quarta-feira, 11 de setembro de 2013

ESTE SISTEMA DE RASTREAMENTO DE AVIÕES VIA GPS CRIA ESTRADAS NO CÉU




Em centros de tráfego movimentado, como o Aeroporto Internacional O’Hare, em Chicago, nos EUA, aviões podem passar um longo tempo esperando por sua vez de pousar. E em aeroportos como o de Galeão, no Rio de Janeiro, os pilotos precisam enfrentar trajetórias apertadas para evitar centros populacionais lotados e colinas na sua chegada. Mas graças a um novo ultrapreciso sistema de rastreamento por GPS, aeronaves não precisarão mais lidar com torres de controle sobrecarregadas e sinalizadores de navegação.

A tecnologia é conhecida como Performance de Navegação Requerida (RNP, da sigla em inglês). Ao contrário de sistemas de gerenciamento de tráfego da era Eisenhower e sinalizadores de radionavegação terrestres usados atualmente, a RNP usa a navegação por satélite GPS para rastrear aviões com uma precisão de 10 metros e 10 segundos antes da sua chegada. Ela também exige que aviões voem ao longo de rotas tridimensionais específicas (como o GIF abaixo), resultando em uma trajetória de voo mais eficiente para o avião, menos tempo de voo para viajantes e menos custo de combustível para companhias aéreas, além de menor emissão de gases do efeito estufa. Todo mundo ganha.

 A RNP é mais um sistema do que uma única peça de tecnologia. Desenvolvida pela GE Aviation, ela combina software, hardware e procedimento de forma bem similar ao que é conhecido como navegação de área (RNAV, que é diferente por não exigir monitoramento de desempenho a bordo e o alerta de que o piloto pode voar fora das linhas) para garantir que toda a operação de aeronave em um espaço aéreo específico esteja dentro dos limites pelo menos 95% do tempo. Isso permite aos controladores de voo desenvolverem abordagens de destino específico que evitem áreas sensíveis a ruído e obstáculos geográficos.
 
Dependendo de condições topológicas específicas, o nível de tolerância permitido por um RNP pode variar. Se uma área tem um RNP de 10, por exemplo, como acima de oceanos, toda a operação de aeronaves neste espaço precisa ser capaz de calcular as posições dentro de um raio de 10 milhas náuticas. Um RNP de .1, como no caso do Rio de Janeiro, significa que precisa ser resolvido em um décimo de uma milha náutica (1 milha náutica é o equivalente a 1.852 metros).





A tecnologia RNP ganhou força lentamente em aeroportos ao redor do mundo nos últimos anos, mas a taxa de adoção está crescendo, especialmente com todo o custo real de economia que o sistema oferece. Aqui no Brasil, o sistema já foi instalado em quase uma dúzia de aeroportos, e os aviões viajam 35km a menos do que antes e gastam 7,5 minutos a menos para pousar, o que significa uma economia de mais de 730kg de emissões e redução operacional de US$ 24 milhões nos próximos cinco anos. Na Nova Zelândia, no Aeroporto Queenstown, o sistema reduziu os atrasos mensais acumulados de 2.400 minutos para 200 minutos. Em Temuco, no Chile, e Cajamarca, no Peru, o sistema simplificou drasticamente os padrões de chegada em áreas montanhosas (veja na imagem ao lado), e em Cusco, no Peru, na encosta de Machu Picchu, o sistema reduziu cancelamentos de voo baseados em tempo por impressionantes 60%. [GE Reports]

fonte/Gizmodo

QUINTA GERAÇÃO DO SU-35S CHEGA AO MERCADO EXTERNO

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O contrato de venda de caças russos Su-35 à China vem abrindo um vasto caminho no mercado internacional. Ao mesmo tempo, a complicada história de colaboração militar russo-chinesa dá motivos para recear a cópia de blocos e tecnologias transferidos, tomando em conta um número reduzido de aviões vendidos.


O percurso histórico do Su-35 iniciou-se em meados dos anos 80, altura em que em Komsomolsk começou a ser elaborada uma nova versão do Su-27. O futuro Su-27M, que, mais tarde, terá recebido a designação de Su-35, devia contar com equipamentos modernos, um variado conjunto de armas, incluindo mísseis “ar-terra” e até um sistema de reabastecimento aéreo. Quanto a seu design, as mudanças se traduziriam em uma nova empenagem dianteira horizontal em forma de pequenas asas de ambos os lados da carlinga.

Mas o destino do primeiro Su-35 (Su-27M) não foi muito feliz: o colapso da URSS veio impedir o início da sua produção em série. Alguns engenhos foram entregues ao grupo de pilotagem Russkie Vityazi mas, devido às deficiências estruturais, não chegaram a voar, servindo de “estoque” de peças sobressalentes para os Su-27. Outros aviões Su-27M foram usados em voos de treino e testes de novos tipos de armas. O Su-27M, após receber motores com empuxo vetorial e uma nova designação (Su-37 Terminator), passou a ser um dos primeiros engenhos com tal unidade auxiliar de energia.

Importa não esquecer que este avião foi usado para ensaiar a Frolov Chakra, ou seja, uma figura de alta pilotagem da autoria de um piloto russo com o mesmo apelido: uma espécie de kulbit aéreo, isto é, uma brusca viragem em 360º num raio de ação diminuto. Nessa manobra, o avião em movimento lento faz loopings reduzidos, virando praticamente em torno da sua parte traseira. Em termos práticos, isto permite ao caça interceptor atacar o adversário pelas “costas” e, se este estiver muito próximo, deixá-lo passar, ocupando a posição de atacante.

Novo Su-35: geração intercalar
No início dos anos 2000, o Centro de Projeções Sukhoi retomou os trabalhos de projeção de aviões de quinta geração e acabou por criar o já conhecido T-50 PAK FA. O processo de desenvolvimento não foi rápido nem fácil. Daí foi tomada a decisão de projetar uma “versão intercalar” com base em plataforma T-10 (Su-27) que seria denominada Su-35. Para evitar a confusão, foi adicionada a sigla BM (o que, em russo, quer dizer bolshaya modernizatsiya, ou seja, grande modernização, em português), enquanto os Su-35 produzidos em série passaram a usar a designação de Su-35S.

Ao contrário do Su-27 básico, o Su-35 conta com propulsores aperfeiçoados de elevado empuxo, um radar moderno, munido de antenas em fase, um novo apetrechamento da cabine (incluindo monitores a cor polivalentes) e outras inovações técnicas. O engenho permite testar uma série de sistemas e agregados que se usam em aviões de quinta geração.

As conversações sobre o eventual fornecimento de Su-35S à China têm estado congeladas desde princípios dos anos 2000, altura em que se iniciaram os testes. Mas os peritos advertem contra “algumas consequências sérias”. A Rússia já possui uma experiência negativa: a China acabou por cancelar um contrato de compra de um lote de Su-27SK, após lançar em série a cópia do Su-27, sob a designação J-11. Depois, com base no engenho copiado e a partir dum protótipo do caça soviético Su-33, recebido da Ucrânia, a China criou o seu avião próprio J-15. Isto tem engendrado novas suspeitas em relação com o destino do Su-35S.

Entretanto, a sua possível clonagem parece não fazer qualquer sentido. Tomando em conta as alterações relativamente ao Su-27 e os problemas pendentes com a produção da cópia J-11, sobretudo no que tange ao empuxo, é evidente que a produção de uma réplica do Su-35S levará muito tempo. Por essa altura, a Rússia terá criado uma nova variante desse avião, podendo ser lançada em série a produção de caças de quinta geração. Além disso, o contrato em causa pressupõe a aplicação de duras sanções no caso de cópia. Ora, neste contexto, é pouco provável que a China queira estragar as relações com a Rússia por causa disso. De qualquer modo, na China, o engenho russo será sujeito a um exame meticuloso, podendo alguns agregados e blocos vir a ser utilizados em novos aviões chineses. Todavia, à luz da atual conjuntura internacional, tal cenário poderá, em maior medida, causar a apreensão do Japão e dos EUA.

fonte/VozDaRussia

NOVO JATO DA BOMBARDIER É PREPARADO PARA PRIMEIRO VOO

Paris - O novo avião de passageiros CSeries da canadense Bombardier está sendo preparado para um esperado voo inaugural neste fim de semana, possivelmente no domingo, disseram duas fontes da indústria.

Como todas as estreias, o momento exato permanece incerto conforme a tripulação faz testes finais e espera pelo clima necessário para voar o jato da categoria de 100 a 149 assentos. Mas as fontes, que falaram em condição de anonimato, disseram que a adiada estreia pode ocorrer em dias.
"Há uma alta probabilidade de que haverá alguma novidade sobre voo neste fim de semana, muito provavelmente no domingo", disse uma fonte da indústria.

Em face dos riscos envolvidos, no entanto, não seria uma surpresa se o cronograma for adiado novamente por alguns dias, disseram as fontes. O voo inaugural da aeronave já foi adiado três vezes.
A estreia, que marca a tentativa da Bombardier de entrar em um mercado dominado por Airbus e Boeing, ficou mais próxima na quarta-feira quando pilotos deviam iniciar testes de taxiamento em alta velocidade.

Uma porta-voz da Bombardier não quis comentar sobre o momento do voo inaugural a ser realizada em Mirabel, Quebec.

O primeiro voo será o ponto culminante de um programa de 5 anos do CSeries, que exigiu investimentos de 3,4 bilhões de dólares.

fonte/Exame.Abril
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PASSAGEIROS PREFEREM WI-FI A POLTRONAS MAIS CONFORTÁVEIS

A Honeywell Aerospace divulgou uma pesquisa sobre a mudança de valores dos consumidores quanto à definição de conforto a bordo de um avião. A maioria prefere ter acesso à internet a um maior espaço entre as poltronas, por exemplo.

A pesquisa foi realizada com mais de três mil adultos do Reino Unido, dos Estados Unidos e de Cingapura, que usaram wi-fi nos últimos 12 meses. Os dados revelam que mais de um terço dos norte-americanos e cingapurianos, e quase metade dos britânicos, abririam mão de uma comodidade, como um assento preferencial, para ter uma melhor conexão internet. Quase dois terços dos passageiros preferem ter acesso wi-fi de alta velocidade e que lhes permita transmitir vídeo e música em voo, do que sentar-se no seu lugar preferido. Mais de 75% dos pilotos que responderam a pesquisa acha que o acesso sem fio deve estar sempre disponível nos aviões.

A maior parte dos entrevistados diz que usa a conectividade em voo predominantemente para fins pessoais (55% dos americanos, 42% dos britânicos, 40% dos cingapurianos), enquanto a minoria (22% dos americanos, 30% dos britânicos, 29% dos cingapurianos) usa principalmente por razões profissionais. Contudo, o serviço wi-fi disponível a bordo causa frustração em quase 90% dos usuários. Conexões inconsistentes ou lentas decepcionam os passageiros.

fonte/PanRotas
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PILOTO MORRE APÓS QUEDA DE AVIÃO EM MARICÁ, LITORAL DO RIO DE JANEIRO


 
avião cai em maricá (Foto: Romário Barros/ Lei Seca Maricá )Avião caiu em cima de muro de residência no Parque Eldorado (Foto: Romário Barros/Lei Seca Maricá) 
 
Um homem morreu e outro ficou ferido após a queda de um avião em Maricá, no litoral do Rio de Janeiro, na tarde desta quarta-feira (11). Segundo as primeiras informações da Polícia Militar, o avião partiu da pista de instrução do AeroClub de Maricá, que funciona no aeroporto da cidade. Segundo informações do AeroClub, o piloto que morreu era estudante de uma escola de aviação na cidade. O ferido é um instrutor.

O avião que é um monomotor CESSNA 152 , caiu em cima de um muro de uma residência, no bairro Parque Eldorado, próximo ao Centro da cidade. A área foi isolada pela Guarda Municipal e por agentes da Defesa Civil. O homem ferido foi encaminhado para o Hospital Conde Modesto Leal. Nomes e idades das vítimas ainda não foram divulgados.

fonte/foto/G1

INCIDENTE COM ATR DA TRIP NO DIA 10 DE SETEMBRO EM JOÃO PESSOA

Um ATR 72-500 da Trip Linhas Aéreas, matrícula PP-PTQ, realizando vôo T4-5362/AD-5362 de João Pessoa, PB a Salvador, BA (Brasil) com 52 passageiros, retorno a João Pessoa após 35 minutos de voo em razão de uma pane no motor esquerdo.

Um passageiro relatou a hélice direita parado.

A companhia aérea confirmou a aeronave retornou a João Pessoa para uma aterragem segura.

fonte/AvHerald

INCIDENTE COM EMBRAER E195 DA AZUL NO DIA 8 DE SETEMBRO EM SÃO PAULO

Um Embraer ERJ-195 da Azul Linhas Aéreas, matrícula PR-AYT, realizando o voo AD-4165, de Navegantes, SC,  para Campinas, SP (Brasil), precisou desligar o motor esquerdo (CF34) devido uma queda na pressão do óleo, e pousar no Aeroporto de Guarulhos. O avião realizou um pouso seguro.

Os técnicos de manutenção identificaram qua a bomba de óleo do motor estava rachada.

fonte/AvHerald

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...