sexta-feira, 27 de novembro de 2009

ULTRALEVE CAI E DEIXA DOIS FERIDOS EM BRASÍLIA


 

Um ultraleve caiu na tarde desta sexta-feira, próximo ao depósito do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), na Asa Norte, Distrito Federal. Segundo informações da DFTV, duas pessoas ficaram feridas e uma delas teve traumatismo craniano.

O ultraleve atingiu a rede de alta tensão. As vítimas foram encaminhadas para o Hospital de Base.

fonte/Terra

AUSTRÁLIA ANUNCIA A COMPRA DO PRIMEIRO LOTE DE F-35

2009-11-17 AF 1
O Governo da Austrália aprovou o programa de aquisição de $3,2 bilhões de dólares para 14 Joint Strike Fighters (JSF).

O ministro da Defesa, senador John Faulkner, disse que a decisão foi precedida por anos de avaliação e planejamento por todos os países envolvidos no desenvolvimento da aeronave.

Faulkner afirmou que o próximo lote de JSF será avaliado em 2012, de acordo com o compromisso do Livro Branco da Defesa, que planeja três esquadrões operacionais com pelo menos 72 aeronaves.

A aquisição de um esquadrão adicional, elevando o total de JSF para 100 aeronaves, será avaliada em conjunto com a futura decisão de aposentar o F/A-18F Super Hornet.

fonte/MinDefenseAustralian foto/divulgação

MOMENTO PARA A TAM EVITAR OS ALIENÍGENAS


A identidade de uma empresa é, na maioria das vezes, a essência do sucesso empresarial da companhia. Não existe no Brasil nenhuma empresa aérea tão identificada com o seu fundador como a TAM. O Comandante Rolim Amaro e a TAM se fundiram em um só ser. Hoje, os seus herdeiros, especialmente D. Noemy, Maria Claudia e Maurício Amaro são guardiões, não da sua herança ou da sua memória, mas do próprio Rolim.

A TAM, sem os seus ensinamentos, seria mais uma empresa aérea. Uma companhia de aviões e não o conjunto de valores inéditos que foram colocados em prática pela coragem do seu fundador.
Quem viveu a história da TAM, quem acompanhou a chegada dos primeiros F100 ou presenciou o voo rasante do primeiro A330 em Congonhas, sabe que a empresa surgiu como resultado de uma cultura capitaneada por um único homem.

Há alguns dias reencontrei D. Noemy e Maria Claudia em um evento para apresentação do novo serviço de bordo da empresa. Conversamos longamente e na presença delas eu sentia a presença do próprio Rolim. Era como se ele estivesse ali. Não se trata de nenhum fenômeno espiritual. Conversando com elas, observando a espontaneidade do sorriso, cheguei à conclusão que Rolim e sua família também formavam um só ser. O que ele foi em vida era fruto da família que possuía. Da esposa compreensível e amiga que sempre teve. Dos filhos que davam os primeiros passos na própria TAM.

Recordo do orgulho que ele tinha em ver todo o cuidado da Maria Claudia com o novo serviço internacional da TAM. No voo inaugural de Miami para São Paulo, ele foi me visitar na classe executiva e perguntou: “O que achou do serviço, Magnavita?” Ao expressar a minha satisfação com as riquezas dos detalhes, ele me disse: “Foi tudo cuidado pela Maria Claudia!”.

Lembro também do seu orgulho quando voamos de volta o primeiro Top TAM, de Recife para São Paulo, a bordo do Citation Excel que ele tinha acabado de receber. No cockpit estava Maurício Amaro, hoje comandante do A320 e cada vez mais parecido com o pai. Durante a viagem, ao lado de Luís Eduardo Falco e Rubel Thomas, Rolim não cansava de elogiar: “O Maurício é um grande piloto. Nasceu para voar!”. No mesmo voo, D. Noemy, que o comandante chamava carinhosamente de Nono, separava frutas, que haviam sido embarcadas pela comissária e repassava para o marido.

O Rolim que conhecemos é fruto desta unidade familiar que o fazia se sentir pleno. Uma unidade familiar que ele levava para a empresa, com os seus colaboradores mais íntimos como Umberto D'Angelis e Antônio Carlos Gabrielli. Tinha também o Falco, já citado, para quem ele delegava dizer os “nãos” e o serviço de artilharia pesada.

Neste cenário, a TAM cresceu e, hoje, a família, como principal acionista, tem a responsabilidade de escolher o seu futuro presidente. O comandante deve se arrepiar com a ideia de colocar um estranho no comando da empresa. Como um executivo, geralmente empavonados pelo glamour de presidir uma empresa aérea líder, irá entender tamanha simbiose e tamanha cultura particular?

A solução X, Y, Z ou até B, ou K... poderão levar a empresa a perigosos solavancos. A TAM que se reencontrou publicamente com o seu fundador na campanha de marketing há dois anos, não pode correr o risco de servir de laboratório de gestão para neófitos em aviação.

Nos quadros da TAM existem soluções fidelizadas com a identidade da companhia. Quem assumir, sabe que os acionistas majoritários são os guardiões dos princípios do fundador. Dificilmente um head hunter irá achar alguém que, no mundo externo, compreenda que Maria Claudia, Maurício e D. Noemy formam a essência do Comandante Rolim. Eles cresceram com a TAM e principalmente a TAM cresceu com eles. Conhecem cada segundo da história da companhia.

Presidir a TAM será, na realidade, dar continuidade a uma filosofia empresarial criada pelo próprio Rolim. Como alguém de fora poderá fazer isso? Os nomes externos que estão surgindo, antes mesmo de pisar na empresa, já começam a fazer jogo pela imprensa. Querem ser plenipotenciário em um campo que desconhecem e querem no fundo afastar a influência da família acionista.

É como se, em vida, algum maluco quisesse afastar Rolim da presidência da TAM. Façam um exercício mental e respondam, imaginem o Rolim em casa, de pijamas, afastado da presidência da TAM...

É exatamente algo parecido que poderá ocorrer com a escolha de algum nome de fora e que não conheça a aviação. Este é um momento em que a TAM precisa ouvir o seu fundador, acreditar na sua gente e nos seus acionistas.

Depois de conversar com Maria Claudia e D. Noemy no coquetel de lançamento do novo serviço de bordo, deixei o Morumbi convicto de que Rolim é fruto da família que tem e que a TAM e Rolim formam realmente uma só pessoa. Alguém que chegue de fora, cheio de empáfia e vaidade, só irá estragar essa essência de humildade e vontade de servir que transformou a TAM na maior empresa aérea do país.

Cláudio Magnavita é presidente da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet), membro do Conselho Nacional de Turismo e presidente da Aver Editora (Aviação em Revista e Jornal de Turismo).

fonte/Jornal do Brasil

CARGAS DE AVIÕES ESTÃO VULNERÁVEIS A ATAQUES


A Administração de Segurança de Transportes (TSA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos não está garantindo plenas condições de segurança às cargas que são transportadas nos aviões de passageiros, deixando as aeronaves sob o risco de ataques terroristas, de acordo com um relatório obtido pelo jornal americano USA Today.

"As cargas no transporte aéreo estão vulneráveis", informou o relatório assinado pelo inspetor-geral do Departamento de Segurança Interna dos EUA. O documento cita repetidos problemas enfrentados pela TSA para evitar que terroristas escondam bombas dentro das dezenas de toneladas de carga levadas nos aviões todos os dias.

Os investigadores puderam circular livremente pelos "supostamente seguros depósitos" onde a carga é armazenada antes de ser levada aos aviões, segundo o relatório. O inspetor-geral Richard Skinner também encontrou alguns funcionários dessas áreas que não haviam recebido o treinamento necessário para aquele tipo de trabalho.

A TSA "não vem sendo efetiva" em fornecer segurança às companhias aéreas ao não cumprir as regras para transporte de cargas, escreveu Skinner no relatório. Como resposta, o administrador do órgão, Gale Rossides, disse que já "há acordos" para que o problema seja resolvido, inclusive o treinamento dos funcionários.


fonte/Terra

BRUXELAS LANÇA NOVA 'LISTA NEGRA' DE COMPANHIAS AÉREAS


O executivo comunitário, que atualizou a “lista negra” europeia das companhias proibidas de voar no espaço dos 27, manteve a TAAG entre as empresa a operar com restrições e sob determinadas condições, mas permitindo a utilização de mais aparelhos.

Em comunicado, diz reconhecer “os grandes esforços desenvolvidos pela autoridade angolana da aviação civil e pela transportadora para resolver progressivamente os problemas de segurança”, pelo que é “autorizada a aumentar o número de aeronaves utilizadas nas suas operações aéreas com destino a Portugal”.

A Comissão Europeia decidira em Julho passado levantar a proibição da TAAG em voar no espaço europeu, autorizando a companhia aérea angolana TAAG a retomar os voos para Portugal “apenas com certos aparelhos e segundo condições muito estritas”.

A nova lista passou a incluir transportadoras de três novos países, atendendo às deficiências de segurança detectadas no âmbito de auditorias.

“Não podemos aceitar compromissos no que respeita à segurança da aviação. Os cidadãos têm o direito de dispor de transportes aéreos seguros na Europa e em qualquer parte do mundo“, declarou o Vice-Presidente da Comissão, Antonio Tajani. “Não se trata apenas de estabelecer uma lista de companhias aéreas perigosas. Estamos dispostos a ajudar estes países a aumentarem a sua capacidade técnica e administrativa, a fim de garantir a segurança da sua aviação civil. Vamos intensificar a cooperação com a Organização da Aviação Civil Internacional, de modo a assegurar uma melhor coordenação de esforços e prestar assistência nas áreas onde é mais necessário”, concluiu.

Actualmente, a lista inclui cinco companhias aéreas cujas operações são totalmente proibidas na União Europeia: a Air Koryo (República Popular Democrática da Coreia), a Air West (Sudão), a Ariana Afghan Airlines (Afeganistão), a Siem Reap Airways International (Camboja) e a Silverback Cargo Freighters (Ruanda).

Há oito transportadoras aéreas que estão autorizadas a operar com restrições e sob determinadas condições: TAAG - Linhas Aéreas de Angola (Angola), Air Astana (Cazaquistão), Gabon Airlines , Afrijet e SN2AG (Gabão), Air Bangladesh, Air Service Comores e Ukrainian Mediterranean Airlines (Ucrânia).


  fonte/Pousada de Notícias Sobre Aviação

DEMISSÕES NA EMBRAER CONTINUAM, DIZ SINDICATO

Depois de demitir 4,2 mil trabalhadores no começo deste ano - o maior corte de pessoal realizado por uma empresa brasileira na crise -, a Embraer já mandou embora outros 600 metalúrgicos de sua fábrica em São José dos Campos (SP), segundo levantamento do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos.


O balanço não considera o corte do começo do ano feito em todas as unidades da empresa. Segundo o sindicato, que fez seu levantamento com base nos pedidos de homologação entre janeiro e novembro, "somente nesta semana a Embraer já pediu o agendamento de 50 a 70 homologações".

A entidade calcula que, se forem consideradas as demissões de outras categorias, como engenheiros e funcionários administrativos, o número de demitidos pode ser ainda maior. De acordo com o sindicato, a Embraer possui cerca de 11,7 mil trabalhadores em sua fábrica em São José dos Campos.


O sindicato protocolou ontem uma carta pedindo que seja marcada uma reunião com o presidente da Embraer, Frederico Curado, para discussão sobre a manutenção de postos de trabalho e redução da jornada sem redução de salário e sem banco de horas.


Procurada pela reportagem da Agência Estado, a Embraer informou, por meio da assessoria de imprensa, que não havia representantes para comentar o assunto. A fabricante não confirmou nem desmentiu as 600 demissões.


No começo deste ano, o Sindicato fez vários alertas sobre a demissão em massa que estava sendo feita pela companhia. Na ocasião, a Embraer levou algum tempo para confirmar e divulgar os cortes.


RECUPERAÇÃO LENTA


Há alguns meses, o presidente da Embraer disse em entrevista que o pior da crise já havia passado, mas que o setor não se recuperaria antes de 2011. Na apresentação dos resultados do primeiro semestre, em agosto deste ano, a previsão da companhia era de queda de US$ 800 milhões de receita em 2009 - de US$ 6,3 bilhões para US$ 5,5 bilhões. Com o cancelamento de entregas, o ritmo da produção caiu 30% em relação ao ano passado. Só no primeiro semestre, foram 27 cancelamentos.


Para o ano, a empresa previa a entrega de 242 aeronaves, 38 a mais do que no ano passado. No entanto, a expectativa era de queda nas entregas de aviões de grande porte - portanto, mais caros - e de aumento no número de jatos pequenos.


fonte/Estadode Sao Paulo

HELICÓPTERO HUGHES 530 CAI NA COLÔMBIA

Um militar morreu na queda de um helicóptero Hughes 530 da Força Aérea da Colombia, matrícula "FAC-4301", que cumplria missão de reconhecimento vulcanológico ao sudoeste do país.

Segundo informe oficial, o aparelho se acidentou quando cumpria issão na província de Narino, fronteria com Equador. A bordo daaeronave viajavam o tenente Ricardo Andrés Cataño e o terceiro sagento técnico Mauricio Martinez Barrios, que foram transferidos para clínica San Pedro de Pasto, capital da provincia.



fonte/foto/AFP/EFE

AUSTRÁLIA COMEÇA A RECEBER OS BOEING WEDGETAIL

Wedgetail

A Defence Materiel Organisation da Austrália começou a receber as duas primeiras aeronaves AEW&C “Wedgetail” da Boeing.

A entrega das primeiras aeronaves vai permitir o treinamento e a familiarização das tripulações, enquanto a Boeing completa o programa de testes e atividades de aceitação.

Quando totalmente operacionais, os “Wedgetail” vão melhorar em muito a capacidade de vigilância, defesa aérea, apoio à forças navais e coordenação de operações conjuntas.

A Boeing planeja os testes iniciais de aceitação das duas primeiras aeronaves no segundo semestre de 2010, quando elas passarão a pertencer ao Commonwealth.

O Commonwealth eventualmente quer adquirir 6 “Wedgetail” ao custo de 4 bilhões de dólares australianos.

fonte/foto/Boeing

CARRO ATRAVESSA CERCA E BATE EM AVIÕES EM AEROPORTO DOS EUA


Veículo atingiu aeronaves no aeroporto de El Cajon, na Califórnia

O motorista estava dirigindo com seu cachorro no carro quando perdeu a consciência e atravessou uma grande, batendo em aviões estacionados no aeroporto. O homem e o cachorro não ficaram feridos.

fonte/Associated Press/G1 foto/AP

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...