segunda-feira, 2 de março de 2009

VOO INTERROMPIDO EM GOIÂNIA

Uma aeronave de pequeno porte teve problemas na decolagem e interrompeu atividades do Aeroporto Santa Genoveva por uma hora na manhã de ontem.Por volta das 6h40, o avião Gates Learjet 35A , prefixo PT-LTH apresentou defeitos no trem de pouso quando preparava para decolar e teve que abortar a ação e voltar para o hangar.Pousos e decolagens foram suspensos por uma hora, o que atrasou três voos que seguiriam para Belo Horizonte, Brasília e Maceió.Outro avião, que vinha de Brasília, não pôde pousar. Duas pessoas estavam a bordo da aeronave particular que também seguia para a capital federal. Não houve vítimas ou prejuízos materiais relevantes. Às 8 horas, o aeroporto já operava normalmente.Até as 17h de ontem, a Infraero registrou quatro atrasos e cinco cancelamentos de voos no Aeroporto Santa Genoveva.
Fonte: Diário da Manhã (GO)

FORÇA AÉREA CANADENSE INTERCEPTA BOMBARDEIROS RUSSOS


Força Aérea canadiana interceptou, na última semana, dois bombardeiros russos bastante perto do espaço aéreo do Canadá, um dia antes da visita de Barack Obama ao país. A informação foi avançada pelo ministro canadiano da Defesa, Peter MacKay.«Os aviões russos nunca chegaram a entrar em espaço aéreo canadiano, mas com 24 horas a antecederem a visita do presidente dos Estados Unidos, decidimos enviar dois aviões F-18 do NORAD, sob comando canadiano», disse Peter MacKay, em conferência de imprensa.De acordo com a edição online da CNN, os aviões russos estiveram a 190 quilómetros de Tuktoyuktuk, no noroeste do Canadá. «Foi um voo de rotina em espaço aéreo internacional», garantiu Yevgeniy Khorishko, um porta-voz da embaixada russa em Washington, citado pela CBS News.O North American Aerospace Defense Command (NORAD) é uma agência canadiana e norte-americana, encarregada do controlo do espaço aéreo de todo o continente norte-americano. De acordo com o porta-voz do NORAD, Michael Kucharek, citado pela CNN, os aviões russos foram identificados como TU-95 Bear.

fonte: IOL

EMIRADOS ÁRABES COMPRAM 48 EXEMPLARES DO AERMACCHI M346


Os Emirados Árabes Unidos (EAU) anunciaram ontem a sua opção pelo Aermacchi M-346 como o seu próximo jato de treinamento avançado e de ataque leve.A notícia foi dada durante o International Defence Exhibition & Conference, realizada em Abu Dhabi, onde os EAU confirmaram a compra de 48 aeronaves num contrato que, segundo algumas fontes informaram, deve ficar em torno de €1 bilhão. No pacote, além dos jatos de treinamento, estão inclusos os programas de treinamento para os pilotos e equipes de solo e manutenção, peças de reposição e também simuladores de voo.Os primeiros exemplares deverão ser entregues à partir de 2012 e, pelo menos um lote será otimizado para executar missões de ataque.A montagem final dos M-346 será feita em Abu Dabhi, capital do EAU, com a criação de uma joint-venture entre a Aermacchi e a Mubadala Development, que ficará responsável pela fabricação dos materiais compostos do jato, incluindo peças para o mercado civil.A venda dos 48 exemplares para o EAU representa não somente a vitória de uma longa disputa comercial que vinha sendo travada com Korea Aerospace Industries/Lockheed Martin T-50, mas também a primeira exportação do M-346. Além dos Emirados Árabes Unidos, a Itália já adquiriu 15 exemplares do jato.
fonte: Revista Asas

RYANAIR COGITA COBRAR POR USO DE BANHEIRO EM AVIÃO


A companhia aérea irlandesa Ryanair afirmou nesta sexta-feira que está analisando planos de cobrar dos passageiros o uso dos banheiros durante voo.
O diretor executivo da companhia, Michael O'Leary, disse à BBC que a Ryanair está avaliando a possibilidade de instalar banheiros operados por moedas.
"Algo que analisamos no passado e estamos analisando de novo é a possibilidade de talvez instalar um espaço para depositar moedas na porta do banheiro", afirmou.
A popular Ryanair é conhecida pelos voos regionais de baixas tarifas na Europa. Por outro lado, a companhia já cobra a mais de seus passageiros por itens como bagagem extra ou para fazer o check-in no aeroporto.
Lucro e passageiros
Na semana passada a companhia confirmou planos de fechar todos os seus balcões de check-in nos aeroportos para tentar reduzir o preço dos voos.
"Acho que não existe ninguém que tenha entrado em uma aeronave da Ryanair (levando) menos de 1 libra", disse O'Leary.
"Na Ryanair sempre tentamos encontrar formas de levantar a arrecadação para que possamos continuar abaixando os preços das viagens aéreas", acrescentou.
O grupo britânico de defesa do consumidor "Wich?" afirmou que a companhia aérea irlandesa está colocando "o lucro à frente dos passageiros".
"Parece que a Ryanair está pronta para ir a qualquer lugar para fazer dinheiro rápido e, mais uma vez, coloca lucros à frente do conforto de seus clientes", disse Rochelle Turner, chefe de pesquisa na "Wich?".
"Cobrar das pessoas que vão ao banheiro pode resultar em menos pessoas comprando bebidas acima do preço a bordo dos aviões, o que seria o certo para a Ryanair", acrescentou.

fonte: BBC

FAB CONTRATA FILIAL DA EMBRAER PARA REFORMAR JATOS

O Diário Oficial da União trouxe em sua edição de 20 de fevereiro deste ano, um dia após o anúncio das demissões de 4.273 empregados pela Embraer, a publicação do extrato de dispensa de licitação, número 1/2009, no qual contrata a Embraer Aviation International, subsidiária sediada na França, para reformar 43 aeronaves AMX da Força Aérea Brasileira (FAB). O valor do negócio é de US$ 147.565,954,11.A nova negociação não foi divulgada pela direção da Embraer nem pelo Comando da Aeronáutica. O secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Luis Carlos Prates, estranhou o fato de o Diário Oficial só informar a dispensa de licitação para a contratação na sexta-feira de Carnaval, um dia após anúncio das demissões. O sindicalista também contesta o fato do negócio envolver uma subsidiaria fora do Brasil.O processo de contratação, identificado pela numeração 017-08/SDDP, tem como função a aquisição de equipamentos para a modernização das 43 caças subsônicos fabricados pela Embraer em parceria com a Itália, denominado também como A-1. A Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) aparece no contrato como anuente solidária.Está nas mãos do brigadeiro do Ar, Dirceu Tondolo Nôro, a dispensa de licitação e a contratação direta da Embraer francesa. Nôro ocupa o cargo de subdiretor de Desenvolvimento e Programas (SDDP) e presidente da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (Copac).O acordo foi ratificado pelo comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do Ar, Juniti Saito, sob a justificativa de elevar a "capacidade operacional e de sobrevivência das aeronaves A-1, colocando-as em condições de emprego".O valor da negociação é de US$ 147.565,954,11 e tem amparo legal no artigo 24, IX, da Lei 8.666/1993 combinado com o artigo 1º, I, do Decreto nº 2.295, de 05 de agosto de 1997.A presença da Embraer na Europa vem desde 1983, quando foi criada a Embraer Aviation International, uma subsidiaria situada em Paris e estabelecida para cuidar das atividades de marketing e venda, armazenamento, gestão de logística e de reparo de componentes.Em episódios anteriores em que o caça AMX necessitou de reparos, a manutenção foi feita na sede da empresa, em São José dos Campos, no interior de São Paulo. O procedimento foi repetido, inclusive, em 2007, quando a FAB iniciou junto à Embraer o processo de modernização dos aparelhos.A unidade na França foi a segunda instalação da Embraer fora do Brasil, após o estabelecimento da Embraer Aircraft Corporation (EAC), em 1979, nos Estados Unidos.Procurados ontem pela reportagem da Gazeta Mercantil, a Embraer e o Comando da Aeronáutica não se manifestaram. fonte: Gazeta Mercantil

GOLDEN SHARE DA EMBRAER NÃO IMPEDE DEMISSÕES


A União detém 0,3% das ações da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Emrbaer). São papéis denominados "golden share". Embora tenha poder de veto, essa categoria de ação ordinária de classe especial não interfere nas demissões e contratações da empresa. Apesar disso, algumas centrais sindicais evocam esse dispositivo na tentativa do governo federal reverter as demissões recém anunciadas.A golden share instituída na privatização da Embraer, em dezembro de 1994, também inaugurou esse tipo de reserva do governo federal junto às companhias privatizadas. Essas ações especiais são dotadas dos mesmos direitos de voto dos detentores das ações ordinárias. Entretanto, podem vetar algumas ações da empresa, particularmente no que se refere às atividades militares e ligadas à soberania nacional.A União pode interferir na Embraer quando o assunto se trata de criação ou alteração de programas militares que envolvam ou não a república brasileira. Também está sob seus limites a capacitação de terceiros em tecnologias de programas militares ou na interrupção no fornecimento de peças para manutenção e reposição da frota da Força Aérea Brasileira (FAB).A golden share tem ainda o poder de vetar transferências do controle acionário da Embraer.Outras questões que podem sofrer interferência restritiva da União por meio da golden share envolvem a mudança de denominação da companhia e de seu objeto social, e a alteração e aplicação da logomarca da Embraer.O estatuto social da Embraertambém contempla mecanismos de proteção. Foi a maneira encontrada para permitir a listagem no Novo Mercado da Bovespa - que levou a companhia à dispersão acionária - sem que isso possibilitase que a maioria de votos nas deliberações de qualquer Assembléia geral fosse exercida por acionistas estrangeiros. A idéia era fazer com que as decisões da companhia permaneçam nas mãos de brasileiros, um dos princípios estabelecidos na privatização da empresa.Entre os mecanismos que possibilitam isso está o princípio de que nenhum acionista ou grupo de acionistas, seja brasileiro ou estrangeiro, poderá exercer mais de 5% dos votos em cada assembléia geral realizada pela Embraer.Essa limitação tem como objetivo desestimular a concentração excessiva de ações ou American Depositary Shares (ADS) em mãos de um único acionista ou grupo de acionistas. Atualmente, mais de 50% dos papéis da empresa são negociados na Nyse.O total de votos em qualquer Assembléia geral permitido a acionistas estrangeiros, seja isoladamente ou em grupo, está limitado a 40% do total de votos presentes à assembléia.Investidor relevanteEmbora a golden share não dê ao governo federal a possibilidade de vetar demissões ou se intrometer em decisões sobre os rumos dos negócios da empresa, é inegável a influência estatal na empresa. Isso pode ser constatado, por exemplo, na base acionária da Embraer.Entre os principais sócios da companhia estão a Previ, maior fundo de pensão da América Latina, e o BNDESPar, braço de participações do banco estatal. Juntos, detêm quase 20% das ações da Embraer.

fonte: Gazeta Mercantil

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