sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

CARTÃO DE MILHAGEM - QUANTO VALE 1 MILHA OU PONTO

Voando, você acumula grandes quantidades de milhas de uma vez só. O valor pago por esse conjunto de milhas (não se iluda, você, ou quem pagou a sua passagem, paga por elas sim!) pode ser calculado através do valor pago pela passagem subtraído do valor de uma passagem promocional na mesma cia aérea que não permite acúmulo de milhas.


Na inexistência de uma passagem assim, subtraia o valor que você pagaria por uma passagem promocional para a mesma rota em uma cia concorrente que não acumule milhas no seu programa de milhagem.


Não esqueça que em parte você optou por uma passagem mais cara por causa das milhas. Lembrando que esse valor pode ser negativo, ou seja, você conseguiu uma passagem acumulando milhas por uma valor inferior ao de toda a concorrência = um bom negócio! Um ótimo negócio mesmo é acumular milhas em passagens super promocionais vendidas principalmente na baixa estação, onde o preço pago por uma passagem na mesma rota é substancialmente inferior ao pago na alta estação e o número de milhas acumulado é o mesmo!


Se quem pagou suas passagens não foi você, então suas milhas quase não tiveram custo para você, a não ser a de convencer o setor de compras a comprar uma passagem na cia que te permita acumular milhas.


Milhas acumuladas em compras de combustível, estadias em hotéis, aluguel de carros ou em compras no comércio seguem a mesma lógica. Subtraia do valor pago no produto ou serviço em um local que permita acúmulo de milhas do valor que você pagaria por um produto ou serviço semelhante que não permitisse acumular milhas.


As milhas ganhas no cartão de crédito: Se você optou por pagar tudo no cartão (exceto aquilo em que lhe ofereceram um bom desconto em dinheiro), o custo da milha será apenas o valor pago pela anuidade. Não paga anuidade? Então você tem uma boa fonte de milhas baratas, desde que você não tenha aumentado seu impeto de consumo por causa da possibilidade de acumular milhas…. Não soube controlar o cartão e teve que pagar juros? Esqueça o cartão, já que apesar de te dar milhas, ele está lhe tirando valiosos reais pagos na forma de juros abusivos! Acumula milhas no pague contas do cartão? Então o custo de aquisição das milhas é o gasto na taxa paga ao cartão para usar esse serviço!


Uma outra forma de colocar um valor justo e de “mercado” nas suas milhas é basear-se no preço cobrado pelos programas de milhagem que permitem a compra de milhas diretamente pelo associado. O valor médio cobrado por milha fica em torno de 2 a 3 centavos de dólar. Pelo que já li na internet em fóruns especializados (essa informação não é fácil de confirmar), as cias vendem milhas para os parceiros repassarem aos seus consumidores por cerca de 1 a 2 centavos de dólar. Então esse valor de 1 centavo de dólar é o mínimo que uma milha poderia custar a “mercado”.


A não ser que você seja superorganizado e monte uma planilha a fim de calcular o real valor pago por suas milhas, gosto da idéia de colocar o valor de 2 centavos de dólar por cada milha (valor igual ao que um parceiro paga pelas milhas) acumulada para efeito de cálculo no caso de resolver usá-las.


No próximo texto, o tema será: Vale ou não vale a pena emitir uma passagem usando milhas? E depois: Vale ou não vale pagar taxas no cartão de crédito para acumular milhas ao pagar contas nele?


fonte/PousadaDasNoticias

ENCONTRO DE AVIÕES EM BOA ESPERANÇA

A cidade de Boa Esperança, no Paraná, foi palco de um evento inusitado no último sábado, quando o município recebeu a visita de 34 aviões, de várias partes do Paraná e de São Paulo. Foram 33 monomotores e um bimotor. O evento foi organizado por Mario Ferreira de Souza e Estanislau Alcione de Souza, mais conhecido por “Tani”, e seus familiares.

O prefeito Cláudio Gotardo (PSDB) gostou da movimentação das aeronaves em sua cidade. “Foi um evento inédito na região, pois eu pelo menos não me lembro de ter visto tantos aviões reunidos numa única cidade”, destacou o prefeito.

Esses encontros, segundo o prefeito, ocorrem frequentemente entre os proprietários de aviões de pequeno porte (de passeio). Dessa vez, Mario Ferreira, que possui um avião para aplicação de defensivos agrícolas, e Estanislau conseguiram reunir o grupo em Boa Esperança.

“É um encontro interessante para troca de experiência entre eles e de amostra das aeronaves. O Mario possui uma pista em sua propriedade e durante o dia eles fizeram várias manobras e acrobacias no ar. Foi uma confraternização oferecida pela sua família, com almoço”, relatou o prefeito.

fonte/foto/Tribuna do Interior

OTÁVIO MESQUITA RELATA DECEPÇÃO COM VOO PELO TWITTER


O apresentador Otávio Mesquita utilizou sua página no Twitter para mostrar sua indignação após discutir com o piloto do voo que o transportava de Manaus para São Paulo nesta quinta-feira, 10.

Mesquita viajava pela classe executiva e ao perceber que o banheiro estava ocupado, se dirigiu para o da primeira classe. O apresentador teria sido censurado pelo comandante da aeronave, ao qual chamou de “grosso”, já que não havia nenhum passageiro na primeira classe.

Em sua página no Twitter, Otávio Mesquita escreveu sobre o fato. "Fogo viu! Odeio gente mal humorada! O comandante da TAM Prado Sampaio discutiu comigo porque usei o banheiro da primeira classe! Estava na executiva!", explicou Mesquita. "O comandante foi grosso em discutir comigo, só isso! Não tinha ninguém na primeira classe! Ele precisa conhecer o João Amaro pra ver o que é gentileza! Ah... m*... não é mais palavrão! Então ele que vá à ela!”

fonte/ Terra

ADVOGADO PEDE CASSAÇÃO DE LICENÇA DOS PILOTOS JOSSEPH LEPORE E JAN PALADINO


O advogado Dante D'Aquino pediu a cassação da licença dos pilotos norte-americanos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino. Os documentos foram entregues na quarta-feira (9) e quinta-feira (10), para representantes do National Transportation Safety Board (NTSB), para a direção do Federal Aviation Administration (FAA) e também para a Embaixada Brasileira nos Estados Unidos.

Os dois pilotos estão envolvidos no acidente entre o jato Legacy e o Boeing da Gol, ocorrido em 29 de setembro de 2006. O avião caiu na região norte de Mato Grosso após colidir com o jato, matando 154 pessoas.

D'Aquino é assistente de acusação do Ministério Público Federal (MPF) no processo que apura as causas do acidente aéreo. Ele também se encontrou com senadores e deputados norte-americanos que integram a Comissão de Viação e Transporte dos EUA, em Washington, nesta semana. O mesmo pedido de cassação foi entregue aos políticos daquele país.

Segundo o advogado, um dos documentos tem cerca de 200 assinaturas de apoio do Congresso Nacional, onde também foi solicitada a cassação da autorização para voar dos dois pilotos, até o fim dos processos criminais que estão em curso no Brasil.

D'Aquino informou que fez o pedido de cassação com base em dois processos da FAA, que suspendeu a licença de voo de dois pilotos norte-americanos, um por ficar com o equipamento de comunicação desligado por cerca de 90 minutos durante um voo, e outro por suspeita de embriaguez.

A Associação de Familiares das Vítimas do Voo 1907 espera que a FAA aplique a mesma pena aos pilotos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino. “Não pode haver dois pesos e duas medidas para uma avaliação de risco”, disse Rosane Guhtjar, viúva de uma das vítimas do acidente.

Justiça

O Ministério Público Federal (MPF) recorreu, em fevereiro deste ano, da decisão da Justiça em Mato Grosso, que absolveu por negligência, em dezembro de 2008, os controladores de voo e os dois pilotos americanos envolvidos no acidente entre o jato Legacy e o Boeing da Gol.

De acordo com a denúncia do MPF, de maio de 2007, várias condutas dos controladores Felipe Santos dos Reis, Leandro José Santos de Barros, Lucivando Tibúrcio de Alencar e dos pilotos Joseph Lepore e Jan Paul Paladino caracterizaram atentado contra a segurança de transporte aéreo, na modalidade culposa, qualificado pela morte de 154 pessoas - crime previsto no artigo 261 do Código Penal Brasileiro.

Ainda segundo a denúncia, o controlador Jomarcelo Fernandes dos Santos foi denunciado pelo mesmo crime, mas na modalidade dolosa.

De acordo com o documento do MPF, assinado pela procuradora da República Analícia Ortega Hartz Trindade, o recurso tem o objetivo de reformar a decisão com relação a três dos controladores de voo e aos dois pilotos. Ela pede ainda que seja determinado o prosseguimento da ação quanto a todos os réus e que, ao final, eles sejam condenados a pena que varia de 1 ano e quatro meses a quatro anos de prisão.

fonte/G1

BOEING INFORMA QUE ATÉ O DIA 15 O 787 DREAMLINER PODERÁ VOAR

A Boeing informou na quinta-feira que abriu uma janela de teste para o jato 787 Dreamliner a partir de 15 de dezembro, afastando preocupações de que a aeronave, que está dois anos atrás do prazo, perdesse a última data para alcançar os céus antes do final do ano.

A data do voo de teste marca um importante avanço no desenvolvimento do revolucionário avião, cuja promessa de maior eficiência no consumo de combustível e conforto tem atraído um número recorde de encomendas pela aeronave.

As ações da Boeing subiam quase 2% antes da abertura dos mercados americanos.

"Após a finalização bem sucedida dos testes estáticos, temos trabalhado em uma série de testes antes do voo", informou a Boeing no final da quinta-feira. "Com teste de taxiamento em alta velocidade marcado para os próximos dias, estamos no caminho para o primeiro voo após isso."

A companhia informou que a data do teste aéreo depende de "revisões finais internas, do teste de taxiamento e do recebimento de autorização final para experimento pela Administração Federal de Aviação (FAA)".

Nos últimos dois anos, a Boeing chegou a anunciar cinco embaraçosos atrasos em testes de voos que resultaram em adiamento do cronograma de esntregas do jato também.

O programa do Dreamliner sofreu problemas com fornecedores, uma greve em 2008 e problemas estruturais. Em junho, a Boeing havia anunciado atraso no teste de voo depois que descobriu uma falha de design que exigiu reparos no modelo.

O voo de teste, que acontecerá na região de Seattle, vai durar cerca de 3 horas.

O projeto do Dreamliner é baseado em materiais compostos, que compõem até 50% da estrutura primária do avião. Os materiais são muito mais leves que o alumínio, que compõe a fuselagem de aviões comerciais tradicionais.

A estrutura mais leve permite que o avião consuma 20% menos combustível em relação a uma aeronave comparável. A eficiência no consumo de combustível tem grande apelo entre companhias aéreas, que nos últimos anos têm enfrentado dificuldades com a volatilidade de preços.

Além disso, a Boeing afirma que os materiais compostos não entram em fadiga e por isso precisam de menos checagens de manutenção. A companhia afirma que os custos de um 787 são 30% menores do que uma aeronave comum.

O avião, que tem sido desenvolvido ao longo da primeira metade da década, tem preços de lista entre US$ 105 milhões e US$ 205,5 milhões.

fonte/Reuters/Terra foto/ Divulgação

AEROPORTO DE BACACHERI FECHADO - ONTEM -

ONTEM O AEROPORTO DE BACACHERI FECHOU DAS 18:00 ÀS 21:30, MOTIVO "QUEIMA DE FOGOS " - FESTA NO CiNDACTA II.

NÃO FOI EMITIDO NOTAM, APENAS AVISO AOS CONTROLADORES.

NENHUMA NOTA OFICIAL DO MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA SOBRE O CASO.

fonte/pilotos

A VIDA DOS ÓRFÃO DA TRAGÉDIA NOS AÇORES


Se lhe perguntarem o que quer para o seu futuro, Alylne, um dos órfãos guineenses do desastre de avião que matou há precisamente dez anos 35 pessoas no Pico da Esperança, diz sempre o mesmo: ser rico e comandante de um navio.

Hoje com 14 anos, mas apenas com quatro quando mãe e pai morreram no fatídico voo que esbarrou contra a mais alta montanha de São Jorge, aquele jovem não demorou muito até interiorizar a ideia de que tem, desde 1999, uma outra mãe, Valentina Pereira. Também conhecida como a imigrante do continente português que se radicou na Fazenda das Lajes, Flores, e se tornou conhecida pelos cozinhados transmontanos que dá a provar no seu restaurante.

Alylne, que frequenta o 8º ano, tem uma natureza mais extrovertida, curiosa e orgulhosa, enquanto João Paulo, o irmão mais velho de 17 anos, representa o carácter oposto. "Mais calado e sério", conta Valentina. Talvez por uma questão de feitio e, devido à sua idade, por se lembrar melhor da mãe e de sentir mais a sua falta.

Em comum, ambos os jovens são "bem comportados, aplicados", praticam desporto e têm um instinto de sobrevivência que lhes permitirá ser, a breve trecho, auto-suficientes. É o que está próximo de acontecer com João Paulo, neste momento a fazer o 10º ano de escolaridade, mas a pensar tirar no futuro uma licenciatura em Lisboa ou no pólo da Universidade dos Açores em S. Miguel.

Alylne e João Paulo vivem na mesma casa com Valentina e família. Passaram a ser a sua família de acolhimento desde 1999, mas as burocracias têm-nos impedido de serem formalmente adoptados. As mesmas burocracias impedem que tenham identidade portuguesa - mesmo tendo nascido em Portugal - e sejam cidadãos de pleno direito. A única coisa que os habilita a ficar nas Flores é uma licença de permanência, actualizada pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

Nenhum dos dois falou com a reportagem do DN por, segundo Valentina Pereira, não se quererem expor. Sobretudo para proteger a sua dor numa quadra que é dedicada à família. Mas os Pereira são há dez anos a sua nova família. Para o que der e vier. Aliás já o eram antes: desde pequeno que João Paulo e Alylne eram deixados a Valentina sempre que a mãe, médica veterinária (a única na ilha entre 1994 e 1999) tinha que se ausentar da ilha por razões profissionais. Uma opção pessoal motivada pelas relações de vizinhança e amizade que se foram cimentando entre as duas.

Isso valeu algo muito importante para a orfandade das crianças: não tiveram que passar pela situação, sempre difícil, de terem de se habituar a caras novas e a um espaço diferente daquilo a que já estavam habituadas. Na verdade, "nada mudou, apenas deu-se seguimento ao seu dia a dia, que é de normalidade. Não teve que haver uma conquista das crianças, porque continuaram a dormir numa cama que já era delas", frisa Valentina. Isso não significa que não tenham saudades dos pais. Lembram-se deles e dos bons momentos que as suas memórias conseguiram reter, até porque algumas fotografias desses mesmos momentos encontram-se espalhadas pela casa da família de acolhimento.

Alylne e João Paulo são a face visível da justiça lenta e de uma sociedade que ainda discrimina devido à cor da pele. No primeiro caso, porque só quase dez anos depois é que o Supremo Tribunal de Justiça se pronunciou a favor de que se mantivessem na família de acolhimento e não com o tio biológico, Apolinário (ver outro texto), residente no Continente português, que tentou a custódia judicial dos dois sobrinhos órfãos para se integrarem na família de 'sangue'. No segundo caso, porque a mãe 'adoptiva' , Valentina chegou a ser questionada sobre o porquê de ficar com as crianças sendo elas de raça negra.

Joana, Bárbara e Filipa são três irmãs que, tal como os jovens guineenses, perderam pai e mãe no acidente que hoje faz dez anos. As primeiras duas são gémeas e hoje têm 23 anos: Joana, de 22 anos, é formada em medicina dentária pela universidade do Porto; Bárbara é licenciada em Organização e Gestão de Empresas pela Universidade dos Açores (com um mestrado em gestão no ISCTE que a levou a estar entre as melhores deste curso). Filipa é um ano mais nova e está a concluir o curso de enfermagem na Universidade dos Açores, em Angra do Heroísmo. Uma data insólita une as três irmãs: todas elas fazem anos no dia de Natal, 25 de Dezembro, o que as leva a ter ainda maiores saudades dos pais.

Durante estes dez anos aprenderam a viver sem sobressaltos com a família da tia biológica, Teotónia Melo Silva, a dona do aldeamento turístico Aldeia da Cuada, nas Flores. Um percurso "saudável", sustentado pela coesão familiar, mas com problemas que se levantaram no princípio, face à situação de perda.

"Inicialmente houve uma certa revolta. Porque tinham morrido os pais? Mas depois unimo-nos e tentámos dar-lhes o máximo de amor e carinho, fazendo-lhes perceber, com verdade, que a vida é mesmo assim, com coisas boas e más", evidencia Teotónia Melo Silva, que diariamente se lembra do desaparecimento do seu irmão e cunhada. E tudo com uma grande saudade que "vem do coração". As três jovens são como "filhas e integradas na família".

Nas Flores nem todas as cerca de 20 famílias das vítimas mortais do avião que caiu em São Jorge terão recebido a indemnização a que têm direito (não é a situação de Valentina, nem de Teotónia). No entanto, a grande maioria recebeu o dinheiro das indemnizações, acabando por gastá-lo, nalguns casos, em casas e carros novos.



Fontes: Paulo Faustino (Diário de Notícias) / RTP Açores

HÁ DEZ ANOS - 35 MORTOS EM ACIDENTE DA SATA NA ILHA DE S.JORGE, NOS AÇORES


O desastre aconteceu em 11 de Dezembro de 1999. Um avião British Aerospace ATP da Sata colidiu com o Pico da Esperança, na ilha de S. Jorge, quando iniciava a descida para o aeroporto da Horta, no Faial.

Em 11 de Dezembro de 1999, o British Aerospace BAe ATP "Graciosa", prefixo CS-TGM, que realizava o voo ATP SP530M, entre as Ilhas Açorianas de Ponta Delgada e das Flores, com escala na Horta. chocou-se contra o Pico da Esperança, na Ilha de São Jorge, vitimando todos os 31 passageiros e os quatro tripulantes, num total de 35 pessoas.

Foto da caixa-preta do avião acidentado

O Relatório da Comissão de Inquérito, divulgado pelo Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) concluiu que o voo foi planejado para uma rota direta ao Aeroporto da Horta, tendo a aeronave efetuado um desvio "sem que a tripulação se apercebesse", até que começou a cruzar a linha da costa Norte da Ilha de São Jorge, onde viria a bater. A tripulação "estava plenamente convencida" que a aeronave se encontrava sobre o Canal de São Jorge, e a sua atenção estava mais concentrada nas más condições meteorológicas do que na altitude.

Após soar o alerta de impacto - 3 segundos antes do primeiro impacto -, o copiloto alertou para o fato de estarem "perdendo altitude e em cima de São Jorge". Apesar dos pilotos terem aumentado a potência dos motores, a manobra foi "insuficiente para ultrapassar o obstáculo".

A conclusão do Relatório indica que a falta de respeito pela altitude de segurança, uma "navegação estimada imprecisa" e a "não utilização correta do radar de tempo" foram as das causas do desastre. As más condições meteorológicas nesse dia - céu muito nublado, vento moderado a forte com turbulência - e a inexistência de meios autônomos de navegação a bordo do avião (por exemplo, uso do GPS), que pudessem determinar a sua posição com rigor, constituíram fatores que contribuiram para o acidente. Quanto à aeronave sinistrada, conclui que "estava em condições de navegabilidade de acordo com os regulamentos e procedimentos aprovados pela autoridade aeronáutica" nacional.

Segundo José Estima, membro da direção da Associação Portuguesa de Pilotos de Linha Aérea (APPLA), o fator que contribuiu para o acidente com o avião da SATA foi "a deficiente qualidade e quantidade de infra-estruturas de apoio à navegação aérea". No que diz respeito à credibilidade do piloto do avião, Estima disse que "o piloto já voava há mais de 20 anos no arquipélago". Justifica que os pilotos da SATA "são de primeira linha, já que trabalham em condições adversas".

O CS-TGM fotografado em 15/05/95 no Aeroporto de Ponta Delgada

Clique aqui e leia o Relatório Oficial sobre o Acidente (em .pdf)

fonte/ Wikipédia / ASN - Fotos: Agências Internacionais

FUMAÇA NA CABINE OBRIGA AVIÃO DA PANTANAL A RETORNAR AO AEROPORTO


O avião Aerospatiale ATR-42-300, prefixo PT-MFV, da Pantanal Linhas Aéreas, teve que retornar ao Aeroporto de Congonhas após o surgimento de fumaça na cabine, na última terça-feira (8).

O voo P8-4788 ia de São Paulo para Juiz de Fora, em Minas Gerais.

A fumaça surgiu após uma falha na iluminação da cabine, logo após a decolagem. O avião pousou em segurança.
 
fonte/Aviation Herald

AEROPORTOS DA COPA DE 2014 OPERAM NO LIMITE

Nove dos 15 aeroportos situados nas cidades-sede da Copa de 2014 têm mais aviões no solo do que posições de estacionamento no pátio no horário de pico. Os dados constam de um estudo feito por Elton Fernandes, da Coppe/UFRJ e presidente da Sociedade Brasileira de Pesquisa em Transporte Aéreo, com apoio do Snea (sindicato das empresas aéreas).

O pesquisador analisou o número de voos autorizados nos cinco minutos mais críticos de cada aeroporto nas sextas-feiras de outubro.

O problema foi maior em Guarulhos, Congonhas e Brasília, que tinham, respectivamente, 12, dez e nove aeronaves a mais do que posições para estacionamento.

Para o diretor técnico do Snea, comandante Ronaldo Jenkins, isso pode travar o desenvolvimento do mercado aéreo nacional, que, até novembro, cresceu 15,6% sobre igual período de 2008. Ele teme que, com os pátios dos aeroportos perto da capacidade máxima, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) deixe de autorizar novos voos nos horários de maior demanda.

A Anac afirmou que, sempre que recebe um pedido de autorização de novo voo, requisita parecer técnico à Infraero. Disse ainda que, nos aeroportos de Congonhas e de Guarulhos, já há restrição a novos voos. A Infraero não se manifestou.

fonte/FolhaSaoPaulo

VÍDEO - PRIMEIRO VOO DO AIRBUS A400M

AVIÃO MILITAR EUROPEU AIRBUS A400M INICIA PRIMEIRO VOO TESTE


O avião europeu de transporte militar Airbus A400M decolou nesta sexta-feira às 10h16 local (07h16 de Brasília) de Sevilha (sul da Espanha), em seu primeiro voo teste, com quase um ano e meio de atraso em relação ao calendário inicial.

O futuro avião de transporte dos exércitos europeus decolou em um dia de céu claro, e acompanhado pelo aplauso de centenas de jornalistas, militares, funcionários da Airbus e políticos convidados à sede do construtor europeu.

A Airbus lançou o projeto do A400M em 2003 com a assinatura de um contrato com sete países europeus - Alemanha, Espanha, França, Grã-Bretanha, Turquia, Bélgica e Luxemburgo - para a fabricação de 180 aparelhos.

Este primeiro voo teste - de três horas de duração - é uma etapa importante neste programa de 20 bilhões de euros (quase US$ 30 bilhões) marcado por importantes atrasos devido às dificuldades na construção do aparelho.

O desenvolvimento do avião foi mais complexo que o previsto. O A400M é um avião de hélices, equipado com quatro turbopropulsores de 11 mil cavalos, o mais potente construído fora da Rússia.

As consequências do atraso são principalmente que as entregas não acontecerão antes do final de 2012, ou seja, com três anos pelo menos de atraso em relação ao cronograma inicial.

O grupo EADS, casa matriz da Airbus, já se viu obrigada a criar um fundo de 2,4 bilhões de euros e agora reclama dos países clientes um esforço financeiro suplementar.

Os sobrecustos do programa poderão alcançar os 5 bilhões de euros, segundo a imprensa alemã e francesa.

fontes/ AFP/ G1 / Terra

POUSO DE EMERGÊNCIA EM SANTO DOMINGO



Ontem, um Boeing 737-200 da empresa Aerocaribbean SA, matrícula XA-UKW que realizava um voo proveniente de Caracas (Venezuela) a Santiago de Cuba (Cuba), com 90 passageiros e 9 tripulantes, quando foi desviado para Santo Domingo (República Dominicana), devido a problemas com o filtro de óleo motor direito (JT8D).

O avião pousou em segurança, ainda que arrastado por uma grande nuvem de fumaça preta do motor.

Manutenção resolveu o problema permitindo que o avião decolasse depois de 6 horas.

fonte/ Simon Hradecky.

REBELIÃO NO AR



O feriado de três turistas franceses são um pesadelo. Após duas semanas de cruzeiro no Atlântico, eles dormem durante três dias em uma prisão em São Paulo, no Brasil, depois de uma briga em um avião da TAM. Esse episódio lamentável se tornou algo como um incidente diplomático.

Os três passageiros, dois homens de 63 e 60 anos e uma mulher de 54 anos, havia embarcado domingoem um avião da companhia brasileira TAM, com uma dúzia de outros turistas, principalmente os aposentados, que estavam retornando para a França. Mas a aeronave ficou no chão por três horas devido a um problema técnico.

A disputa se transformou em um confronto físico

Segundo a mulher de 54 anos, a Sra. Camus, anunciou em Português e Inglês que a aeronave estava com um problema no sistema informático.

Esta notícia aterrorizou os franceses, que foram, provavelmente, levados a lembrar do acidente do vôo da Air France Paris-Rio, no dia 1 de Junho. Solicitaram, portanto, a mudar o voo.

A tripulação da TAM disse-lhes que para isso, teriam que pagar mais por outras passagens, o que teria provocado uma disputa física e verbal que levou à prisão do homem de 60 anos de idade, Michel Illinska.

"Alguns falam da" rebelião ", outros" que ele tentou entrar no cockpit ' ", disse o Cônsul Geral da França, Sylvain Itte, com base no depoimento dos tripulantes.

"Nós arrastamos um cavalheiro por toda a aeronave, disse ontem pela manhã, uma testemunha.

A Senhora Camus, acusada de incitar a violência, foi presa com outro homem, o Sr. Nascimento, que era suspeito de incitar os distúrbios, de acordo com o consulado francês.

Um casal de brasileiros que filmaram a briga também foi preso pela polícia. Eles foram libertados sob fiança terça-feira.

Os dois homens, um deles que é diabético, foram detidos em uma prisão em São Paulo, enquanto a mulher, que foi brevemente internada após desmaio, devido ao estresse. Eles foram ouvidos quinta-feira por um juiz.

Paris contra as autoridades brasileiras

A briga tomou a aparência de um incidente diplomático. A TAM entrou com processo contra os três franceses que considera responsável pelo atraso e cancelamento de vôo, mas o consulado francês disse que não tinha sido informado oficialmente das acusações contra os três detidos .

O cônsul disse ainda que a polícia brasileira não havia informado imediatamente seus serviços e que foi incapaz de iniciar a visita de três pessoas. Ele disse que "havia duas violações" da Convenção de Viena sobre os processos de detenção de cidadãos estrangeiros.

As prisões foram finalmente revelada pelas autoridades francesas em Paris, que tinha sido contactado pelo filho policial, preocupado, Sr. Illinska.

Fonte: Leparisien.fr/Didier.

SISTEMA AEROPORTUÁRIO BRASILEIRO ESTIMULA INEFICIÊNCIA


O estudo “Transporte aéreo: estudo preliminar das capacidades dos aeroportos”, feito em convênio pela Coppe/UFRJ e Snea e apresentado hoje no Rio de Janeiro, comprova o que já se sabia: no horário de pico, os aeroportos brasileiros operam muito acima do limite.

Para ilustrar, vale dizer que no maior pico diário, Guarulhos pode chegar a um excedente de 12 aeronaves no pátio – opera 65, suporta 53. Já Congonhas tem condições de receber até 24, mas se todos os vôos partissem e chegassem no horário e não houvesse gerenciamento do movimento por parte da Anac, seriam 34 aeronaves, com um excedente de dez.

Em Brasília, a sobra da capacidade é de nove aeronaves enquanto no Santos Dumont e Pampulha, o excedente é de três vôos cada. Por isso, o gerenciamento de horários de pousos, decolagens, tempo de solo etc, pela Anac, é tão fundamental.

Porém, segundo o Snea e a UFRJ, é preciso destacar que esse gerenciamento impede o crescimento. “A Anac diminuiu o movimento em GRU recentemente, por exemplo, para impedir um novo apagão. Mas acaba impedindo junto o crescimento do setor”, diz o diretor Técnico do Snea, Ronaldo Jenkins.

“Também é um sistema caro, que estimula a ineficiência”, ressalta o professor Elton Fernandes, da Coppe/UFRJ. “Aeronave em fila aguardando sua vez de decolar gasta mais combustível, energia, polui o ar, é custo para a empresa e para a sociedade. E não há desenvolvimento se você diz a uma empresa que ela não tem para onde crescer, ao contrário dos seus custos.”

O gerenciamento que impede um novo apagão também pode, segundo os especialistas, significar o aumento de passagens aéreas, já que causa aumento de custos. “Quem também paga a conta é o passageiro, que perde conexões, fica mais tempo dentro do avião, faz sobrevôos”, conclui Fernandes.

Ele lembra, porém, que há situações bem diferentes, como é o caso do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, que tem capacidade maior que a oferta. Há uma folga, segundo o estudo, de 16 aeronaves nos horários de pico, com capacidade para 48 aeronaves e operação de 32.

fonte/Portal Panrotas

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