sábado, 9 de janeiro de 2016

EMBRAER ENCERRA EMPRESA DE DRONES

Drone Falcão AVIBRAS 900px

A Embraer Defesa & Segurança Participações S. A. anunciou, em conjunto com a AEL Sistemas S. A. e a Avibras Divisão Aérea e Naval S .A., a sua decisão de encerrar as atividades da empresa Harpia Sistemas S. A., uma ‘joint-venture’ formada em setembro de 2011 com o objetivo de explorar o mercado de veículos aéreos não-tripulados, vulgarmente designados por drones. “A definição de dissolução da parceria se deu de forma amigável tendo em vista o atual cenário de restrição orçamentária”, refere o comunicado partilhado pela construtora aeronáutica brasileira.

“Devido ao fator estratégico do projeto para concepção de um Sistema de Aeronave Remotamente Pilotada (SARP) nacional, as empresas continuarão a desenvolver as tecnologias para atendimento futuro das demandas das Forças Armadas brasileiras e do mercado civil em um novo formato, podendo inclusive atuar em conjunto no futuro”, destaca adiante a nota de imprensa.

As empresas reconhecem que a preservação do conhecimento é fundamental para manter a capacidade tecnológica adquirida e, por isso, realocaram os profissionais da Harpia Sistemas em outros programas.
A Harpia tinha sido reconhecida oficialmente pelo Ministério da Defesa do Brasil como Empresa Estratégica de Defesa (EED). A decisão foi divulgada no Diário Oficial da União no dia 9 de outubro de 2014. Estava criada para atuar no mercado dos veículos aéreos não-tripulados, simuladores e aviónicos.

fonte/foto/NewsAvia

MÍSSIL NORTE-AMERICANO PERDIDO NA EUROPA APARECEU EM CUBA


"Este é um assunto que a Administração [norte-americana] leva muito, muito a sério. Creio que por razões mais que óbvias", afirmou o porta-voz da Casa Branca Josh Earnest, ao ser questionado sobre o assunto na conferência de imprensa diária.

Por seu lado, o porta-voz do Departamento de Estado, John Kirby, limitou-se a dizer que as empresas norte-americanas são "responsáveis" por documentar os seus planos logísticos nas entregas de material militar, e por informar o Governo sobre qualquer desvio.

A informação tinha sido avançada pelo Wall Street Journal e o insólito de um míssil norte-americano acabar na posse de um Estado com o qual nem sequer tinha relações diplomáticas resultou de uma sucessão de alegados erros logísticos na Europa.

O Hellfire chegou a Cuba há 18 meses, antes portanto da aproximação diplomática entre Washington e Havana iniciada em dezembro de 2014.

O governo norte-americano tem o hábito de transportar estes mísseis desativados e incompletos, produzidos pelo grupo Lockheed Martin, antes de os vender operacionais, para fins de treino e formação, como foi o caso recentemente no Iraque, disse à AFP um conhecedor do sistema.

Os diplomatas e militares norte-americanos não têm juridicamente o direito de se exprimir publicamente sobre contratos comerciais de armas.

fonte/JN.pt

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