quinta-feira, 8 de agosto de 2013

PILOTO E ALUNO SOFREM ACIDENTE EM AULA COM MONOMOTOR EM JALES, SÃO APULO



Um instrutor de voo e um aluno levaram um sustono fim da tarde desta quinta-feira em Jales, São Paulo.
 
Eles sofreram um acidente com um avião monomotor. Imagens feitas logo depois do acidente por um cinegrafista amador mostra que a aeronave ficou bastante danificada, e a cauda do avião chegou a se partir. Eles sofreram um acidente com um avião monomotor. Imagens feitas logo depois do acidente por um cinegrafista amador mostra que a aeronave ficou bastante danificada, e a cauda do avião chegou a se partir.

De acordo com a polícia, o aluno se preparava para decolar, quando uma rajada de vento desestabilizou o avião. Ele perdeu o controle, bateu com o monomotor em um poste e foi parar em uma estrada de terra.

O local é próximo à uma área residencial e os dois ocupantes, por sorte, sofreram apenas ferimentos leves. A polícia vai investigar se o instrutor tinha habilitação para pilotar.

fonte/G1/Foto/G1/cedidaRC

II ENCONTRO DE ESCRITORES E JORNALISTAS DE AVIAÇÃO


MANIFESTAÇÃO FECHA ACESSO AO AEROPORTO DE CONGONHAS, SÃO PAULO


Manifestantes fecharam acesso por escada rolante ao embarque de Congonhas (Foto: Marcos Bezerra/Futura Press/Estadão Conteúdo)Manifestantes fecharam acesso por escada rolante ao embarque de Congonhas (Foto: Marcos Bezerra/Futura Press/Estadão Conteúdo)


Um protesto de aeronautas e aeroviários fechou todos os acessos ao Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, na madrugada desta quinta-feira (8). Pilotos e comissários são contrários ao pacote que prevê mais de 800 demissões anunciado pela companhia aérea TAM. Por volta das 6h50, apenas o acesso pelo Túnel Paulo Autran era bloqueado, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
No horário, pousos e decolagens aconteciam normalmente, informação confirmada pela Infraero e nos painéis de informação do aeroporto. Por volta das 6h50, um grupo protestava em frente o check-in da TAM - os passageiros, entretanto, conseguiam efetuar os procedimentos de embarque normalmente.
O protesto começou por volta das 4h30, quando cerca de 70 manifestantes bloquearam o acesso de veículos ao aeroporto. Segundo a CET, eles usaram ao menos sete veículos para interditar o sentido bairro da Avenida Washington Luís. Carros também foram usados para bloquear a entrada do Túnel Paulo Autran.

 
Segundo a PM, até 6h50 não havia registro de confronto no local. Equipes da corporação negociam a liberação total do acesso a Congonhas.
Dentro do aeroporto, os manifestantes bloqueavam a escada rolante que dá acesso ao embarque. Alguns manifestantes com faixas e bandeiras se posicionavam na entrada do embarque, mas não impediam o acesso dos passageiros.
Os manifestantes, que usam coletes da Força Sindical, tentavam convencer os funcionários da TAM que chegam para trabalhar nesta manhã a aderir ao protesto.
Na tarde desta quarta-feira (7), um grupo de pilotos e comissários já tinha feito um protesto no aeroporto. Eles bloquearam algumas faixas da Avenida Washington Luís e em seguida fizeram uma manifestação no saguão do aeroporto. Os manifestantes usavam máscaras e carregavam faixas e cartazes, apitando e gritando palavras de ordem.


Demissões
A TAM anunciou nesta quarta-feira a demissão de 811 pilotos, copilotos e comissários de voo da empresa. O número representa cerca de 10% do total de tripulantes da empresa.

A medida faz parte do programa de reestruturação de adesão voluntária acertado entre a companhia e o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA). Segundo a TAM, o programa foi aprovado hoje em uma assembleia de funcionários.
Na semana passada, o Sindicato Nacional dos Aeroportuários (Sina) também realizou um protesto em Congonhas. Os grevistas pedem um aumento salarial de 16% e a manutenção das atuais condições do plano de saúde.

fonte/G1

ULTRALEVE CAI E DEIXA UMA PESSOA MORTA EM PORTO BELO, LITORAL DE SANTA CATARINA

Uma pessoa morreu e outra ficou ferida na queda de um ultraleve em Porto Belo, Litoral Norte de Santa Catarina. O avião decolou por volta das 17h20min de um aeródromo particular que fica próximo à BR-101 e caiu em uma região distante alguns quilômetros da pista. O local é de difícil acesso e o resgate precisou da ajuda de um helicóptero da Polícia Civil para a retirada dos dois homens que estavam na aeronave.

André Vieira da Rosa morreu com a queda enquanto o outro tripulante, Daniel Malinoski, teve várias fraturas e queimaduras. A Tenente Fernanda Sebastiani, do Corpo de Bombeiros de Itapema, comandou o resgate e disse que Daniel estava consciente e respondeu as perguntas feitas pelos paramédicos. Depois ele perdeu a consciência e foi levado de helicóptero para o Hospital Regional de São José.

Segundo o piloto do helicóptero da Polícia Civil que fez o resgate, Darlan Emir Heitg, a área não é habitada e fica entre o aeródromo e a comunidade do Sertão de Santa Luzia. Por ser um local de difícil acesso, foram necessárias viaturas de três cidades para fazer o resgate: Itapema, Balneário Camboriú e Porto Belo.

O dono da aeronave, Tiago Neves, disse que a manutenção do ultraleve estava em dia. Ele acredita ser pouco provável que o acidente tenha sido causado por uma pane. Ele conta que os dois tripulantes eram pilotos formados, com experiência razoável de voo. André tinha 28 anos e era instrutor de aviação.
fonte/ZeroHora

FAMILIARES DAS VÍTIMAS DO AVIÃO DA GOL RECORRERÃO A ÓRGÃO INTERNACIONAL

Representantes dos parentes das vítimas do acidente do Voo 1907 da Gol devem entrar com ação na Organização da Aviação Civil Internacional (Icao, na sigla em Inglês) para conseguir com o governo dos Estados Unidos (EUA) a cassação da licença dos pilotos americanos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino. Os dois conduziam o Legacy 600 que colidiu com o avião da Gol, matando 154 pessoas no dia 29 de setembro de 2006, no norte de Mato Grosso. Após a colisão, o Legacy pousou em segurança em uma base aérea no sul do Pará.

A ação foi uma das propostas analisadas nesta quarta-feira durante reunião com representantes da Advocacia-Geral da União (AGU) para tratar da questão. Em julho, os parentes das vítimas do voo da Gol cobraram do governo medidas para assegurar o cumprimento de decisão da Anac que cassou a licença dos pilotos americanos. A Oaci é uma agência especializada das Nações Unidas que trabalha com a organização dos transportes aéreos, de modo a favorecer a segurança. Ela também é responsável pelo desenvolvimento dos princípios e técnicas de navegação aérea internacional.

O advogado que representa os parentes das vítimas, Guilherme Naves disse que "pelo organismo da Icao, devido ao acordo bilateral entre Brasil e Estados Unidos, a Icao teria que tomar conta disso. Estamos estudando a possibilidade de entrar com uma ação para que o governo norte-americano cumpra a decisão da Anac (Agência Nacional da Aviação Civil) que puniu os pilotos".
Brasil e os Estados Unidos são signatários da Convenção de Chicago, que regulamenta a aviação civil internacional. Um dos artigos, que trata das regras de tráfego aéreo, determina que os Estados-membros da convenção devem se "comprometer a processar todos os infratores dos regulamentos em vigor".

Após investigações sobre o acidente, a Anac puniu, em 2012, os pilotos e chegou a comunicar à Federal Aviation Administration (FAA), que é a autoridade aeronáutica dos Estados Unidos. Contudo, Joseph Lepore e Jan Paul Paladino não sofreram punições nos Estados Unidos e continuam pilotando. O órgão americano teria informado que, de acordo com a legislação em vigor no país, o prazo para aplicar a sanção, de até seis meses após o acidente, já estava prescrito.
No início de 2013, a AGU contratou um escritório de advocacia nos EUA para estudar a legislação americana e elaborar um documento questionando a possibilidade de pedir aplicação da sanção com base na data de publicação do relatório final de investigação. De acordo com Naves, a AGU informou que os resultados ainda são "inconclusivos".

"A gente esperava ter acesso ao parecer jurídico do escritório para saber se houve ou não a prescrição da punição", reclamou Naves, que disse que ainda não teve acesso à documentação solicitada pela AGU. "Isso é fundamental para que a gente tenha um norte a seguir; para saber por que é inconclusivo (o resultado da investigação do escritório americano), por que o FAA não pode cumprir a decisão tomada pela Anac. Esse parecer pode juntar elementos para que eu possa levar à Icao e, com base nesse parecer jurídico, a organização determine que o FAA cumpra a decisão que foi tomada pela Anac no Brasil."

Durante a reunião, Naves disse que também foi aventada a possibilidade de saber se existem processos civis correndo contra os pilotos e pedir sua execução nos EUA, o que poderia forçá-los a chegar a um acordo com os parentes das vítimas. "Isto poderia representar uma troca: eles deixariam de pagar indenização para receber a cassação das licenças", observou. Uma terceira possibilidade seria pedir a extradição dos pilotos para que eles tenham a licenças cassadas. "Com a condenação no Brasil, se poderia cassar a licença dos pilotos."

Para o perito em aviação Roberto Peterka, os pilotos foram responsáveis pelo acidente. "Eles não cumpriram os procedimentos operacionais estabelecidos e descumpriram legislações próprias do desempenho das atividades como piloto", disse. Peterka, que atuou como assistente de acusação durante o julgamento, avalia que a solução não virá em curto prazo. "Justamente por se tratar de dois países, existe muita burocracia, muita coisa para se estudar a este respeito", sentenciou.

Em outubro de 2012, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) condenou os pilotos americanos a pena de três anos, um mês e dez dias de prisão. A decisão alterou a condenação anterior, da Justiça Federal em Sinop (MT), de quatro anos e quatro meses, em regime semiaberto, pena que foi transformada em prestação de serviços comunitários. O Ministério Público Federal e os representantes das vítimas recorreram e aguardam o Superior Tribunal de Justiça (STJ) fazer novo julgamento.

O acidente O voo 1907 da Gol, que fazia a rota Manaus-Rio de Janeiro, com escala em Brasília, caiu no norte do Mato Grosso, em 29 de setembro de 2006 e matou os 148 passageiros e seis tripulantes. O acidente ocorreu após uma colisão com um jato executivo Legacy, fabricado pela Embraer, que pousou em segurança numa base aérea no sul do Pará.
Os pilotos do Legacy, os americanos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino, são acusados de não terem acionado o Sistema de Alerta de Tráfego e Prevenção de Colisão (TCAS), equipamento responsável pelo contato entre a aeronave e as torres de transmissão. A denúncia do Ministério Público Federal, apresentada em maio de 2007, relata que o transponder do avião da Gol permaneceu ligado durante todo o voo, mas o do Legacy, a partir de um certo momento, foi desligado. O transponder é um aparelho que interage com os radares secundários do controle aéreo e com outros transponders, fornecendo informações sobre a posição e o deslocamento das aeronaves.
A sequência de erros que causou o acidente passou também por uma falha de comunicação entre controladores brasileiros e pilotos do jato, que, sem entender as instruções, teriam posto a aeronave na mesma altitude do voo da Gol, 37 mil pés. Em maio de 2007, os pilotos e quatro controladores de voo foram denunciados pelo Ministério Público Federal por crime de atentado contra a segurança do transporte aéreo nacional. Os americanos foram absolvidos da acusação de negligência em dezembro de 2008, mas, em 2010 a Justiça anulou a absolvição e ordenou o reinício do julgamento.
Em maio de 2011, eles foram condenados pela Justiça de Mato Grosso a quatro anos e quatro meses de prisão em regime semiaberto por expor a perigo aeronave própria ou alheia e pelo ato ter resultado em morte. A pena, no entanto, foi convertida em prestação de serviço comunitário e proibição do exercício da profissão e seria cumprida nos Estados Unidos, onde os pilotos residem.
Em 2008, os controladores de voo Leandro José Santos de Barros e Felipe Santos dos Reis foram absolvidos sumariamente de todas as acusações pela Justiça Federal. Jomarcelo Fernandes dos Santos também foi isentado do crime, em maio de 2011. Na mesma decisão, a Justiça de Mato Grosso condenou Lucivando Tibúrcio de Alencar a prestar serviços comunitários por atentado contra a segurança do transporte aéreo.
Na Justiça Militar, a ação penal militar para apurar a responsabilidade de cinco controladores que trabalhavam no dia do acidente - quatro denunciados pelo MPF e João Batista da Silva - só foi instaurada em junho de 2008. Em outubro de 2010, quatro deles foram absolvidos - apenas Jomarcelo Fernandes dos Santos foi condenado por homicídio culposo. Ele recorreu ao Superior Tribunal Militar (STM), mas o órgão manteve a condenação, em fevereiro de 2012.

fonte/AgBrasil/Terra

FUNCIONÁRIOS DA TAM APROVAM PROGRAMA DE DEMISSÃO VOLUNTÁRIA

A TAM Linhas Aéreas informou que seus funcionários aprovaram nesta quarta-feira programa de demissão voluntária e licença não-remunerada acordado entre a companhia e o Sindicato Nacional dos Aeronautas para que a empresa possa demitir 811 empregados de seu quadro.A aprovação ocorreu em assembleia realizada em São Paulo. A companhia aérea, que em 2012 concluiu o processo de fusão com a chilena LAN criando a Latam Airlines, reiterou que o ajuste está restrito à tripulação (comandantes, copilotos e comissários). O prazo para a adesão ao programa será de 8 a 16 de agosto.O programa de licença não-remunerada estará aberto para tripulantes de todos os equipamentos e terá validade de 18 meses, prorrogáveis por outros 12. A TAM oferecerá benefícios por seis meses para o funcionário licenciado e seus familiares diretos, como plano de saúde e bilhetes aéreos iguais aos dos funcionários ativos.Já o programa de demissão voluntária será oferecido para tripulantes de aeronaves da família Airbus 320, e também incluirá uma indenização adicional para os que aderirem ao programa, além de seis meses de plano de saúde e três passagens aéreas para o funcionário e seus familiares diretos.A empresa anunciou ainda que assumirá os custos da revalidação da Certificação de Habilitação Técnica dos tripulantes, nos casos em que ela vencer nos três meses após o aceite do programa, e dará apoio à transição de carreira com consultoria especializada.

Demissões da TAM
A companhia TAM Linha Aéreas chegou a um acordo com o Sindicato Nacional dos Aeronautas para demitir 811 tripulantes dentro de um plano corte de despesas. A TAM e o sindicato decidiram que perderão seus empregos 146 pilotos, 194 copilotos e 471 comissários de bordo, segundo um comunicado do sindicato.
A companhia teve que reduzir sua oferta no mercado interno em 12% em comparação aos voos de 2011 devido aos aumentos constantes dos custos, segundo o comunicado. A TAM é a companhia líder do Brasil, com uma parcela de 39,75% do mercado interno, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) referentes ao mês de junho.


fonte/Reuters/Terra

PROCURADOR AFIRMA TER CONVICÇÃO QUE ACUSADOS PELO ACIDENTE COM AVIÃO DA TAM SERÃO CONDENADOS


Procurador afirma ter convicção que acusados pelo acidente com avião da TAM serão condenados  MAURICIO CAMARGO/BRAZIL PHOTO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Familiares de vítimas estão mobilizados em frente ao Fórum Ministro Jarbas Nobre, na Bela Vista, em São Paulo Foto: MAURICIO CAMARGO / BRAZIL PHOTO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
 
O procurador da República Rodrigo de Grandis afirmou, em breve conversa com a imprensa na entrada do Fórum Federal Criminal de São Paulo, ter convicção de que as provas levantadas pelo Ministério Público (MP) serão suficientes para condenar os três réus acusados pelo acidente do voo 3054 da TAM, ocorrido no aeroporto de Congonhas em 2007. O fato é considerado o maior desastre da aviação brasileira.

Na tarde de quarta-feira, seis testemunhas de acusação começaram a ser ouvidas na 8ª Vara Criminal Federal paulista. Inicialmente, conforme o repórter Eduardo Matos, da Rádio Gaúcha, seriam colhidos depoimentos de oito pessoas — uma desembargadora federal, dois ex-diretores da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e cinco pilotos. As sessões devem prosseguir até o início da noite.

O juiz Márcio Assad Guardia não autorizou a entrada de familiares e imprensa durante a audiência. Cerca de duas dezenas de parentes das vítimas do acidente, de diversos Estados, seguem na frente do prédio da justiça paulista, conforme o repórter Eduardo Matos.
— Esse dia é extremamente importante, estamos nos encaminhando para um desfecho — disse, emocionado, Luiz Carlos Heredia Santos, que perdeu um filho na tragédia.
Os acusados de crime de atentado contra a segurança do transporte aéreo na forma culposa (quando não há intenção) são a ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Denise Abreu, o então vice-presidente de Operações da TAM, Alberto Fajerman, e o diretor de Segurança de Voo da TAM à época do acidente, Marco Aurélio dos Santos de Miranda e Castro. A pena máxima é de 12 anos de prisão.

fonte/ZeroHora

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