quinta-feira, 20 de outubro de 2011

AEROPORTUÁRIOS AMEAÇAM "RADICALIZAR" GREVE


O Sina (Sindicato Nacional dos Aeroportuários) recusou o acordo para estabilidade de 12 meses oferecida pela Infraero aos trabalhadores dos aeroportos de Brasília, São Paulo e Campinas. Com isso, o tom ameno dos grevistas, que permaneceu durante todo o dia, mudou no início da noite. 

"Há muitos aeroportuários que querem adotar uma postura mais firme com o governo e paralisar todos os três aeroportos. Estamos segurando. Esse movimento não afetou a vida dos usuários e o governo não está reconhecendo isso", disse Francisco Lemos, presidente do Sina.

A razão para abreviar o movimento é uma eventual oferta de participação da categoria na discussão do edital que será lançado para a concessão dos três terminais. 

A categoria quer negociar estabilidade de pelo menos dez anos, após a concessão dos aeroportos, e também quer entrar na discussão de temas operacionais dos três complexos aeroportuários. 

Os aeroportuários não aceitam negociar temas pela via da consulta pública já aberta. Querem fazer parte do grupo que confecciona a modelagem que estará no edital. 

No início da tarde, o sindicato disse que havia tido indicações de que receberia alguma proposta para anunciar aos trabalhadores parados nos três aeroportos. A situação mudou no final do dia. 

"Estão nos oferecendo uma reunião na próxima quarta-feira, mas sem qualquer garantia de que vamos ter uma proposta que atenda as nossas reivindicações. Não quero ir lá novamente só para tomar café e beber água", disse. 

A questão do Sina agora é de credibilidade. Ao convocar a categoria para uma mobilização, o sindicato assumiu um compromisso de obter uma proposta que seja considerada um avanço, algo que os grevistas não viram até o momento. 

Lemos afirma, que sem isso, o sindicato pode se sentir forçado a radicalizar a greve e isso pode resultar em caos para a vida dos usuários de aeroportos nesta sexta-feira, com interrupções de serviços que funcionaram hoje graças ao plano de contingência montado pela Infraero e as companhias aéreas. 

A greve moderada de todo o dia de hoje, pode sofrer um revés nas próximas horas. É a nova posição do Sina. 

MOVIMENTO
A greve não teve forte impacto no movimento dos passageiros durante o dia. Dos 203 voos domésticos programados para o aeroporto de Guarulhos até as 19h, 16 sofreram atrasos e oito foram cancelados. Nas rotas internacionais, oito dos 179 voos programados para o período atrasaram e um foi cancelado.



O aeroporto de Viracopos, em Campinas, registrou quatro cancelamentos -- um internacional -- e dois atrasos, de um total de 101 voos programados até as 19h. 

Em Brasília, o aeroporto funciona normalmente na tarde desta quinta-feira, apesar da paralisação dos funcionários da Infraero e das previsões de atrasos e cancelamentos pelo Sina. 

A Infraero mantém plano de contingenciamento para que as operações de pouso e decolagem não sejam prejudicadas. Segundo a empresa, funcionários de outras áreas foram remanejados para atividades essenciais ao funcionamento do terminal, como o sistema de informações de voos e a fiscalização de pátio e pousos.
Dos 157 voos nacionais operados entre 0h e 19h de quinta, houve dez atrasos e nove cancelamentos. De acordo com a Infraero, os cancelamentos não são resultado da greve e estão sob a responsabilidade das companhias aéreas. 

GREVISTAS
No estacionamento do aeroporto de Brasília, membros do Sina posicionaram um carro de som em frente à área de desembarque. No início da tarde, cerca de 70 funcionários estiveram no local para apoiar a paralisação. 

Em alguns pontos do aeroporto, estão penduradas faixas com os dizeres: "Privatização é aumento de passagens e tarifas". 

Segundo Francisco Hélio de Barros, um dos diretores do sindicato, os grevistas não estão atrapalhando o plano de contingenciamento da Infraero por entenderem que os aeroportos "não podem parar". 

"Estamos mantendo o funcionamento em nível crítico. Nas atividades essenciais, estão os funcionários de cargo de confiança [como gerentes e diretores]. Se mantivermos a greve durante as 48h previstas, haverá pressão", disse Barros. 

O diretor informou que há estimativa de que 500 funcionários entrem em greve em Brasília. 

fonte/Folha

TAM CONFIRMA COMPRA DE 32 AIRBUS A320 ECOEFICIENTES

 
A Tam finalizou acordo para aquisição de 32 aeronaves Airbus A320 ecoeficientes, compreendendo 22 A320neo e dez aeronaves da família A320. O pedido segue um Memorando de Entendimento assinado em fevereiro passado. A escolha do motor será anunciada pela companhia em data posterior.

“Aeronaves eficientes em combustível são essenciais para nosso programa de conservação de combustível e para a nossa contribuição na redução de emissões de CO2 da indústria", disse José Zaidan Maluf, vice-presidente de Contratos e Suprimentos da Tam Linhas Aéreas. “Como parte de nossos contínuos esforços para melhorar nossa eficiência operacional, os novos A320 nos permitirão manter uma frota jovem, reduzir custos e melhorar ainda mais nossa performance ambiental”.

“Estamos muito orgulhosos que nosso cliente de longa data e uma das maiores operadoras da família A320 estará entre os primeiros clientes a se beneficiar da capacidade aumentada do A320neo, incluindo uma redução de 15 por cento na emissão e queima de combustível”, disse John Leahy, Diretor Chefe de Operações, Clientes. “Com mais de 1,2 mil compromissos em menos de um ano, o A320neo provou ser um fenômeno para o segmento de curta e média distância, e ele não é bom apenas para os negócios, mas também para o ambiente.

A Tam já encomendou mais de 200 aeronaves Airbus, incluindo 27 A350-900, e opera cerca de 150 aeronaves Airbus para 43 destinos no Brasil e 18 destinos pela Europa, Estados Unidos e América do Sul. 
 
fonte/PanRotas/foto/Divulgação

TAM PERDE ESPAÇO PARA CHILENOS NO COMANDO DA LATAM

A TAM perderá espaço no comando da Latam, empresa resultante da fusão com a LAN Airlines. A avaliação do mercado é de que, mesmo tendo Maurício Rolim Amaro na presidência do Conselho de Administração da nova companhia, a palavra final ficará com os chilenos. Primeiro, porque a LAN terá 70% de participação do capital da Latam, enquanto a TAM fica com apenas 30%. 

Segundo, a sede da nova área será em Santiago, no Chile, e o presidente executivo será chileno. E ainda mais importante é o fato de que a família Cueto, que controla a LAN, é conhecida pelo pulso firme na gestão. “Os atuais controladores da LAN levam a empresa na rédea curta. Não por acaso, a qualidade de gestão da LAN é reconhecida no mundo inteiro. Já a TAM vem perdendo o controle operacional de seus negócios desde a morte de seu fundador, o comandante Rolim Amaro. 

A ascendência dos chilenos em termos de gestão e controle da Latam deverá ser natural”, diz Danilo Amaral, sócio da Trindade Investimentos e ex-CEO da BRA, antiga concorrente da TAM. “Se confirmada [a fusão], a TAM deixará de ser uma empresa brasileira do ponto de vista de controle acionário”, afirma Hildebrando Hoffmann, coordenador do curso de ciências aeronáuticas da PUC-RS. 

Por si só, o cargo de presidente do Conselho de Administração da Latam não garante que a TAM terá voz na nova empresa, segundo Hoffmann. “É preciso saber quem serão os outros membros do Conselho. Se a maioria for do grupo LAN, o peso da TAM nas decisões finais ficará comprometido”, diz. Procurada pela reportagem, a TAM preferiu não comentar o assunto.

Para Amaral, da Trindade Investimentos, a aérea brasileira terá que se esforçar para ter o mesmo nível de gestão que a LAN. Se por um lado isso pode causar certo desgaste para os brasileiros, diz ele, será uma ótima oportunidade para a liderança da TAM se aprimorar. “A LAN é uma empresa com dono de pulso forte e essa figura faz falta à aérea brasileira, que perdeu o comandante Rolim”, diz. Mesmo assim, o negócio é visto como vantajoso para a TAM, que lida com alto nível de endividamento e concorrência cada vez maior de companhias estrangeiras no Brasil. “Foi uma tábua de salvação para eles. A TAM não teria muitas alternativas a não ser entrar em um negócio dessa natureza”, afirma Hoffmann. 

Para o brigadeiro Allemander Pereira, consultor e ex-diretor da Anac, a união faz sentido especialmente quando se considera o contexto internacional. “Estamos vendo um movimento forte de fusão de grandes aéreas em diversos países – como a espanhola Iberia e a britânica British, a francesa AirFrance e a holandesa KLM. A criação da Latam vai fortalecer um grupo latino-americano que tenta se igualar a seus competidores”, diz. 

Em entrevista ao iG em setembro, Marco Antonio Bologna, presidente do grupo TAM disse que a fusão dará à empresa “uma dominância muito grande no hub sul-americano, para fazer frente à competição que está cada dia maior. Com a fusão, a empresa poderá enfrentar a concorrência das companhias europeias e americanas, que estão se consolidando”. Juntas, TAM e LAN terão uma frota de cerca de 260 aviões e devem conseguir sinergias de US$ 400 milhões ao ano. 

Para se concretizar, o negócio agora depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A criação da Latam reflete um movimento que começou três anos atrás, com a adoção da política de “céus abertos” no Brasil – que liberou a entrada de aéreas internacionais no País e ampliou a concorrência. “Escancararam nosso mercado e a competição ficou mais acirrada”, afirma Pereira. “Isso foi uma sinalização para o mercado, que passou a procurar meios de se defender para enfrentar tempos mais difíceis e uma competição maior.”

Segundo o consultor, as famílias controladoras da TAM e da LAN têm um histórico de bom relacionamento, o que deve favorecer o negócio. “Eles já compraram aeronaves juntos, têm bastante sinergia e um relacionamento construído com base na confiança mútua, o que é muito importante”, diz. 

Analistas de investimento também veem a fusão como positiva para os acionistas, pois trará ganhos de produtividade e escala para a TAM. Para Ignacio Spencer, da corretora chilena IM Trust, “o negócio trará ganhos operacionais importantes.” 

fonte/IG
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20 DE OUTUBRO - DIA DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO





Hoje como todo 20 de outubro comemaora-se o dia Internacional do Controlador de Tráfego Aéreo, data celebrada com outros 136 países em todo mundo, reunindo mais de 50.000 profissionais que festejam também o aniversário de 50 anos da fundação da IFACTA.



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NEGOCIAÇÕES AVANÇAM E GREVE DOS AEROPORTUÁRIOS PODE ACABAR HOJE


Uma negociação corre neste momento nos bastidores do setor aéreo brasileiro para por fim à greve dos aeroportuários em três aeroportos, Campinas, Brasília e São Paulo. 


O presidente do Sindicato Nacional dos Aeroportuários, Francisco Lemos, acenou com a possibilidade de suspender o movimento ainda hoje, embora a categoria esteja mobilizada para permanecer parada até a meia-noite desta sexta-feira.
A razão para abreviar o movimento é uma eventual oferta de participação da categoria na discussão do edital que será lançado para a concessão dos três terminais.



A indicação de que a categoria possa ser admitida na mesa que definirá a modelagem da concessão veio, segundo o presidente do Sina, do secretário-executivo da SAC (Secretaria Nacional de Aviação Civil), Cleverson Aroeira da Silva, e do diretor de administração da Infraero, José Antônio Eirado Neto.
Ambos, ainda segundo Lemos, teriam recebido sinal verde do governo para atender a reivindicação e abreviar o fim da greve. 

"Recebi indicação de que a nossa reivindicação pode ser atendida, mas só vamos desmobilizar todo mundo quando tivermos uma proposta concreta", disse. 

Uma parte do movimento, disse Lemos, defende a radicalização da greve. "Estou segurando muito cachorro louco aqui", disse, referindo-se a integrantes da categoria que gostariam de uma paralisação total da categoria. 

No fim do dia, a categoria prepara uma passeata pelas dependências dos dois terminais de Cumbica, em Guarulhos. 

Por enquanto, a ideia é manter cerca de 40% dos aeroportuários trabalhando. A avaliação é de que a cobertura da imprensa começou a surtir efeito na principal meta agora: fazer parte do grupo que vai discutir o edital. 

"Estamos conseguindo o que queríamos. Pouco transtorno e muito recado", disse Lemos. 

fonte/Folha

FOTO MOSTRA FUNCIONÁRIOS "ENXUGANDO" PISTA COM RODOS


Pista_Alagada






















Prática já é rotina em dias chuvosos; poços se formam ao longo da pista

Uma foto enviada por um leitor mostra bem a calamidade da pista do Aeroporto Internacional de Rio Branco. Em dias de chuva, funcionários já deixam seus rodos e vassouras a postos para, logo após a água passar, irem para a pista tirar os verdadeiros poços que se formam ao longo dos quase 2 km de pista.

A situação já se tornou rotina no aeroporto.

Como a pista não tem sistema para dar vazão à água, ela se acumula, criando riscos para as operações de pouso e decolagem. Segundo funcionários ouvidos por Agazeta.net, as aeronaves ficam rodando pelos céus da capital até a água ser retirada.

Já os aviões em solo não podem decolar. Em alguns casos o atraso dos voos chega a mais de uma hora. A situação mais calamitosa é no pátio do aeroporto, onde ocorre o embarque e desembarque dos passageiros. Nesta área o acúmulo de água chega a ser bem maior.

Ano passado uma aeronave da TAM ficou com o trem de pouso “atolado” em um buraco formado no pátio de estacionamento.

COM GREVE, OPERAÇÃO COMEÇA SEM INCIDENTES EM AEROPORTOS DE SÃO PAULO

Os funcionários da INFRAERO estão em greve por 48 horas no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, e em Viracopos, em Campinas, no interior do estado, em protesto contra os planos do governo federal de privatizar os terminais. A paralisação, que atinge também os funcionários do aeroporto de Brasília, teve início à 0h desta quinta-feira (20).

Nas primeiras horas desta sexta, porém, os passageiros embarcavam sem problemas. Em Guarulhos e em Campinas, o movimento era tranquilo e passageiros e funcionários de companhias aéreas não relatavam problemas.
Em Guarulhos, durante a madrugada, houve uma manifestação dos funcionários da Infraero. Aqueles que trabalham na área de embarque foram substituídos por funcionários de uma empresa terceirizada de segurança. O painel de informações funcionava normalmente por volta das 6h30.

No Aeroporto de Viracopos o movimento era normal nesta manhã. Por volta das 6h30, apenas o voo da Azul para Curitiba apresentava um pouco de atraso. De acordo com funcionários de companhias aéreas nos balcões de check in, não havia nenhum problema fora do normal. Passageiros que desembarcavam no aeroporto também relataram não ter enfrentado dificuldades.

A orientação para os passageiros com voos previstos para quinta e sexta é que entrem em contato com a empresa aerea para confirmar os horários de seus voos.

Os aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília devem ser concedidos à iniciativa privada. Os três aeroportos serão leiloados pelo governo para agilizar obras de ampliação e melhoria visando a Copa de 2014 e para atender ao crescimento da demanda interna por voos.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência não se manifestou sobre a greve e disse que o governo atendeu parte das reivindicações dos aeroportuários, como a manutenção da gestão estatal da navegação aérea.








fonte/G1

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