terça-feira, 10 de abril de 2012

VÍDEO - OS SEGREDOS DA TORRE DE CONTROLE DO AEROPORTO DE ARTURO MERINO BENITEZ, CHILE - SCEL


BOEING 737, O AVIÃO MAIS POPULAR DO MUNDO PODE DESFAZER-SE NO AR

Southwest Airlines Boeing 737-700Southwest Airlines Boeing 737-700 (Photo credit: Wikipedia)
A cada 2,5 segundos, há um Boeing 737 a levantar voo em literalmente qualquer parte do mundo. É o avião mais popular entre as companhias aéreas para fazer voos domésticos e a maior fonte de lucros para a fabricante aeronáutica.

Mas o sucesso do 737 esconde um segredo perigoso, que a Boeing não quer que se saiba: há um problema intrínseco na concepção do avião, que remonta aos anos sessenta. Uma investigação da Newsweek revela detalhes alarmantes sobre este problema, relacionado com a fuselagem, que esteve na origem de vários acidentes e continua a não ser abordado pela Boeing – pressionada pela crise, pela Airbus e pela mudança de cenário introduzida pelas companhias low cost.

O problema central é a fraca espessura da liga de alumínio para o revestimento da fuselagem. De cada vez que o avião voa, a pressurização e despressurização colocam o revestimento em esforço. Quanto mais voos faz, mais o modelo corre o risco de ter o revestimento enfraquecido. E essa falha de design, que tem origem em 1964, nunca foi totalmente corrigida pela Boeing.

A Newsweek relata o mais recente caso relacionado com este problema: aconteceu em abril do ano passado com um voo da Southwest Airlines, de Phoenix para Sacramento, com 118 passageiros a bordo. O 737 tinha acabado de atingir a sua altitude de cruzeiro quando se ouviu um estoiro e as máscaras de oxigénio caíram. O avião tinha sofrido uma perda súbita e extrema de pressão na cabine; o revestimento do avião tinha sido descascado, mas os pilotos conseguiram aterrar em segurança.

Dois anos antes, outro avião da Southwest sofrera um incidente semelhante. Os investigadores descobriram falhas graves nas juntas, algo que não era apenas um problema isolado de fabrico. De acordo com a Newsweek, um 737 tem uma vida útil de 60 mil voos em segurança. Mas este modelo tinha feito apenas 39,781 voos; era cedo demais para quebrar.

O problema, dizem os especialistas consultados pela revista, é uma lacuna endémica no design da fuselagem do 737. A Boeing respondeu às questões dizendo que o avião tem sofrido alterações e melhorias e tem um registo excelente ao nível da segurança. Mas como o design original é dos anos sessenta, há limites para as melhorias que se podem fazer.

Um dos primeiros casos – fatais – foi o do 737 de uma companhia de Taiwan, que caiu e matou toda a gente a bordo em 1981. Os investigadores descobriram que o avião transportava frequentemente peixe congelado e tal tinha causado uma corrosão fatal no revestimento. Sete anos mais tarde, um avião da Aloha Airlines ficou com um buraco no tecto e expôs os passageiros ao céu aberto; uma assistente de bordo foi sugada mas os pilotos conseguiram pousar o avião. O problema? Tinha feito muitos voos de curta duração com um ambiente muito húmido, o que resultou em corrosão e fadiga do metal (demasiado fino e leve).

Uma das maiores autoridades na matéria, o professor Tony Ingraffea da Cornell's School of Civil and Environmental Engineering, diz que o design da fuselagem do 737 é o seu “calcanhar de Aquiles”. “A espessura do revestimento mantém-se a mesma ao longo das novas séries. Não é possível mudar isso sem mudar tudo o que acompanha o revestimento – iria constituir um redesenho radical, algo que nunca foi feito”, explica.

A Boeing planeou construir um 737 completamente novo, com materiais compósitos resistentes à corrosão. Mas a Airbus anunciou grandes melhorias ao rival A320 e conquistou 1200 encomendas num ápice. A Boeing decidiu abandonar então os planos e optou por uma nova adição, o 737 MAX, com um motor 10% a 12% mais eficiente em termos de combustível. A fuselagem é que é a mesma.
A Boeing está encalhada com um design que quer fazer voar para sempre”, rematou o especialista Ingraffea.

fonte/DinheiroVivo.pt
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RECUSA DOS PILOTOS EM VOAR NAS FÉRIAS E FOLGAS OBRIGA TAP A CANCELAR VOOS

Airbus A321-200. (2010)Airbus A321-200. (2010) (Photo credit: Wikipedia)
Pilotos decidiram em Março “cumprir escrupulosamente o acordo de empresa”.

A TAP está a ser obrigada a cancelar voos devido à falta de pilotos. Em causa está a decisão tomada na última assembleia-geral do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) em que os associados decidiram "não voar em folgas e férias" e "cumprir escrupulosamente o acordo de empresa".


Contactada, a companhia aérea recusa comentar esta situação ou divulgar o número de voos ou de passageiros afectados desde a assembleia-geral dos pilotos que ocorreu no início de Março. Já o SPAC confirma que "a TAP está a cancelar alguns voos em resultado da deliberação da última assembleia geral".


As medidas aprovadas em assembleia geral, e que incluem ainda o recurso à greve, são a resposta preventiva do sindicato que exige ser contemplado no processo de privatização, podendo receber até 20% da companhia no âmbito de um acordo assinado em 1998, e a contestação contra as medidas de redução salarial. A TAP, à semelhança de todo a função pública e Sector Empresarial do Estado, reteve os subsídios de férias e de Natal dos trabalhadores. A empresa conseguiu, no entanto, evitar que os salários sofressem cortes entre 5% e 10% a partir das remunerações de 1.500 euros brutos, graças à negociação com o Ministério das Finanças de um regime de excepção que pressupõe que a empresa alcançara poupanças semelhantes cortando noutras rubricas. 

fonte/ Noticias/sapo.pt
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FOTOS DA DESTRUIÇÃO CAUSADA POR TEMPESTADE NA BASE AÉREA DE MORON, ARGENTINA

Tentamos entrar em contato com o Sr. Gustavo Lopez do blog TodaLaAviation e os Administradores do Museu de Aeronáutica porém sem sucesso.

Compartilhamos do sofrimento pela perda de materail tão importante da história da aviação argentina e felizes por não haver vitimas na tragédia que se abateu na Base Aérea de Moron.

Força aos voluntários que terão grande trabalho para recuperar as aeronaves danificads pelo evento metereológico que se abateu sobre a grande Buenos Aires.

BOA SORTE  

Durante a grande tempestade registrada no dia 3 de abril na Grande Buenos Aires, que causou a morte de 14 pessoas por deslizamentos de terra e árvores caídas, aconteceu algo que nos toca muito de perto a todos que gostamos da aviação.

 A Base Aérea de Moron, sede do Museu Nacional de Aeronáutica, foi submetido à passagem de um tornado, que causou grandes danos à infra-estrutura da base e ainda mais nos materiais aeronáuticos das escolas que têm lá sua sede e do Museu Nacional.

A imagem pode ser visto, é sombria, com os restos de aeronaves literalmente arrancadas das escolas e em todo o prédio da Força Aérea, bem como aeronaves do Museu que ficaram espalhados ao longo da plataforma de exposição ao ar livre.

Os prejuízos financeiros são grandes e outros são muito mais culturais.

E é que os números envolvidos, incluem algumas aeronaves de alto valor e outras muito raras.

O Junkers J 52 3M seriamente danificado, o Viking I com dano muito grande em suas asas e estruturas, Bristo 370 com danos graves à estrutura, o mesmo com o C-130 Hercules.


Nós poderíamos continuar descrevendo como o Boeing 737-200 da Aerolineas Argentinas, mas não vou ser muitos tedioso, basta ver as fotos que falam por si.

TODA LA AVIATION agradece ao fotógrafo Agustin VELARDE pela cessão das fotos e ao portal da de aviação BAiresFlight - http://www.bairesflight.com.ar/~~HEAD=NNS por nos permitir usá-los.

fonte/TodaLaAviation/foto/AGUSTIN VELARDE 



































VÍDEO - WAYNE HANDLYTURBO HAVEN CRASH AT THE SALINAS AIRSHOW 2011


RÚSSIA SUSPENDE AS OPERAÇÕES DOS ATRS DA UTAIR

ATR 72 of Russian Company UT Air at Vnukovo Ai...ATR 72 of Russian Company UT Air at Vnukovo Airport, Moscow (Photo credit: Wikipedia)


No dia 09 de abril de 2012 a agência russa regulador da aviação Rostransnadzor,  suspendeu as operações das aeronaves turboélice ATR-72 da UTair e também suspendeu as atividades de UTAir Technik em Moscou no aeroporto de Vnukovo.

Uma inspeção das operações de voo da UTair em Vnukovo no Aeroporto de Moscou revelou que quatro aviões ATR-72 da companhia aérea partiram sem estar degelado. O clima na época era propícia à formação de gelo.

As inspeções foram iniciadas pela Rostransnadzor após o acidente fatal em 2 de abril , envolvendo um ATR-72 de UTAir perto do Aeroporto Tyumen (TJM), Rússia. O acidente matou 31 dos 43 a bordo. Um dos fatos apurados na investigação é que o avião partiu em condições de neve com uma temperatura um pouco abaixo do nível de congelamento e que o avião não tinha sido degelado antes da partida.

fonte/ASN
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