quarta-feira, 24 de setembro de 2014

BIMOTOR CLONADO FAZ POUSO FORÇADO EM ÁREA DE LAVOURA APÓS APRESENTAR PROBLEMAS


Avião pousou em fazenda, a três quilômetros da cabeceira da pista do aeroporto de Sinop

Avião pousou em fazenda, a três quilômetros da cabeceira da pista do aeroporto de Sinop
Um avião bimotor Embraer EMB-810 Seneca, com prefixo PT-VDO, fez um pouso forçado, nesta terça-feira à tarde, em uma área de lavoura de milho recém-colhida, ao lado do Residencial Mondrian, em Sinop, quando fazia a aproximação para pousar no aeroporto municipal João Batista Figueiredo.

Conforme informações da polícia, o piloto retornava de Cuiabá e teve muita perícia, conseguindo pousar no terreno plano sem sofrer impacto e nem danificar a aeronave. Nem mesmo o trem de pouso sofreu avarias. O bimotor deverá ser retirado do local com o uso de um guincho.

O Corpo de Bombeiros foi acionado por precaução, como é de praxe em acontecimentos desse tipo. O piloto, que não teve o nome divulgado, não informou qual o problema apresentado na aeronave para que fizesse o pouso forçado. Ele não portava nenhum documento do Seneca e foi levado até a delegacia para prestar esclarecimentos.

A Polícia Civil registrou boletim de ocorrência. O nome do proprietário do avião não fora informado. Porém, na página da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o aparelho consta registrado para a empresa Esteio Engenharia e Aerolevantamentos, com sede em Curitiba.

Sob suspeita

Após uma versão desencontrada do piloto e da constatação da falta de documentação do avião, ele ficou sob suspeita. Policiais também apontaram que o prefixo estaria adulterado. Na página da  Esteio Engenharia e Aerolevantamentos, há uma foto do avião com prefixo PT-VDO. Contudo, há alguns detalhes de cor diferentes daquele que pousou esta tarde em Sinop. O bico é pintado de preto e há o emblema da empresa. Abaixo foto da aeronave " verdadeira".(logbook.draeronaves.com)
 
A diretoria da Esteio informou, ao Olhar Direto, via telefone, que o avião  PT-VDO está hoje em Pernambuco, voando a serviço na região de Caruaru, levantando forte suspeita de que o bimotor que desceu em Sinop esteja com prefixo clonado.

fonte/foto/OlharDireto 

Dados da aeronave via RAB



MATRÍCULA: PTVDO
Proprietário:
ESTEIO ENG.E AEROLEVANTAMENTOS SA
CPF/CGC:

Operador:
ESTEIO ENG.E AEROLEVANTAMENTOS SA
CPF/CGC:

Fabricante:
EMBRAER
Modelo:
EMB-810D
Número de Série:
810630
Tipo ICAO :
PA34
Tipo de Habilitação para Pilotos:
MLTE
Classe da Aeronave:
POUSO CONVECIONAL 2 MOTORES CONVENCIONAIS
Peso Máximo de Decolagem:
2155 - Kg
Número Máximo de Passageiros:
003


Categoria de Registro:
PRIVADA SERV.AEREO ESPECIALIZADO PUBLICO-AEROLEVANTAMENTO
Número dos Certificados (CM - CA):
11735
Situação no RAB:
ARROLAMENTO DE BENS SRF/ORDEM JUDICIAL
Data da Compra/Transferência:
110897


Data de Validade do CA:
15/03/17
Data de Validade da IAM:
090915
Situação de Aeronavegabilidade:
Normal
Motivo(s):

Consulta realizada em: 24/09/2014 08:17:35

TAP ESPERA REGULARIZAR HOJE FLUXO DE PASSAGEIROS PARA O NORDESTE BRASILEIRO

Fontes da TAP Portugal disseram ao ‘NewsAvia’ que a companhia espera normalizar no dia de hoje o tráfego de passageiros com destino aos aeroportos do Natal (Rio Grande do Norte) e de Fortaleza (Ceará), atrasados devido a uma intervenção mais demorada dos seus serviços de Manutenção e Engenharia num dos aviões Airbus A330-200.

Ontem a companhia alugou um aparelho Boeing 767-300 (CS-TRW) à EuroAtlantic Airways (EAA) que fez um voo para Fortaleza (TP31) e hoje voltará a haver voos para Fortaleza e para Natal, prevendo-se que dessa forma o tráfego possa ser normalizado, com a ajuda dos passageiros que aceitem fazer escala noutros aeroportos. Se for necessário a TAP voltará a recorrer à utilização de equipamento da EAA, estando um avião desta companhia disponível para qualquer voo transatlântico.

Como tem sido referido insistentemente a frota da TAP está muito curta, em termos de aviões face às rotas que a companhia tem, não obstante a recente aquisição de aviões, pelo que qualquer avaria que implique um trabalho mais demorado provoca atrasos na rede. Uma situação agravada pelo facto dos voos para o Brasil se encontrarem lotados, disse ao ‘NewsAvia’ uma fonte da companhia.

 Os passageiros têm sido encaminhados para hotéis de Lisboa, o que, contudo, não deixa de ser uma situação anormal, com todos os problemas provocados pelo facto das bagagens ficarem retidas no aeroporto e outros inconvenientes que são expectáveis em situações semelhantes, e que têm provocado o protesto dos passageiros.

Neste início de semana foram cancelados dois voos para o Nordeste Brasileiro, um para Natal e outro para Fortaleza, o que provocou os atrasos em cadeia.

Quanto a outras avarias conhecidas através da imprensa diária os responsáveis pela TAP continuam a dizer que são desagradáveis, mas que continuam a estar numa percentagem mais baixa do que no ano anterior, e que quanto mais voos uma companhia faz, mais está sujeita a essas anomalias. O que tem potenciado a visibilidade inusitada desses problemas é a atitude mais atenta de alguma imprensa em Portugal, com descrições que antes não eram tão insistentes.

fonte/NewsAvia

CENIPA COMEÇA A APURAR QUEDA DE HELICÓPTERO EM FAMA


O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) começou apurar no domingo as circunstâncias da queda do helicóptero prefixo PR-CIG, na represa de Furnas, em Fama, no Sul de Minas. No acidente, duas pessoas morreram. Há suspeita de que a aeronave, que é registrada para uso particular, estivesse fazendo voo panorâmico pago, o que se configura em infração. O piloto Bruno Abtibol de Andrade, de 34 anos, que abandonou o local do acidente e depois se apresentou à polícia, prestou depoimento na madrugada de ontem na delegacia de plantão da Polícia Civil em Varginha, e foi liberado. 

De acordo com o major Raphael Vargas Vilar, do Cenipa, somente aeronave com registro para operações comerciais pode realizar voos panorâmicos pagos. Vilar, que chegou ontem à tarde no local do acidente, disse que inicialmente vai colher evidências, que inclui depoimentos de testemunhas, para em seguida analisar quais foram as circunstâncias do voo e a queda. Nos próximos dias, o piloto será convocado para prestar novo depoimento na Polícia Civil, em Fama, que vai investigar a responsabilidade dele pelas duas mortes. Na queda, morreram o sargento da Polícia Militar Marcos Antônio Alves, de 44 anos, e sua companheira Lívia Reis Carvalho, de 27, que não pagaram pelo voo. Antes do acidente, outros dois militares acompanhados de familiares fizeram o sobrevoo de cortesia.

Na noite do sábado, depois de retomadas as buscas, o corpo de Marcos foi resgatado. Na noite de domingo, mergulhadores do Corpo de Bombeiros trabalharam para retirar o corpo de Lívia, que ficou preso nas ferragens do helicóptero e foi encontrado a uma profundidade de 10 metros na represa. Com uso de um trator e uma balsa, bombeiros içaram os destroços da aeronave. Algumas partes foram retiradas da água, como a hélice, para análise da perícia do Cenipa.

O investigador Tiago Gomes informou que, no depoimento à polícia em Varginha, Bruno Abtibol confessou ter fugido depois da queda. Ele seguiria em fuga em direção a BH, mas decidiu se apresentar à polícia em Elói Mendes. Bruno contou que, antes da queda, tinha feito dois voos panorâmicos com outros militares e suas esposas como passageiros. O passeio aéreo seria, segundo ele, uma forma de agradecer à receptividade da Polícia Militar da cidade a ele e seu irmão, também piloto.

Panorâmico
De acordo com o investigador, Bruno contou aos polícias que saiu de BH na sexta-feira rumo Fama, mas não disse o motivo. Ele detalhou que estava com seu irmão, também piloto, que operou a aeronave na viagem e lhe deu instrução de voo. Quando chegaram à cidade, segundo contou Bruno, eles foram bem recebidos por policiais militares que os levaram ao hotel e se colocaram à disposição para qualquer eventualidade. O piloto, em depoimento, disse que, em retribuição, convidou os militares e as suas esposas para um voo, na manhã do sábado, pela cidade. “Se não me engano, um sargento e um soldado, e suas esposas”, declarou Bruno à polícia.

O também sargento Carlos Alberto, da PM de Fama e amigo do militar morto, disse que não sabe ao certo se Bruno havia sido contratado para oferecer o serviço de voo ou se o fazia por lazer. Mas Carlos diz que foi um dos passageiros a aproveitar, gratuitamente, o passeio. “Eu e minha esposa fomos os segundos a sobrevoar com ele. Foi tudo muito tranquilo”, contou. Ontem, durante o velório de Marcos, Carlos disse que os familiares de Marcos e Livia estão inconsoláveis.

Na quinta-feira, teve início na cidade a festa Arena Fama Rodeio, com shows de música sertaneja e rodeios durante quatro dias. Moradores, que não quiseram se identificar, acreditam que os dois pilotos foram convidados para a festa para oferecerem o voo panorâmico pago ao público. Panfletos foram distribuídos no sábado convidando as pessoas a “conhecerem a cidade de um ângulo diferente”.

Informações que estão sendo checadas pela Cenipa é de que cada passageiro pagaria R$ 80 pelo sobrevoo. Maurinho Castro, um dos organizadores da festa em Fama, disse que foi sondado pelo piloto que queria decolar e pousar a partir da arena do rodeio. Mas depois de consultar um amigo, ele não aceitou. Castro não afirmou se Bruno lhe fez uma proposta financeira.

O acidente

A queda da aeronave foi pouco antes do meio dia, quando o sargento Marcos e a esposa Lívia foram aproveitar o passeio oferecido por Bruno. Segundo o piloto contou à polícia, na hora da decolagem havia um barco em frente à proa da aeronave e ele foi obrigado a fazer uma manobra evasiva pela direita. “Foi tudo muito rápido. Uma coisa pavorosa”, disse Bruno. O advogado dele, Guilherme Faria, esteve ontem em Fama para se informar sobre o acidente. Ele afirmou que seu cliente é apto para pilotar helicóptero. Como desconhecia as declarações dele à polícia, evitou comentar se o piloto realizava voos panorâmicos a trabalho.

O helicóptero, um Robinson R44,com capacidade para quatro pessoas, está registrado em nome da Siderúrgica Gagé, com sede em Conselheiro Lafaiete, Região Central de Minas. Ninguém da empresa foi encontrado para falar sobre a aeronave. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) o certificado de aeronavegabilidade do helicóptero é válido até abril de 2018, e o documento de Inspeção Anual de Manutenção (IAM) até abril do próximo ano.

fonte/EstadoDeMinas

SETOR AERONÁUTICO É APOSTA DE INDÚSTRIA DO GRANDE ABC


Buscar se fortalecer em outras áreas de atuação, para reduzir a dependência dos resultados do setor automotivo, é o caminho de muitas empresas da região, em meio ao cenário das vendas retraídas de veículos. Esse tem sido o foco da Serra do Brasil, fabricante de dispositivos e máquinas para soldagem, com sede em São Bernardo, que tem procurado ganhar presença na indústria aeronáutica, com projetos de engenharia, ferramentas e peças para a montagem de aeronaves. 
 
Filial da multinacional espanhola Aernnova, a empresa, que tem fábrica no bairro Pauliceia, tem se preparado para crescer no segmento aeroespacial. No início deste ano, se transferiu para imóvel duas vezes maior do que o anterior (que ficava nas proximidades do atual), e que conta com 5.000 m² de terreno, com 2.600 m² de piso de fábrica, mais 600 m² de salas de escritório, com investimento de R$ 3 milhões.

A companhia já é tradicional no fornecimento de máquinas para soldagem de componentes automotores. Tem, entre os clientes, nomes de peso como Fiat, Mercedes-Benz, Renault, Peugeot, Volkswagen e Ford, entre outras, e no ano passado, 70% de seu faturamento anual (de R$ 30 milhões) foi proveniente desse segmento.

O setor aeroespacial não é desconhecido da Serra, que teve 26% de sua receita proveniente do ramo em 2013. Já atende, por exemplo, a Embraer, tendo participado do projeto de engenharia e fornecido equipamentos para montagem de partes estruturais (da fuselagem) do KC-390 – avião cargueiro que substituirá o modelo Hercules a partir de 2016.

O diretor-executivo Rafael Ronconi cita que, neste ano, o fornecimento para a indústria aeronáutica responderá por 55% do faturamento, enquanto montadoras e autopeças vão contribuir com 40%. No entanto, este é um ano atípico, em que as encomendas para montadoras mostraram queda de 45%, o que será decisivo para a receita encolher cerca de 35% – de R$ 30 milhões em 2013 para R$ 20 milhões em 2014. A ideia é, para os próximos anos, manter entre 30% e 40% das vendas oriundas do setor aeronáutico.

LOCALIZAÇÃO 
Ronconi destaca que a localização da empresa, no Grande ABC, é estratégica, por causa da proximidade com montadoras e autopeças, e da logística facilitada (por causa do Rodoanel e das rodovias Imigrantes e Anchieta) que permite contato com o mercado aeronáutico, bastante concentrado em São José dos Campos.

Além disso, ele considera que São Bernardo tem boas condições de se tornar um segundo polo da indústria de aeronaves, principalmente em razão da fábrica que será erguida no município pela multinacional sueca Saab em parceria com o grupo Inbra, de Mauá, para montagem de aeroestruturas do caça Gripen NG, que será fornecido à FAB (Força Aérea Brasileira). 

Por conta do interesse em participar como fornecedor dessa planta fabril, a Serra deverá integrar missão empresarial à Suécia, organizada pela secretaria de Desenvolvimento Econômico de São Bernardo, de hoje (22) até sexta-feira (26).

fonte/DiarioGrandeABC

PILOTOS DE AVIÃO DE CAMPANHA DE JANETE RIVA ESTÃO DESAPARECIOS EM MATO GROSSO

A Polícia Civil de Mato Grosso suspeita que traficantes internacionais de drogas sejam responsáveis pelo desaparecimento, no último sábado (20), do avião usado na campanha eleitoral por Janete Riva (PSD), candidata ao governo do Estado.

Desde o desaparecimento a polícia não tem informações sobre a localização da aeronave e de seus pilotos. A principal hipótese é que o avião tenha sido roubado do aeroporto de Pontes e Lacerda (a 359 km de Cuiabá) para ser utilizado no tráfico internacional de drogas.

O delegado José Gadioli, que apura o caso, está em contato com a polícia da Bolívia porque o país vizinho é o destino mais provável da aeronave. De acordo com a polícia, o avião tinha combustível suficiente para chegar até Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, onde há outro ponto de abastecimento.
O delegado afirmou à Folha que pedirá auxílio da FAB (Força Aérea Brasileira) nas buscas. Uma equipe especializada em ações na fronteira também atua na região.

A FAB informou que no caso da aeronave não houve registro do plano de voo, e que a movimentação da aeronave ocorreu sem qualquer comunicação prévia.

Evandro Rodrigues de Abreu, piloto, e Rodrigo Frais Agnelli, copiloto, deveriam ter partido do aeroporto de Pontes e Lacerda para o município vizinho de Vila Bela da Santíssima Trindade.

A candidata e o marido, o deputado estadual José Riva (PSD), e o candidato a senador Rui Prado (PSD) também deveriam embarcar, mas o avião não estava no local quando chegaram.

Um segundo avião, que levava parte da equipe da campanha, decolou minutos antes normalmente.

ROUBO DE AVIÕES
De acordo com a polícia, roubos de aviões são comuns na região –já a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) informou que os casos registrados são raros.

O avião com prefixo PR-ATY, modelo C90GT, está registrado na Anac como propriedade de Berf Participações. Segundo a assessoria de Janete Riva, o avião foi adquirido em modalidade de leasing e o seguro está em nome de Floresta Viva, empresa da família Riva.

A polícia afirma que não há testemunhas do roubo. A assessoria da candidata informa que "duas caminhonetes deram suporte aos bandidos que sequestraram a aeronave".

A CAMPANHA
Janete tornou-se candidata no lugar do marido José Riva, que teve a candidatura barrada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) há dez dias.

Riva é apontado como o "maior ficha suja do país" porque responde a mais de cem processos, incluindo um sobre suposto esquema de desvio de recursos da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Janete foi secretária estadual da Cultura e concorreu a vice-governadora em 2002.

fonte/FolhaSP/UOL

HÁ TRÊS MESES EM ÓRBITA, NANOSSATÉLITE BRASILEIRO FUNCIONA COMO PROGRAMADO


Lançado ao espaço há três meses, o NanosatC-Br1 – primeiro cubesat nacional - opera como programado transmitindo dados para estações localizadas em Santa Maria (RS) e São José dos Campos (SP).

Desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e Universidade de Santa Maria (UFSM), com recursos da Agência Espacial Brasileira (AEB), o cubesat leva a bordo instrumentos para o estudo de distúrbios na magnetosfera, principalmente na região da Anomalia Magnética do Atlântico Sul, e do setor brasileiro do Eletrojato Equatorial Ionosférico.

“Já temos uma quantidade de dados razoável das cargas úteis e da plataforma. Muitos ensinamentos estão sendo extraídos por meio da operação do NanosatC-Br1, do seu comportamento e performance que serão utilizados em futuros satélites desta classe”, diz o pesquisador do Inpe, Otávio Durão.

Além de testar circuitos integrados resistentes à radiação projetados no Brasil, para utilização em futuras missões de satélites nacionais, a capacitação de recursos humanos para a área espacial é um dos principais objetivos do projeto.

Saiba mais
O desenvolvimento Nanosatc-BR1 permitiu que estudantes tivessem a supervisão de especialistas do Inpe e atuassem diretamente em todas as fases para construir e colocar um satélite em órbita – desde a especificação e produção do cubesat, até a montagem, integração, testes, lançamento, operação e recepção dos seus dados.

O cubesat tem três cargas úteis: um magnetômetropara utilização dos seus dados pela comunidade científica; um circuito integrado projetado pela Santa Maria Design House da UFSM; e o hardware FPGA, que deve suportar as radiações no espaço em função de um software desenvolvido pelo Instituto de Informática da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Participa ainda do projeto o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), onde está uma das estações terrena que recebem dados do NanosatC-Br1.

fonte/AgPortalBrasil

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