quinta-feira, 18 de outubro de 2012

AVIÃO CAI E MATA DUAS PESSOAS NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA

 Duas pessoas morreram na queda de um avião monomotor, no início da noite desta quinta-feira (18), na Estrada do Corredor, área rural de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. Segundo o Corpo de Bombeiros, instrutor e aluno estavam a bordo do avião que decolou do Aeroporto do Bacacheri, em Curitiba. Os corpos ficaram presos nas ferragens.

De acordo com o 2º Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA II), era um voo de treinamento com duração de meia hora. O avião pertencia ao Aeroclube do Paraná que tem hangar no Aeroporto do Bacacheri.

Ainda segundo os Bombeiros, o helicóptero do Grupamento Aéreo da Polícia Militar do Paraná (GRAER) foi acionado para prestar socorro. Na volta, o helicóptero precisou fazer um pouso de emergência, em Bocaiúva do Sul, também na Região Metropolitana de Curitiba, por causa de uma pane. Ninguém ficou ferido no incidente.


fonte/G1/foto/MarcoAurélioGracia


Duas pessoas morreram após a queda de um avião de pequeno porte em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. O acidente ocorreu por volta das 18h30 desta quinta-feira (18), na Rua Pedro Dal Pra, informou a Polícia Militar.
A avião - um monomotor - decolou do Aeroporto do Bacacheri, em Curitiba, por volta de 17h55, para um voo de instrução. A aeronave pertencia ao Aeroclube do Paraná, que mantém um hangar no terminal.
Um dos mortos é o piloto Juliano Wolski Hecker, de 33 anos. A identidade do aluno não havia sido confirmada pelas autoridades até as 21h45.
De acordo com o administrador do aeroclube, Jeferson Gama da Silva, a aeronave decolou sob boas condições meteorológicas e se dirigiu para uma área de manobras. "Teve o relato de um policial que estava perto do local do acidente e disse que o avião interrompeu uma manobra, entrou em parafuso e caiu", disse.
A administração do aeroclube descreveu Wolski como um piloto experiente e extremamente cuidadoso. Segundo Silva, desde os 18 anos o piloto frequentava o local. "Era um profissional e tanto. Você nem imagina como estamos", disse o administrador.
As causas do acidente vão ser investigadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). De acordo com o Corpo de Bombeiros, não há registro de outros feridos. Também não se sabe no momento a identidade da segunda vítima.


fonte/GazetaDoPovo

CALENDÁRIO DA RYANAIR 2013


NOVA GOPRO HERO 3


CRESCIMENTO NA PRODUÇÃO NACIONAL DE GRÃOS ABRE NOVAS OPRTUNIDADES PARA PILOTOS AGRÍCOLAS

Voar faz parte das ambições do homem desde o início dos tempos, desejo transformado em realidade por Santos Dumont. Quem consegue alcançar este objetivo vibra com as oportunidades de estar no ar. No campo, não é diferente com quem vive da aviação agrícola e corre atrás de safras, unindo paixão e trabalho.

Com mais de 33 anos de voo, 20 deles dedicados à pilotagem agrícola, Gustavo Quadros Miranda, 49 anos, define o ofício como a combinação entre coragem, amor e competência. Começou jovem, por incentivo do pai, piloto por hobby. 

— Sempre morei no interior do Estado, lugar onde a aviação agrícola tem um espaço. Foi amor à primeira vista — conta o piloto, que atualmente mora em Cruz Alta.

Dedicação também faz parte da rotina de Rochele Teixeira, 30 anos, há três anos na aviação agrícola, mas com experiência como instrutora de voo e piloto de passageiros. O estímulo em ajudar na produção é o combustível para se manter na atividade:
— Em um país que tem a agricultura forte como o Brasil, nossa atividade reflete diretamente no aumento da produtividade, já que trabalhamos com tecnologia de precisão.

Ajudados pela produção de mais de uma safra ao longo do ano, os pilotos estão sempre no ar em busca de trabalho. No último período, Rochele voou cerca de 35 mil hectares, medida usada na aviação agrícola, o que corresponde a cerca de 650 horas de voo. A previsão para 2012/2013 é de sobrevoar até 40 mil hectares. De outubro a abril, atende o Triângulo Mineiro, principalmente nas plantações de cana-de-açúcar. No restante do ano, costuma trabalhar em lavouras no Estado de Alagoas.
— Entre uma safra e outra, consigo tirar férias para visitar minha família em Canoas — conta a gaúcha.

Para Miranda, a organização é fundamental para conseguir boas oportunidades ao longo do calendário agrícola do ano, já que sobra pouco tempo entre uma safra e outra para encontrar um novo trabalho.
— Muitas vezes, não dá para sair de um ciclo do arroz e pegar o início de um de soja. Mas o calendário da aviação agrícola hoje é muito extenso, e conforme a região do país a ser voada, há serviço o ano inteiro. Abre-se um leque de oportunidades para que se escolha onde se quer voar — ressalta. 

fonte/ZeroHora/foto/RenoirSampaio

LEI TENTA DIMUNUIR COLISÕES ENTRE AERONAVES E AVES

Para tentar reduzir o risco de colisões entre aviões e animais, sobretudo aves, uma lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff, publicada nesta quarta-feira (17), criou regras que incluem áreas de proteção no entorno de aeroportos e até o abate de espécimes. 

Batidas entre aviões e aves são cada vez mais comuns. De janeiro até a última terça-feira (16), segundo dados do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), foram reportados 1.301 colisões em todo o país --o que representa cerca de quatro casos por dia, em média. 

Desde 1996, registros do tipo cresceram 1.050%, muito mais do que a frota aérea nacional, cuja evolução foi de 42% no mesmo período. 

A lei publicada na terça prevê, em um raio de 20 quilômetros no entorno de aeroportos, a criação de áreas de segurança. A ocupação desses locais terá regras para normatizar atividades que possam atrair animais. 

A lei também prevê o manejo da fauna, cujo plano depende de aprovação do Ibama, podendo envolver mudanças apenas no ambiente, para evitar a atração de bichos, ou ainda a captura e até o abate de espécimes. 

O abate, no entanto, só deverá ocorrer quando as demais estratégias de manejo não forem suficientes. 

Antes da lei, segundo o Ibama, uma instrução normativa publicada pelo órgão em 2005 já previa o abate em situações de risco aéreo. 

Os casos de animais abatidos, no entanto, são mais raros, diz a assessoria do órgão federal.
Um deles ocorreu no aeroporto de Curitiba, onde lebres que causavam riscos ao tráfego de aviões no solo precisaram ser mortas depois que os demais métodos de manejo falharam, diz o Ibama. 

A advogada Ana Maria Pinheiro, assessora jurídica do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, diz que o abate deve ser a última opção. 

"No caso dos urubus, seria no mínimo uma falta de bom senso permitir o abate sem antes remover os lixões perto dos aeroportos". 

RISCO REAL
Na aviação comercial brasileira não há registros de grandes acidentes causados por aves, mas elas representam um risco real ao voo.
Em maio deste ano, um voo da TAM que decolou de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) precisou retornar ao aeroporto Leite Lopes após atingir aves na subida.
Só neste ano, Ribeirão teve ao todo dez colisões como essa.
O SNEA (sindicato das empresas aeroviárias) calculou em ao menos US$ 1 milhão os prejuízos anuais causados no país devido ao problema. 
 

fonte/foto/FolhaSP

VÍDEO - UM TRANSALL C-160 QUE IRIA PARA O MUSEU DO AR EM WENIGERODE, ALEMANHA, QUASE SE ACIDENTA AO POUSAR NO AÉRODROMO DE BALLENSTEDT NO DIA 16 DE OUTUBRO

ACERVO DO MUSEU AEROESPACIAL BRASILEIRO ESTARÁ DISPONÍVEL PARA VISITAÇÃO NOS PORTÕES ABERTOS 2012

English: Esquadrilha da Fumaça (Brazilian Air ...
(Photo credit: Wikipedia)
O DCTA realiza, no dia 20 de outubro, o "Portões Abertos 2012". O evento, que faz parte das comemorações da Semana da Asa, vai disponibilizar para a visitação do público a estrutura do Memorial Aeroespacial Brasileiro (MAB), espaço que reúne, entre outras atrações, maquetes de aeronaves e produtos desenvolvidos por pesquisadores do DCTA.

Inaugurado em 2004, o Memorial oferece um grande acervo aeronáutico, como aviões utilizados pelas Forças Armadas e réplicas de foguetes. Além disso, mostra projetos desenvolvidos pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e pesquisas que marcaram diretamente a vida da população e tiveram origem no DCTA, como a urna eletrônica e o motor a álcool. 

Complementam ainda o acervo do MAB o segundo protótipo do Bandeirante, primeiro avião desenvolvido e fabricado no Brasil, e um painel dedicado ao Tenente-Brigadeiro-do-Ar Paulo Victor da Silva, considerado um dos precursores da indústria aeronáutica brasileira. Além disso, há uma réplica em tamanho natural do Veículo Lançador de Satélites (VLS).

A abertura do MAB para visitação à comunidade no "Portões Abertos 2012" complementa uma série de atrações que serão disponibilizadas para o público. O evento contará com uma infraestrutura completa para receber a comunidade, como áreas para estacionamento e praça de alimentação. No que tange às atividades aéreas, haverá apresentação da Esquadrilha da Fumaça, voo de aeromodelismo e exposição estática de aviões e de helicópteros. 
 
fonte/DCTA/Divulgação
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CONCESSÕES DE AEROPORTOS NÃO TERÃO "MUDANÇAS RADICAIS", DIZ FIGUEIREDO


O presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, disse nesta quinta-feira (18) que o novo pacote de concessão de aeroportos federais, que o governo deve divulgar após o segundo turno das eleições, não deve ter “mudanças radicais” em relação ao modelo aplicado no leilão de fevereiro.

“Não temos muitas formas de se conceder aeroportos. Por isso não acho que [o plano a ser anunciado] vá ter mudanças radicais”, disse Figueiredo, que participa de seminário realizado pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), em Brasília.

No novo pacote, o governo deve anunciar a concessão à iniciativa privada dos aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro, e de Confins, em Minas Gerais.

Em fevereiro, o governo fez o leilão de concessão dos aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília. Um dos principais pontos do modelo adotado foi a obrigação dos consórcios que disputaram o certame terem, entre os sócios, uma empresa estrangeira com experiência em operação de aeroportos com movimentação acima de 5 milhões de passageiros.

O objetivo da exigência é que os operadores estrangeiros possam trazer ao país novas técnicas e tecnologias para administração de aeroportos – que seriam absorvidas pela Infraero, estatal que administra a maior parte dos principais aeroportos do país.

Entretanto, após o leilão o governo considerou que o piso de 5 milhões de passageiros para a escolha dos operadores foi baixo e possibilitou a vitória de consórcio com empresas pouco conhecidas.
A partir daí, o governo passou a discutir novos modelos para o a concessão de aeroportos. Um dos objetivos é garantir a vinda para o país de empresas que administram hoje grandes aeroportos no mundo.

“Existe o interesse do governo de trazer uma cultura, uma tecnologia nova e moderna para o país [na área de aeroportos]. A diretriz é de qualificar os grupos que se habilitariam [ao leilão] e teriam contribuição a dar para a gestão dos aeroportos”, disse Figueiredo.

Controle acionário
O presidente da EPL disse que o governo ainda discute o papel da Infraero nas novas concessões de aeroportos. Em Guarulhos, Campinas e Brasília, a Infraero é sócia minoritária das concessionárias vencedoras do leilão em empresas, chamadas de Sociedade de Propósito Específico (SPE), que administram os três terminais.
Para os novos aeroportos, o governo considera a possibilidade de um novo modelo, em que a Infraero deteria o controle da concessão e as vencedoras da licitação ficariam como sócios minoritários.

fonte/G1

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