sábado, 18 de agosto de 2012

EMBRAER ERJ-190 SOFRE COLAPSO NO TREM DE POUSO EM TAIWAN

Um jato Embraer ERJ-190, da Mandarin Airlines,  matrícula B-16825, realizando vôo AE-369, de Taipé-Sung Shan para Makung (Taiwan), com 104 passageiros e 6 tripulantes, quebrou o trem de pouso do nariz ao após pousar e sair da pista 20 de Makung, na sexta-feira (17).

O trem de pouso colapsou após sair da pista molhada e parar no terreno macio próxima a taxiway K1.  
Não houve feridos e a aeronave sofreu danos substanciais.

O aeródromo foi fechada por 11,5 horas até que o avião fosse removido.

ASC Taiwan abriram uma investigação sobre o acidente.

Não há dados meteorológicos  disponíveis para Makung (nem METARs nem de dados fora de uma estação meteorológica local).
fonte/AvHerald/foto
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ACIDENTE COM PAULISTINHA MATA DOIS EM PORTUGAL

O alerta foi dado às 16.10 horas. Ambos os ocupantes da avioneta tiveram morte imediata.

Segundo informação recolhida pelo JN, o piloto da aeronave seria o tenente coronel Abreu Cardoso, um dos pilotos mais experientes do AeroClub de Braga.


Além de piloto, Abreu Cardoso era páraquedista e instrutor. Foi presidente do clube durante vários anos, principalmente após ter abandonado a Força Aérea Portuguesa.

A outra vítima é Fernando Afonso Ribeiro da Silva, de Vieira do Minho, também piloto, apurou o JN.

No local estiveram diversos meios dos Bombeiros Sapadores, do INEM e um técnico do Instituto Nacional de Aviação Civil, que chegou ao local às 16.46 horas, segundo informação da Proteção Civil.

As duas vítimas foram levantadas às 19 horas, após presença do delegado de saúde.

Nota:  A aeronave Paulistinha 56-C1, CS-ALB, fabricada em 1962 pela Sociedade Aero Neiva no Brasil, e era propriedade do Aeroclube de Braga.

fonte/foto/JN.pt
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JUSTIÇA FORÇA GE A RESSARCIR R$ 400 MILHÕES PARA TRANSBRASIL

Edison Engineering Development ProgramEdison Engineering Development Program (Photo credit: Wikipedia)
A batalha entre a General Electric (GE) e a Transbrasil, que se arrasta nas diversas instâncias judiciais brasileiras há mais de uma década, parece chegar a seus capítulos finais. Condenada no fim de junho a ressarcir a Transbrasil em cerca de R$ 400 milhões pela cobrança indevida de notas promissórias quitadas, a GE, que não realizou o pagamento, recebeu uma nova advertência do Tribunal de Justiça de São Paulo no início de agosto, informando que a multinacional está sujeita a multa sobre esse valor, caso insista na inadimplência.

Além dessa multa prevista judicialmente, a defesa da Transbrasil também poderá recorrer ao pedido de penhora de bens da GE e de suas parceiras para garantir o pagamento — que permitiria o repasse para quitação de parte das dívidas da Transbrasil.

A decisão, contudo, transcende a simples obrigatoriedade do pagamento por parte da GE, abrindo também possibilidade para a reversão da decisão de falência da companhia aérea, decretada em 2003. Isso porque, conforme apresenta a defesa da Transbrasil, a falência teria sido decretada em razão do processo movido pela GE, em 2001, pedindo o pagamento indevido de uma entre seis notas promissórias emitidas pela Transbrasil.

Dessa forma, os R$ 400 milhões se referem, conforme explica Cristiano Martins, advogado da aérea decretada falida, apenas ao montante atualizado do valor cobrado indevidamente pela GE. Além disso, seria necessário também o ressarcimento de perdas e danos sofridos pela companhia. Ficou estabelecida a contratação de um perito para calcular esse prejuízo sofrido pela companhia.

Segundo Martins, só depois de contabilizado todo esse montante será possível ter clareza do quanto a companhia deve, a quem e em razão de quais circunstâncias. “Não podemos deixar de cobrar tudo o que a Transbrasil deixou de ganhar porque, à época, a lei que regulamentava os processos de falências era outra e, da maneira como se deu a divulgação da possibilidade de fechamento da companhia, isso já trouxe perdas irreversíveis e irreparáveis, que levaram ao fim da operação da empresa”, diz Martins.
Por isso, mais do que a multa pela suposta cobrança indevida de notas promissórias, a Transbrasil quer receber da GE uma indenização pela interrupção de suas atividades. “No dia anterior ao pedido, a Transbrasil recebeu 30 mil consultas para compra de passagens. No dia seguinte, foram apenas 300. O temor que se espalhou entre os clientes e fornecedores por este pedido foi uma catástrofe para a Transbrasil”, afirma Martins.

Entre os principais prejudicados com o processo de falência, os cerca de 3 mil ex-funcionários da companhia esperam, agora, finalmente serem ressarcidos de suas perdas. Criticam, inclusive, o governo brasileiro por oferecer incentivos à GE, que, sob essa ótica, teria sido a principal responsável por suas demissões.

A GE já refutou publicamente sua responsabilidade pela falência da Transbrasil (leia mais ao lado). E especialistas em falências apontam que, além disso, não se trata de um procedimento simples comprovar que é da multinacional a responsabilidade pela quebra da aérea brasileira. Para a GE, a companhia quebrou por ineficiência, endividamento e pela competição acirrada no setor. As empresas Aercap Ireland Limited e Aercap Leasing USA, do grupo General Eletric Capital Corporation, alegaram no STJ, ao pedir liminar em Medida Cautelar, que a execução provisória de cerca de R$ 400 milhões feita pela Transbrasil “poderia causar danos irreversíveis a qualquer empresa”. Por tratar-se de uma empresa global, o pagamento de um montante desse valor por parte da GE poderia acarretar também a necessidade de a companhia dar explicações a seus investidores.

fonte/IGEconomia
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BOMBEIROS ENCONTRAM 4A. VÍTIMA DE ACIDENTE AÉREO NO INTERIOR DE SÃO PAULO




O Corpo de Bombeiros localizou a quarta vítima que estava envolvida no acidente aéreo na manhã deste sábado em Santa Bárbara D'Oeste (135 km de SP). Ao todo, quatro pessoas morreram após dois monomotores baterem e caírem em um canavial. Ainda não há informações sobre as causas do acidente. 

Segundo o Serviço de Ambulâncias do município, os corpos estavam carbonizados e não foi possível fazer identificação até o momento. 

De acordo com o Sargento Carlos Alberto Locateli, supervisor do Copom (Centro de Operação da Polícia Militar) de Piracicaba, os aviões estavam sobrevoando a região quando a asa de um avião bateu na asa do outro causando o acidente. 

Os dois aviões cairam sobre um canavial, em uma área rural que fica próxima ao km 125 da rodovia dos Bandeirantes, e próximo ao Cemitério dos Americanos e do posto Graal, sentido São Paulo. Após a queda, houve uma explosão e o fogo se espalhou pelo canavial. Cinco carros do Corpo de Bombeiros de Santa Bárbara D'Oeste e de Campinas conseguiram controlar o fogo. 

A Polícia Militar de Piracicaba (160 km de SP) também disse que recebeu uma ligação anônima de uma pessoa que dizia ter visto quando as aeronaves de pequeno porte bateram de frente na área rural, por volta das 9h. Próximo do local do acidente, fica o Aeroclube de Americana que disse que algumas aeronaves estavam sobrevoando a região, mas não soube informar se os aviões pertenciam ao aeroclube. 

Um oficial do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), da Aeronáutica, está no local para apurar as causas do acidente. 

Aroldo Viana de Albuquerque, um dos responsáveis pelo Aeroporto dos Amarais, em Campinas, de onde partem aeronaves de pequeno porte, afirmou que não há registro de monomotores que tenham saído do local mas que não retornaram. 

O diretor do Aeroporto de Americana (127 km de SP), Jean Salgals, afirmou que as aeronaves também não partiram do local e que a origem dos pilotos ainda está sendo apurada. O aeroclube de Tatuí disse que também não possui registro de saída das duas aeronaves.
O caso será investigado pela Delegacia de Santa Bárbara D'Oeste. 

NOTA: recebemos a informação que seriam duas aeronaves EMB-711 Corisco, prefixos PT-NIR e PT-NKA . 
Meus pêsames aos familiares. 


fonte/FolhaSP/foto/PM-Divulgação



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AVIÕES SOFREM BATIDA E CAEM EM CANAVIAL EM SANTA BÁRBARA D'OESTE



Dois aviões de pequeno porte colidiram e caíram em um canavial às margens da Rodovia dos Bandeirantes, em Santa Bárbara D'Oeste (SP), na manhã deste sábado (18). De acordo com o sargento Carlos Locatelli, da Polícia Militar de Piracicaba (SP), que recebeu as primeiras informações, as aeronaves bateram de frente, segundo relato de testemunhas, mas o acesso ao local é difícil porque o acidente causou um incêndio no local. O Corpo de Bombeiros de Santa Bárbara D'Oeste enviou quatro caminhões para o local e a guarnição de Americana (SP) uma viatura, mas até a publicação da reportagem não havia informações sobre feridos e as causas da colisão.

A gerência do Aeroclube de Americana, o mais próximo da área onde aconteceu o acidente, informou que algumas aeronaves que partiram do aeroporto voavam pela região, mas não soube informar se os aviões que colidiram partiram do local. No Aeroclube de Campinas, no Aeroporto Campo dos Amarais, apenas uma aeronave havia decolado e o piloto foi contatado pela equipe. Já a equipe de plantão dos Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) informou que não foi comunicada ainda sobre a batida.

fonte/G1

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