segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

CINDACTA II VAI OPERAR EM 2010 COM SOFTWARE SAGITÁRIO DA ATECH

O Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta 2), com sede em Curitiba, deve começar a operar, em março do próximo ano, um novo software de controle de voo, com tecnologia totalmente brasileira. “A vantagem desse software é que nos dá uma capacidade maior de controle e gerenciamento”, disse nesta segunda-feira, 14, o comandante interino do Cindacta 2, coronel Leônidas de Araújo Medeiros Júnior.

O software, conhecido como Sagitário (Sistema Avançado de Gerenciamento de Informações de Tráfego Aéreo e Relatórios de Interesse Operacional), já está em testes na unidade paranaense, instalada em um prédio de quatro andares totalmente subterrâneo.

Segundo o coronel, uma das novidades do novo sistema é que ele informa qualquer possível conflito de voo antes mesmo de as aeronaves deixarem o chão. O software segue todas as práticas e recomendações do mercado internacional, incluindo as da Eurocontrol (Organização Européia para a Segurança da Navegação Aérea).

“É também um software brasileiro, que tem duas grandes vantagens: primeiro, pode-se implementar qualquer atividade operacional e ter pronta resposta e, segundo, o custo é bem menor, em alguns momentos até dez vezes menor”, disse Medeiros Júnior.

O software foi desenvolvido durante dois anos pela empresa Atech, que trabalha em conjunto com a Força Aérea Brasileira (FAB). A expectativa é que até 2012 todo o País esteja coberto com esse sistema. “Se os investimentos governamentais continuarem, até 2012 teremos retirado todo o atraso tecnológico que porventura exista”, garantiu o coronel.

Entre as novidades, a solução traz o fundo de tela cinza, o que torna menos cansativo para os olhos do que os negros que estão no software atual, o X4000. Ele também ganha mais contraste de cores, facilitando a identificação das funcionalidades.

De acordo com a Atech, o teclado deve ser praticamente descartado, tornando-se opcional o uso. O operador pode, com apenas um clique no mouse, alterar graficamente uma rota de voo ou até mesmo estabelecer novas rotas caso haja situação de conflito entre aeronaves. Também é possível enviar mensagens para os pilotos, como se fosse um torpedo de celular. O software já vem preparado para receber aplicativos necessários para a navegação do futuro, quando controladores e pilotos devem se comunicar via satélite.


fonte/ Estadao

AVIÃO COM JACKSON LAGO E MINISTRO CARLOS LUPPI SOFRE PANE


O ministro do Trabalho Carlos Luppi e o governador deposto Jackson Lago (PDT) estiveram neste domingo (13) na cidade de Timon.
Marcada para chegar a Timon às 09 horas, a comitiva liderada pelo ministro Carlos Luppi e o ex-governador Jackson Lago só desembarcaram no aeroporto da cidade depois das 11 horas da manhã.
O blog do jornalista Elias Lacerda (Portal AZ) esteve fazendo a cobertura da visita e apurou o motivo do atraso. Segundo ele, a demora foi em razão de um acidente que poderia ter sido trágico.

Ao saírem de Imperatriz com destino a Timon, a aeronave com o ministro Luppi, o ex-governador Jackson Lago e o ex-secretário de Esporte e Juventude Weverton Rocha sofreu um vazamento de combustível pelo tanque.

Já em pleno vôo, o problema foi detectado por Weverton que viu o derramamento de querosene por meio da janela do avião. A situação obrigou o piloto a retornar para o aeroporto da cidade maranhense.

Descobriu-se então que a tampa do tanque estava mal vedada e o avião só voltou a decolar com o problema sanado. Resta saber agora se ocorrido foi sabotagem ou apenas uma falha de caráter técnico.

fonte/Blog do Jonhcutrim

ALIANÇA COM O BRASIL PODE SALVAR A TAP

A aviação comercial vive a pior crise da sua história. Mais grave que em 2001, altura marcada pelos atentados nos EUA. A TAP não escapou ilesa e o seu futuro poderá estar, agora, dependente de uma aliança com o Brasil.

Perdas anuais sucessivas, conflitos internos e uma recessão técnica. É neste ponto que se encontra a companhia aérea nacional. O cenário não é animador e a urgência em encontrar uma solução que garanta a manutenção da empresa impõe-se. Segundo Raymond Benjamin, secretário-geral da Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO), o futuro da TAP está dependente de uma aliança com outra empresa.

"A TAP terá de desenvolver uma estratégia para encontrar alianças com outras companhias aéreas para poder atingir massa crítica suficiente para continuar a sua existência", afirmou o responsável em entrevista ao JN, durante a sua passagem por Lisboa para a comemoração dos 100 anos da aviação civil. Os aliados da TAP poderão estar espalhados por Angola e Moçambique, ou até mesmo a Europa, mas o Brasil seria a melhor opção, "dada a sua força".

Raymond Benjamin, que teve um encontro ontem com Fernando Pinto, presidente da TAP, diz que apesar dos prejuízos da empresa estarem fundamentalmente ligados à recessão mundial, é preciso desenvolver uma estratégia para os próximos anos.

Para diminuir os custos, a TAP, à semelhança de outras companhias, não poderá aumentar o preço dos bilhetes, mas tem, porém, que criar medidas para captar clientes e travar as low-cost, que ao contrário das tradicionais não estão a sofrer com a crise. "As companhias low-cost estão a ganhar quotas de mercado, estão a ganhar dinheiro", afirmou o responsável do ICAO. O mais provável é que as empresas tradicionais criem as suas próprias companhias low-cost para tentar abranger todo o mercado, prevê Benjamin.

As low cost parecem ser a excepção à regra, mas a verdade é que o sector da aviação comercial vive a pior crise da sua história. Mais grave que em 2001, altura marcada pelo atentados nos EUA, a 11 de Setembro. Só as 30 maiores transportadoras que integram a associação europeia de companhias aéreas deverão apresentar, este ano, prejuízos 50% superiores aos registados em 2001.

"Houve um período em que as empresas sofreram, mas recuperaram ao fim de um ano, agora a situação é mais séria, os analistas prevêem que a recuperação do sector demore cerca de quatro anos".
A pressionar o sector têm estado as constantes oscilações do petróleo. Para evitar esta dependência, a solução é encontrar alternativas. Benjamin avançou que em cima da mesa estão planos para se começar a usar outro tipo de combustíveis. O Brasil já recorreu ao uso da cana-do-açúcar para os automóveis e há, já, companhias a experimentar biocombustíveis.

No que diz respeito ao Novo Aeroporto de Lisboa, Raymond Benjamin diz que a construção da infra-estrutura "já vem tarde", uma vez que "Lisboa não segue os standards do sistema de aviação". Quanto a Alcochete, é a localização indicada.


fonte/Jornal de Notícias

WEBJET PASSA A OPERAR NOVOS VOOS E AMPLIA OFERTA EM 25%


A Webjet Linhas Aéreas inicia a partir de amanhã (15), a operação de sua nova malha aérea, com 84 voos, para um total de 125 trechos. Serão nove freqüências, a mais, e um aumento de 25% na oferta de voos para os passageiros. O maior reforço acontece nas ligações para o Nordeste, que passam a ter mais opções de horários nas saídas de São Paulo e do Rio de Janeiro, atendendo à demanda da alta temporada.

Partindo de São Paulo (Guarulhos), serão mais dois voos diretos e diários para Fortaleza (saídas 7h25 e 18h50 / retorno 6h50 e 17h17), além de mais um voo direto, também diário, para Salvador, (saída 12h30 / retorno 14h30), e para Recife, (saída 18h30 / retorno 21h15). Os paulistas também passam a contar com uma nova ligação diária para Natal, via Fortaleza, e uma nova frequência diária para Curitiba (saída 15h28 / retorno 9h42).

A partir do Rio de Janeiro (Galeão), haverá o acréscimo de voos diretos para Porto Alegre (saída 20h29 / retorno 6h32)), Brasília (saída 9h14 / retorno 17h56) e Guarulhos (saída 6h03 / retorno 23h50), além de novos voos para Salvador/Fortaleza (9h14) e Recife (saída 10h40 / retorno 14h48). As ligações dentro do Nordeste ganham reforço com voos de Salvador para Fortaleza (saída 13h30 / retorno 12h05) e para Recife (saída 12h18 / retorno 14h48). As novas opções têm horários estratégicos, oferecer conexões ágeis para as 10 cidades onde a empresa opera e que vai manter como básico para 2010.

Para o próximo ano, uma novidade indicada pelo presidente do grupo CVC é o ajuste nominal com as três letras. A empresa aérea será WEB, conectada diretamente à sua evolução que segue em ritmo de ‘crescente sucesso’, como reafirma Guilherme Paulus. A outra grande expectativa é para a possibilidade de obter slots no aeroporto de Congonhas, conforme o plano de redistribuição da ANAC.

Com a incorporação de mais outros quatro aviões, a frota da Webjet passa a contar com 20 aeronaves Boeing 737-300, praticamente o dobro de sua frota do início do ano, quando tinha 11 equipamentos. A oferta de assentos por quilômetro oferecidos pela companhia cresce 45% com os novos voos.

fonte/ Brasilturis

CONGONHAS ABRE ESPAÇO PARA MAIS EMPRESAS VOAREM EM 2010

Mais companhias de aviação poderão conseguir um espaço para voar ao Aeroporto de Congonhas no próximo ano. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) vai receber até 15 de janeiro de 2010, a documentação das empresas interessadas em um dos slots (horários de pousos ou decolagens) que serão redistribuídos pela reguladora. Por enquanto, estão habilitadas para obtenção de horários a Total Linhas Aéreas e a Air Minas, enquanto a WebJet tem sua documentação está em análise pela Anac.

Até então, somente TAM Linhas Aéreas, Gol Transportes Aéreos, OceanAir e Pantanal tinham estas licenças e como o aeroporto é considerado saturado, não tendo espaço para novas operações, a Anac estabeleceu novas regras para abrir espaço à outras empresas. "Os passageiros serão os beneficiados. Com mais empresas, eles terão mais opções e preços mais baixos para voar a partir de Congonhas", comentou Solange Paiva Vieira, atual diretora presidente da Anac.

O limite do aeroporto da capital paulista está dentro do máximo estipulado que é de 30 operações por hora. Slots estes, totalmente concedido às quatro companhias que atuam no local. A Anac avaliou então, se as empresas estavam utilizavam toda essa capacidade já que pela legislação o uso de um slot tem que ter no mínimo 80% de regularidade. A partir daí, ficou decidido que se houvesse cancelamento superiores a 20%, essas autorizações voltaria para a Anac, que as redistribuiria entre outras empresas.

Na avaliação concluída pela Anac ficou constatado que slots da Pantanal e da Gol teriam que ser devolvidos pela não regularidade. Ao todo, são 412 horários que serão disponibilizados a outras empresas, sendo que 61 deles são da Pantanal. Já a Gol perderá 34, entre os mais de 1,4 mil slots que possui. Os 317 horários restantes não pertencem a nenhuma empresa, porém, são para operações aos sábados e domingos. Cada empresa a ser contemplada poderá utilizar o slot para a rota que esteja de acordo com sua estratégia comercial, sendo que a Anac prevê a redistribuição para o dia 1º de fevereiro. As companhias que já atuam em Congonhas também poderão participar do sorteio.

fonte/ DCI

AEROPROTO DE CAMPO GRANDE, MATO GROSSO DO SUL, SERÁ AMPLIADO


A Infraero assinará na quarta-feira (16), um convênio para a ampliação do Aeroporto Internacional de Campo Grande (MS). Passará dos atuais 1,08 mil para 2,41 mil hectares. Será um acordo de cooperação com o governo estadual e a prefeitura de Campo Grande com os Comandos do Exército e da Aeronáutica.

O limite de recursos para a ampliação do sítio será de R$ 20 milhões e o decreto deve sair um mês após a assinatura do convênio. Após essa etapa, caberá à Infraero fazer a revisão do Plano Diretor do aeroporto e elaborar estudos e projetos de engenharia da primeira fase de desenvolvimento do aeroporto, que incluirá o novo Terminal de Passageiros e o novo pátio de aeronaves. Há possibilidade do projeto aumentar para duas novas pistas, uma delas com até três mil metros.

Confirmaram presença na solenidade programada para 11 horas, no Centro de Convenções de Campo Grande, entre outras autoridades, o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, o Comandante da Aeronáutica, Tenente Brigadeiro do Ar Juniti Saito, representantes do Exército e o presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza.

fonte/Brasilturis

AEROPORTOS DE SINOP, ALTA FLORESTA E RONDONÓPOLIS, MATO GROSSO, GANHAM BRIGADISTAS


A diretoria de Engenharia da Aeronáutica concluiu, ontem, o treinamento contra incêndio em aeroportos oferecido a bombeiros de Sinop, Alta Floresta e Rondonópolis, além de integrantes da Guarda de Trânsito de Sinop e Alta Floresta. A duração foi de 11 dias e dos 41 participantes 4 reprovaram. Os agentes foram capacitados a constituir brigadas nas respectivas cidades e atuar, principalmente, em ocorrências envolvendo aeronaves.

A entrega de certificados ocorreu ontem em uma cerimônia no aeroporto João Figueiredo, em Sinop, com a presença de representantes da Aeronáutica, os prefeitos Juarez Costa e Maria Izaura (Alta Floresta) e secretários municipais. A qualificação de pessoas para operar o caminhão AP2 é uma das exigências da ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil.

Segundo o responsável pelo 6º Comando Aéreo Regional, brigadeiro Ricardo Machado Vieira, a conclusão desta etapa representa benefícios para as cidades que possuem a unidade de combate à incêndio pois, a partir de agora, terão condições de pleitear novos voos.

“Sinop e Alta Floresta já estão em condições de operar aeronaves de maior porte”, declarou o militar, ao Só Notícias. Rondonópolis, por enquanto, ainda não possui o AP2.

No aeroporto de Alta Floresta, explica a secretária de Indústria e Comércio, Célia Castro, já existe uma seção contra incêndio. Ela está sendo readequada para atender as especificações da Agência Nacional de Aviação Civil. “Este pessoal estará presente no aeroporto. Se a ANAC exigir 24 horas temos uma equipe formada de 13 homens para operar o caminhão sendo necessário 5 por turno. Temos condições de atender as necessidades do município”, expressou Célia.

A proposta é, havendo necessidade, formar mais profissionais para atuar no quadro de brigadistas. Com a chegada do AP2 no município, mês passado, a expectativa é pelo aumento no número de pousos e decolagens. O equipamento é um dos requisitos para elevar de 2 para 5 o nível de segurança no aeroporto.

“A partir do momento que tivermos efetivado a categoria 5 temos certeza que as empresas virão até nós”, concluiu Célia.

fonte/Só Notícias

JOGO DE EMPURRA INDEFINE DATA PARA VOO DE INSTRUMENTO NO AEROPORTO DE BAURU, SÃO PAULO



Parece que não acabará tão cedo a novela institulada “voo por instrumento no aeroporto de Bauru”. Na última terça-feira, passageiros que não conseguiram embarcar nos aviões devido ao tempo eram puro desânimo. O terminal funciona hoje apenas para operações visuais diurna e noturna e não deve ter uma melhora rápida na situação.

A Anac (Agência Nacional de Aviação Comercial) informou que não recebeu ainda nenhuma solicitação para homologar voo por instrumentos no aeroporto de Bauru. A homologação final será dada pela agência, porém, só depois dos testes do Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo).

A agência esclarece que normalmente os administradores de aeroportos aguardam a finalização dos trabalhos do Decea para pedir a homologação final na Anac.

O departamento já iniciou parte dos testes necessários em Bauru. Por meio do ICA (Instituto de Cartografia Aeronáutica), foi feito o levantamento cartográfico de obstáculos no aeroporto entre os dias 22 e 28 de agosto. A partir disso é feita a confecção das cartas de aproximação de aeronaves para operação por instrumentos.

Porém, o Decea, até sexta-feira, não forneceu nenhuma informação sobre o andamento desse trabalho. O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, em Brasília, e o Decea, no Rio de Janeiro foram contatados diversas vezes pela reportagem do BOM DIA, mas sem respostas afirmativas.

O trabalho da Aeronáutica para homologar operações por instrumentos também inclui voos de experiências com as aeronaves do Geiv (Grupo Especial de Inspeção em Voo) para testar as cartas. Não há prazo.

Para ter o voo por instrumentos, o aeroporto também precisará da licença para funcionamento de um rádio farol (NDB) e da frequência do rádio VHF. Quem libera isso é a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

Nesse ponto as informações são escassas. O Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo) afirma que já solicitou à Anatel as licenças. Procurada, a Anatel respondeu que precisa do número do protocolo do pedido para checar como está a liberação, que levaria cerca de 15 dias.

O Daesp disse que não tem esse número de protocolo. Resultado: a Anatel se nega a dar prazos. O problema maior é que desde 11 de novembro o Daesp afirma ter feito esse pedido à Anatel.

Na última quinta-feira, o Daesp anunciou abertura de licitação para o dia 18 deste mês para contratação de uma empresa que prestará serviços de telecomunicações e tráfego aéreo no EPTA (Estação Prestadora de Serviços de Telecomunicações e de Tráfego Aéreo).

Por meio de sua assessoria de imprensa, o Daesp afirma que todo o processo dessa licitação deve demorar cerca de 30 dias, mas se nega a dar um prazo para a homologação final do voo por instrumentos no aeroporto de Bauru.

fonte/Agência Bom Dias

AVIÃO SAI DA PISTA E INVADE ÁREA AO LADO DE HANGAR NO AEROPORTO TOM JOBIM

Um avião da empresa canadense Air Transat, que passava por testes, saiu da pista no começo da noite de domingo (18) e invadiu uma área ao lado de um hangar no aeroporto internacional Tom Jobim (Galeão), na Ilha do Governador, zona norte do Rio.

Avião sai da pista e invade área ao lado de hangar no aeroporto Tom Jobim, no Rio
Avião sai da pista e invade área ao lado de hangar no aeroporto Tom Jobim, no Rio 

Segundo a Infraero (estatal responsável pela administração dos aeroportos), o acidente aconteceu próximo a um terminal de cargas. Ninguém ficou ferido.

A Infraero informou também que a aeronave passava por um teste de motores no aeroporto quando rolou dos calços e invadiu a área.

De acordo com informações do aeroporto, o avião passava por manutenção preventiva. A Folha Online tentou contato com a empresa canadense, mas ainda não obteve resposta.

fonte/foto/FolhaOnline

CRISTINA KIRCHNER RECEBE AMEÇA DE MORTE EM VIAGEM DE HELICÓPTERO

Gravação veiculada pela rádio C5N revelou que a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, recebeu uma ameaça de morte via rádio quando seguia para a Casa Rosada a bordo de um helicóptero, na sexta-feira (11).

Na gravação, o piloto do helicóptero da frota presidencial conversa com os controladores de tráfego aéreo de um aeroporto enquanto vai de Olivos até a Casa Rosada, com a presidente a bordo. Em ao menos três momentos, as indicações técnicas são interrompidas por frases como "matem a égua", "matem o peixe" e "matem-na".


fonte/FolhaOnLine

VÍDEO - TRANSLADO DO KING AIR PR-GSW - SHOW

EMBRAER CORTA DE NOVO PREVISÃO DE PRODUÇÃO


A Embraer anunciou a fornecedores uma redução de 23% nos planos de produção para 2010, que toma como base os níveis de setembro deste ano. A empresa já havia anunciado uma queda de 41% em relação ao mesmo período de 2008, quando teve início a crise econômica mundial. O comunicado foi feito na semana passada, durante encontro anual com fornecedores, nas instalações da empresa, em São José dos Campos, e contrasta com as previsões de retomada firme das taxas de crescimento da economia brasileira no próximo ano. Consultada, a Embraer não comentou o assunto.

"Saímos dessa reunião em desespero. Estou destinando parte do meu maquinário, antes voltado à fabricação de peças para a Embraer, para o setor de petróleo", afirma um dos fornecedores procurados pelo Valor. Segundo ele, as cerca de 70 empresas que compõem a cadeia de fornecimento da indústria aeronáutica na região de São José dos Campos cortaram para quase a metade o quadro de funcionários de novembro de 2008. A queda nas encomendas da Embraer deixou empresas endividadas, pois muitas investiram na compra de máquinas para atender aos crescentes pedidos da fabricante antes da crise. "Agora não temos como pagar e os fabricantes de máquinas já não querem mais negociar".

Orientadas pela própria Embraer e por entidades do setor aeroespacial, várias empresas aeronáuticas estão buscando alternativas para enfrentar o período de crise - a diversificação de atividades tem sido uma das opções. "Hoje, somente 20% do meu faturamento vem da Embraer. Ampliei a carteira de clientes para o setor de defesa e para o mercado externo", disse outro fornecedor aeronáutico.

Em entrevista na quarta-feira passada, o presidente da Embraer, Frederico Curado, disse que 2010 será um ano tão ou mais difícil que 2009 para o setor mundialmente, com uma demanda por novas
aeronaves ainda bastante baixa, devido à crise econômica. No fim de outubro, durante a apresentação dos resultados do terceiro trimestre, a Embraer previu uma queda de 10% na receita líquida de 2010, em relação aos US$ 5,5 bilhões previstos para 2009. "O mercado ainda continua deprimido e as companhias aéreas estão perdendo dinheiro este ano e vão perder no ano que vem. Os sinais de recuperação no exterior são relativamente frágeis", afirmou Curado.

fonte/ValorEconomico

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