quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

1º BOEING 727 PRODUZIDO VOLTA À VIDA APÓS 25 ANOS E VOARÁ EM FEVEREIRO


Boeing 727-100 N7001U no hangar do Museum Of Flight (Foto: Divulgação)Boeing 727-100 N7001U no hangar do Museum Of Flight (Foto: Divulgação)
O blog Aviões em Foco trouxe essa história em agosto de 2015 e agora há novidades. O primeiro Boeing 727 produzido e que está parado desde 1991 vai voar novamente, e pela última vez, no início de fevereiro.

Na última terça-feira (19), a aeronave voltou à vida. Com o auxílio de uma unidade de energia externa, os sistemas do N7001U foram acionados e as luzes do cockpit (cabine de comando) ligadas. Um deleite para os fanáticos por aviação.

O 727-100 voou pela primeira vez 9 de fevereiro de 1963 e pertenceu à United Airlines entre 1964 e 1991. Foram 48.060 pousos e decolagens, com 64.495 horas no total. Depois da vida na companhia aérea, foi doado para o Museu do Voo (Museum Of Flight), nos Estados Unidos.

A aeronave ficou encostada por um bom tempo, quando, em 2004, um grupo decidiu iniciar a restauração, usando partes de outros 727s, de companhias diversas, como FedEx e American Airlines. Um trabalho minucioso e quase artesanal.

Em 13 de janeiro, o N7001U foi levado a um hangar do museu do aeroporto Paine Field, em Everett, para os últimos ajustes e testes antes do último voo, quando será transportado para o Boeing Field, em Seattle, onde será colocado no museu da fabricante. A expectativa é que isso aconteça na primeira semana de fevereiro.

Cockpit do Boeing 727 N7001U ligado depois de 25 anos (Foto: Divulgação)Cockpit do Boeing 727 N7001U ligado depois de 25 anos (Foto: Divulgação)
fonte/foto/GazetaDoPovo

OBRAS DO AEROVALE EM CAÇAPAVA SERÃO RETOMADAS E GRUPO JÁ PROJETA CONTRATAÇÕES

A Justiça extinguiu a ação movida pelo Ministério Público para paralisar as obras do Aerovale, aeroporto privado que está sendo construído em Caçapava. A retomada da obra, paralisada em dezembro de 2014, só foi possível após acordo entre a Penido Construtora e Pavimentadora, responsável pelo empreendimento, a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), o Ministério Público, além de uma associação de proteção dos animais.

Com o acordo definido, a juíza Ana Leticia Oliveira dos Santos, da 1ª Vara Cível de Caçapava, homologou a extinção do processo por dano ambiental. A decisão viabiliza a retomada da construção do aeroporto, que está com 69% das obras concluídas. O prazo de entrega é dezembro de 2017.

O empresário Rogério Penido, empreendedor e CEO do Aerovale, afirmou ontem que está refazendo o planejamento da obra e que pretende ampliar o número de operários no local. “Já estamos com uma equipe lá. Temos 37 operários. Depois de refazer o planejamento, esperamos contratar mais”, afirmou.

Estrutura. De acordo com Penido, embora o canteiro de obras tenha ficado parado por um ano as estruturas não foram deterioradas. Isso porque uma equipe fez manutenção da área no período.

“Temos voltado a conversar com as empresas e a conversar com todos os empresários para poder viabilizar o empreendimento.”

O Ministério Público foi até a Justiça, no início de 2015, para pedir a demolição de todos os lotes e ruas erguidos em áreas de preservação permanente e úmidas no local.
Na ação, os promotores alegavam que a obra havia sido feita em solo alagadiço e sujeito a inundações.

A Promotoria apontava ainda a falta de análise do impacto ambiental da obra para os moradores do entorno.  Além disso, alegava que a Aerovale não possuía alguns dos licenciamentos ambientais necessários para o empreendimento.

Impasse. Os responsáveis pelo Aerovale, no entanto, sustentavam que os licenciamentos tinham sido expedidos. Os promotores argumentam ainda que não teria havido uma análise sobre eventuais transtornos nos arredores. “Houve ausência de verificação de impacto ambiental na vizinhança, a construção de travessia em curso d’água e supressão de vegetação de cerrado sem o devido licenciamento ambiental, que causam danos”, dizia a ação.

fonte/OVale

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