domingo, 5 de abril de 2009

VÍDEO MEMÓRIA - RIO DE JANEIRO 1967 -

Vôo de helicoptero a baixa altura - Rio de Janeiro 1967,músicas de Roberto Carlos....

CATARINENSE E PAULISTA MORREM EM ACIDENTE COM MONOMOTOR NO RIO GRANDE DO SUL




Nicolau Coelho Filho morava em Florianópolis, e Marco Aurélio Fernandes Ribeiro em Blumenau.
Aeronave caiu na cabeceira da pista do aeroporto, junto a uma lavoura de milho já colhida - clique nas fotos para ampliá-las
Dois moradores de Santa Catarina morreram em um acidente com um avião na manhã deste sábado em Erechim, no norte do Rio Grande do Sul. Os dois pilotos teriam decolado com o ultraleve monomotor na manhã de sábado de Governador Celso Ramos e fizeram uma escala no aeroporto de Lages, na Serra. Dali, seguiram para Erechim, onde acidentaram-se na tentativa de pousar.As vítimas são Nicolau Coelho Filho, 56 anos, natural de Florianópolis, e Marco Aurélio Fernandes Ribeiro, 56 anos, natural de São Paulo (SP) e morador de Blumenau. Os dois estavam no ultraleve monomotor modelo Pelican 500BR com prefixo PU-NEC e deveriam participar de um encontro de ultraleves que ocorre no município gaúcho neste final de semana.No aeroporto de Erechim os aviadores e engenheiros de vôo coordenavam a aterrissagem, que é feita por orientação visual quando os pilotos Nicolau Coelho Filho e Marco Aurelio Fernandes Ribeiro reportaram por rádio que estariam pousando na cabeceira da direita, onde estavam operando devido a orientação do vento.No entanto, repentinamente surgiram na cabeceira da esquerda. Sem conseguir pousar, o piloto arremeteu a aeronave e fez uma curva em baixa velocidade, caindo numa lavoura de milho recém colhida, às margens da cabeceira da pista.— Quando ele arremeteu achei que estava tudo bem, que ia tentar pousar na lavoura, quando me virei o avião caiu — contou consternado o coordenador do evento, o piloto Jason Santana Filho.A aeronave caiu com o nariz no solo e praticamente se dobrou tombando com as rodas para cima. Os dois pilotos morreram na hora. O local foi isolado pela polícia e aguarda a chegada de uma equipe de investigação de acidentes aéreos, contratada pela Associação Brasileira de Ultraleves, que farão as investigações e determinarão o que causou o acidente, se houve alguma falha técnica no motor, ou problema com combustível.A aeronave experimental ultraleve avançada tinha peso de até 750 quilos e capacidade para dois ocupantes. Nicolau Coelho Filho, que pilotava o ultraleve, tinha Certificado de Piloto de Recreio (CPR), uma categoria mais avançada que permite que o piloto voe em determinadas áreas de controle e faça viagens de navegação. O encontro de aviadores, que recebeu 56 pilotos e aeronaves deve continuar até o domingo, em Erechim.


Fonte e fotos: Marielise Ferreira (Diário Catarinense / Zero Hora)

AVIÃO DAS FILIPINS SETÁ HÁ TRÊS SEMANAS PARADO NO AEROPORTO DE TERESINA



“Existe uma operação sigilosa e não podemos dar informações”, comentou o chefe do Posto da Anac .
Um avião Gulf Stream I, G I, de procedência das Filipinas, está estacionado no aeroporto de Teresina há três semanas. A aeronave passou por inspeção especial da Polícia Federal e da Receita Federal. A Infraero e a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) não prestam informações sobre os problemas da aeronave e nem o que tinha em seu interior. “Existe uma operação sigilosa e não podemos dar informações”, comentou o chefe do Posto da Anac em Teresina, Gilson Florindo.Até agora, não foi revelado o plano de vôo e o conteúdo que a aeronave estrangeira levava. Os pilotos não falam português e não iriam pousar em Teresina. O problema foi uma pane no avião que é antigo, de 1966. Eles fariam escala em Fortaleza para seguir para a Cidade do Panamá.“Tudo foi feito como deveria ser. O plano de segurança para aeronaves estrangeiras foi acionado. Tudo foi feito com tranqüilidade. Mas a operação é sigilosa”, confirmou Gilson.Chegou a suspeitar-se de tráfico de drogas na aeronave. A assessoria da Polícia Federal em Teresina não confirmou a suspeita.

Fonte: Diário do Povo via TV Canal 13

Foto: portalverdescampos.com.br

A INDÚSTRIA APERTA O CINTO


Depois da crise, a fila para comprar um jato sumiu e sobram ofertas no mercado de segunda mão.Diminuição na demanda fez com que a empresa reduzisse o quadro de funcionários.
O pacote de US$ 700 bilhões do governo americano para sanar a crise mostra que não existe bônus sem ônus. Em um discurso ao Congresso, o presidente Barack Obama disse que "não permitirá que os banqueiros peguem o dinheiro do governo e desapareçam em seus jatos privados". Desde o começo das turbulências na economia, os aviões particulares se tornaram o símbolo da ostentação dos executivos de Wall Street, que na mente da população foram os responsáveis pelo colapso econômico. Para fugir desse estigma, muitos estão vendendo seus jatos usados e quem estava na fila por um novo desistiu.Se antes esperavam-se três anos para comprar um avião particular, hoje se leva a metade do tempo. Mais: a cada cinco jatos existentes no mundo, um está à venda. Uma aeronave era tão desejada que a espera ganhava valor de mercado, fazendo com que algumas pessoas vendessem a posição na fila por até US$ 1 milhão. "O cenário mudou", diz Ricardo Nogueira, vice-presidente da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag). "Com a crise, muitos desistiram de comprar e outros alongaram o prazo. A maioria das fabricantes que vendiam de quatro a seis aviões por mês, está vendendo de um a dois. Há muita disponibilidade", explica Nogueira.Com a redução da demanda, a Embraer cortou 20% do quadro de funcionários. E não foi a única a sofrer revés. A Bombardier prevê neste ano uma queda de 10% em relação ao ano fiscal 2008/2009, quando entregou 232 jatos. A americana Boeing teve 32 encomendas canceladas.A escassez de crédito fez com que os compradores sumissem e isso também pode ser percebido no resultado da GE Capital, responsável pelo financiamento de 1,8 mil aviões no mundo, que apresentou lucro de US$ 12,2 bilhões - US$ 700 milhões inferior ao esperado. Só no Brasil, a empresa respondia por cerca de 60% das carteiras de crédito. "Havia uma demanda excessiva e as fábricas não conseguiam aumentar a produção. A tendência é o equilíbrio", aponta José Eduardo Brandão, diretor comercial da OceanAir Jatos Executivos. "Hoje, para comprar um Global, da Bombardier, leva-se cerca de um ano e meio", diz. "Antes, levavam-se até três anos." Apesar disso os preços de jatos novos continuam iguais.
No mercado de usados, sobram vendedores e faltam compradores. O empresário Alexandre Negrão, dono do laboratório Medley, há vários meses estaria tentando se desfazer do seu Global 5000, estimado em US$ 50 milhões. José Salim Mattar Junior, presidente da Localiza, pôs seu Citation XLS à venda, mas acabou desistindo; e Marcus Elias, controlador do Laep, fundo que detém a Parmalat, estaria vendendo seu Citation 10, um King Air e um helicóptero Agusta.Nos Estados Unidos, as empresas em dificuldades divulgam a oferta de seus jatos como prova de que buscam cortar gastos. O fundo de investimentos Carlyle Group colocou à venda seu Gulfstream G450 por US$ 30 milhões. O Bank of America está negociando três de seus nove jatos.Até o jornal The New York Times anunciou seu Dassault Falcon 1997 por US$ 9,5 milhões. A rede de cafeterias Starbucks está se livrando de um Gulfstream 550, de US$ 45 milhões, e de um Challenger 604 avaliado em US$ 20 milhões. Do outro lado, o Citigroup desistiu de comprar um Dassault Falcon 7X após receber uma ajuda de US$ 45 bilhões do governo americano. Na Escócia, o Royal Bank of Scotland cancelou um pedido igual.Mas nem todos criticam os jatos. O megainvestidor Warren Buffett disse ao canal CNBC que há coisas que ele nunca teria feito sem um avião. "É um erro demonizar as aeronaves." Buffett não disse isso à toa. Motivo: ele é o maior acionista da NetJets, uma das maiores empresas de aviação executiva do mundo.


fonte: Isto É Dinheiro

PORTUGÁLIA - GREVE NO AR

Ao todo são 3 mil, os passageiros que foram já afectados pela paralisação de 24 horas dos pilotos da Portugália. A greve já obrigou ao cancelamento de 16 voos.Apenas 22 voos seguiram hoje viagem, garante a relações públicas da transportadora aérea.Já Nuno Queirós, do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil, desconfia destes números. São menos – diz – enquanto faz contas aos voos que saíram de Lisboa e Porto: “sabemos que, de Lisboa, saíram dois aviões e do Porto 3 aviões, o que dá, aproximadamente 10 pilotos a voarem”.Os pilotos reivindicam tempos máximos de trabalho para evitar erros por fadiga, e ainda pausas nos horários, alertando para o facto de estar em risco a segurança dos voos.A greve, que se iniciou hoje, vai repetir-se em mais quatro dias deste mês, nos dias 14 e 15 e 18 e 19.
Fonte: Rádio Renascença

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...