segunda-feira, 28 de maio de 2012

EAB 2012 - REGISTROS

LEITORES....segue alguns registros da EAB 2012











 foto/RoberoFantinel

SAMBA DO AVIÃO - TAM E GOL DECEPCIONAM

Foi a primeira vez que voei pela Azul partindo de Viracopos (Campinas, SP). Naquele dia a aérea inaugurava rota direta até Cascavel (PR).

Deixemos de lado os aspectos favoráveis de um aeroporto ainda não congestionado pelo excesso de demanda. Lá, se estaciona, anda e respira com facilidade. Dependendo do ponto da Capital em que você está, a distância de 80 km parecerá muito menor do que metade disso até GRU.

Se Rolim Amaro resuscitasse e viajasse com essa companhia acreditaria estar num avião da época em que comandou a TAM, tal a presteza dos serviços, a pontualidade nos horários e a gentileza e simpatia de seus funcionários.

Ao contrário, tivesse que hoje enfrentar uma viagem na companhia que fundou, gastaria mais, receberia o pior serviço do país e continuaria sem entender o motivo de tantos prejuízos. Escolheria, então, voltar ao túmulo.

A TAM e a GOL foram brindadas com um aeroporto no centro da maior cidade da América do Sul.

Cruzeiro, Vasp, Varig, foram quebrando, e assim, como por mágica, as duas foram chegando e anunciando: “aqui só tem para nós”.

Hoje, para as principais rotas cobram as tarifas mais caras (os preços da Ponte-Aérea são um escândalo) e vivem anunciando cortes de funcionários e a eles negando reajustes. No final, apresentam balanços altamente deficitários.

Mais um mistério para o mal em Terra Brasilis. Fiquemos, então, com um para o bem: “Samba do Avião”, dos imortais Tom e Vinícius, com o violão de outro imortal: Baden Powell.



fonte/BlogRuiDaher/Terra
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PARA OZIRES MUNICIPALIZAÇÃO É A SAÍDA AO AEROPORTO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS


Fundador da Embraer e autoridade quando o assunto é aviação, Ozires Silva acompanha de perto a ‘novela’ que envolve a ampliação do Aeroporto de São José.
O ex-ministro foi um dos autores de um projeto em conjunto com a Aeronáutica que trata da construção de um novo complexo às margens da Tamoios.
Em entrevista a O VALE, Ozires Silva defende a municipalização do aeroporto, reclama da demora na definição do futuro do aeródromo e revela conversas com o ministro da Secretaria de Aviação de Civil, Wagner Bittencourt, cobrando a necessidade de acelerar os investimentos nos aeroportos do país. Leia os principais trechos da entrevista.

Como o senhor tem acompanhado o desenrolar da novela para ampliação do aeroporto?
Venho acompanhando bem de perto. Tenho colaborado bastante com a prefeitura, conversado com o ministro Wagner (Bittencourt) em Brasília e com a Aeronáutica, que é quem detém o gerenciamento dessa área. Tenho trabalhado intensamente nessa direção, só acho que está muito devagar. Estou trabalhando há anos nisso e o governo está lento demais. Vemos a China avançar sobre nós com uma velocidade enorme. Nós temos que acelerar e acabei de falar com o ministro Wagner sobre isso.

O senhor vai fazer parte da comissão de estudos para definir como será feita ampliação do aeroporto pela Infraero?
Não sei, porque não tenho poder político. Sou um simples cidadão, que não tem autoridade nenhuma. Conversei com o ministro sobre a necessidade de aproveitarmos a esteira maravilhosa que a Embraer nos deixou no mercado mundial, levando o nome de São José a todos os cantos do mundo. Isso é forma enorme de geração de empregos e oportunidades que nós não podemos deixar de aproveitar. Fico um pouco frustrado por ver que a população de São José não tem noção de como São José é importante no exterior.

Qual seria o melhor modelo para o aeroporto de São José: a municipalização ou o investimento da Infraero?
Entre Infraero e prefeitura, prefiro a prefeitura. Para a Infraero, São José é ‘um’ aeroporto. Para a prefeitura, é ‘o’ aeroporto. É uma senhora diferença, de modo que eu prefiro a prefeitura e não só por isso. Hoje, a legislação brasileira torna muito difícil qualquer concessão por parte do governo federal, mas facilita a concessão para uma prefeitura. A prefeitura tem a flexibilidade para chamar o poder privado para participar de projetos específicos dentro do aeroporto. Juiz de Fora (MG) fez isso, Maringá (PR) também e outras cidades. O prefeito Eduardo Cury fez a proposta e espero que seja concebida. Tiramos a Infraero e colocamos a prefeitura que, no ponto de vista da cidade, é melhor.

São José tem esse potencial citado por SAC e Infraero?
Uma das palavras mais importantes hoje é mobilidade. São José está estrategicamente localizada no Vale do Paraíba, próxima a São Paulo. O cone leste precisa de um bom aeroporto. Estamos com todas as ferramentas nas mãos e é isso que me deixa um pouco frustrado. É uma fruta madura que não está sendo aproveitada.

Novela
Impasse sobre a ampliação do aeroporto de São José dura mais de 15 anos

Infraero
Estatal controla o aeroporto desde 1996. Na última semana, anunciou pacote de investimentos para transformar o aeródromo no porte de Guarulhos até 2040

Alternativa
Prefeitura pediu no final do ano passado à SAC a municipalização do aeroporto. Proposta segue de pé.

fonte/OVale

AÉREAS AZUL E TRIP PREPARAM FUSÃO



Em um novo movimento de consolidação do setor brasileiro de aviação civil, a Azul Linhas Aéreas deve anunciar nesta terça-feira fusão com a regional Trip. As negociações duraram cerca de seis meses.

Com a operação, a nova companhia ganhará musculatura e se isolará como terceira grande força da aviação brasileira, posição já ocupada atualmente pela Azul, com menor folga.

Juntas, as duas aéreas detinham 14,1% do mercado doméstico de passageiros em março, conforme dado mais recente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). TAM e Gol tinham, respectivamente, 38,2% e 34,4%.

A concretização do negócio ainda depende de aprovação da Anac, que deve analisar a parte financeira da operação, e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), responsável por julgar questões relativas a concentração de mercado.

A Azul deve deter cerca de 80% da nova companhia. Investidores da Trip ficarão com os demais 20%, com David Neeleman, empresário americano nascido no Brasil dono a Azul, se mantendo à frente do negócio. Além de Neeleman, fundos de investimentos integram o capital da Azul, entre os quais o Gávea e os estrangeiros TPG e Weston Presidio.

A Trip tem 20% de suas ações nas mãos da companhia aérea SkyWest, dos Estados Unidos, e o restante estão com os controladores, os grupos Capriolli e Águia Branca.

O entendimento entre a Azul e a Trip acontece pouco mais de um ano após a empresa regional assinar, com a TAM, um acordo não vinculante para vender 31% de suas ações à líder do mercado doméstico. O negócio, entretanto, acabou não indo para a frente.

fonte/ZeroHora
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