tempo de aprendê-la.

Terça-feira, Christian de Boissieu, membro do Conselho Econômico de Defesa francês, disse à revista ‘Le Point’ o seguinte: mesmo que o Brasil construa seu Rafale um dia, quando isso ocorrer a França já ‘terá passado ao avião do futuro’. Ele está errado. Boissieu não conhece o Brasil suficientemente, nem sabe que já estamos desenhando o avião after next. Já começamos a projetar o pós-Rafale. O assunto é confidencial, mas participei de estudos para essa próxima geração de jatos. Já se pensa até no modelo de empresa que eventualmente vai suceder a Embraer. Somos hoje mais sofisticados do que à época em que De Gaulle disse que o Brasil não era sério. Mas, para que isso se concretize, é preciso acelerar nossa maturação tecnológica. Aí entra o papel das nossas agências de fomento, Faperj, Fapesp, CNPq, Capes, Finep, que devem incentivar a pesquisa e formar cérebros.

Um ponto obscuro do acordo militar diz respeito à participação da empreiteira Odebrecht, sem licitação. Isso se justifica? É muito inusual. A não ser que a Odebrecht tivesse uma competência exclusiva para a tarefa, o que não é o caso. Cabe ao TCU (Tribunal de Contas da União) avaliar se houve alguma interferência política.

O presidente Lula se precipitou ao anunciar o acordo com a França? Foi uma precipitação, que causou um constrangimento na Força Aérea. Eles estavam se preparando para liberar a informação mais adiante. E a versão agora é: o presidente Lula não disse que íamos comprar, mas que as negociações continuavam, com ênfase no Rafale. A declaração do Ministério da Defesa foi oportuna, necessária e emergencial, para evitar ações legais por parte dos prejudicados.

Do ponto de vista técnico, quais as vantagens e desvantagens dos caças oferecidos pelos EUA, pela Suécia e pela França? O Hornet, americano, é um avião testado em combate que tem tecnologia madura, com integração de sistemas em nível bem elevado. É o caça dos sonhos dos pilotos, o herdeiro do mitológico F-15. Problema: depende muito de sistemas de terra, que chamamos de C4, que o Brasil ainda não tem - embora a estratégia nacional de defesa diga que teremos. O Gripen, da Suécia, cumpre bem as missões, tem bom desempenho, mas terá dificuldade de integração com sistemas de controle de terra não convencionais. É o mais barato dos três. Já o Rafale, da França, fica no meio do caminho. O ambiente de combate para o qual foi desenhado não tem a dimensão continental do Brasil. Impressiona pelo poder de fogo. Entretanto, é o mais caro.

Por que a preferência pelo Rafale, que além de mais caro é tido como um fracasso de venda no mercado mundial? A opção Rafale é ruim do ponto de vista técnico, operacional e tático. É um mau negócio, em minha opinião. E a melhor alternativa seria o caça americano, desde que o pacote de transferência de tecnologia fosse bem negociado. Se não, o Gripen. O Rafale ficaria em terceiro. Mas, para além do marketing político forte que a França fez, com sucesso, a verdade é que tudo - preço, modelo - é menos importante que a cereja do bolo do acordo: o submarino nuclear.

Como assim? O grau de dificuldade de se construir um submarino nuclear é muito superior ao da incorporação de tecnologia dos caças. E o que dará dimensão estratégica ao Brasil será o submarino, não os aviões. Toda prioridade será dada a isso.

Mas a França já avisou que não vai transferir tecnologia nuclear, só o casco do submarino. Sim, mas o Brasil já possui um reator nuclear pronto, em Iperó (cidade do interior paulista onde se localiza o Centro Experimental de Aramar, da Marinha brasileira). Será preciso apenas executar adaptações e encaixá-lo ali, como se fosse uma peça de lego. Além disso, teríamos acesso à tecnologia de construção da cabeça de proa do submarino, com os torpedos, que é sofisticadíssima e os franceses também se mostraram dispostos a transferir.

Na quarta-feira, os EUA disseram que vão incluir a transferência de tecnologia na proposta de venda dos Hornets, não podem fazer o mesmo com o submarino? Os americanos não dariam a (tecnologia) nuclear para a gente. E, mesmo que dessem, o custo do modelo deles é tão alto, e ele está tão acima das nossas necessidades, que não se justifica. Apesar dos processos de compra do submarino e dos caças terem sido conduzidos de maneira independente pela Marinha e pela FAB, a ideia de ser tudo francês de certa forma facilita um acordo futuro. Quer dizer, estamos fazendo errado, mas lá na ponta o erro será minimizado.

Ainda que a transferência de tecnologia dos EUA se restrinja aos caças, há dúvidas por conta da complicada legislação americana - que, entre outras coisas, oferece o ‘necessário’, um conceito vago - enquanto a França fala em ‘transferência ilimitada’. Como garantir que não sejamos logrados? Eu diria que ambos os pacotes são bons e os riscos são pequenos. As garantias que os EUA estão dando agora são até mais assertivas, porque os critérios já estão definidos pelo Congresso americano: o Brasil diz o que precisa e eles liberam de acordo com a necessidade. No caso da França, ao contrário, a “transferência ilimitada” é ainda uma carta de intenções. De toda forma, o processo está em aberto. A precipitação do presidente tirou a vantagem da França. E abriu brecha para os americanos e os suecos. Agora, caberá ao Congresso decidir. O perigo maior é o Brasil não saber o que quer.

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fonte: Ivan Marsiglia - O Estado de S. Paulo

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Avião foi adquirido pelo Núcleo de Estudo de Planejamento do Uso da Terra da UFV

Professor João Luiz Lani apresentou aeronave a Eufran Amaral e Cleísa Cartaxo

O Acre dispõe agora de uma importante ferramenta para produção de fotografias aéreas de precisão a preços menores que os praticados no mercado. Convênio com a Universidade Federal de Viçosa (UFV), de Minas Gerais, possibilita o uso do dispositivo denominado Aerofotos Verticais de Baixo Custo, criado pelo pesquisador Sérvulo Batista de Rezende e aperfeiçoado por outros estudiosos, como o professor João Luiz Lani, que fez a apresentação do mecanismo instalado no avião Cessna SkyLine prefixo JDC 172, adquirido pelo Núcleo de Estudo de Planejamento do Uso da Terra (Neput) da UFV.

"O sistema possui estereoscopia, que permite fazer fotos e georreferenciamento", explicou Eufran Amaral, secretário de Estado do Meio Ambiente. Com isso, um único técnico consegue realizar o trabalho que nos sistemas antigos exigia pelo menos um outro profissional para fotografar ou operar o GPS. Em cálculos e estudos que levaram anos para chegar ao atual estágio, Sérvulo Rezende adaptou a câmera no avião em medida que permite fazer fotos com abertura e enquadramento perfeitos.

Através do computador, a câmera trabalha no espaçamento e tempo configurados pelo operador, adequando a ação às necessidades do projeto. "Os custos são até vinte vezes menores que os dos sistemas convencionais", afirmou Lani, doutor em meio ambiente. O mecanismo é usado no planejamento do uso da terra nas zonas rural e urbana.

O SkyLine sobrevoou a BR-364 desde Rio Branco até Cruzeiro do Sul produzindo levantamento para o trabalho de ordenamento territorial e fiscalização de queima e desmate com ênfase na Zona de Atendimento Prioritário da BR-364 (ZAP BR), entre Manuel Urbano e Feijó. Convênio que será celebrado entre Governo do Estado, UFV e Universidade Federal do Acre (Ufac) em breve ampliará esse trabalho.

Operação Harpia

O Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) deflagra a partir da próxima sexta-feira a Operação Harpia. O dispositivo AVBC está sendo testado como localizador de queimadas e desmatamentos ao longo da BR-364 como parte da operação que utilizará dois helicópteros - o Força 01, da Força Nacional de Segurança, e o Comandante João Donato, do Governo do Acre. Fiscais ambientais percorrerão as rodovias Transacreana e BR-317 pelas vias aéreas e terrestre para localizar e reprimir ações não autorizadas.

Fonte: Agência de Notícias do Acre - Fotos: Sérgio Vale/Secom

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...