quarta-feira, 3 de novembro de 2010

PREFEITURA DE CANOAS, RIO GRANDE DO SUL, ESTUDA UTLIZAR BASE AÉREA

Canoas City Hall home page - Image improved wi...Image via Wikipedia

Projetado para servir como grande centro de distribuição na Região Metropolitana, a plataforma logística de Canoas terá de vencer uma barreira para concretizar seu terminal aéreo. O empreendimento, ainda em fase de estudos, almeja o uso da pista da base aérea do município para o transporte de cargas.

A intenção da prefeitura de Canoas ainda não foi levada ao Ministério da Defesa e ao 5º Comando Aéreo Regional (Comar), mas vem ganhando força entre os gestores do projeto. A plataforma deverá ser construída em um terreno de cem hectares, ao lado do distrito industrial do município, no bairro Niterói.

No mesmo local, o empreendimento irá reunir um centro de transporte rodoviário, empresas atacadistas e serviços voltados à movimentação e distribuição de mercadorias. Para a conexão com o modal aéreo, uma das alternativas é o uso compartilhado da pista militar, que fica ao lado do terreno da plataforma.
Levarei a proposta aos órgãos envolvidos agora em novembro adianta o prefeito Jairo Jorge (PT).
Inspiração de projeto é um empreendimento espanhol
Conforme o prefeito, o projeto é inspirado em uma das principais plataformas logísticas da Europa, em Zaragoza, na Espanha. Segundo Jairo Jorge, a ideia não é interferir no perfil militar da base, mas potencializar o uso do terminal em horários específicos.

Seria uma alternativa ao terminal de cargas do Aeroporto Salgado Filho avalia o prefeito, que apresentará o projeto hoje ao meio-dia, no Tá na Mesa, na Federasul, em Porto Alegre.
O estudo de viabilidade da plataforma logística já foi concluído. Agora, a prefeitura busca parceiros privados para um investimento total de R$ 300 milhões dividido em três fases.

No entanto, a ideia de utilizar a pista da base aérea para o transporte de cargas do centro de distribuição provoca opiniões controversas. Para Nelson Düring, editor do site Defesanet.com.br e especialista em assuntos militares, o uso compartilhado é praticamente inviável. O especialista aponta uma série de complicações legais, operacionais e de segurança:
A base militar é estratégica, pode não ter um grande fluxo de voos diários, mas deve estar sempre preparada para uma eventual emergência.

Para o especialista, as bases aéreas até podem ser usadas como alternativas para receber voos excedentes e evitar congestionamentos nos aeroportos comerciais, mas em situações especiais como a Copa do Mundo de 2014.

Elton Fernandes, professor de produção e transporte da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), não vê impedimentos de usar bases aéreas para serviços civis. Para o especialista, o uso compartilhado é uma tendência nacional, diante da dificuldade de se construir novos aeroportos.

Se há área física para separar os terminais militares e de carga, a utilização compartilhada é só uma questão de organização de horários diz Fernandes, acrescentando que em casos de emergência as operações militares sempre terão prioridade.

fonte/ZeroHora
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WEBJET REGISTRA ATRASO EM AMIS DE 40% DOS VOOS E REVOLTA PASSAGEIROS

250Image via Wikipedia

Aeronave que iria do aeroporto Salgado Filho para São Paulo demorou duas horas para decolar

Mais de 40% dos voos da companhia aérea Webjet registraram atrasos de 30 minutos ou mais nos aeroportos do país desde a meia-noite, causando indignação nos passageiros. De acordo com a empresa, os atrasos são o efeito de problemas meteorológicos que ocorreram na terça-feira no aeroporto de Confins, em Minas Gerais, associados ao movimento de retorno do feriadão de Finados. A companhia disse ainda, por meio de sua assessoria de imprensa, que precisou remanejar membros da tripulação por conta dos atrasos.

Dois voos da companhia Webjet apresentaram atrasos nesta manhã no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, causando indignação dos passageiros.
Um dos voos, com destino a Curitiba e São Paulo, que deveria partir às 9h, registrou duas horas de atraso. O embarque começou a ser realizado próximo das 11h, lotando a área de embarque do aeroporto.

Um dos passageiros da empresa que aguardavam para embarcar para o Rio de Janeiro, Cristiano Brochier, não escondeu a indignação:

— Estou desde terça-feira tentando voltar para casa no Rio pela companhia Webjet e não consigo devido a sucessivos atrasos da empresa — lamentou.

Segundo a Webjet, a situação deve ser normalizada ainda na tarde desta quarta-feira. 
 
fonte/Zero Hora
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SIMULAÇÃO DE GUERRA NA REGIÃO NORDESTE COMEÇA NO DIA 8


A Força Aérea Brasileira realiza entre os dias 8 e 19 de novembro, a quinta edição de uma guerra simulada nos céus do Brasil. Também é a terceira  vez que a chamada operação “Cruzeiro do Sul” (Cruzex) ocorre no espaço aéreo da região Nordeste a partir da Base Aérea de Natal, como conta o seu porta-voz, o coronel Henry Munhoz. “São vários os motivos que fizeram com que Natal fosse escolhida, primeiro porque a Base Aérea tem infraestrutura para receber as três mil pessoas que participarão das operações e, além disso, tem um clima e meteorologia que favorecem o treinamento de guerra”.

Aldair DantasAvião Hércules chegou ontem à Base Aérea de Natal trazendo os mantimentos para a operaçãoAvião Hércules chegou ontem à Base Aérea de Natal trazendo os mantimentos para a operação
O coronel Henry Munhoz explica que os militares das Forças Aéreas de cinco países que participarão da Cruzex V “vão conhecer um cenário belíssimo e um pouco da mostra da cultura de nosso país”.

Segundo Munhoz, na Cruzex de 2008 foram realizados muitos investimentos em infraestrutura na Base Aérea de Natal, que agora serão aproveitados para essa nova simulação de guerra nos céus do Nordeste. Maxaranguape, na região do Mato Grande, será o ponto de partida de um país invasor, enquanto os céus na região de Campina Grande (PB) funcionarão como o país “amarelo” onde a força aérea da coalização “azul” fictícia pretende libertar da invasão feita por uma coalizão “vermelha” inimiga.


Alguns aviões Mirage e F5 já estão aguardando o início das operações na Base Aérea, onde chegou, ontem à tarde, um avião Hércules trazendo mantimentos e recursos humanos que vão participar das operações. No dia 13 os aviões serão expostos à visitação pública, assim como o público também deverá assistir um show da Esquadrilha da Fumaça.


Munhoz conta que além do Brasil, participam da Cruzex V a Argentina, Chile, França, Uruguai e Estados Unidos, que em 2008 havia participado como país observador e este ano participa, pela primeira vez, da guerra simulada nos espaços aéreos do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. Como países observadores, ele informa que virão militares da Bolívia, Canadá, Colômbia, Equador, Inglaterra e Paraguai.


Para Munhoz, a guerra simulada “é uma excelente oportunidade para estreitar os laços de amizades com diversos países que estarão aqui”, mas também é importante a participação da Força Aérea de um país como os Estados Unidos, que ao contrário da América Latina, passa por situações de guerra no mundo contemporâneo. “Os Estados Unidos têm  amplo conhecimento de combate aéreo porque vive essa questão no seu dia a dia,  e agora os integrantes de sua Força Aérea estarão dividindo experiências conosco. Será um ganho muito positivo, pois eles têm grande experiência no combate no ar e no solo”.


Na opinião do coronel Munhoz, os americanos “gostaram tanto da dinâmica que viram na Cruzex de 2008, que pediram para participar agora, dividindo experiência”.

Por fim, ele disse que a experiência que o cidadão comum vai ter da guerra simulada, no seu dia a dia, “será o grande movimento de aviões sobrevoando a região Nordeste”, pois tudo é fictício e simulado. “A guerra realmente é virtual na utilização de armamentos, mas real no emprego aéreo de mais de 60 aeronaves somente em Natal, porque não teremos disparo de nenhum tipo de munição”.

fonte/TribunaDoNorte
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