domingo, 1 de fevereiro de 2009

VANTAGENS DA ALIANÇA-FRANÇA

Ao mesmo tempo em que lançou em dezembro último o Plano Nacional de Defesa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou com o presidente francês Nicolas Sarkozy importante acordo na área militar, que envolve a construção em parceria com o Brasil de 50 helicópteros e de quatro submarinos convencionais e um movido a propulsão nuclear, que já está sendo desenvolvido pela Marinha em Iperó, São Paulo. Os valores pertinentes são de elevado montante, com especulação na imprensa que poderão chegar a R$ 28,6 bilhões, dos quais R$ 19,9 bilhões destinar-se-ão a empresas francesas.O aspecto novo nesse entendimento bilateral será a transferência de tecnologia de geração avançada para o Brasil em áreas ligadas à defesa. Ressalte-se que do chamado BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), países emergentes economicamente e de grande extensão territorial, o Brasil é o único despreparado militarmente. A Rússia, como herança da extinta União Soviética, acumula gigantesco arsenal de bombas atômicas e de hidrogênio, transportáveis em aviões e submarinos, podendo ser arremessadas através de foguetes intercontinentais. É numerosa sua frota de submarinos nucleares e dispõe de aviões de combate que se equiparam aos dos Estados Unidos e da União Européia. A República Popular da China conta com forças armadas de contingente humano superior ao dos Estados Unidos, embora com armas menos sofisticadas: tem artefatos nucleares, participa da corrida espacial e avança no poderio bélico com expressivos gastos orçamentários. A Índia já domina as explosões nucleares e se moderniza militarmente despendendo amplos recursos, porquanto enfrenta contendas de fronteira com o Paquistão, inimigo de duas guerras, cujas hostilidades são mais de caráter religioso desde o fim do domínio do império britânico. O Brasil é um país praticamente desarmado, contrastando com o fato de ser detentor de vastas riquezas minerais, dono da maior floresta do universo e de enormes reservas de água, com longa costa marítima, explorando petróleo na plataforma submarina e na área do pré-sal até 300 quilômetros do litoral.
É benfazeja a aproximação Brasil-França com a qual temos tradicionais afinidades culturais e até alguns anos antes da eclosão da 2ª Guerra Mundial mantínhamos cooperação de suas missões militares, comandadas pelo General Gamelin, que nos traziam experiências e ensinamentos. Para a formação da Força Expedicionária Brasileira (FEB) que lutou contra os alemães na península italiana em 1944/45, o Brasil recebeu armamentos dos Estados Unidos, e na região de conflito ficamos sob o comando norte-americano, e daí por diante criamos estreitos vínculos militares com a América do Norte. No derradeiro governo do presidente Getúlio Vargas (1951 a 1954) foi assinado o Acordo Militar Brasil-Estados Unidos, que perdurou até a gestão do presidente general Ernesto Geisel, a quem coube denunciar e dar fim a esse pacto.Na sua recente estada no Rio de Janeiro, o presidente Sarkozy disse com entonação nas palavras que “o Brasil deve participar como membro efetivo do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e das reuniões do G8, grupo que reúne as nações mais ricas do mundo”. Aliás, ele acrescentou China, Índia e África do Sul, e igualmente o Egito em afago aos países árabes. Sarkozy também nos enalteceu ao proclamar: “A França pensa que o Brasil poderoso é um elemento de segurança e estabilidade para o mundo”. Os dois países firmaram protocolo adicional prevendo a criação de um Centro Franco-Brasileiro de Biodiversidade Amazônica, focado na pesquisa científica e tecnológica, cujos núcleos serão instalados na região fronteiriça entre o Amapá e a Guiana Francesa.Se na futura aquisição de aviões caça para a FAB prevalecer a escolha do Rafale, construído pela Dassault Aviation, estará ampliada e consolidada a aliança estratégica Brasil-França, que considero adequada ao interesse nacional, garantindo-nos autonomia e vontade soberana.
fonte: Paraná Online

O GOVERNO RUSSO CONFIRMA O PAK-FA (T-50) VAI VOAR EM 2009

Finalmente, parece que o “Sukhoi PAK FA” (PAK-FA) (Perspektivnyi Aviatsionnyi Kompleks Frontovoi Aviatsyi ou “Promissor Sistema Aéreo para a Aviação de Linha de Frente”) o projeto de um caça de 5ª geração russo está a entrar na fase final… O projeto é conhecido internamente na Sukhoi como T-50, o que explica porque aparece ora sob essa designação, ora sob a designação “PAK-FA”. O avião, na Força Aérea Russa deverá substituir os remanescentes MiG-29 e SU-27 ainda em operação e sabe-se agora que terá construído o seu primeiro protótipo ainda neste ano de 2009. A informação foi fornecida por Viktor Khristenko, ministro da indústria e da energia da Federação Russa ainda em abril de 2008. Recentemente, o vice-primeiro ministro russo Sergei Ivanov repetiria a mesma data de 2009 em 21 de janeiro deste ano, mas deslocando-a agora para o final do ano. Desta forma se confirma a antecipação em um ano da data da construção do primeiro T-50/PAK-FA.O primeiro protótipo está a ser construído na fábrica Sukhoi de Komsomolsk-on-Amur, situado no extremo oriente russo e deverá ser um monologar, ou seja, a versão russa do PAK-FA já que a sua versão indiana terá dois lugares, conforme requisito deste país asiático. Depois de construído, o protótipo será transportado até Zhukovsky, perto de Moscovo, onde será utilizado apenas em testes estáticos, no solo. Um segundo protótipo está também em construção em Komsomolsk-on-Amur, mas este capaz de voar, devendo realizar esse primeiro voo alguns meses depois dos primeiros estáticos do primeiro protótipo, mas ainda em 2009, confirmou também Ivanov.
A agencia Novosti afirmou que com o avanço destas datas seria provável que o avião entrasse ao serviço da força aérea russa ainda antes de 2015, citando Sergei Ivanov.O chefe supremo da Força Aérea russa, Alexander Zelin reafirmou que o primeiro aparelho para testes estáticos estará terminado em agosto deste ano e que além deste e do outro protótipo de voo, há ainda um terceiro em avançado estado, sendo esta ultima informação completamente inédita.O programa recebeu a promessa do governo russo de um bilião e meio de dólares até 2010, um valor que é claramente insuficiente e que se deve esgotar apenas na concepção e construção dos primeiros três protótipos (motores AL-41F, radares de phased array, materiais compósitos, etc).O desenvolvimento do PAK-FA começou em outubro de 2007 com um acordo entre a Sukhoi russa e a Hindustan Aeronautics Limited (HAL) indiana.
fonte : Quintus por Clavis Prophetarum

ANALISTAS VÊEM MAIOR PODERIO MILITAR DO BRASIL

Especialistas em defesa afirmam que as compras de material militar recentemente fechadas pelo governo não apenas repõem a capacidade bélica do País, mas também apontam para uma alteração, a longo prazo, do peso político-estratégico do Brasil no mundo. Segundo esses pesquisadores, as Forças Armadas brasileiras continuarão distantes de países líderes no setor, como Estados Unidos, Rússia e China, e das potências europeias, como Reino Unido, França e Alemanha. Mas o País poderá aspirar a uma capacidade próxima da de outras nações da Europa, como Espanha e Itália, e assumir maior protagonismo internacional - exigível de um membro permanente do Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU), desejo da política exterior brasileira."É um processo de reposição e ao mesmo tempo de modernização", diz Geraldo Cavagnari, do Núcleo de Estudos Estratégicos da Universidade de Campinas (Unicamp). "Desde 1995, as Forças Armadas vêm sofrendo um processo de desmonte. Ficamos desatualizados em termos de tecnologia militar."A movimentação na área estratégico-militar foi intensa nos últimos três meses. Incluiu a compra de 63 helicópteros - 12 da Rússia e 51 da França -, a aquisição, também dos franceses, de quatro submarinos Scorpène e da tecnologia do casco do submarino nuclear, além da construção de um estaleiro para montar as embarcações e uma nova base naval no Rio de Janeiro. Também foi lançada a Estratégia Nacional de Defesa, documento de 64 páginas que lista 19 ações a serem iniciadas entre 2009 e 2010, para dinamizar a área.
Fonte: Ag Estado

NOVO IMPASSEATRAPALHA BASE DE LANÇAMENTODE FOGUETES EM ALCÂNTRA

Mesmo após a última disputa territorial entre quilombolas e o Programa Espacial brasileiro ter sido resolvida, a construção de uma nova base para lançar foguetes em Alcântara (MA) está gerando conflito. Segundo a ACS (Alcântara-Cyclone Space) --empresa binacional brasileira e ucraniana que vai se instalar no local-- comunidades da região impedem a realização de um estudo de impacto ambiental e um levantamento socioeconômico da região.
O impasse, diz a empresa, atrasa o cronograma de seu primeiro lançamento, programado para 2010. Desde outubro do ano passado, a ACS abdicou áreas pleiteadas pelos quilombolas das comunidades de Mamuna e Baracatatiua, dando fim a uma disputa de seis anos.
Agora, a binacional ficará no Centro de Lançamento de Alcântara, da Aeronáutica, vizinho à área. Para começar suas construções, porém, a ACS precisa entregar ao Ibama um estudo de impacto com dados de vários pontos da região, o que requer a entrada de funcionários em território quilombola.
"Para fazer esse estudo, temos de pegar materiais além do nosso sítio, mas eles [quilombolas] não deixam", disse à Folha Gustavo Tourinho, assessor de imprensa da ACS. "E, para deitar um único tijolo lá, precisamos do estudo."
O que perturbou o aparente acordo atingido após a ACS abdicar áreas das comunidades é que, apesar de o Incra já ter dado início à demarcação das terras, a vitória quilombola é parcial. Segundo a antropóloga Maristela de Paula Andrade, da Universidade Federal do Maranhão, comunidades têm receio em deixar a ACS entrar na área, temendo perder mais terras.
"Esse recuo da empresa se deveu à resistência dos trabalhadores, porque os engenheiros simplesmente entraram com as máquinas dentro do povoado, começaram a fazer perfuração e derrubaram mata sem autorização", diz. "Existe uma história recente muito complicada, e essa empresa [ACS] tem um significado político. Houve várias tentativas de expropriar essas famílias, e eles estão resistindo há cinco ou seis presidentes da República."
Em agosto último, uma barricada chegou a ser feita, conta Benedito Carvalho, representante do Movimento dos Atingidos pela Base de Alcântara. Houve tensão, mas não conflito. "Agora, não há a possibilidade de sairmos de lá", diz. Carvalho está em Belém agora para o Fórum Social Mundial, que começou ontem e terá eventos sobre a causa quilombola.
Para Carvalho, o problema é que parte dos descendentes já foram expulsos das terras na década de 1980, à época da criação da base. E, segundo ele, o governo federal não cumpriu promessas como incentivo à agricultura familiar e assistência médica. "Se eles não cumpriram aquilo, porque a gente vai acreditar agora?"

QUEDA DE ULTRALEVEPRÓXIMO AO AEROPORTO DOS AMARAIS, EM CAMPINAS

Um avião ultraleve caiu no dia 31/01 em uma mata próxima ao aeroporto dos Amarais, em Campinas Um avião ultraleve caiu na manhã deste sábado (31/01) em um matagal próximo ao aeroclube Campo dos Amarais, em Campinas. Policiais e uma equipe do Samu resgataram o piloto, que era o único na aeronave, mas ele já estava morto. Segundo informações da Polícia Militar, a vítima se chamava Sandro Giorgetti. O piloto teria entrado em contato com o aeroclube informando que estava com problemas na aeronave e tentaria fazer o pouso. A mata onde ocorreu o acidente fica dentro da Fazenda Chapadão, que pertence ao Exército. O Campo dos Amarais fica próximo à Rodovia D. Pedro I e é usado como alternativa a Viracopos para aviões de pequeno e médio porte.
Fonte: Cosmo On Line

CONCURSO DA INFRAERO TERÁ VAGAS PARA UBRRABA

Concurso público da Infraero deve liberar vagas para o aeroporto de Uberaba. Segundo o gerente de operações da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária na cidade, Lélio Baldo, por enquanto não foi repassado à administração local número de vagas para a região. Mas, segundo ele, as vagas são divididas por regionais, e Uberaba está incluída no grupo da regional Brasília. “O último concurso, realizado no ano passado, foi expirado e, portanto, há necessidade de substituições, principalmente por motivo de aposentadoria”, explica Lélio, destacando que as vagas são para preencher cadastro de reserva.Questionado sobre funções que estariam necessitando de funcionários no aeroporto de Uberaba, o gerente disse que não tem acesso às situações específicas do quadro de efetivos. No edital de convocação para as inscrições no concurso, também não consta número de vagas para cada regional e nem o direcionamento para os municípios que integram cada grupo.O prazo de inscrições vai até o dia 11 de fevereiro e a prova está prevista para o dia 29 de março, sendo aplicada nas cidades de Belém/PA, Brasília/DF, Guarulhos/SP, Iauaretê/AM, Manaus/AM, Porto Alegre/RS, Recife/PE, Rio de Janeiro/RJ e Salvador/BA. Os candidatos de Uberaba, no ato de inscrição, devem optar pela disputa de vagas em Brasília.As chances serão para cargos de níveis Médio e Superior, com vencimentos iniciais variando de R$ 1.926 a R$ 3.203. São cinco cargos diferentes – Analista Superior II (especialista em navegação aérea); Operador de Estação Aeronáutica; Técnico em Informação Aeronáutica; Meteorologista e Profissional de Tráfego Aéreo – a maioria para Nível Médio.As inscrições podem ser feitas no site www.concursosfcc.com.br. Taxas são de R$ 64, para cargos de Nível Médio, e R$ 75, para Nível Superior. As disciplinas cobradas nos exames variam de acordo com o cargo disputado pelo candidato, mas serão cobradas nas provas questões de Português, Inglês, Matemática, Legislação da Infraero, conhecimentos específicos das funções e redação. Todas as avaliações da seleção terão 60 questões objetivas.
Fonte: JM Online

TAM ENTRA NAS ROTAS DA AZUL EM CAMPINAS

A chegada da Azul está fazendo a concorrência se movimentar. A TAM começa a operar, no dia 6 de fevereiro, dois voos diários de Campinas para Salvador e outros três de Campinas para Porto Alegre - as duas rotas inaugurais da nova companhia.Até então, a TAM só ligava o interior de São Paulo a Salvador e Porto Alegre por meio de voos com conexão. E antes mesmo da estreia da Azul, em 15 de dezembro, a Gol anunciou promoções bastante agressivas para essas mesmas rotas.Para a Azul, que oferece quatro ligações diárias para cada um desses destinos, a resposta dos concorrentes não surpreende. "Já estávamos aguardando esse tipo de reação em todas as nossas rotas. Estamos preparados para isso. Nosso plano de negócios leva em conta essa reação", afirma o diretor de relações institucionais da Azul, Adalberto Febeliano.A TAM informou apenas que sua "malha aérea doméstica é ajustada periodicamente para atender às variações de mercado de acordo com as mudanças de alta e baixa temporada". A Gol/Varig, por sua vez, informou que as tarifas promocionais de alta temporada não se restringem aos voos para Campinas, mas incluem 45 destinos em todo o País. Entretanto, quando lançou a promoção, os descontos para os voos que viriam a ser operados pela Azul foram os que receberam maior destaque no site da empresa.Ao menos na estreia, a tarifa mais barata da TAM vai acompanhar a menor tarifa da Azul, R$ 219. Na Gol, contudo, o bilhete mais barato sai a R$ 209. De acordo com Febeliano, antes de a Azul começar a operar nessa rota, o bilhete da Gol começava em R$ 240 e o da TAM (com conexão) começava em R$ 300.Situação parecida vive a rota Campinas-Porto Alegre, segundo Febeliano. Nas três companhias, o bilhete mais barato custa R$ 129. Antes da estreia da Azul, observa Febeliano, a Gol cobrava R$ 180 e a TAM, R$ 220, também por meio de um voo com conexão.A Azul acredita que essa movimentação da concorrência deverá se repetir nas rotas de Campinas para Curitiba e para Vitória, inauguradas há duas semanas.A chegada da Azul no mercado brasileiro também alterou o relacionamento de TAM e Gol com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) - que defende medidas para estimular a concorrência. No fim do ano passado, as duas líderes fizeram uma representação formal contra a direção da Anac, por suposto favorecimento à Azul.Entre outras coisas, argumentavam que a Anac tinha liberado autorizações de voo em tempo recorde para a Azul. A agência rebateu dizendo que a própria TAM já recebera autorizações de voo em prazos semelhantes.
Fonte: Agência Estado via IG

BURACO NA FUSELAGEM DE AVIÃO DA TRIP ASSUSTA PASSAGEIROS

Um buraco na fuselagem do avião obrigou um voo da Trip Linhas Aéreas a pousar em Tocantins e assustou os passageiros no último dia 21, conta o leitor Edson Santos. Segundo ele, houve um forte barulho, seguido de muita turbulência. Logo depois, os passageiros puderam ver piloto e co-piloto fazerem uma verificação da parte externa do avião pelas janelas laterais. Passados 10 minutos, a aeronave, procedente de Carajás (PA), de onde partiu às 14h15, pousou em Araguaína (TO), às 15h.Depois do susto, no entanto, teve início o drama dos passageiros para seguir viagem a Brasília, destino final do internauta. Só após uma hora parados no aeroporto eles foram informados de que o avião não tinha condições de voo e que outra aeronave, vinda de Belo Horizonte, estava prevista para partir para Araguaína às 19h.- Por volta das 17h, alguns passageiros retornaram à pista para tirar fotos da avaria causada na aeronave. Somente então foi possível ver o tamanho do estrago ocorrido na fuselagem da aeronave - conta o leitor.Segundo Edson, mais três horas se passaram sem que a Trip desse qualquer assistência aos retidos:- Após várias reclamações, foi servido um lanche de péssima qualidade. A Trip não deu hospedagem adequada aos passageiros, conforme manda Lei 7.565, e tivemos que ficar acomodados em cadeiras do próprio aeroporto. Depois de uma permanência de 8 horas em Araguaína, o voo proveniente de Belo Horizonte pousou. Cerca de 20 minutos após este pouso, o voo Trip 5603 finalmente prosseguiu viagem para Brasília, onde só chegou por volta das 2h do dia 22 de janeiro.Empresa aérea diz que carenagem se soltouEm comunicado divulgado nesta terça-feira, a empresa aérea disse que durante o voo a carenagem do avião se soltou, mas o problema não ofereceu risco aos passageiros. No entanto, o avião teve que pousar em Araguaína para fazer uma manutenção não programada."Na parte baixa da aeronave, a carenagem se soltou, não oferecendo risco aos passageiros e a aeronave foi retida para troca da peça que foi efetuada em duas horas. Por conta disso, os passageiros aguardaram no próprio aeroporto até que outra aeronave fosse deslocada para atendê-los", diz um trecho do comunicado da empresa."A empresa esclarece ainda que mantém programas sistemáticos para manutenção das aeronaves seguindo critérios determinados pela legislação brasileira, bem como orientações dos fabricantes. A TRIP, inclusive, possui índice de 99% de 'despachabilidade', o que significa que suas aeronaves registram índices mínimos de paradas não programadas para manutenção.Anac apura causas de buraco na fuselagemA Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que já foi pedido um relatório técnico para apurar as causas do problema. Se ficar provado que o buraco na fuselagem da aeronave foi decorrente de falha na manutenção, a empresa pode ser autuada.A Anac ressaltou que apenas dois passageiros reclamaram da falta de assistência por parte da companhia aérea e aproveitou para lembrar que os usuários que passarem por algum tipo de problema podem reclamar à agência reguladora por meio do site ou dos telefones (61) 3366-9303 e (61) 3366-9307.
Fonte: O Globo
Dados da Aeronave:
Operador: Trip Linhas Aéreas
Prefixo: PR-TTI
Fabricante: AEROSPAT. ALENIA
Modelo: ATR-72-212
Número de Série: 454
Tipo ICAO : AT72
Tipo de Habilitação para Pilotos: AT72
Classe da Aeronave: Avião de 2 Motores turbo helice
Peso Máximo de Decolagem: 22000 - Kg
Número Máximo de Passageiros: 066
Categoria de Registro: SERVICO TRANSPORTE PUBLICO REGULAR DOM/REG
Número dos Certificados (CM - CA): 16732
Situação no RAB: SUBARRENDAMENTO OPERACIONAL/HIPOTECAData da Compra/Transferência: 290505
Data de Validade do CA: 14/06/11
Data de Validade do RCA: 11/03/09
Data de Validade do Seguro: 31/08/09
Situação de Aeronavegabilidade: Normal
Fonte: ANAC
Embraer entrega jato 195 à Air Dolomiti
A Embraer entregou na terça-feira (27) o primeiro jato Embraer 195 à Air Dolomiti, companhia aérea regional do norte da Itália pertencente à Lufthansa. O negócio com a Lufthansa foi anunciado em junho de 2007, abrangendo 30 pedidos firmes do jato Embraer 190, com a opção de receber qualquer aeronave da família dos E-Jets.O Embraer 195 da Air Dolomiti é configurado com 116 assentos em classe única, com uma divisão móvel, e será utilizado para ligar a malha aérea italiana da Air Dolomiti ao centro de operações da Lufthansa em Munique, Alemanha."É uma honra entregar o primeiro jato Embraer 195 à Air Dolomiti", disse Mauro Kern, vice-presidente executivo da Embraer para o mercado de Aviação Comercial. "A Air Dolomiti é um dos principais integrantes da família de companhias aéreas regionais da Lufthansa e estamos orgulhosos de ver nossos E-Jets assumindo papel de destaque no programa de modernização da frota da empresa."A nova aeronave fará parte da frota regional da Lufthansa, servindo como base para as operações tanto em rotas europeias como em voos de conexão para viagens de longo alcance. A chegada do Embraer 195 à Air Dolomiti coincide com a desativação de jatos mais antigos."Temos a satisfação de receber nosso primeiro de cinco jatos Embraer 195 e estamos ansiosos para introduzi-lo em nossa malha aérea europeia, oferecendo aos nossos clientes um produto novo e de qualidade superior", afirmou Michael Kraus, CEO da Air Dolomiti. "O Embraer 195 incorpora várias tecnologias avançadas. É economicamente eficiente e possui um nível de conforto incomparável.
"Fonte: InvestNews

TCU JULGA PEDIDO DE RIGOR NAS OBRAS DO AEROPORTO DE MACAPÁ

O Tribunal de Contas da União analisou, em sessão do plenário, nesta quarta-feira, 28, o pedido da deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP) para que haja maior rigor nas contas das obras do Aeroporto Internacional de Macapá, com a devida punição dos responsáveis pela má gestão dos recursos públicos. O pedido foi protocolado pela deputada socialista em audiência com o então presidente do TCU, ministro Walton Alencar Rodrigues, em novembro passado. A obra está impedida de receber novos recursos por determinação do próprio Tribunal, que constatou o desvio de R$ 50,9 milhões dos R$ 112,8 milhões contratados para a obra.A deputada Janete Capiberibe é favorável à reforma e ampliação do Aeroporto, que considera inadequado para impulsionar o desenvolvimento do Amapá, mas repudia a má gestão dos recursos públicos que faltam noutras áreas, como saneamento e saúde.“Defendemos a construção do Aeroporto Internacional de Macapá. É fundamental para nossa relação com o Brasil e com o mundo. Importante para o desenvolvimento econômico, especialmente do turismo. Mas não queremos que esta obra seja mais um ralo por onde o dinheiro público desapareça”, afirmou a deputada Janete Capiberibe.MamataO contrato para reforma e ampliação do aeroporto de Macapá foi assinado em novembro de 2004. A previsão era que a obra fosse concluída em 30 meses, devendo se encerrar em meados de 2007. O TCU constatou que dos R$ 112,8 milhões contratados para a reforma do aeroporto, quase a metade – R$ 50,9 milhões – foi desviada. Em relação a dois contratos para as obras no aeroporto, o TCU afirma que o desembolso não é compatível com as obras realizadas, isto é, foram pagas obras nunca feitas, há desobediência explícita às recomendações do Tribunal e além de demais irregularidades graves na administração do contrato.Depois da Operação Navalha, a Gautama transferiu a obra para a Beter, que recentemente entrou em recuperação judicial. Agora, a obra só poderá ser retomada depois de saneadas as irregularidades e feita uma nova licitação.NavalhaA Gautama, que venceu a licitação para construir o Aeroporto de Macapá, foi pega na operação Navalha, da Polícia Federal, por desvio de recursos públicos. Em julho deste ano, o jornalista Ricardo Noblat publicou trechos de matéria de Expedito Filho, da revista Veja, em sua coluna na Internet: “Uma das novidades é a citação freqüente do nome da senadora Roseana Sarney, candidata ao governo do Maranhão pelo PMDB. A parlamentar é apontada como beneficiária de dinheiro supostamente pertencente ao empreiteiro” Zuleido Veras, cuja agenda pessoal está entre os documentos apreendidos pela Polícia Federal na operação desencadeada em maio de 2007. Noblat dá detalhes do que estava na agenda de Zuleido: “Em uma das anotações, datada do dia 16 de agosto de 2006, em plena campanha eleitoral, o nome de Roseana aparece associado à quantia de 200.000 reais. Em 14 de julho de 2006, sob a rubrica “campanha política”, o estado do Maranhão aparece como recebedor de 1 milhão de reais”.Em 25 de maio de 2007, a Folha de São Paulo publicou notícia dizendo que a reforma no Aeroporto de Macapá resultou de pedido pessoal do senador José Sarney (PMDB/AP) ao presidente Lula.As pistas seguidas pela Polícia Federal são reveladoras. Em 03 de junho do mesmo ano, O Estadão publicou reportagem revelando que a “Gautama e OAS se uniram para levar R$ 540 milhões do Maranhão”. O jornalista Fausto Macedo escreveu que “No rastro de Zuleido Veras, apontado como pivô da máfia das obras, a Polícia Federal mira um negócio de R$ 540 milhões - em valores atualizados - no Maranhão que ele dividiu com a Construtora OAS. Foi no governo Roseana Sarney (hoje no PMDB, na época no PFL)”. Mais adiante, relata: “Os federais descobriram, então, que, em parceria com a OAS, a Gautama chegou bem antes por lá, quando o Maranhão ainda era domínio quase exclusivo do clã Sarney”.BlindagemPara o Tribunal de Contas da União, as construções aeroviárias são as mais rentáveis do país para as empreiteiras, que se recusam a apresentar o projeto executivo, o que impede a previsão orçamentária das obras e facilita o superfaturamento. Atividades simples, como a remoção de entulhos, chegam a custar 10 vezes mais nas obras aeroviárias do que nas rodoviárias, sem motivo aparente e comprovação devida. Além disso, as análises do Tribunal de Contas esbarram na resistência para acessar outros documentos das obras.
Fonte: Portal Corrêa Neto

CITIGROUP DESISTE DE RECEBER AVIÃO PARTICULAR PARA NÃO IRRITAR WASHINGTON

O grupo bancário americano Citigroup, que ganhou 45 bilhões de dólares do Estado federal, desistiu nesta terça-feira de receber um novo jato particular, um projeto que chegou a provocar a ira de Washington.Sem confirmar claramente uma mudança de decisão, uma porta-voz do Citigroup destacou nesta terça-feira à AFP que o grupo "não tem qualquer intenção de receber um novo aparelho".Na véspera, o Citigroup informara em breve declaração ter instalado em 2005 um programa de redução de sua frota de jatos, de cinco para dois, através da venda dos aparelhos existentes e da compra de novos aviões que consumam menos combustível."Recusar a recepção um aparelho encomendado significa pagar uma multa de milhões de dólares", alegou o banco na noite de segunda-feira, antes de voltar atrás poucas horas depois.As informações publicadas pela imprensa sobre a compra de um Falcon 7X levaram o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, a comentar a aquisição em termos poucos amenos.O presidente Barack Obama "considera que a utilização do dinheiro dos contribuintes deve ser monitorada com grande atenção, sobretudo quando se trata de injetar fundos nos bancos para que possam emprestar dinheiro", afirmou Gibbs.O senador Carl Levin, do Michigan, feudo das grandes montadoras de carros americanas, foi além: "Permitir ao Citigroup comprar um avião caro, ainda mais de um construtor estrangeiro (no caso, o francês Dassault), num momento em que as montadoras de carros do país são obrigadas a vender os deles, constitui uma diferença de tratamento ridícula", disparou.O Citigroup havia respondido inicialmente que "para as aquisições previstas de aparelhos, os fundos do plano de apoio ao sistema financeiro não serão utilizados". Além disso, "os lucros obtidos com a venda de nossa frota existente devem exceder o custo da substituição de aparelhos", chegou a anunciar o banco.
Fonte: AFP

PREÇOS DO BILHETE AÉREO SUBIRAM 36% EM 2008

As tarifas aéreas subiram 36,15% de janeiro a novembro do ano passado, segundo cálculos da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Trata-se da primeira alta na comparação anual desde 2005.Na avaliação do órgão regulador, o aumento de preços é reflexo da falta de concorrência no setor. TAM e Gol representam mais de 90% do mercado doméstico. A inflação do período foi de 5,6%.A agência considerou a variação do “yield” médio (indicador da aviação que relaciona o preço médio pago por quilômetro voado), que chegou a R$ 0,61 no ano passado, em mais de 50 rotas, como a ponte aérea Rio -São Paulo e voos realizados a partir de Congonhas. Segundo a Anac, as tarifas praticamente voltaram ao patamar de 2002.Para Marcelo Guaranys, diretor da agência, além da variação do preço do querosene de aviação e da valorização do dólar, o resultado mostra que o setor precisa de mais concorrência. "Em 2002, o setor ainda sofria os efeitos da entrada da Gol no mercado. Depois disso, diversas empresas pararam de operar e as outras companhias correram para tentar ocupar esse espaço.Esse movimento chegou ao fim em 2007 e com a alta do combustível as empresas começaram a repassar para os preços." Guaranys ressalta que, como a agência não pode regular tarifas, os instrumentos para minimizar a alta de preços são as novas regras para o uso do aeroporto de Congonhas, a abertura do Santos Dumont e a liberação dos preços de passagens em voos internacionais.Impacto do petróleoO presidente do Sindicato Nacional de Empresas Aeroviárias (Snea), José Márcio Mollo, diz que os dados não mostram a concentração do setor."Não sei se os números estão certos, mas o mercado já era concentrado antes disso e houve queda de preços. O que teve impacto foi a alta do petróleo", disse Mollo. Em 2007, o "yield" caiu 28,10%."Falta concorrência no país. Se houvesse uma disputa real, mesmo em um cenário mais complicado as empresas buscariam outra forma de resolver o problema", afirma Paulo Bittencourt Sampaio, consultor em aviação. Segundo ele, em 2009 as empresas menores estão mais preparadas para enfrentar a crise porque algumas dispõem de uma parcela expressiva de frota própria.Para a equipe de análise da Planner, o "yield" deve voltar a cair no segundo trimestre por conta da baixa temporada e da política de descontos agressivos das companhias.Além disso, no começo do ano o preço do querosene de aviação teve queda de 16,76%. No ano passado, o querosene chegou a subir 35% até julho, mas encerrou o ano com queda de 3,71%. Segundo a Planner, a correlação entre a alta do preço do combustível e das passagens é ainda maior em voos que saem de Congonhas.
Fonte: Folha News via UAI

AEROPORTO DEZURIQUE ESTIMA EM MILJATOS DE EMPRESÁRIOS QUE ESTÃO EM DAVOS

Aeroporto de Zurique estima em mil os jatos de empresários que estão em Davos
Fundador do fórum, Klaus Schwab, pediu discrição a empresários.Mas número de voos cresceu, informou porta-voz do aeroporto. “Moldando um mundo pós-crise” é o mote da edição deste ano do Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos, na Suíça.Para muitos, isso significa adotar medidas que permitam a volta do crescimento econômico nos países atingidos pelo grande abalo financeiro que o mundo atravessa.Os empresários que vieram até os Alpes para debater essas medidas, no entanto, não economizaram com elevados gastos de transporte, já que grande parte chega ao evento a bordo de milionários jatos particulares.Apesar do apelo do fundador do fórum, Klaus Schwab, para que os líderes empresariais fossem mais discretos na edição deste ano, sem esbanjar suas riquezas, o número de voos privados para Davos cresceu entre os anos de 2008 e 2009, de acordo com o jornal "News".O diário afirma que o principal aeroporto do país, em Zurique, contabiliza mil aterrissagens durante esta semana, por conta do encontro em Davos.“Isso é mais do que nos anos anteriores”, afirma o porta-voz do aeroporto, Marc Rauch”.
Fonte: Tobias Jung (G1)

BOEING PREVÊ CORTAR 10 MIL EMPREGOS PARA COMBATER CRISE

Anúncio foi feito dia 28 pelo presidente da companhia.Lucro da empresa teve queda de 34% no ano passado.
A fabricante do setor de aviação Boeing norte-americana prevê suprimir 10 mil empregos ainda este ano por conta da crise, anunciou nesta quarta-feira (28) o presidente da empresa, Jim McNerney, em teleconferência, explicando que o grupo deverá preparar-se para enfrentar as turbulências que estão por vir.A redução de 10 mil empregos representaria um corte de 6% no quadro de funcionários da Boeing, de acordo com informações de mercado.O anúncio das demissões ocorreu durante a divulgação do balanço do ano passado da empresa. Em 2008, o lucro da companhia caiu 34% por conta de perdas no quatro trimestre. O lucro da companhia foi de R$ 2,7 bilhões no ano passado, o que equivale a US$ 3,71 por ação.
Fonte: G1

TARIFA MÍNIMA EM VOO INTERNACIONAL PODERÁ ACABAR

A Diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) marcou para o dia 11 de fevereiro, em Brasília (DF), audiência pública sobre a proposta de liberação gradual das tarifas dos vôos internacionais com origem no Brasil. Atualmente, tanto companhias aéreas nacionais quanto estrangeiras são obrigadas a praticar preços mínimos tabelados, "que podem inibir a competição e prejudicar passageiros", considerou a Anac. A proposta da agência é permitir descontos graduais sobre a tabela de referência até a liberação tarifária total em 2010.De acordo com a Anac, a medida deveria ter entrado em vigor no dia 1º de janeiro de 2009, possibilitando 20% de desconto numa primeira fase, porém foi proibida pela Justiça, "que atendeu a solicitação do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), que representa, entre outras, os interesses da TAM - única companhia brasileira que realiza voos internacionais fora da América do Sul, onde as tarifas já são liberadas desde o ano passado".Em 2008, o processo de liberação tarifária foi discutido com o setor e a Anac recebeu 14 contribuições por meio de consulta pública pela internet. Disponível no site da Agência por várias semanas, a consulta pública permite que qualquer cidadão ou empresa interessada possa enviar suas sugestões a qualquer hora do dia e de qualquer lugar do Brasil. Numa audiência pública, a única forma de participar exige a presença do interessado, que precisará deslocar-se fisicamente até a cidade do evento no local e hora marcados para poder dar sua contribuição ou crítica à proposta."Apesar das facilidades e do caráter mais democrático da consulta pública, a Justiça Federal decidiu, em caráter liminar, que uma audiência pública era necessária para este caso", apontou o cominucado da Anac.Assim, a Diretoria da Agência revogou a Resolução nº 61 (que formalizava a proposta da Anac que já havia passado pela consulta pública) e agendou a audiência pública para o dia 11 de fevereiro.
Fonte: InvestNews

ACIDENTE DE AVIÃO MATA DOIS NOSESTADOS UNIDOS

Duas pessoas morreram, nessa quarta-feira (28), durante um acidente de avião em Los Angeles, nos Estados Unidos. A pequena aeronave SIAI Marchetti SF-260C, prefixo N688C, caiu na pista do aeroporto de Santa Mônica e pegou fogo ao fazer uma manobra para decolar.As autoridades investigam se o acidente foi motivado por uma perda repentina de potência. O avião Marchetti F260 estava registrado como aeronave de teste da companhia Wingspan Inc. com base em Malibu.Um dos mortos no acidente era Paulo Emanuele, manager do Site Airliners.net.
Fonte: EFE

BOEING ENCERRA ÚLTIMO TRIMESTRE DE 2008 NO VERMELHO

A Boeing apresentou prejuízo líquido de US$ 56 milhões, ou US$ 0,08 por ação, no quarto trimestre, refletindo o impacto de uma greve de funcionários e despesas. Um ano antes, a fabricante de aviões apresentou lucro de US$ 1,03 bilhão, o correspondente a US$ 1,36 o papel.A receita encolheu 27%, somando US$ 12,68 bilhões, devido aos efeitos de uma paralisação de pessoal, que reduziu as entregas de aviões comerciais em aproximadamente 70 unidades.Em 2008 completo, o lucro líquido recuou 34%, para US$ 2,7 bilhões, ou US$ 3,71 por ação. A receita caiu 8%, a US$ 60,9 bilhões."O progresso que fizemos em muitas áreas da Boeing durante 2008 foi compensado pelo impacto da greve e nosso desempenho em alguns importantes programas de desenvolvimento", salientou o executivo-chefe e presidente da empresa, Jim McNerney, em nota.Para 2009, a previsão é de receita de US$ 68 bilhões a US$ 69 bilhões. O lucro por ação deve ficar entre US$ 5,05 a US$ 5,35.
Fonte: Juliana Cardoso (Valor Online)

INFRAERO CONFIRMA COLISÕES DE PÁSSAROS COM AVIÕES DA GOL EM CAMPINA GRANDE

O superintendente da Infraero (Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária) no aeroporto João Suassuna, na cidade de Campina Grande, na Paraíba, Sérgio Baltoré, revelou, nesta quarta-feria, 28, que houve dois registros de colisões com dois aviões da Gol Linha Aéreas com aves na rota de aproximação das aeronaves.O primeiro incidente aconteceu no dia 1º janeiro e o outro no dia 24 de dezembro do ano passado. Baltoré disse ainda, que tem relatos de quatro pilotos de aviões de menor porte que tiveram que desviar de aves para não colidir. “Há um sério risco de acontecer um grave acidente”, denunciou.
A Infraero, segundo Sérgio Batoré, tem pedido providências ao Ministério Público no sentido de providenciar ações para evitar o risco de acidentes. Uma dessas medidas seria a interdição ou transferência do lixão da cidade, que está localizado a 6,5 km do aeroporto, ferindo a lei que determina uma distância mínima de 20 km. O lixão, segundo o superintendente, está direto na rota de procedimentos de pousos e decolagens dos aviões. “há uma inércia das autoridades nesse sentido”, desabafou. Ele confirmou já ter participado de quatro audiências públicas, mas nada foi feito até o momento.Além do lixão, há um matadouro clandestino próximo ao aeroporto em funcionamento. Baltoré denunciou também que os moradores não se preocupam com acondicionamento do lixo, o que cria um ambiente favorável ao surgimento de aves, como os urubus, que são as que provocam maior risco de acidente. “É necessário que seja construir urgentemente um aterro sanitário distante do aeroporto”, afirmou o superintendente. “Seria o Ministério Público o responsável por pedir, por exemplo, a interdição do lixão”, disse Baltoré.Segundo o superintendente do aeroporto, a Infraero tem procurado fazer a sua parte, como limpar o terreno dentro de sua área de responsabilidade, feito ação de conscientização junto aos moradores próximo do João Suassuna e até utilizado rojões para afastar as aves em horários próximos à chegada e saída dos aviões. “Fazemos até uma vistoria para tentar encontrar algum tipo de animal ou lixo que atrai urubus, mas na área externa não temos qualquer gerência”, lamentou.
Fonte: Paraiba.com.br

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