domingo, 15 de março de 2009

PROGRAMA 'IMMINENT FURY' DA US NAVY TERIA TESTADO O SUPER TUCANO




Programa “Imminent Fury”, da seção de guerra irregular da Marinha dos EUA teria testado um Super Tucano para missões de apoio aéreo aproximado. Segundo informações do site Defense News, a idéia da U.S. Navy é ter uma aeronave para apoiar forças de operações especiais de maneira “orgânica”, operando a partir de pistas não preparadas ou rodovias, podendo ser reabastecida e rearmada em poucos minutos para voltar rapidamente à ação. Não se trata de uma aeronave embarcada.

Um exemplar do Embraer EMB-314 Super Tucano, recebido através de operação de leasing, teria sido armado e testado durante um ano para provar o conceito. A visão do programa é contar com uma aeronave biposta, com piloto e operador de sensores, que possa manter-se na área de operações enquanto durar a missão, com características de grande alcance, boa manobrabilidade e baixa assinatura térmica. A intenção, na chamada Fase II do programa que aguarda entendimentos com outras forças de modo a dividir custos (estimados em 44 milhões de dólares), seria fazer leasing de quatro aeronaves e deslocá-las para o combate o mais rápido possível. O programa, segundo as informações disponíveis, é uma iniciativa secreta da U.S. Navy para atender a demandas urgentes do campo de batalha.

fonte:



blog Naval



AVIÃO PLANADOR CAI EM FAZENDA EM BALSA NOVA, PARANÁ

Um acidente com um planador, ontem, em Balsa Nova, município localizado a 60 quilômetros a oeste de Curitiba, causou ferimentos no piloto que o conduzia. De acordo com o Corpo de Bombeiros em Campo Largo, por volta das 14h50, a aeronave, de prefixo PT-PFO, estava em procedimento de pouso, quando perdeu estabilidade e caiu próximo à cabeceira da pista do Aeroclube de Planadores do local.
O piloto, Luís Ivan Vasconcellos, de 72 anos, estava consciente e foi encaminhado de helicóptero ao hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo, onde foi internado com algumas fraturas e escoriações. No final da tarde de ontem, o procedimento cirúrgico a que ele foi submetido já havia terminado e ele passava bem, conforme informações do hospital.
Segundo um dos membros do Aeroclube, Lucas Stange - que não estava no local -, o piloto é experiente e treinava para um campeonato. Ele acredita que, por estar próximo à pista, provavelmente o condutor tentou forçar ao máximo o pouso no local, o que explicaria o acidente próximo à cabeceira. A perda de altitude, para ele, pode ter sido causada por falta de corrente térmica ascendente, usada pelos planadores para sustentar o voo.
Stange explica que os pousos fora da pista são relativamente comuns nessa modalidade. "Em 12 anos de voo, já fiz dois pousos assim. O planador foi feito para suportar esses pousos. Quando isso acontece, o piloto pode até desmontar o avião para transportá-lo", explica, ressaltando que o voo a vela - como é conhecida a modalidade - é um dos esportes aeronáuticos mais seguros.
Conforme informações do site da Federação Brasileira de Voo a Vela (FBVV), a maioria dos planadores decola com auxílio de um avião rebocador, que o leva a uma altura adequada para voo. Existem, também, planadores equipados com motor, usado nas decolagens e também para evitar pousos fora da pista. A aeronave envolvida no acidente de ontem, de madeira e feita em Curitiba, não tinha motor.
Fonte: Helio Miguel (Paraná Online) - Foto: Anderson Tozato


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