sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

UMA NOVA MANEIRA DE EMBARCAR PASSAGEIROS



Nem tudo é tão fácil quanto colocar 5 elefantes em um fusca (notoriamente, 2 na frente e 3 atrás).
Gente em avião, por exemplo.
Convidamos para o embarque os passageiros de primeira classe, passageiros com crianças de colo e passageiros com necessidades especiais.
Depois de enfrentar a fila para despachar as malas e a fila da Polícia Federal, chega a hora da derradeira fila: a do embarque no avião propriamente dito.
Encher um avião de gente não é algo simples.

Em um 747 cabem 500 passageiros.
Em um Airbus 380 , 800.
E do jeito que as coisas vão, parece que a estratégia das companhias aéreas é mesmo enfiar o máximo de sardinhas nessa lata gigante.
E aí surge esse grande paradoxo: aviões cada vez mais velozes e embarques cada vez mais lentos.
Você sabe que vai viajar a  1.000km/h, mas infelizmente a velocidade no embarque será, sempre, a do último passageiro a colocar seu popozão no seu assento.



Claro que tem gente pensando nisso, e muito.
O sistema mais comum ainda é o embarque por blocos de fileiras, do fundo para frente.


Mas agora surgiu uma nova maneira, realmente ousada: pela agilidade de cada passageiro.
Os mais ágeis entram antes, os mais lentos, depois.
A proposta vem de Pequin (Beihang University / Beijing).
(‘An aircraft boarding model accounting for passengers’ individual properties’ by Tie-Qiao Tang, Yong-Hong Wu, Hai-Jun Huang and Lou Caccetta.)
Funciona assim: você chega no balcão de check in, despacha as malas e dispositivos eletrônicos são colocados na sua bagagem de mão. A partir deste momento, você passa a ser monitorado e classificado com relação a sua mobilidade e velocidade de deslocamento.
Uma senhora de idade pode ser classificada na categoria “lentos”. Um executivos em viagem de negócios pode se enquadrar na categoria dos “ágeis” e assim por diante. Ao final, no portão de embarque, um funcionário da Cia Aérea tem em mãos uma lista que vai dos mais ligeirinhos aos mais tranquilinhos.
Os testes comparativos já comprovarem a eficiência do sistema, mas nenhuma companhia aérea teve ainda a coragem de fazer o teste na prática.
Por enquanto o jeito é se conformar com os entupidores de corredor.

fonte/UpdateOrDie

BELA PROPAGANDA DA TURKISH AIRLINES




Eu acredito que o uso de uma celebridade em campanhas publicitárias deve seguir alguns princípios simples: a celebridade precisa ter sinergia com a marca, com o público da marca e sua atuação deve ajudar a construir um vínculo entre o produto que anuncia e o público.
Ouve-se muito que o papel da celebridade deve ser o de “emprestar credibilidade” ao produto que está sendo divulgado por ela. Acho o tema delicado, afinal, se ela não é de fato uma consumidora do produto, como emprestar essa credibilidade? Os atletas da Nike certamente passam credibilidade para os produtos, mas será que apresentadores de TV utilizando produtos de beleza populares (hein? hein?) conseguem fazer o mesmo?
Um dos caminhos que acredito é na subversão do papel da celebridade na hora de mostrar o diferencial de um produto ou serviço. De bate-pronto, lembro de marcas como Snickers, Oi e Havaianas. Em suas campanhas a celebridade sempre tem um papel  de destaque, mas a desconstrução da idolatria em torno delas ou sua humanização é o que torna o produto relevante no contexto e a campanha memorável.
Esse filme da Turkish Airlines é um exemplo disso. Kobe Bryant e Lionel Messi – dois dos maiores ídolos do esporte mundial – disputando a atenção de uma criança. A criação é da agência turca Alametifarika.
fonte/UpdateorDie

EM LIMINAR, JUSTIÇA DO TRABALHO DETERMINA QUE GOL REITEGRE FUNCIONÁRIOS DA WEBJET


Em decisão liminar, o TRT (Tribunal Regional do Trabalho) do Rio de Janeiro determinou nesta sexta-feira (7) que a Gol Linhas Aéreas reintegre os mais de 850 funcionários que eram da WebJet e foram demitidos da companhia aérea no final de novembro, segundo informou o Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro, autor do pedido de liminar.
Com a decisão, a Gol terá que manter os funcionários da Webjet em seus quadros até que seja julgado o mérito da ação que contesta as demissões. A reportagem procurou a assessoria de imprensa da Gol e aguarda um posicionamento a respeito da decisão.

A Gol anunciou em 23 de novembro o fim das atividades da Webjet, comprada pela empresa em julho de 2011. No mesmo dia, a companhia anunciou a demissão dos funcionários da tripulação técnica, tripulação comercial e manutenção de aeronaves.
A compra da Webjet pela Gol foi concluída em outubro de 2011, por R$ 70 milhões, além de ter assumido dívidas de cerca de R$ 200 milhões. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a fusão das duas empresas em outubro.

"Modelo de negócio deixou de ser competitivo"

Em nota divulgada no dia do anúncio do fim da Webjet, a Gol afirma que o modelo de negócios da Webjet deixou de ser competitivo com a alta nos preços do combustível e o elevado consumo dos aviões que eram utilizados pela empresa.
"A Webjet possui um modelo de operação com base em uma frota composta majoritariamente por aviões modelo Boeing 737-300, de idade média elevada, alto consumo de combustível e defasagem tecnológica. Esse modelo deixou de ser competitivo", disse a Gol em fato relevante.
Segundo o diretor-presidente da Gol, Paulo Kakinoff, com o recente aumento nos preços, o combustível passou a representar 46% dos custos totais da Gol.
Com o encerramento da Webjet, os seis Boeings-737/300 da empresa pararam de voar. Segundo a Gol, "os clientes e passageiros da Webjet serão integralmente assistidos pela empresa, e terão seus voos garantidos."

Cerca de 3.000 demitidos em 2012

Após o corte de quase 3.000 funcionários desde o início do processo de fusão entre as duas empresas, a Gol não prevê novas demissões. Além dos 850 funcionários anunciados nesta sexta-feira, outros 2.000 já tinham sido desligados da empresa neste ano.
"Agora, com a nova estrutura, incluindo desligamento desses 850 colaboradores, nossa estrutura ficará estável em torno de 17 mil colaboradores", afirmou Kakinoff, em teleconferência.
Segundo o executivo, a maioria dos demitidos são membros de tripulação. A Gol irá absorver 450 funcionários da WebJet que atuam principalmente nos aeroportos.

fonte/UOL

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